RESPOSTA AO ” Sr. JOÃO FRANCISCO”

“Sr. João Francisco”

Salve Maria
Fui informado do seu comentário ,sobre mim, perdido pela net em domínios bem imparciais e jornalísticos. Confesso que não me incomodei nem um pouco antes de ler e, agora, muito menos. Seus comentários são “poeira ao vento…”
Mas confesso também que, o que me chateou mesmo foi a sua “católica” caridade e suas palavras depreciativas para com um rapaz que frequenta a Sta. Missa Tridentina e que sofre de problemas mentais….Quero informa-lo que, aqui, ele é bem acolhido, porque nesta paróquia, mando eu.
Ontem à tarde tive  que passar pela capela do SSmo. e sabe quem estava lá rezando pelo Santo Padre? Esse rapaz que, mesmo sem juízo, dizia assim em suas preces: ” Entrego a você, Mãe querida, o Santo Padre.” Que bela oração! O ” senhor” deveria seguir o exemplo dele….
Mas numa coisa o “senhor” acertou: estou mesmo a serviço do meu Arcebispo! Que bom está em comunhão com ele, e através dele, com toda a Igreja e sobretudo com o Papa. Por isso sempre digo o quanto posso: ” Viva o Papa!”, como me ensinou Dom Bosco.
Apesar do seu falso recheio no relato, esta é a nossa Paróquia e quem não quiser ficar, a porta da rua é serventia da casa….Também nada devo à Fraternidade nem a ninguém e nem tão pouco tenho medo dela ,mas tudo devo à Igreja construída na rocha.
Do mais, suas acusações são tão verdadeiras quanto parece ser o seu pseudo nome
Sobre o “senhor” que caia a sentença de Santa Catarina de Sena.
E passe bem, tenho mais o que fazer.

AMEAÇAS AO FREI THIAGO DE S. JOSÉ



Queridos irmãos e irmãs:
Depois de escrever um artigo criticando a atitude de um sacerdote que se deixou convencer de que “só na FSSPX há salvação”, sendo duramente condenado por muitos adeptos desta organização e também por muitos que se dizem de postura “sedevacantista”, deparei-me também com uma série de e-mails do Pe. Daniel Maret exigindo que eu me retratasse publicamente e, inclusive, me ameaçando de uma série de represálias.
Confesso que tive medo, pois, não sei até que ponto pode chegar o potencial vingativo daqueles que se sentem feridos em seu orgulho, convencidos que estão de que nunca jamais alguém poderá ousar criticá-los…
Tenho, inclusive, me poupado de sair de casa e não deixo de ter receio de que possa ser agredido até fisicamente, mesmo dentro de nosso Mosteiro.
Talvez queiram exigir indenização e teremos de dar aquilo que pode nos faltar na mesa para tornar ainda maior o seu império…
Meu intuito porém não foi de ofender, mas, sim de procurar mostrar para as pessoas que não é atirando pedras na Igreja que vamos salvá-la, mas rezando e fazendo sacrifícios por Ela.
Entretanto o que mais me aflige é o fato de que entendi, mais do que nunca, que estamos nos degladiando enquanto o demônio se gloria de poder seguir seu projeto de destruição da Igreja, enquanto, justamente, aqueles que poderiam fazer alguma coisa, se matam uns aos outros…
Admiro sim, muitos membros sinceros da Fraternidade, como Dom Anjo, brasileiro, beneditino de Bellaigue, cuja vida foi ceifada na flor da juventude por tê-la oferecido pelo Papa. A membros como ele, peço desculpas por falar de hipocrisia, pois sei que não se pode generalizar… Porém, não retiro o termo porque escutei muitas conversas em Francês (que julgavam que eu não entenderia) que são sequer dignas de se comentar… Publicamente se dizem a favor do Papa e reconhecem as ordenações e sagrações, mas quando se conversa privadamente a história é outra. Chegaram a me exigir ordenação sub-conditione. Até as canonizações são postas em questionamento.
Levantei-me, sim para defender os institutos do Bom Pastor, do Cristo Rei e outros mais, como o nosso mesmo, que estavam sendo ridicularizados por optarem pela plena unidade visível com a Igreja e com o Papa.
Não há dúvida que a Igreja enfrenta uma grave crise… E sem precedentes na história! Entretanto, hoje não sei dizer o que será pior: cair nas mãos de um Bispo modernista, ou cair nas mãos da Fraternidade…
Espero contar com as orações de todos neste momento de perseguição e que a Virgem Mãe de Deus e da Igreja interceda por nós!
Frei Tiago de São José

JOÃO PAULO II NÃO TERÁ CULTO UNIVERSAL



João Paulo II
O falecido Papa João Paulo II, que será proclamado beato em 1º de maio, poderá ser festejado todos os dias 22 de outubro, mas apenas na Itália e na Polônia, anunciou ontem a Congregação Vaticana para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. As autoridades religiosas não concederam o “culto universal”, ou seja, a devoção em todo o mundo.




Pronto o lóculo sob o altar de São Sebastião, na basílica de São Pedro, onde será colocado o corpo do Beato João Paulo II
Nesta sexta-feira, às 19 horas, após o encerramento da basílica de São Pedro, ali teve lugar a trasladação do corpo do Beato Papa Inocêncio XI, que se encontrava depositado sob o altar da Capela de São Sebastião, para idêntico local, propositadamente preparado, sob o altar da Transfiguração (à esquerda da nave central, ao fundo, por detrás do pilar de Santo André).
O rito foi presidido pelo cardeal Ângelo Comastri, acompanhado por diversos membros do Cabido da basílica. A urna do Beato Inocêncio XI foi acompanhada processionalmente, ao mesmo tempo que se cantava a Ladainha dos Santos (incluindo todos os papas beatificados ou canonizados), até ao altar da Transfiguração, onde o pessoal competente procedeu, sem mais tardar, à colocação na nova posição, protegida pela antiga grade já antes existente no outro altar. O rito concluiu-se com a oração e bênção do Celebrante e a leitura e assinatura da Acto notarial sobre a realização da transferência.
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Na Capela de São Sebastião, onde se concluíram as obras de restauro e de renovação do sistema de iluminação e amplificação, o local sob o altar está agora pronto para acolher o corpo do Beato João Paulo II, após a beatificação. 

http://www.radiovaticana.org/por/Articolo.asp?c=477128
 Papa Inocêncio XI
Ficheiro:InnocentXI.jpg
Papa Inocêncio XI, nascido Benedetto Giulio Odescalchi (Como19 de Maio de 1611 –Roma12 de Agosto de 1689) foi eleito no dia 21 de Setembro de 1676. Filho de Livio Odescalchi e Paola Castelli, de famílias de comerciantes abastados de Bérgamo. Estudou em Roma e Nápoles, doutorando-se nesta última em Direito Civil e Canónico.
Trabalhou com os papas Urbano VII e Inocêncio X em diversos cargos da Curia romana. Este último nomeou-o cardeal em 1645 e Legado do Papa na cidade de Ferrara onde grassou uma grande fome, destacando-se o futuro papa Inocêncio XI na ajuda aos mais desfavorecidos e ganhando o cognome de «pai dos pobres». Em 1650 foi ordenado bispo de Novara, onde colocou a sua diocese ao serviço dos doentes e dos mais pobres. Renunciou à sua diocese em 1656, regressando ao serviço da curia romana.
Eleito em 1676, depois de ter sido vetado pelo rei francês Luis XIV na eleição de 1670, mas tendo de ceder desta vez, atendendo à sua forte popularidade entre o povo romano e junto de toda a Igreja. Assim que eleito, de imediato decretou uma severa redução de gastos inúteis na curia romana, passando a viver de forma bastante simples e apelando aos demais cardeais para seguirem o seu exemplo.
Assumiu um caracter profundamente reformador, fosse sobre as finanças, estilo de vida, ou mesmo pastoral. Em 1679 condenou 65 proposições, retiradas dos escritos de Escobar, Francisco Suárez, e outros no género, considerando-as como “propositiones laxorum moralistarum” e proibiu o seu ensino a quem quer que fosse, sob pena de excomunhão.

Relações com a França de Luís XIV

O Rei Luís XIV, tentando entrar de boas relações com o papa, revogou o Édito de Nantes, que garantia a liberdade religiosa, tanto a católicos como a protestantes e passou a perseguir estes últimos. Mas o papa não apreciou tal gesto, manifestando seu desgosto pela violência e perseguição. Inocêncio XI decretou que em Roma os diplomatas não poderiam mais gozar do privilégio de conceder direito de asilo a criminosos. Tendo o papa notificado o embaixador francês de que não seria mais reconhecido como representante da França a menos que renunciasse a tal direito, este, não aceitando, com o recurso à força armada de 800 homens, tomou o seu palácio á força. Desde então o papa excomungou-o e decretou a proibição da Igreja de S. Luís dos Franceses, na capital romana.
Em 1688, vagando o bispado de Colónia, cargo relevante por o seu titular ser eleitor para a designação do Imperador, dois prelados eram candidatos, um alemão e um francês, nenhum conseguindo a maioria, e recaindo a escolha final no Papa. Este optou pelo alemão, aliás de acordo com a vontade dos príncipes e bispos alemães, bem como de toda a restante Europa, à excepção de França que pretendia adquirir maior influência no Império. Luís XIV retaliou, ocupando o território papal de Avinhão e ameaçando de separar a Igreja de França da Igreja universal. O papa contudo não cedeu e após a sua morte, o conflito foi resolvido em favor de Roma.

 Outros conflitos

Reinava então em Inglaterra Jaime II, católico, mas obrigado pelas leis do seu país a respeitar a liberdade religiosa e sobretudo a Igreja Anglicana como religião oficial. No entanto, Jaime II tentou por todos os meios, incluindo a calúnia e a violência voltar a tornar o catolicismo como religião oficial, tentando suprimir as liberdades do parlamento e tornar-se rei absoluto à moda francesa da altura. O Papa nunca apoiou tais esforços, que condenava e veio a apoiar o derrube daquele rei pela sua filha, protestante, Maria II de Inglaterra e seu maridoGuilherme III, príncipe de Orange, no que ficou conhecido como Gloriosa Revolução. 
Em 1683 o exército turco cercava Viena e o Papa mobilizou os príncipes alemães e o rei polaco para socorrem aquele cidade, bem como mais tarde auxiliarem a libertação da ocupação turca da Hungria.
Inocêncio XI foi beatificado por Papa Pio XII, a 7 de Outubro de 1956. Seu dia festivo é 12 de agosto.

VATICANO CONVOCA BLOGUEIROS DO MUNDO

Sujeitos fundamentais da nova comunicação

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 8 de abril de 2011 (ZENIT.org) – Os Conselhos Pontifícios da Cultura e para as Comunicações Sociais convocaram um encontro de blogueiros em Roma, no dia 2 de maio.
“Este encontro tem como objetivo permitir um diálogo entre os blogueiros e representantes da Igreja, compartilhar experiências dos que trabalham diretamente neste campo e compreender melhor as necessidades desta comunidade”, explica um comunicado de imprensa emitido pelos organizadores.

MENSAGEM DO PAPA SOBRE A TRAGÉDIA NO RIO DE JANEIRO



RIO DE JANEIRO, sexta-feira, 8 de abril de 2011 (ZENIT.org) – Apresentamos a mensagem que Bento XVI enviou – por meio do secretário de Estado vaticano, cardeal Tarcisio Bertone – ao arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, após tomar conhecimento da tragédia do assassinato de 12 crianças por um atirador, nessa quinta-feira, numa escola da zona oeste da cidade. O texto foi divulgado pela arquidiocese do Rio.

E O PADRE SE FOI



E o padre se foi…
Para os muros rochosos e protegidos do Castelo à prova de modernismos e, parece-me até, de pecado original.
Embaixo, os outros, poucos ainda, que lutam, que sofrem, que caem, por vezes feridos, mas que abrem o peito na batalha que parece infinda.
Em cima, tranquilamente, entre ovelhas e verdes pastagens, o padre reza tranquilamente seu Breviarium Romanum (Romanum?) ao vento “puríssimo da ortodoxia”, bem longe das heresias modernas.
Enfim, a segurança; enfim, os ombros livres de cargas-pesadas. E, na leveza do corpo, ele reza.
Terceira queda! Jesus cai com o rosto em terra pelo peso da cruz. Nada de leveza em seus ombros quase que expostos pelo peso do madeiro.
Para isso foi feito o padre. Para isso foi feito o cristão: “jamais finda, é constante esta guerra. É herança dos filhos de Adão”.
Por causa da rima as vezes se perde o tom. Por isso não é bom “rimar”. O romantismo rima com isso e com aquilo e também poderei ser acusado de romântico modernista, de péssima formação.
Certa vez aconteceu que pessoas apreciadoras de castelos também chegaram do lado de cá.
Queriam a Missa. Queriam sacramentos, sobretudo batismos. Depois nem sequer um “muito-obrigado”.
Queriam bênçãos e mais bênçãos e, ao subirem ao Castelo, já não prestava mais nada. Já não era católico mais nada. Só eles.
O papa não era católico. O bispo não era católico. O padre? Piorou! Esse era caótico.
Engraçado. Disse o padre que fugiu para o Castelo que aqui tem grupos que fazem padres de máquinas sacramentais, pois, pois!…
Vozes, vozes e vozes!
Vozes de cá e vozes de lá.
Escutei vozes por aqui que gritavam: “Viva o Papa!”
E as de lá: “Há um Papa em Roma?”
As daqui: “Tu és Pedro!”
As de lá: “O volante é nosso!” (e os tribunais, também!)
Vozes que precisam ser ouvidas, bem ouvidas…
Mais que isso: Com-pre-en-di-das.
Uma voz que já se extinguiu e que gostava de dizer, por aqui, e de ensinar acolá: “O clero sempre à frente!”. E isso não o fazia anti-clero ou anti-papa, fazia-o Católico.
Pois bem, no Castelo se encontra o Padre. Um padre privado. Deve refazer tudo, adaptar-se, purificar-se e se mostrar digno de receber o selo de qualidade total!
O castelo, a cada dia, parece crescer para cima, como o pé-de-feijão do João.
Um dia houve uma torre parecida que cresceu tanto, que tornou-se orgulhosa tanto, que foi confundida tanto. E, portanto, já não se escuta dela, tanto…
Tenho pena do padre que foi para o castelo. Lá é tão alto e, o pior, não está fincado na Rocha. Pode desmoronar como outros castelos. Os de areia…
E não venham me dizer que estou em pecado mortal por isso.
Mortal é não enxergar, mesmo vendo.
Mortal é afastar-se deliberadamente da Rocha que é Pedro e, inchando-se de orgulho, querer tomar as suas chaves.
Mortal é ter a terrível presunção de que virá do castelo a salvação de tudo, quando na verdade esse mesmo castelo nada será sem fincar-se na Rocha que é Pedro, que é Bento XVI, que será sempre Cristo.



Pe. Marcélo Tenório