FESTA DE SANTA INÊS: APRESENTADOS AO PAPA DOIS CORDEIROS



Lã servirá para confeccionar pálios dos arcebispos

ROMA, sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – Como a cada ano, dois cordeiros abençoados hoje na basílica de Santa Inês foram apresentados a Bento XVI, com ocasião da festa desta santa mártir cristã dos primeiros séculos.
Como é tradição, a lã desses cordeiros será utilizada para confeccionar os pálios dos arcebispos recém-nomeados.
O pálio é um ornamento litúrgico que indica honra e jurisdição, usado pelo Papa e os arcebispos metropolitanos. É constituído por uma faixa de lá branca com seis cruzes de seda preta.
No dia 29 de junho, solenidade de Pedro e Paulo, o Papa impõe o pálio aos arcebispos. As irmãs do mosteiro beneditino de Santa Cecília, no bairro romano do Trastevere, encarregam-se da confecção dos pálios.

UMA ÁRVORE DE SÃO PAULO FORA DOS MUROS PARA “JARDIM DE LUTERO”



Iniciativa de caráter ecumênico por parte da Santa Sé

ROMA, sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – No próximo domingo, 23 de janeiro, será realizado um ato ecumênico na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, no qual será plantada e abençoada uma árvore, em parceria com o projeto ecumênico “Jardim de Lutero”, em Wittenberg, na Alemanha.
Isto foi declarado pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, em um comunicado de ontem, confirmando a participação do presidente do dicastério, cardeal Kurt Koch, neste evento.
Durante o ato, o cardeal Koch, juntamente com o arcipreste da Basílica, cardeal Francesco Monterisi, e com o abade Edmund Power, diante de representantes de várias confissões cristãs, plantará e abençoará uma oliveira, “como um sinal de comunhão ecumênica crescente entre católicos e luteranos”.
Esta iniciativa tem lugar dentro os eventos programados para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, e por ocasião da visita de uma delegação da Igreja Unida Evangélico-Luterana da Alemanha, liderada pelo bispo Johannes Friedrich (Munique).
Audiência com o Papa
A delegação da Igreja Unida Evangélico-Luterana da Alemanha se encontra nestes dias em Roma por ocasião dos 500 anos da visita de Lutero a Roma.
É composta por 19 representantes, entre eles, o responsável pelas relações com os católicos, o bispo Friedrich Weber (Braunschweig), e o antigo primeiro-ministro da Baviera, Günther Beckstein.
A Igreja Unida nasceu da Reforma de Lutero, no século XVI, e inclui todos os fiéis luteranos da Alemanha (cerca de 18 milhões de pessoas), além de ter um papel influente na Federação Luterana Mundial.
A delegação tem agendado um encontro com o Papa na segunda-feira, 24 de janeiro, e uma série de reuniões com funcionários do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos sobre o estado atual do diálogo ecumênico.
Segundo afirma o dicastério em sua declaração, “os consideráveis resultados nas últimas décadas são agora uma sólida base de comunhão entre luteranos e católicos”.
“O encontro de São Paulo Fora dos Muros mostra, mais uma vez, que o diálogo entre as duas comunidades se tornou uma realidade de vida e que o compromisso ecumênico da Igreja Católica, como observou o Papa João Paulo II na sua encíclica Ut unum sint, é irrevocável e irreversível.”
Luthergarten (“Jardim de Lutero”) começou a ser construído em Wittenberg, cidade chave na história da Reforma, para comemorar os 500 anos desde a publicação das famosas 95 teses de Lutero.
Nele se plantarão 500 árvores, que serão apadrinhadas por várias denominações cristãs, e será terminado em 2017, ano do quinto centenário. Cada árvore plantada deve corresponder a uma outra árvore colocada em uma igreja da confissão que a apadrinha.

PAPA RECEBE “ANJOS DA GUARDA” DO VATICANO EM AUDIÊNCIA



Agradece pelo trabalho das forças de segurança do Estado Pontifício

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 18 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – Por ocasião da tradicional audiência de troca de votos pelo novo ano, o Papa Bento XVI quis expressar seu agradecimento aos dirigentes, funcionários e agentes de segurança pública do Vaticano, no dia 16 de janeiro, no Palácio Apostólico.
Em seu discurso, o Papa mostrou seu “sincero apreço pelo esforço e profissionalismo com que os funcionários e agentes da polícia do Estado, quase como ‘anjos da guarda’, passam dias e noites no Vaticano, garantindo a segurança necessária e colocando-se ao serviço dos peregrinos”.
Esse trabalho de vigilância, “realizado com diligência e solicitude para proteger a ordem pública”, é “certamente importante e delicado”, reconheceu. 
“Esta tarefa requer muita paciência, perseverança, sacrifício e disponibilidade para escutar”; e representa “um serviço muito útil que permite o desenvolvimento seguro e pacífico das manifestações espirituais e religiosas que ocorrem especialmente na Praça de São Pedro”.
Inspiração para a vida
“Que a vossa presença significativa no coração da cristandade, aonde multidões de fiéis chegam continuamente para se encontrar com o Sucessor de Pedro e visitar os túmulos dos Apóstolos, suscite cada vez mais o propósito de reavivar a dimensão espiritual da vida, bem como os esforços para aprofundar na vossa fé cristã, testemunhando-a com alegria através de uma conduta coerente”, pediu o Papa aos agentes.
No período de Natal, que acaba de terminar, lembrou ele, “a liturgia nos convidou a acolher o Verbo que, desde o princípio, está no seio do Pai e que Ele nos deu, revelando-nos seu rosto em um Menino”.
“Ele é o Eterno que entra no tempo e o preenche com toda a sua plenitude; é a luz que ilumina os que estão na escuridão; é o Filho de Deus, que traz a salvação para a humanidade.”
“Acolhamos Jesus sempre com fé e alegria!”, desejou.
“A Virgem Maria o apresenta a nós. Ela, como Mãe amorosa, vela por nós. Recorrei sempre à sua intercessão materna e sua confiai a Ela o ano de 2011, que começou recentemente, para que seja para todos um tempo de esperança e de paz”, concluiu o Papa.

UM PROTESTANTE À FRENTE DA ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DO PAPA



CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 17 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – Bento XVI nomeou presidente da Pontifícia Academia das Ciências o prêmio Nobel Werner Arber, professor emérito de Microbiologia da Universidade de Basiléia (Suíça), conforme divulgado em 15 de janeiro pela Assessoria de Imprensa da Santa Sé. 
Arber, protestante, é o primeiro não católico nomeado por um papa para dirigir esta instituição vaticana, da qual fazem parte cientistas independentemente da crença que professam.
O professor Arber nasceu em Gränichen (Suíça) em 3 de junho de 1929. Em 1978 recebeu o Prêmio Nobel de Medicina, dividido com Daniel Nathans e Hamilton O. Smith, pelos seus trabalhos sobre as enzimas de restrição. Estas enzimas são proteínas que dividem as seqüências do ácido desoxirribonucléico (DNA), o que permitiu modificações na molécula de DNA e a ampliação dos conhecimentos em biotecnologia.
Casado e com dois filhos, Arber foi presidente do International Council for Science (ICSU) e tinha sido nomeado acadêmico pontifício em 1981.
A Pontifícia Academia das Ciências foi fundada em Roma, em 1603, com o nome de Academia dos Linces (Galileo Galilei foi membro), e está composta por oitenta “acadêmicos pontifícios” nomeados pelo Papa, segundo proposta do Corpo Acadêmico, sem discriminações de nenhum tipo.
Tem como finalidade honrar a ciência pura onde quer se encontre, assegurar sua liberdade e favorecer as pesquisas, que constituem a base indispensável do progresso das ciências. O Papa nomeia seu presidente por um período de quatro anos.

CORPO DE JOÃO PAULO II SERÁ TRASLADADO



CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – O corpo do Papa João Paulo II será trasladado da cripta vaticana à basílica de São Pedro.
De acordo com a Santa Sé, o lugar escolhido é a capela de São Sebastião, sob o altar do Papa Inocêncio XI, situado à direita da basílica, entre a capela da Pietà, de Michelangelo, e a do Santíssimo Sacramento.
O traslado do ataúde acontecerá sem exumação. Portanto, o corpo de Karol Wojtyla não será exposto. Ficará fechado pela lápide de mármore, onde se pode ler Beatus Ioannes Paulus II.
O túmulo de João Paulo II na cripta vaticana atrai muitos dias mais de 20 mil peregrinos. É comum os fiéis deixarem flores, cartas e recordações sobre a lápide branca.

AGENDA DA COMISSÃO EUROPEIA ELIMINA FESTAS CRISTÃS

Rádio Vaticano divulga os protestos


BRUXELAS, sexta-feira, 14 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – “Gritos de ira contra uma Europa que nega suas raízes cristãs”: esta foi a manchete divulgada pela Rádio Vaticano ao noticiar os protestos de várias personalidades que denunciam “o desaparecimento dos feriados cristãos da agenda da Comissão Europeia, destinada aos alunos da União Europeia”.
Rádio Vaticano indica que foram distribuídos mais de três milhões exemplares da agenda, que menciona os feriados muçulmanos, hindus, sikhs e judaicos, mas nenhum feriado cristão, nem sequer em 25 de dezembro.
Entre as cartas de reclamação enviadas ao presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barrosso, encontra-se a que a parlamentar francesa Christine Boutin, presidente do Partido Democrata Cristão, dirigiu-lhe em 23 de dezembro de 2010.
A ex-ministra se pergunta: “Como se pode pretender educar os jovens sobre a União Europeia negando uma religião que contribuiu tanto para a sua construção e sua unidade? Como é possível uma discriminação assim?”.
Segundo Boutin, “esta pequena agenda é reveladora do novo pensamento que nos mina por dentro: para entrar, seria preciso apagar a nossa história comum e os nossos valores fundamentais”.
Também apela a “uma grande mobilização, por meio de uma petição que permita chegar ao Parlamento Europeu”.
Na França, indica a mesma fonte, o ministro dos Assuntos Europeus, Laurent Wauquiez, quis levantar “um grito de ira”.
Esta iniciativa, disse, “é representativa de uma Europa já não ama nem se ama”. “Esta Europa nega suas raízes cristãs e cobre com um tímido lenço o que ela é – acrescentou. Uma identidade rejeitada é uma identidade que se vinga.”

BISPOS DO JAPÃO INSISTEM CONTRA O CAMINHO NEOCATECUMENAL


Friday, January 14, 2011

Obispos de Japón no están dispuestos a dejar quieto el asunto con el Camino Neocatecumenal. 

Hemos traducido dos despachos de diferentes agencias noticiosas, los cuales brindan una radiografía de la situación actual del Camino Neocatecumenal y los obispos japoneses. Aquí es donde nos extraña que siendo hispanoparlantes los fundadores del Camino Neocatecumenal, los medios de comunicación en español —nos referimos a los que se denominan católicos— no informen nada o casi nada al respecto.

El presidente de la Conferencia de Obispos Católicos de Japón ha llamado por la colaboración de los sacerdotes y de los laicos para confrontar los “problemas” con el Camino Neocatecumenal, el cual, dice ha tenido un efecto negativo en el país.

“En aquellos lugares tocados por el Camino Neocatecumenal, ha habido una rampante confusión, conflicto, división, y caos”, dijo el Arzobispo Jesuíta de Osaka, Leo Jun Ikenaga, en una declaración publicada en Katorikku Shimbun, el semanario Católico de Japón, ayer.

“En Japón, el efecto de la red ha sido negativo”, dijo el Arzobispo Ikenaga en su declaración. “Nosotros obispos, a la luz de nuestra responsabilidad apostólica pastoral, no podemos ignorar el daño”.

El Papa Benedicto XVI rehusó un pedido de cuatro obispos japoneses, incluido el Arzobispo Ikenaga, de suspender al Camino Neocatecumenal por los cinco años que los prelados hicieron en una reunión en Roma en Diciembre 13.

Unas semanas antes de la reunión, la conferencia episcopal japonesa anunció que suspendería las actividades del movimiento en Japón.

La declaración del Arzobispo Ikenaga sugiere que los obispos no están deseosos de dejar descansar allí el asunto.

“Hasta ahora, la Conferencia de Obispos Católicos de Japón ha sostenido cnversaciones tanto con la Santa Sede como con el Camino Neocatecumenal. Pero ahora ha llegado el momento de que el laicado de Japón adquiera participación”, escribió en una declaración en Diciembre 20.

El Arzobiso Ikenaga dijo que el Papa planea mandar pronto un enviado a Japón.

Dijo que los obispos esperan que aquellos que han tenido contacto personal con el Camino Neocatecumenal relatarán sus experiencias al enviado papal.

“El hecho es que, es muy difícil según el estado real de las cosas, que se traslade a un lugar tan lejano como Roma”, escribió.

“Esperamos que ellos (el Camino Neocatecumenal) tomarán una seria mirada a por qué las cosas no han funcionado aquí hasta el momento y, por primera vez, nos ayuden a erradicar la causa de los problemas, para que así podamos encontrar el camino para una solución”.

A la reunión en Roma fueron El Papa, el Secretario de Estado del Vaticano, Cardenal Tarcisio Bertone, otros cinco cardenales y un arzobispo.

La delegación japonesa incluyó a los Obispos Osamu Mizobe de Takamatsu, Ryoji Miyahara de Fukuoka, e Isao Kikuchi de Niigata. El obispo de 86 años Takaaki Hirayama, quien está retirado en Roma, también asistió.

El Camino Neocatecumenal se estableció en Japón al rededor de 1970 en la Diócesis de Hiroshima. En 1990, el seminario asociado Redemptoris Mater fue construido en la Diócesis de Takamatsu, el cual tiene el menor número de residentes Católicos que en ninguna otra diócesis, sólo 5.000, y están registrados allí.

DOUTRINA DA FÉ ANALISA MINUNCIOSAMENTE AS CATEQUESES DO “CAMINHO NEOCATECUMENAL”




El Papa enviará el lunes a 230 nuevas familias en misión pertenecientes al Camino Neocatecumenal

El próximo lunes, 17 de enero, a las 12 h. en el Aula Pablo VI, el Papa Benedicto XVI recibirá en audiencia a los iniciadores del Camino Neocatecumenal, los españoles Kiko Argüello y Carmen Hernández, y el sacerdote Mario Pezzi, acompañados de los equipos itinerantes responsables del Camino en más de 120 naciones. Además, estarán presentes loa 78 rectores de los seminarios Redemptoris Mater, numerosos sacerdotes y seminaristas, familias en misión, missio ad gentes y communitates in missionem. Durante la audiencia, el Papa enviará 230 nuevas familias en misión en 46 naciones de los 5 continentes que se unirán a las otras 600 ya enviadas en años anteriores por Juan Pablo II y Benedicto XVI.

(InfoCatólica) El Papa inaugurará además 13 nuevas missio ad gentes en Europa (Alemania, Austria, Macedonia, Francia, Ucrania, Suecia, Hungría) y Sudamérica (Venezuela), que se unirán también a las otras enviadas en ocasiones anteriores. Cada una de estas missio ad gentesestá constituida por un presbítero acompañado de dos o tres familias numerosas que, a petición de un obispo, reciben el mandato de evangelizar zonas descristianizadas o paganas, con la misión, como dice el Señor, de hacer presente una comunidad cristiana donde “seamos perfectamente uno para que el mundo crea”.
Juan Pablo II, en 1995, en el VI Simposio de los Obispos Europeos dijo que para responder a la secularización de Europa es necesario volver al “primer modelo apostólico”. Así, estas missio ad gentes se reúnen en las casas en medio de los no bautizados, desarrollando este primer modelo apostólico. Después de 4 años, se puede constatar cómo se están acercando muchos paganos que nunca habían entrado en una iglesia.

En estos días, la Congregación para la Doctrina de la Fe ha comunicado al Pontificio Consejo para los Laicos que “después un minucioso estudio doctrinal en la materia”, las catequesis del Camino utilizados por los equipos de catequistas pasan a ser “Directorio Catequético del Camino Neocatecumenal después de ser corregidos por la Congregación para la Doctrina de la Fe y señalar en cada página varias partes del Catecismo de la Iglesia Católica”.
El Pontificio Consejo para los Laicos ha tomado nota de tal aprobación que concede “seguridad a la actuación del Camino Neocatecumenal, subrayando la conclusión de su recorrido espiritual y ofreciendo además garantías doctrinales a todos los Pastores de la Iglesia“.