POLÍCIA PRENDE SUSPEITOS DE PLANEJAR ATAQUE CONTRA PAPA


25/02/2011 09:17 © Copyright ANSA. Todos os direitos reservados.
MILÃO, 25 FEV (ANSA) – A polícia da província italiana de Brescia prendeu seis marroquinos que supostamente planejavam um ataque contra o papa Bento XVI.
  
Os seis são integrantes do movimento fundamentalista islâmico marroquino Adl Wal Ihsane.
  
Na Itália, o grupo criou uma organização que tinha como objetivo difundir a discriminação, o ódio racial e religioso, assim como a violência e a “jihad”, de acordo com as investigações, iniciadas há um ano.
  
A polícia informou que, no bolso da jaqueta de um dos marroquinos, foi encontrado um bloco de anotações, no qual havia descrições do Pontífice e informações sobre o que era discutido nas reuniões do grupo.
  
Segundo os agentes de segurança, é possível que o grupo planejasse um ataque contra Bento XVI, como forma de “puni-lo” pela conversão ao cristianismo do jornalista Magdi Allam.
  
Allam, que também é vice-diretor do periódico italiano “Corriere della Sera” e eurodeputado, tem origem egípcia e era muçulmano. (ANSA)

Papa abençoa estátua de São Maron

Monge fundador da Igreja maronita, majoritária no Líbano

ROMA, quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) – Bento XVI abençoou nessa quarta-feira uma estátua de São Maron. A escultura foi colocada em um nicho exterior da Basílica de São Pedro, momentos antes do início da audiência do Papa com os peregrinos.
Este monge, que viveu entre os séculos IV e V como ermitão nos Montes Tauro, nos arredores de Cirro, uma antiga cidade da Síria setentrional, ganhou a fama de taumaturgo e desfrutou de grande reputação como diretor espiritual.

Por seu estilo de vida ascético e por suas curas físicas e espirituais, atraiu muitos seguidores, que constituíram o primeiro núcleo da Igreja maronita, comunidade sui iuris no seio da Igreja católica – sempre em comunhão com Roma, ainda que mantenha uma liturgia e um calendário próprio – presente no Líbano, Síria, Egito, Terra Santa e nos países da diáspora.

A estátua, de mais de cinco metros de altura e 20 toneladas, foi encomendada pela Igreja maronita com ocasião do jubileu – inaugurado a 14 de fevereiro de 2010 – pelos 1600 anos da morte de São Maron. É obra do escultor espanhol Marco Augusto Dueñas, que a confeccionou em um único bloco de mármore de Carrara.

A obra representa o santo oferecendo ao mundo uma pequena igreja de estilo maronita. São Maron veste uma longa estola escrita em sírio e sustenta na mão direita um báculo.

Estavam presentes na cerimônia o cardeal Nasrallah Pierre Sfeir, patriarca de Antioquia dos Maronitas, o presidente do Líbano, Michel Suleiman, e um grupo de ministros libaneses, além de outras autoridades civis e eclesiásticas.

MARTINHO LUTERO – ASPECTOS DE UM HEREGE

 

Caríssimos,

Salve Maria!

Visão da futura beata Maria Serafina Micheli, já exposta em nosso blog. Logo a seguir uma boa matéria sobre a “profunda espiritualidade”  do herege Martinho Lutero.

Um boa leitura!

Deus os abençoe

Pe. Marcelo Tenório

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“Em 1883, a Irmã Maria Serafina Micheli foi a Eisleben, na Saxônia – cidade onde nasceu Martin Lutero.

Caminhando pelas ruas de Eisleben a procura de uma igreja para fazer suas orações, encontra uma de portas fechadas. Então, ela se ajoelha nos degraus de acesso e, sem conhecimento de que aquela capela era uma seita protestante, começa a fazer suas orações.

Enquanto Irmã Micheli rezava, o seu anjo da guarda apareceu-lhe e disse: “Levanta-te, porque esta é uma igreja protestante”. E acrescentou: “Quero que você veja o local onde Martin Lutero foi condenado e sofre o castigo na punição do seu orgulho”.

Depois destas palavras, ela viu um abismo terrível de fogo, onde inúmeras almas eram cruelmente torturadas. No fundo deste buraco havia um homem, Martin Lutero, que se distinguia dos demais.”

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LUTERO, HOMICIDA E SUICIDA


Eis alguns dados históricos da triste vida do fundador do protestantismo, e do seu fim trágico, depois de uma de suas muitas bebedeiras serestais com príncipes amigos.

   Martinho Lutero nasceu em Eisleben, na Saxônia (Alemanha) em 1483, e pôs fim à própria vida em 1546, cerca de 25 anos após asua revolta contra a Igreja de Nosso Senhor. Sua mãe Margarida foi muito religiosa, porém, muito supersticiosa e dada a bruxarias e encantamentos, o que influiu muito no comportamento do filho. O jovem Lutero, depois de seus estudos de humanidades nas escolas locais de Mansfeld, foi estudar filosofia e direito na Universidade de Erfurt, onde se formou, no ano de 1505. Em junho deste ano entrou para o Convento dos Agostinianos, “não por vocação, mas por medo da morte”. Ele mesmo falou várias vezes desse “medo da morte” que determinou a sua entrada na religião, como o veremos.

   A – Lutero homicida: O Dr. Dietrich Emme, em seu livro:“Martinho Lutero – sua juventude e os seus anos de estudos, entre 1483 e 1505″, Bonn, 1983, afirma que Lutero entrou no Convento só para não ser submetido à justiça criminal, cujo resultado teria sido, provavelmente, a pena de morte, por termatado em duelo um seu colega de estudos chamado Jerônimo Buntz. Daí o seu “medo da morte” ao qual se referia freqüentemente. Então um amigo o aconselhou a se refugiar no Convento dos Eremitas de Santo Agostinho, que então gozava dodireito civil de asilo, que o colocava ao abrigo da justiça. Foi aí que se tornou monge e padre agostiniano.

Lutero parecia ter-se convertido. Mas não. Sempre perturbado e contraditório, ele se declara réu confesso em uma prédica em 1529: “Eu fui monge, eu queria seriamente ser piedoso. Ao invés, eu me afundava sempre mais: eu era um grande trapaceiro e homicida.” (WA W, 29, 50, 18) E um discurso transcrito por Veit Dietrich, afirma: “Eu me tornei monge por um desígnio especial de Deus, a fim de que não me prendessem; o que teria sido muito fácil. Mas não puderam porque a Ordem se ocupava de mim.” Isto é, os superiores do Convento o protegiam. (WA Tr 1, 134, 32) Portanto, Lutero foi réu de um homicídio que cometeu quando era estudante em Erfurt. E segundo os seus biógrafos, o motivo teria sido despeito por ter o seu colega obtido melhor nota nos exames.

   B – Lutero ébrio e ímpio: Ele o confessa: “Eu aqui me encontro insensato, e endurecido, ocioso e bêbado de manhã à noite… Em suma, eu que devia ter fervor de espírito, tenho fervor da carne, da lascívia, da preguiça e da sonolência”. No entanto, chamava o Papa de “asno”.

   Sobre a oração dizia: “Eu não posso rezar, mas posso amaldiçoar. Em lugar de dizer ‘santificado seja o vosso nome’, direi: ‘maldito e injuriado seja o nome dos papistas…, que o papado seja maldito, condenado e exterminado’. Na verdade é assim que rezo todos os dias sem descanso”.

   Sobre os mandamentos, dizia: “Todo o Decálogo deve ser apagado de nossos olhos, de nossa alma e de nós outros tão perseguidos pelo diabo… Deves beber com mais abundância, e cometer algum pecado por ódio e para molestar ao demônio…”. Lutero não só afirmava que as boas obras nada valem para a salvação como as amaldiçoava.

   Mas sobre o pecado, ele dizia: “Sê pecador e peca fortemente, mas crê com mais força e alegra-te com Cristo vencedor do pecado e da morte… Durante a vida devemos pecar”.

   Sobre a castidade, Lutero incentivou os monges, sacerdotes e religiosas a saírem de seus Conventos e se casarem. “O celibato – dizia – é uma invenção maldita” – “Do mesmo modo que não posso deixar de ser homem, assim não posso viver sem mulher”.

   Sobre a Virgem Maria, a caneta recusa a escrever as blasfêmias que proferiu contra a sua pureza.

   Sobre Jesus Cristo, afirma que “cometeu adultério com a samaritana no poço de Jacó, com a mulher adúltera que perdoou …, e com Madalena…”

   Sobre Deus: “Certamente Deus é muito grande e poderoso, bom e misericordioso…, mas é muito estúpido; é um tirano”.

   Seu último sermão em Wittenberg, em maio/1546, foi um furioso ataque contra o Papa, o sacrifício da Missa e o culto a Nossa Senhora.

   C – Lutero suicida: Lutero tinha um temperamento extremamente mórbido e neurótico. Depois de sua revolta contra a Igreja, a sua neurose atingiu os limites extremos. Estudos especializados lhe atribuem uma “neurose de angústia gravíssima”, do tipo que leva ao suicídio. (Roland Dalbies, em “Angústia de Lutero”)

   O suicídio de Lutero é afirmado tanto por católicos como por protestantes. Eis o depoimento do seu criado, Ambrósio Kudtfeld, que mais tarde se tornou médico:

   “Martinho Lutero, na noite que antecedeu a sua morte, se deixou vencer por sua habitual intemperança, e com tal excesso, que fomos obrigados a carregá-lo totalmente embriagado, e colocá-lo em seu leito. Depois nos retiramos ao nosso aposento sem pressentir nada de desagradável. Pela manhã voltamos ao nosso patrão para ajudá-lo a vestir-se, como de costume. Mas, que dor! Vimos o nosso patrão Martinho pendurado de seu leito e estrangulado miseramente.

   “Tinha a boca torta e a parte direita do rosto escura; o pescoço roxo e deformado. Diante de tão horrendo espetáculo, fomos tomados de grande terror. Corremos sem demora aos príncipes, seus convidados da véspera, para anunciar-lhes aquele execrável fim de Lutero. Eles ficaram aterrorizados como nós. E logo se empenharam com mil promessas e juramentos, que observássemos, sobre aquele acontecimento, eterno silêncio, e que colocássemos o cadáver de Lutero no seu leito, e anunciássemos ao povo que o ‘Mestre Lutero’ tinha improvisamente abandonado esta vida”.

   Este relato do suicídio de Lutero foi publicado em Anversa, no ano de 1606, pelo sensato Sedúlius. Dois médicos comprovaram os sintomas de suicídio relatados pelo seu doméstico Kudtfeld. Foram eles Cester e Lucas Fortnagel. As informações desse último foram publicadas pelo escritor J. Maritain, em seu livro: “Os Três Reformadores”. Nesse livro o autor oferece ainda uma impressionante lista de amigos e companheiros de Lutero que se suicidaram.

   Portanto, irmãos separados da Igreja Católica por esse falso e ébrio reformador, abram os olhos, e voltem à verdadeira Igreja de Jesus Cristo. É fácil de reconhecê-la. Está claro nos Santos Evangelhos que a verdadeira Igreja de Cristo é uma só (Mt. 16, 18). É o que aí lemos: “Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificareia minha Igreja. (Cf “Folhetos Católicos” – nº 1)

   Inútil imaginar que Cristo apontava para Si quando falava a Pedro. Sabemos que Cristo é a “Pedra Angular” principal da sua Igreja. Mas Ele tornou a Pedro participante dessa sua condição. Suas palavras “são palavras de vida e de verdade”. Só Ele, como único Mediador “de Redenção” (1 Tim 2, 5-6), pôde fundar, e realmente fundou a sua única e verdadeira Igreja tendo também por fundamento visível, neste mundo, a Pedro e seus sucessores, os Papas. Como há um só Senhor, uma só Fé, um só batismo (Ef. 4, 5), também uma só tem que ser a Igreja desse único Senhor.

   É a Igreja dos primeiros cristãos, é a Igreja dos mártires, é a Igreja católica de sempre, a única que é Apostólica, porque é a única que vem desde os Apóstolos.

   É a única que existiu desde Cristo e dos Apóstolos até Lutero, e até hoje (Mt. 16,18), e que existirá “até o fim dos séculos.” (Mt 28, 19-20) Ao passo que as dos protestantes são “uma legião”. Elas começaram a partir desse falso reformador, no ano 1521, que foi o primeiro a se atrever a fazer o que só Deus pode fazer:fundar uma religião. A 1ª das religiões dessa “legião” de igrejas chamou-se igreja luterana. Mas, já no tempo de Lutero, alguns luteranos imitaram o seu mau exemplo.

   Assim, Calvino fundou o calvinismo em Genebra. Logo surgiram osanabatistas, os anglicanos, os batistas, os metodistas, etc. (Cf.“Folhetos Católicos”, nº 14) Calcula-se hoje em vários milheiroso número de seitas oriundas dos erros luteranos. E hoje a suanova versão, com as suas “Lojas da bênção”, praticando um verdadeiro curandeirismo de Bíblias na mão. A má semente semeada pelo ébrio e neurótico monge continua a produzir seus maus frutos.

   Mas a tentação de se pretender reformar a irreformável obra de Nosso Senhor Jesus Cristo, a sua Igreja, continua. E até nos meios católicos ditos progressistas, estão pretendendo reformar, não os homens da Igreja, mas a própria Igreja. Eles se assemelham hoje aos “católicos reformados” dos tempos de Lutero, com a sua falsa reforma. No entanto, a Bíblia afirma que a única Igreja de Cristo, em si mesma, “é… santa e imaculada.” (Ef. 5, 27)

   Nota: Os dados desse folheto são extraídos de “Martinho Lutero, homicida e suicida”, Pe. Luigi Villa, rev. “Chiesa Viva”, nº 258, Brescia, Itália; e de “Lutero”, Pe. Pedro de Muños, rev. “Tradicion Católica”, nº 137, Barcelona, Espanha.

PADRE PIO E AS MODAS

Padre Pio insistiu na Modéstia

“Vamos nos unir bem muito ao Coração Doloroso de nossa Mãe Celestial e refletir sobre a sua dor infinita e sobre quão preciosa é a nossa alma”. (Padre Pio)

Padre Pio insistiu na Modéstia
Padre Pio não toleraria vestidos curtos ou com decotes baixos, saias justas, e ele proibiu suas filhas espirituais de vestir meias-calças transparentes*. A cada ano a sua severidade aumentava. Ele teimosamente as mandava embora do seu confessionário, mesmo antes de pôr o pé dentro, se julgasse que elas estavam indevidamente vestidas. Em algumas manhãs, ele expulsou uma após a outra, até que ele acabou por ouvir muito poucas confissões. Seus irmãos observaram estes drásticos expurgos com certo mal-estar e decidiram pregar uma placa na porta da igreja:

“Por desejo explícito do Padre Pio, a mulher deve entrar no confessionário vestindo saias PELO MENOS 20 centímetros abaixo do joelho. É proibido emprestar um vestido longo na igreja para usá-los para a confissão”.
Evitemos o menor risco de ofender a Deus nesta área ou de ser uma ocasião de tentação para o nosso vizinho. Que as modas do mundo não sejam o modelo para o nosso vestuário, mas sim a Virgem Maria e os Santos. Vamos seguir os padrões de recato no vestuário, e recordar as palavras de Nossa Senhora a Beata Jacinta Marto de Fátima:

“Os pecados que mais levam almas para o inferno são os pecados da carne. Hão de vir muitas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor… As pessoas que servem a Deus não devem andar na moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”.
Algumas vezes, quando o Padre Pio recusou-se a absolver seus penitentes e fechou a porta do pequeno confessionário em seus rostos, as pessoas iam censurá-lo perguntando por que ele agiu desta forma. “Vocês não sabem”, ele perguntou: “Que dor que custa-me fechar a porta a alguém? O Senhor tem me forçado a fazê-lo. Eu não chamo ninguém, nem recuso a ninguém também. Existe alguém que chama, e que as recusa. Eu sou Sua ferramenta inútil”.[1]
 
Citação de uma das cartas do Padre Pio:

“Há, além disso, três virtudes que aperfeiçoam a pessoa devota no que diz respeito ao controle dos seus próprios sentidos. Estas são: a modéstia, a continência e a castidade. Em virtude damodéstia a pessoa devota governa todos os seus atos exteriores. Com razão, então, São Paulo recomendou esta virtude a todos e declarou como é necessária e como se isso não bastasse, ele considera que esta virtude deveria ser óbvia para todos. Pela continência a alma exercita a retenção de todos os sentidos: visão, tato, paladar, olfato e audição. Pela castidade, uma virtude que enobrece a nossa natureza e faz com que seja semelhante à dos Anjos, nós suprimimos a nossa sensualidade e a afastamos dos prazeres proibidos. Este é o retrato magnífico da perfeição cristã. Feliz aquele que possui todas estas belas virtudes, todas elas frutos do Espírito Santo que habita dentro dele. Essa alma não tem nada a temer e vai brilhar no mundo como o sol no céu”.[2]
 
Uma mulher que vendia calças em sua loja de varejo em Vancouver foi se confessar na Itália com Padre Pio e sua absolvição foi recusada…
Ele ordenou que ela voltasse para casa no Canadá e se livrasse de todo seu estoque, e não desse qualquer um dos itens para as pessoas que poderiam usá-los, e se ela quisesse sua absolvição, poderia voltar à Itália e recebê-la, só depois que ela realizasse piedosamente suas ordens.[3]
 
O Santo Padre Pio deve ter tido uma forte consciência dos perigos da falta de modéstia para as nossas almas imortais, e dos perigos da tentação para o nosso próximo. “Que as modas do mundo não sejam o modelo para o nosso vestuário, mas sim a Virgem Maria e os Santos”.
A Canonização do Padre Pio nos dá a oportunidade para recordar a gravidade do Santo de San Giovanni Rotondo, que colocou este cartaz na porta de sua igreja:

“A Igreja é a casa de Deus. É proibido para os homens entrar com os braços nus ou usando shorts. É proibido para as mulheres entrarem usando calças, sem um véu sobre sua cabeça, com roupas curtas, decotes baixos, roupas sem mangas ou vestidos imodestos”.[4]
[1] Dorothy Gaudiose, Prophet of the People, pp. 191-2.
[2] Padre Pio. Volume II – Letters. Correspondence with Raffaelina Cerase, Noblewoman (1914-1915).
[3] Anne McGinn Cillis, Arrivederci, Padre Pio, A Spiritual Daughter Remembers.
[4] Bishop Bernard Fellay. The Dignity of Women: The Misplaced Notions of Feminism.
 

Grupo de 11 mil luteranos ingressará na Igreja Católica

 
O futuro Ordinariato Anglicanorum Coetibus dos Estados Unidos, que está sendo organizado pelo Cardeal Wuerl, recebe a adesão de um grupo de luteranos que espera há anos a permissão para ingressar na Igreja Católica. Eis abaixo uma tradução da notícia, postada no blog The Anglo-Catholic. Em meio às dezenas de comentários, mais alguns dados interessantíssimos:
A Igreja Católica Anglo-Luterana possui cinco “arcebispos” e três “bispos”, dispostos entretanto  a “deixar o roxo de lado” para seguir a Igreja. Eles estão juntos desde 2007 e possuem 11 mil membros no mundo todo. Para o ensino, eles usam o Compêndio e o Catecismo da Igreja Católica. Seu clero é obrigado a assinar um compromisso de “não ensinar, pregar, escrever ou publicar qualquer coisa contrária ao  Magistério da Igreja Católica Romana”. Quanto à liturgia, eles utilizam o Missal anglicano* que foi aprovado pelo Anglicanorum Coetibus, o Novus Ordo de Paulo VI ou ainda o Rito Extraordinario (caso o padre seja capaz de celebrar em latim).
 
“NOSSA FAMÍLIA ESTÁ CRESCENDO”
 
Postado em 21 fevereiro de 2011 pelo Pe. Christopher Phillips:
 
Recebi um email hoje do Reverendíssimo Irl A. Gladfelter, Metropolitano da Igreja Católica Anglo-Luterana (ICAL), com a excelente notícia de que o clero e paróquias da ICAL estarão entrando no Ordinariato conosco. O que se segue é um resumo do que levou a este desenvolvimento maravilhoso, que me foi enviado por Dom Edward J. Steele, Bispo da ICAL da Flórida, e que é um dos nossos comentadores regulares.
“Em 13 de maio de 2009, a Igreja Católica Anglo-Luterana (ICAL) enviou uma carta ao Cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, indicando que a ICAL “desejava desfazer os erros do Padre Martinho Lutero, e retornar à Una, Santa e Verdadeira Igreja Católica estabelecida por nosso Senhor Jesus Cristo através do Bem aventurado São Pedro. “Aquela carta foi, por sua vez entregue à Congregação para a Doutrina e Fé (CDF) para análise, e a CDF em junho de 2009 enviou à ICAL uma resposta confirmando o recebimento da petição, com a certeza de que ao pedido de adesão plena estava sendo dada uma séria atenção.
No entanto, quando o Santo Padre, o Papa Bento XVI, por liberalidade lançou o Anglicanorum coetibus em novembro daquele mesmo ano, a ICAL não respondeu de imediato como outros o fizeram. Ao contrário, a ICAL, sendo de herança luterana, louvou a Deus pela constituição apostólica e pelo dom oferecido aos nossos irmãos e irmãs Anglicanos; mas continuou a esperar com a bendita esperança de que a nossa petição também, em breve seria concedida.
Surpreendentemente, em outubro de 2010, a ICAL recebeu uma carta de Dom Luis Ladaria, secretário da CDF, informando a ICAL que um Delegado Episcopal, o Cardeal Donald Wuerl, tinha sido nomeado nos Estados Unidos para assistir a CDF com a implementação do Anglicanorum coetibus (entretanto o Cardeal Wuerl ainda era um arcebispo na ocasião). A carta afirma ainda: “À medida que avançamos em direção à construção de Ordinariatos gostaríamos de convidá-los, portanto, a fazer contato diretamente com o arcebispo Wuerl, no seguinte endereço …” Humildemente, a ICAL respondeu com um sonoro “SIM”, enviando uma carta ao Cardeal Wuerl em conformidade com a correspondência recebida da CDF, pedindo para ser uma parte desta reunificação maravilhosa dentro do Corpo de Cristo.
É com grande alegria e profunda gratidão, portanto, que a Igreja Católica Anglo-Luterana dá a conhecer a sua intenção de entrar no Ordinariato americano sob as provisões do Anglicanorum coetibus, e anseia por ajudar, com todos os nossos irmãos e irmãs em Cristo, a desfazer a Reforma e restaurar a unidade visível e social da Igreja de Cristo, Una, Santa, Católica e Apostólica.”
Bem-vindos, irmãos e irmãs em Cristo … parece que vamos adicionar alguns pinos a mais no mapa!

Sobre o Padre Christopher Phillips
Pe. Christopher G. Phillips é o pároco da Igreja de Nossa Senhora da Expiação em Santo Antonio, Texas, onde ele tem servido durante os últimos 27 anos. Ele é o pastor fundador da primeira paróquia de Prática Anglicana*, eregida em 1983 sob os termos da Provisão Pastoral. O Pe. Phillips foi ordenado como um anglicano para a Diocese de Bristol, na Inglaterra, em 1975. Depois de servir como diácono durante três anos em Santo Estêvão Southmead, ele retornou aos Estados Unidos e atuou em duas paróquias da Diocese Episcopal de Rhode Island. Em 1981 ele deixou a Igreja Episcopal e se mudou com sua família para o Texas, onde posteriormente foi ordenado sacerdote Católico em 1983. Pe. Phillips e sua mulher, JoAnn, estão casados há quarenta anos. Eles têm cinco filhos, todos crescidos e casados, e um neto.
*Nota: O termo “Prática Anglicana” (Anglican Use no original em inglês) refere-se às congregações antigas da Comunhão Anglicana, que se uniram à Igreja Católica (em especial, pelo Rito Latino), embora mantendo algumas das características do anglicanismo. Estas congregações eram anteriormente membros da Igreja Episcopal nos Estados Unidos da América e foram autorizadas a juntar-se a Igreja Católica sob a Provisão Pastoral de 1980, emitida pelo Papa João Paulo II. Paróquias “Prática Anglicana” existem atualmente somente nos Estados Unidos. (fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Anglican_Use )
http://www.theanglocatholic.com/2011/02/our-family-is-growing/

Eis o resultado do trabalho de Bento XVI. Desde o Vaticano II não se viam tais conversões… 

 

Assassino excutado na guilhotina em processo de canonização!‏

 
 
 
En la Iglesia católica solo ha habido un caso precedente. Se trata del caso de alguien que es condenado a la pena capital por haber cometido un delito y que, posteriormente, es llevado a los altares. Y fue hace más de dos mil años: el buen ladrón que muere crucificado junto a Jesús.
 
Esto explica la extrema cautela con la que el caso del joven francés Jacques Fesch fue presentado 40 años después de su muerte y precedido de una larga y concienzuda reflexión encabezada por el entonces arzobispo de París, Jean Marie Lustiger, y el visto bueno de la Congregación para las Causas de los Santos. El proceso ha concluido su fase diocesana y va rumbo a Roma.
 
Cuando el purpurado galo abrió la investigación diocesana en 1987 explicó a través de su portavoz que “declarar santo a alguien no significa para la Iglesia admirar los méritos de esa persona, sino proponer un ejemplo de la conversión de alguien que, independientemente de su itinerario humano, fue capaz de oír la voz de Dios y arrepentirse. No hay pecado tan grave que impida que el hombre llegue a Dios y le proponga la salvación”.
 
Playboy y asesino
Jacques Fesch, nacido el 6 de abril de 1930, Saint-Germain-en-Laye fue hijo de un rico banquero de origen belga, artista y ateo, distante de su hijo e infiel a su esposa, de quien finalmente, se divorció.
 
Jacques, que había sido educado en la religión católica, abandonó la fe a la edad de 17 años. A los 21, se contrajo matrimonio civil con su novia embarazada. Su suegro le consiguió un puesto en su banco, viviendo la vida de un playboy. Abandonó a su esposa y su hija y tuvo un hijo con otra mujer.
 
El crimen
El 24 de febrero de 1954, para financiar la compra de un barco que lo llevaría por el Pacífico, se dirigió a robar a Alexandre Sylberstein, un cambista. Herido pero consciente, Sylberstein logró dar la alarma. Fesch huyó, perdiendo sus gafas. Durante la huida disparó contra Jean Vergne, un oficial de policía que le perseguía, causándole la muerte. Minutos más tarde fue detenido. Asesinar a un oficial de policía era un crimen atroz y la opinión pública, inflamada por los informes de prensa, se manifestó decididamente a favor de su ejecución. La Cour d´Assises de París lo condenó a muerte el 6 de abril de 1957.
 
Extraordinaria conversión
En un inicio Fesch era indiferente frente a su situación y hacía mofa de la fe católica de su abogado. Sin embargo, después de un año de prisión, el joven asesino experimentó una profunda conversión y se arrepintió amargamente de su crimen. Aceptó su castigo con serenidad y se reconcilió con su esposa la noche antes de ser ejecutado. Su última entrada del diario fue “En cinco horas, voy a ver a Jesús”. Fue guillotinado el 1 de octubre de 1957.
 
Después de su muerte, su esposa y su hija honraron su memoria como un ejemplo de redención. Al principio fue despreciada por el público, pero con el trabajo de la hermana Véronique, una monja carmelita, y el padre Augustin-Michel Lemonnier, la familia llevó cabo la publicación del diario espiritual que había escrito Jacques en prisión, escritos que posteriormente han servido de inspiración para muchas personas.Una causa controvertida
El 21 de septiembre de 1987, el arzobispo de París, cardenal Jean-Marie Lustiger, abrió una investigación diocesana sobre su vida; la causa de su beatificación fue abierta formalmente en 1993. Este caso ha sido objeto de una viva controversia por los que piensan que sus crímenes lo hacen indigno como modelo a seguir frente a quienes hacen hincapié en la esperanza de su conversión final.
 
“Beatificar a Jacques Fesch no significa rehabilitarlo moralmente, ni darle un certificado de buena conducta o un premio como la Legión de Honor. Su conversión fue de orden espiritual. Beatificar a Jacques Fesch será reconocer que la comunidad cristiana puede rezar a alguien que está al lado de Jesús”, escribió el teólogo André Manaranche en respuesta al debate.
 
El 02 de diciembre 2009 el cardenal Angelo Comastri acompañó en el Vaticano a la hermana de Fesch, Monique, quien le confió a Benedicto XVI: “Mi hermano y yo nos entendíamos a lo grande. Cuando cumplió los ocho años de edad, fui su madrina de bautismo, y cuando estuvo en la cárcel seguí de cerca su extraordinaria conversión”.
 
El cardenal Comastri refirió entonces al L´Osservatore Romano que cuando ejercía al cargo de capellán del Regina Coeli, un prisionero le presentó la fascinante historia de Fesch.

“Es un testimonio único: joven descentrado de rica familia, se convierte en asesino y es condenado a muerte. Tenía 27 años. En la cárcel vive una conversión radical, fulgurante, alcanzando altas cumbres de espiritualidad”, añadió.

 
 

COISAS DO CORAÇÃO

Enquanto servia ao exército, Jacques apaixonou-se por
Pierrette Polack, uma jovem que trabalhava em
Estrasburgo.  Em junho de 1951, eles se casaram
sem o consentimento dos pais. Véronique é o nome
que deram à filha. A distância física, (pois ele se estabeleceu
em Nancy, após ter dado baixa no exército), e a falta
de amor recíproco, levaram o casal à separação. Sobre o
período, escreveu: .Casei-me porque, em primeiro lugar,
minha namorada estava grávida e, depois, porque encontrei
na nova família uma possibilidade de calor. Não amava
a minha esposa: sentia-me bem com ela como entre
amigos. Amava a minha filha: mas o que é uma filha quando
se tem vinte anos e não há nenhum freio moral?..
Jacques retornou para perto da mãe, de quem continuou
sem afeto. Sentia-se abandonado. Pensou em voltar para
Pierrette, o que não deu em nada. Então decidiu fugir. Para
isso, seria preciso dinheiro.
Resolveu assaltar a loja de um cambista, velho conhecido
de seu pai. Na hora, dominado pelo pânico, fugiu. Na
fuga, perdeu os óculos (era míope), feriu um pedestre e se
refugiou em uma casa. Depois, mais calmo, saiu, mas deu
de cara com um policial que o enfrentou, atirando. Armado,
Jacques revidou. Apesar de não enxergar direito, matou
o agente da lei.

PRISIONEIRO 421.530

Uma cela do cárcere La Santé, de Paris, passou a ser o
espaço vital. de Jacques, a partir do dia 7 de fevereiro de
1954. Foi sua .queda do cavalo., como a de Saulo, a caminho
de Damasco (At 9, 1-9). Para tanto, ajudaram alguns
livros emprestados pelo diretor do presídio, o amparo
do advogado Paul Baulet e os conselhos do padre Jean
Devoyod, capelão. Com aquela companhia . que o assassino
passou a admirar ., o seu .espaço vital. conheceu
novos ares. O jovem começou a rever o passado, suas revoltas,
ações e relacionamentos. Transbordavam-lhe no
cérebro mil perguntas e nenhuma resposta.
Jacques passou a escrever cartas a afetos e desafetos.
Através das cartas, notava-se um progressivo equilíbrio em
sua alma. Por insistência do capelão, foram sendo alinhavadas
as Impressões sobre a Vida Carcerária, em que
Jacques admitia a detenção como uma espécie de purifica-
ção interior. Para a esposa, cujos contatos ainda eram conflituosos,
escreveu: .Veja, agora encarcerado, infeliz e sem
nenhuma satisfação, estou . em certo sentido . mais feliz,
porque estou em paz comigo mesmo..
Mas o choque definitivo aconteceu em uma noite, que
ele relatou assim: .Eu estava em minha cama, com os olhos
abertos e sofria muito, pela primeira vez na vida, com uma
intensidade nunca experimentada, por causa do que me fora
revelado a respeito de certas coisas de minha família. Então
jorrou um grito do meu peito, um pedido de ajuda: .Meu
Deus!.. E, instantaneamente, como um vento forte que passa
sem que se saiba de onde venha, o Espírito do Senhor me
tomou pela garganta. (…) Foi uma sensação de força infinita
e de doçura, que não podia suportar..
Laurence Meurville descreveu o efeito do episódio:
Esta experiência determinante, este encontro pessoal com
Deus vai, daí em diante, iluminar toda a sua vida na prisão
e conduzi-lo a uma verdadeira liberdade interior. Sua vida
com o Senhor lhe garante .uma paz que o mundo ignora..
Condenado pela justiça dos homens, ele se coloca, pouco
a pouco, na misericórdia infinita de Seu salvador. Ele entende
que é amado em sua fraqueza, que o próprio Deus
sai em busca dos pecadores, a fim de arrancá-los dos poderes
da morte. (Jacques Fesch. Da Prisão para a Vida,

REGENERAÇÃO

A revolução interior que o prisioneiro experimentou foi
acompanhada por grandes vazios, .áridos como o deserto
 mas bastante comuns na trajetória dos convertidos.
E foi naqueles momentos que Jacques entendeu o sentido
do calvário, deixando-se morrer para as próprias paixões e
oferecendo sua vida a Deus. Aproximou-se também de
Maria, após ler a respeito das suas aparições em Fátima.
Sentia que os efeitos das orações chegavam ao ápice ao
recitar a .Ave, Maria.. Pediu uma foto da filha para sentirse
mais próximo dela, enquanto pedia a Deus por ela. Quando
morreu-lhe a mãe, em junho de 1956, lamentou não ter
entendido, até então, o vazio que a ausência dela provocara
em si mesmo. Tornou-se devoto de Teresa de Lisieux, a
jovem carmelita, cuja expressão sempre repetia: .É a confian-
ça, e nada mais que a confiança, que nos deve conduzir
ao Amor!., e decidiu vivê-la.

A GUILHOTINA

Após três dias de julgamento, em 6 de abril de 1957 ouviu
a sentença com calma e dignidade: morte por guilhotina.
Em todo o tempo que lhe restava, viveu a fé e a entrega
aos desígnios inescrutáveis, mas difíceis, de Deus..
Pouco antes de morrer, escreveu: .Uma paz dulcíssima
inunda a minha alma desde a manhã. Jesus me leva para
além do tempo, da angústia e de minhas quatro paredes.
Fontes de água viva correm em minha alma, à qual nada
perturba. Como sou feliz! Eu não morro, apenas mudo de
vida. (Jacques Fesch, Dans 5 heures je verrai Jésus! JournalParis, Ed Fayard, 1998).
de prison,
Ao se aproximar a hora, escreveu: .Jesus está pertinho
de mim. Sempre me atrai a si e só me resta adorá-lo em
silêncio, desejando morrer de amor. Quisera, como
Teresinha do Menino Jesus, renovar, a cada batida do meu
coração, a oferta de tornar-me .vítima de holocausto ao
seu amor misericordioso.. Aguardo o amor! Dentro de cinco
horas verei Jesus..
Na hora derradeira, escreveu: .Uma vez que devo tomar
a taça, valha-me Santa Virgem. Adeus a todos e que o
Senhor os abençoe!

A introdução da causa de beatificação de Jacques
Fesch foi apresentada à Congregação para a Causa
dos Santos, em Roma, pelo cardeal Jean-Marie
Lustiger, de Paris, 30 anos após a morte do convertido.
 
 
 

CARNAVAL – UM PERIGO PARA AS ALMAS!

 

Caríssimos

Salve Maria!

Mais uma vez o carnaval se aproxima e, com ele, a perdição de tantas almas, sobretudo dos jovens que se entregam totalmente ao império do mal. Abaixo o testemunho dos santos, muito valioso para os nossos dias.
Não se pode servir a dois senhores. Por isso, sirvamos ao Senhor e abandonemos as práticas pagãs. Salvemos a nossa alma e não ofendamos mais a Nosso Senhor, que, no dizer de Ir. Lúcia, “já está bastante  ofendido.

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São Carlos Borromeu jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.


Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?” (Escritos Espirituais).
São Vicente Ferrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.

Santa Catarina de Sena, referindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”
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Santo Afonso Maria de Ligório escreve: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão, já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles os trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer, por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis, contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Ah! Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes” (Meditações).

Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).
O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”.
Santa Teresa dos Andes escreve: “Nestes três dias de carnaval tivemos o Santíssimo exposto desde a uma, mais ou menos, até pouco antes das 6 h. São dias de festa e ao mesmo tempo de tristeza. Podemos fazer tão pouco para reparar tanto pecado…” (Carta 162).

OS BISPOS NÃO TEM AUTORIDADE SENÃO EM COMUNHÃO COM O PAPA

A las 11:30 AM, por Luis Fernando
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Me imagino la cara que se le debió quedar a todos los presentes en el acto de presentación de un libro sobre la Humanae Vitae, cuando Mons. Enrico dal Cavolo, Rector magnífico de la Lateranese, dijo las siguientes palabras:
Un presidente de una conferencia episcopal de una importante nación de América Latina había manifestado en un telegrama a Pablo VI, en nombre del episcopado de aquella nación, ‘una vibrante y clara perplejidad sobre el texto publicado’. El Papa hizo llamar al cardenal a Roma, y una vez aquí le pidió que se pusiera de rodillas y pidiera perdón.
No me negarán ustedes que la imagen debió ser impactante. Todo un príncipe de la Iglesia arrodillándose y pidiendo perdón delante del Vicario de Cristo. Y con él, el episcopado del país en nombre del cual dicho cardenal había enviado el telegrama. Supongo que el purpurado,con casi total seguridad el card. Raúl Silva Henríquez, arzobispo de Santiago de Chile por entonces, debió regresar a su país con el rostro todavía lívido. Y que les transmitiría un mensaje claro a sus compañeros de episcopado: Si me ha hecho eso a mí, imaginad lo que os puede hacer al resto.
La verdad es que este suceso, que difícilmente puede haberse inventado mons. Dal Cavolo, nos ofrece una imagen de Pablo VI un tanto distinta a la que muchos tienen. La firmeza del Papa Montini ante uno de sus cardenales resulta sorprendente.

En otras ocasiones he dicho que la Humanae Vitae justifica por sí sola todo un papado. Y si encima dicho papado tuvo lugar en medio de una de las crisis más espantosas que ha sufrido la Iglesia en sus veinte siglos de historia, sólo cabe pensar que estamos ante un texto fruto de la intervención directa del Espíritu Santo en el gobierno de la Iglesia.
Por otra parte, resulta lógico que el Papa llamara al orden al cardenal. El Concilio Vaticano II acababa de recordar que:
El Colegio o Cuerpo de los Obispos, por su parte, no tiene autoridad, a no ser que se considere en comunión con el Romano Pontífice, sucesor de Pedro, como cabeza del mismo, quedando totalmente a salvo el poder primacial de éste sobre todos, tanto pastores como fieles.
Lumen Gentium, 22
y
Este obsequio religioso de la voluntad y del entendimiento de modo particular ha de ser prestado al magisterio auténtico del Romano Pontífice aun cuando no hable ex cathedra; de tal manera que se reconozca con reverencia su magisterio supremo y con sinceridad se preste adhesión al parecer expresado por él, según su manifiesta mente y voluntad, que se colige principalmente ya sea por la índole de los documentos, ya sea por la frecuente proposición de la misma doctrina, ya sea por la forma de decirlo.
Lumen Gentium, 25
Quedó claro, pues, que la primacía petrina del Obispo de Roma es una primacía auténtica, efectiva, real, plena, canónica, eclesial y no meramente una cuestión honorífica. Si un cardenal y todo un episcopado nacional se oponen a una encíclica papal, los que sobran son el cardenal y los obispos, no el Papa.
Y quedó igualmente claro que si en medio de uno de los momentos donde la autoridad pontificia estaba sufriendo mayor contradicción y oposición, el Papa pudo hacer que uno de sus cardenales se humillara ante él como Vicario de Cristo, no hay razón alguna para que otros papas no hagan lo mismo con aquellos cardenales y obispos que actúan como si no estuvieran en comunión con la Sede Apostólica.
De hecho, de poco valen los gestos de cariño y afecto episcopales hacia el Santo Padre si luego no se hace caso a lo que él quiere y pide. Si alguien cree que no existen ejemplos entre el episcopado mundial de lo que estoy diciendo, que recuerde lo ocurrido en Austria hace un par de años o lo que pasa en Canadá.
Es más, sería deseable que aquí en España, país donde parece que no hay problema alguno con la adhesión al Santo Padre entre el episcopado, se hicera caso de una repajolera vez a la disposición de la Congregación para el Culto Divino y la disciplina de los Sacramentos para que se introduzca en la liturgia el pro multis. No creo que sea una muestra de comunión con Roma el tardar cinco años en obedecer a lo que el Papa manda a través de uno de los dicasterios. No es que sea comparable este retraso con la opisición de un cardenal a una encíclica. Pero quien es fiel en lo poco, lo es en lo mucho. Idem cuando se es infiel.
Luis Fernando Pérez Bustamante

AJOELHAR CORPOS!

A notícia em si não tem a ver com Igreja, mas reparem que, em uma das fotos deste post (destaquei em colorido), os soldados estão em posição de vênia. Existia antigamente nas Forças Armadas brasileiras um comando na ordem unida dos soldados chamado “ajoelhar corpos”, feito em homenagem aos Santos (e que, imagino, pudesse ser adotado também para uma revista do Santíssimo Sacramento ou do Imperador). Lamentavelmente o comando sumiu – suponho que a reboque da “renovação de custumes” da República, contrária à união entre Igreja e Estado.

In Christo et Maria,
Marcel Ozuna.
 
Sobre a foto:
Procissão N.S. Conceição no Campo de Taiji, em 30 de maio de 1868. A tropa está disposta na posição de “ajoelhar corpos”.Lamentavelmente o toque de corneta para tomada dessa posição perdeu-se no tempo.


“Ama o teu próximo como a ti mesmo” – ÂNGELUS

“Ama o teu próximo como a ti mesmo”. Nas palavras pronunciadas este domingo por ocasião da oração mariana do Angelus, Bento XVI percorreu textos bíblicos e autores antigos como São Cipriano e Giovani Climaco para ilustrar a vontade de Deus de nos tornar participes da sua santidade. “sede santos, porque eu, o vosso Senhor, vosso Deus, sou santo” – disse citando o Livro do Levítico. Um apelo de Deus ao seu povo que encontramos também em Jesus feito homem com a mesma força e veemência: “sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai Celeste”. Perfeição que significa – disse o Papa – viver como filhos de Deus cumprindo concretamente a sua vontade. À paternidade de Deus deve corresponder um comportamento de filhos de Deus” recordava por sua vez São Cipriano.
Mas, “de que modo podemos imitar Jesus – perguntou-se o Papa que logo respondeu citando São Mateus: “Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem a fim de ser filhos do vosso Pai que está nos Céus”. Quem acolhe o Senhor na sua própria vida e o ama com todo o coração é capaz de um novo início. Consegue cumprir a vontade de Deus: realizar uma nova forma de existência animada pelo amor e destinada à eternidade” – acrescentou o Papa.
Bento XVI passou depois às palavras em que São Paulo recorda aos Coríntios que são templo de Deus e que o Espírito de Deus habita neles. Se tivermos realmente consciência disto – sublinhou o Papa – o nosso testemunho será claro, eloquente e eficaz. E aqui recorreu ao escritor medieval Giovanni Clímaco que diz “Quando todo o ser da pessoa humana se misturar, por assim dizer, com o amor de Deus, o esplendor da sua alma se reflecte também no aspecto exterior, na totalidade da sua vida”
E foi pelas palavras do Livro da Imitação de Cristo que conclui a sua reflexão teológica, dizendo:
“Grande coisa é o amor, um bem que torna leve as coisas pesadas e suporta tranquilamente as coisas difíceis. O amor aspira a ascender ao alto sem se deixar reter por nada que é terreno. Nasce de Deus e só em Deus poderá encontrar repouso”
Recordando já no final da sua alocução que depois de amanhã 22 de Fevereiro é a festa da Cátedra de São Pedro, o primeiro dos Apóstolos a quem Cristo confiou a tarefa de Mestre e Pastor, Bento XVI exortou todos os pastores de hoje a “assimilarem aquele “novo estilo de vida” que foi inaugurado por Jesus e que os apóstolos fizeram próprios.
Por fim invocou a Virgem Maria, Mãe de Deus a fim de que nos ensine a amarmo-nos uns aos outros e a acolhermo-nos como irmãos, filhos do Pai Celeste.

http://www.radiovaticana.org/por/Articolo.asp?c=463892