terça-feira, maio 31, 2011 |
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SOBRE A FEIA SEMPRE-VIVA E AS BELAS ROSAS NUMA NOITE DE MAIO
Pe. Marcélo Tenorio
Hoje é um grande dia!
É o dia em que, do alto de nossos altares será solenemente coroada a Virgem Maria! É o dia da Coroação!
Sou de uma região que, pelos arredores dos povoados, sítios e fazendas, no início do mês de maio se colocava num mastro improvisado de bambo ou qualquer outra madeira, um bandeirinha branca, simples, mas indicadora..Mostrava que alí se celebrava o Mês de Maio!
Ah, o Mês de maio da minha vida! Como era belo para nós! Na velha catedral, a imagem da Conceição, sem o véu sobre a cabeça ( nunca mais vi uma imagem da Virgem sem o véu, como aquela!...), com olhos vivos, parecendo de verdade ,a olhar para o alto e suas belíssimas mãos sobre o peito, como que cantando o Magnificat!
Ah, o Mês de Maio da minha infância já tão distante!.
A catedral cheia, todas as noites!
O povo de todas as classes, mas especialmente os simples, com flores na mão:" É para a Santa!", diziam todos, que com lágrimas nos olhos - de amor e gratidão - subiam ao altar para depositar aos pés de Nossa Senhora as suas vidas, nas flores colhidas em maio.
" Dai-nos, ó liçen-ça, Senho-ra,
Para ofer-ta vos fa-zer
Estas flo-res que em Maio
Co-lhe-mos pra Vos Tra-zer"
A coroa era trazida nas mãos da coroante: Coroa em ouro branco, tendo no centro o mundo e sobre o mundo a pomba do Espírito Santo. Entre o entusiasmo dos devotos e os sinos da velha catedral, era Coroada Nossa Senhora!
" Aceitai esta coroa,
Virgem Santa ,Mãe Querida,
Que nos sejas, Ó a Rainha,
De um penhor de eterna Vida!"
Hoje é 31 de Maio, dia da Coroação.
Lembro bem que neste dia, lá em casa, diante de um velho e bicentenário oratório, eu, muito pequeno, arrumava o altar de Nossa Senhora. Era uma também pequena imagem de Nossa Senhora das Graças, a minha predileta....Arrumava, eu o santuário; escondia, com uma cortinazinha os demais santos, pois entendia que a festa era somente de Maria e , sendo assim, só ela deveria aparecer.
Minha mãe comprava para mim algumas flores, as mais baratas ( geralmente sempre-vivas), pois naquela época não se dispunha de dinheiro para comprar rosas somente, como era o desejo dela. Arrumado tudo, esperava à noite e, enquanto na Catedral, que era quase ao lado da nossa casa, acontecia a solenidade da coroação, eu fazia a minha....após a reza o terço, acompanhado por tia Nesta, bem lúcida, apesar de mais de 100 anos de vida.
Certa vez estava eu a arrumar o oratório, num 31 de maio e chegou em nossa casa o sacristão. Era comum ir sempre por lá, tomar um cafezinho. Ele me olhou e disse à minha mãe: " É uma pena..quando ele crescer, esquecerá!" - Enganou-se o sacristão!
A vida passou.
A criança cresceu...e, embora os pecados aumentaram, em nada diminuiu o meu amor por Aquela que na minha vida tudo fez.
Hoje não tenho mais o oratório, deram-me uma Matriz....
Não tenho mais a pequena imagem da Graça, deram-me uma Graça enorme...E não me faltam rosas das mais variadas espécies para a festa.
Olho para traz...
Na velha catedral os sinos não mais tocam....
O sacristão lá não mais está.
Todas as mãos que coroaram a bela imagem já se encontram na eternidade.
Somente ela - a imagem- continua lá; deformada por uma pintura de mal gosto, mas continua lá:
Os mesmos olhos. As mesmas mãos sobre o peito, num Magnificat sem ocaso.
Não sei onde encontrar hoje as ' sempre-vivas"..Prefiro essas flores do que as rosas mais caras do mundo. As sempre- vivas são resistentes. Demoram. Persistem, mesmo sem água, por um bom tempo.
É verdade que não são tão belas que as rosas, mas que importa?
As sempre-vivas parecem-se mais comigo, até na feiúra.
Até no "espinhento" de seu dorso.
Nesta noite de tua coroação, Ó Mãe querida, do esplendor onde tu te encontrarás, da altura de teu majestoso vulto, não te espantes, nem te ofendas se os teus olhos sagrados, contemplando as belas rosas colocadas em teus pés, depararem-se, num canto qualquer, com um pouco de sempre-vivas sem perfume algum; elas são a minha oferta, a pobre oferta da minha alma, que apesar do seu pecado, exulta e grita o teu Nome Dulcíssimo, ó Soberana Rainha, minha única esperança.
segunda-feira, maio 30, 2011 |
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Crisma com o rito antigo? ''Uma idiotice!'', segundo cardeal Lehmann
Confira a notícia publicada no blog Sacri Palazzi, 26-05-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Excelente! O Cardeal Lehmann não gostou? Procure-se um bispo mais jovem...
Salve Maria!
Lucia Zucchi
"O fato de haver quem queira hoje a celebração da crisma com o rito antigo eu considero uma estupidez". Quem usou justamente a palavra "estupidez"ou "idiotice" (Blödsinn) foi o cardeal Karl Lehmann (foto), bispo de Mainz, na Alemanha, ex-presidente da Conferência Episcopal Alemã, recentemente confirmado na liderança da diocese (ele completou 75 anos).
A informação foi dada pela agência católica alemã Kath.net. "O cardeal disse isso – afirma a notícia da agência – respondendo a uma questão colocada no âmbito da página dos leitores do Allgemeine Zeitung".
É verdade que , continua afirmando a nota do Kath.net, não quer refutar completamente a permissão de celebrar no rito extraordinário, porque, "mesmo na nossa diocese, há cinco ou seis lugares para celebrar no rito extraordinário".
No entanto, no que diz respeito à confirmação: "Eu não vou fazer isso. Vocês terão que se dirigir a um outro endereço!".
Blog Sacri Palazzi, 26-05-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Andrea Tornielli
sexta-feira, maio 27, 2011 |
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Caríssimos,
Salve Maria!
Vejam este vídeo! Qualquer semelhança com os nossos modernistas religiosos, tão ecumênicos quanto pluralistas, é mera coincidência.
Divirtam-se.
Pe. Marcélo Tenorio
Salve Maria!
Vejam este vídeo! Qualquer semelhança com os nossos modernistas religiosos, tão ecumênicos quanto pluralistas, é mera coincidência.
Divirtam-se.
Pe. Marcélo Tenorio
sexta-feira, maio 27, 2011 |
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Papa Bento XVI fecha convento em que freiras dançavam em cerimônias
Segundo jornais italianos, Vaticano estava insatisfeito com 'irregularidades morais' em monastério da famosa Basílica di Santa Croce.
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(Foto: Giuseppe De Carli)
O jornal "La Stampa" informou que o monastério da Basílica di Santa Croce in Gerusalemme (Basílica da Santa Cruz de Jerusalém) estaria sendo fechada devido a 'irregularidades' litúrgicas, financeiras e morais.
Segundo os jornais, alguns monges cistercianos da igreja foram transferidos para outras congregações na Itália. O abade Simone Fioraso, um extravagante ex-estilista de Milão, já tinha sido transferido do mosteiro há dois anos.
O jornal "Il Messaggero" informou que Fioraso tinha restaurado o convento, que estava muito danificada, e aberto um hotel no local, em que realizava concertos. Ele também realizou uma maratona de leitura da Bíblia que foi transmitida pela televisão e constantemente atraía celebridades para visitar o mosteiro, em que promovia uma abordagem menos convencional da religião.
Uma das freiras do mosteiro, Anna Nobili, ex-dançarina erótica, fez várias apresentações de dança com outras freiras durante cerimônias religiosas.
Investigação
O Vaticano teria expressado sua insatisfação com os boatos a respeito do mosteiro.
"Uma investigação descobriu provas de irregularidades litúrgicas e financeiras, além de (irregularidades de) estilo de vida, que provavelmente não estavam de acordo com o de um monge", teria dito ao jornal britânico "Guardian" o padre Ciro Benedettini, um porta-voz do Vaticano.
O inquérito foi feito pela Congregação dos Institutos de Vida Consagrada do Vaticano e seus resultados ainda não foram publicados, segundo o "La Stampa".
A Basílica de Santa Croce é uma das mais antigas e famosas de Roma, foi construída em volta de uma capela do século IV.
A igreja é um dos locais mais importantes de peregrinação na capital italiana e acredita-se que ela guarda relíquias sagradas.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/05/papa-bento-16-fecha-convento-em-que-freiras-dancavam-em-cerimonias.html#
quinta-feira, maio 26, 2011 |
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Aqui, na íntegra o comentário do Pe. Zezinho sobre a entrevista dada pelo Pe. Marcelo Rossi à Revista Veja. Vale a pena ler.
Pe. Marcélo Tenorio

16/05/2011
A ERA DAS PEQUENAS EMINÊNCIAS
P. Zezinho SCJ
Excelente é mais do que bom. Alguém é excelente quando sua atividade, seus talentos e suas qualidades estão acima da média. Na Igreja Católica dá-se o título de “Excelência” aos bispos. “Eminência” é título dado a dignitários eclesiásticos que se distinguiram em alguma liderança e foram nomeados cardeais. São estes irmãos chamados cardeais que, por exemplo, elegem o Papa. Eles sabem do seu limite e das exigências da Igreja. A quem mais se confiou deste exige-se mais!...
Nos últimos 30 anos no Brasil, com o crescer da mídia tenho observado outro tipo de eminências. São até excelentes e acima do comum no que fazem, e certamente mereceriam reverências e vênias, porque, por seu trabalho na mídia estenderam o púlpito da Igreja. Só por isso já mereceriam aplausos. Quem atua na mídia sabe que não é simples nem fácil manter uma emissora de rádio ou de televisão e atuar nela todos os dias. Quem não atingiu a fama, tendo ou não procurado este destaque, não tem idéia dos meandros e das curvas e ciladas de um microfone, uma câmera ou um palco. E as piores ciladas começam dentro do pregador que acha que é o que não é, e que insiste em chamar os holofotes para a sua pessoa. E pobre de quem ousar fraternalmente chamá-lo às falas ou negar-lhe o espaço que ele acha que pode e merece ocupar... Nem cardeais escolhidos pelo Papa são tão ciosos de seu papel de eminência...
Refiro-me a pelo menos dez entrevistas de teólogos, cantores e padres famosos que nessas últimas décadas foram à grande mídia não católica ou até anti-católica, lavar a roupa suja de seus conflitos contra seu bispos, contra o papa, contra outras pastorais e contra outros padres. Não se contentaram com os foros que há na Igreja para resolver tais diferenças. Deram entrevistas em páginas amarelas de revistas de grande alcance, em programas de grande repercussão na televisão para justificar suas escolhas, seu casamento, sua rebeldia e seu jeito de ser famosos.
Quem leu a revista “Veja” de 17 de abril de 2011 teve ali um triste exemplo de imaturidade e do que significa sentir-se mais eminente do que se é. É o tipo de entrevistas que deveria ser lida e analisada em todos os seminários e movimentos católicos para os futuros pregadores aprenderem como não ser nem fazer quando tiverem nas mãos um microfone. Chega a ser patética...
O ainda jovem, mas ultra-famoso sacerdote que vendeu milhões de discos e livros, vai a público e confessa sua mágoa e indignação, passados quatro anos, contra a diocese e alguns líderes da mesma que, segundo ele, o humilharam e boicotaram, não lhe permitindo o destaque que ele achou que merecia quando o Papa esteve entre nós no Brasil.
Foram palavras dele na entrevista até agora não desautorizada por ele. Culpa aqueles líderes por sua quase depressão, porque negaram-lhe a realização do sonho de estar diante do Papa. Acabaram escolhendo outro e relegando-o a uma atuação secundária, ao amanhecer, em lugar onde havia poucas pessoas. Acusou-os de dor de cotovelo. Por que outros e não ele que fez tanto pela Igreja?...
Mesmo depois de, mais tarde, haver recebido em Roma um prêmio de excelente evangelizador não se aplacou. Pela segunda vez diante da grande mídia, ainda magoado disse que interpretava aquele prêmio como “um cala boca” à diocese que não lhe dera o devido destaque na vinda do Papa quatro anos antes, ao Brasil. Em dado momento reclama que dos padres do Brasil apenas um ligou para cumprimentá-lo pelo prêmio. E dá a entender que não precisa do apoio deles... E declara que ainda espera uma manifestação da CNBB por sua conquista... Psicólogos dariam um nome para esse tipo de atitude...
Tudo, dito com realces de que é humilde, não é arrogante, é padre e usa batina; e com ataques pesados aos padres que não usam batina, deixando claro que a batina protege o padre contra o assédio das mulheres... Chega ao ponto de dizer que a batina é a “maior identidade sacerdotal”. Ora, padres e leigos sabem muito bem que o hábito não faz o monge. Confunde uniforme com identidade e identificação com identidade... Vão por aí as diatribes e o desfile de suas mágoas contra o boicote sofrido...
Mas ele não é o único. Há ex-religiosos famosos que falam contra as ordens e congregações que pagaram seus estudos, dizendo que lá não podiam exercer a caridade nem cuidar de sua família... Outros chamaram a gravadora católica onde começaram de incompetente ou de gravadora de fundo de quintal... E houve quem não hesitou em dizer que no Vaticano foi tratado com truculência. Como ninguém esteve lá para ver, fica a palavra dele contra o Vaticano que não costuma dar esse tipo de entrevistas-resposta aos padres insatisfeitos que atacam suas doutrinas ou disciplinas. Não satisfeitos em discordar, semeiam discórdia!
O fato triste e digno de um debate é que pregadores estão indo à mídia lá fora, lavar a roupa suja de seus conflitos com as autoridades de sua igreja. Não são poucos os que deixam as comunidades religiosas que os formaram para trabalhar como gostam e no que gostam, numa outra diocese. E vão sem a menor culpa. E há os que mudam de diocese, para estar diante de microfones e câmeras, ou para tocar adiante seu projeto pessoal que acham mais importante para a Igreja do que os projetos do grupo religioso onde pronunciaram seu voto de obediência...
Diante das exigências de seu grupo que agora, depois da oportunidade ser eminentes lhes parecem absurdas, simplesmente saem em busca de um púlpito mais aberto às suas aspirações. Talvez estejam certos, talvez não! Mas a ingratidão com que se portam, mostra que escolheram a si mesmos e o seu projeto. Não há retribuição...
O que deve ser objeto de reflexão é a franca disposição de pressionar o bispo, a diocese ou a ordem a reconhecer os seus talentos. Valem-se de todos os meios, inclusive a estratégia de expor para o país inteiro seu conflito pessoal com as dioceses onde atuam. O bispo, que não é tão famoso, acaba em situação delicada. Não pode falar o que sabe e não pode expor ainda mais o pregador que já se expôs além da conta! O padre queixoso aparece como vítima que até cai em depressão, porque a diocese não reconheceu a sua liderança...
Está tudo claro e sem rodeios nas entrevistas tipo lavanderia! Na era das eminências que mais do que auto-estima vivem um clima de altíssima estima de si mesmos, um pouco de ascese não faria mal aos futuros comunicadores da fé. Se não forem reconhecidos, com o sem batina o colarinho, mostrem que realmente têm fé e seguem os evangelhos. Perdoem e recolham-se à sua significância que nunca será insignificância, mas que também não pode ser supra-relevância.
Ficar deprimido porque não foi valorizado na vinda do Papa? Um pregador da fé? Não teria sido muito mais cristão manter a boca fechada, solicitar audiência, ir ao líder da diocese e ali derramar suas mágoas? Tinha que ir às páginas amarelas de uma revista que sabidamente não prima em elogiar a Igreja que o ordenou pregador?... Francamente! Institua-se urgentemente nos seminários desde o primeiro ano um curso de Prática e Crítica de Comunicação. É que algumas atuações têm andado abaixo da crítica!...
quinta-feira, maio 26, 2011 |
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O que? Ganhou um presente e nem experimentou para ver se estava no tamanho certo?
Salve Maria!
Lucia Zucchi
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Até os cismáticos reconhecem o tríplice Munus, o tríplice poder do Vigário de Cristo! A tiara não é simplesmente um adorno do passado, da época " triunfalista" da Igreja que atingiu seu auge no reinado de Pio XII. A visibilidade da Tiara é profundamente teológico-catequética. Mostra de forma clara a missão daquele que faz, na terra, por vontade divina, as vezes de Cristo, em seu Supremo e tríplice Munus.
Pe. Marcélo



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Até os cismáticos reconhecem o tríplice Munus, o tríplice poder do Vigário de Cristo! A tiara não é simplesmente um adorno do passado, da época " triunfalista" da Igreja que atingiu seu auge no reinado de Pio XII. A visibilidade da Tiara é profundamente teológico-catequética. Mostra de forma clara a missão daquele que faz, na terra, por vontade divina, as vezes de Cristo, em seu Supremo e tríplice Munus.
Pe. Marcélo
Na audiência geral de hoje, o Santo Padre foi presenteado pela delegação de peregrinos católicos e cismáticos orientais da Bulgária com uma tiara papal.
quarta-feira, maio 25, 2011 |
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Caríssimos Filhos
No linck ao lado ( ver foto do corpo do Pe. Pio), vocês poderão colocar seus pedidos que serão levados, por mim, diante do corpo incorrupto de Pe. Pio de Pietrecina, em S. Giovanne. Até o dia 06 de junho ,receberemos. Os pedidos devem ser colocados SOMENTE na página própria, por isso clic no lick.
Deus os abençoe.
Pe. Marcélo Tenorio
AVISO: EM HOMENAGEM AOS 124 ANOS DE NASCIMENTO DO PADRE PIO, COLOCAMOS VÁRIOS VÍDEOS SOBRE SUA VIDA ( Ver acima página dedicada ao Pe. Pio)
Agradecimento: ao Carlos Henrique Wolkartt
quarta-feira, maio 25, 2011 |
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A existência do Padre Pio é, decerto, o milagre mais espantoso do nosso século. Hoje, tal como sempre, o homem de sentidos grosseiros, ai de nós, tem necessidade do milagre para acreditar, e Deus continua a ter piedade, continua a deixar florescer na terra a flor da sobrenaturalidade.
Padre Pio nasceu há [124 anos – 25 de maio de 1887] numa vila, distante cinco quilômetros de Pietrelcina, pequena cidade de 5000 habitantes, hoje centro famoso de peregrinação. Quem não desejará ver o lugar onde nasceu e foi criança aquele que, como S. Francisco de Assis, havia de comparticipar na Paixão de Cristo, e oferecer aos homens a imagem viva da transverberação?
Seminarista, muito novo ainda, durante um passeio parou no bifurcamento das duas estradas, uma que conduz ao Benavento e outra a Pesco Sannita e exclamou: “Que maravilhoso cheiro de incenso, que maravilhosos cantos franciscanos! Neste sítio há de erguer-se um dia um mosteiro”.
Riam-se os companheiros. Todavia, a profecia fora ouvida – o sonho do seminarista é hoje uma realidade.
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O Padre Pio é o predestinado desde tenra idade... – Não o seria já desde o instante do seu nascimento? Não era já milagre recusar-se o seu cérebro a aprender, porque o ensino era ministrado por um mestre, que ele sabia ser um grande pecador? Tinha então sete anos. O mestre – um ex-padre, que mais tarde havia de arrepender-se dos seus erros e morreria santamente nos braços do antigo discípulo – declarara ser o pequeno incapaz de aprender fosse o que fosse. E a criança respondera: “A minha cabeça não valerá nada, mas a dele, que vive em pecado, não vale mais...”. Entregue a outro mestre, dentro de pouco tempo este dizia à mãe do singular discípulo: “Em breve serei eu quem aprenderá com o seu filho, não ele comigo!”. Dir-se-ia que, já então, o horror da visão do mal impedira o jovem cérebro de funcionar.
Desde a mais tenra infância, pois, o educando Francisco Forgione vive envolto num mistério inexplicável, irradiando luz e sobrenaturalidade.
Os seus estigmas, médicos afamados durante três anos de agonia não conseguiram nem curar-lhe as chagas nem explicar-lhes a procedência; os seus milagres, entre eles o dom da bilocação, testemunhado por individualidades de quem não há o direito de duvidar; as provas irrefutáveis de que lhe é dado ler os mais ocultos pensamentos e todos os erros do passado, até quando esquecidos por quem o praticou; o perfume, estranhamente penetrante, anunciador do mistério da bilocação; os cegos que vêem; os condenados à morte que ressuscitam; toda a rede de acontecimentos prodigiosos em torno da figura do Padre Pio torna esta figura de Homem, marcado por Deus, o mais extraordinário fenômeno do nosso tempo.
Como querer explicá-lo, sem ser à luz da fé?
O fato de existir é em si florescência de milagre.
(Maria Winowska, Padre Pio, o estigmatizado, Porto, 1956)
terça-feira, maio 24, 2011 |
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Nesta vida não queremos consolos
Não queremos reconhecimentos
Não queremos glórias
Não queremos honras
Não queremos bajulações
Não queremos aplausos
Não queremos glórias
Não queremos honras
Não queremos bajulações
Não queremos aplausos
Não queremos afagos ou congratulações
Não queremos fama ou riqueza
Não queremos títulos nem cargos de nobreza
Não queremos tranquilidade
Não queremos conforto
Não queremos alegrias passageiras
Não queremos destaques
Não queremos amizades na falsidade
Não queremos o bem-estar desta vida
Não queremos vida pacata
Para maior Glória de Deus Queremos a amargura dos sofrimentos
Queremos a dor do esquecimento
Queremos a indesejada humilhação
Queremos a honra de ser traído
Queremos palavras duras de exortação
Queremos suportar a ingratidão
Queremos sofrer injustiças
Queremos sacrificar nossas vidas
Queremos ser vítimas dos escarros e das ofensas, dos golpes e das injúrias
Queremos sofrer com Nosso Senhor
O Cordeiro Sacrificado
Por Nossos Pecados Ele sofreu calado
Não reclamou
E não tinha pecado
Pobres pecadores ingratos
Nada suportam
Nada toleram
Sempre protestam
Não querem sofrer
Nada padecer
Das injustiças nada aproveitam
Pois nunca aceitam sofrer
Cristo sofreu calado.
Nossa Senhora sofreu calada.
Os santos sofreram calados.
O pecadores ingratos, protestam aos berros inconformados
Paciência para sofrer
Nossa Senhora sofreu calada.
Os santos sofreram calados.
O pecadores ingratos, protestam aos berros inconformados
Paciência para sofrer
Humildade para crescer
Sabedoria para vencer
Virtude para bem viver
Deus nos conceda o que agora pedimos
Para sua Glória queremos viver e morrer!
Amém
Eder Moreira da Silva
segunda-feira, maio 23, 2011 |
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Caríssimos, vale a pena assistir este vídeo. "òooooooooooh"
segunda-feira, maio 23, 2011 |
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Não há justiça para vítimas da violência anticristã de 2007 e 2008
NOVA DÉLI, sexta-feira, 20 de maio de 2011 (ZENIT.org) – Ela foi estuprada e brutalmente assassinada. Trata-se da jovem estudante de 17 anos Banita - ou Nirupama Pradhan -, cujo corpo foi encontrado há alguns dias por um agricultor perto do Lago Dhangadarna Hill, no tristemente conhecido distrito de Kandhamal, no estado indiano de Orissa, que tem sido há anos cenário de incidentes graves de violência anticristã por extremistas hindus.
Segundo as agências de notícias AsiaNews e Fides (16 de maio), o corpo em decomposição da estudante, que frequentava a última aula do instituto Plus II do Instituto Kalinga Mahavidyalaya, em Phulbhani, mostrava evidentes sinais de violência e tinha o rosto desfigurado. Segundo o pai da jovem, Sitrie Pradhan, estão procurando os assassinos no âmbito do nacionalismo hindu. O homem suspeita de um ativista em particular, Dinesh Naik.
Profundamente afetado pelo enésimo e muito grave episódio, o Global Council of Indian Christians (GCIC) lançou um apelo ao "chief minister" (primeiro-ministro) de Orissa, Naveen Patnaik, a ao partido regional Biju Janata Dal (BJD), pedindo-lhes para levarem a sério a situação da minoria cristã, que, de acordo com o relatório de 2011 da U.S. Commission on International Religious Freedom (USCIRF), representa 5% da população do estado (com um aumento de 25 para 27% no distrito de Kandhamal).
A igreja local não exclui que a jovem tenha sido vítima do tráfico humano, que tem aumentado de forma alarmante após a onda de violência anticristã no estado do nordeste da Índia. Desde setembro do ano passado, o arcebispo de Cuttack-Bhubaneswar, Dom Raphael Cheenath, expressou grande preocupação sobre o fenômeno das jovens sequestradas. "Há notícias alarmantes de tráfico de mulheres jovens em grande escala em Orissa. As vítimas são principalmente jovens cristãs", disse o prelado a Fides (22 de setembro de 2010). "A violência de 2008 contra os cristãos deu uma oportunidade a grupos criminosos de encontrar presas fáceis entre os refugiados e os pobres. Se o governo do estado não tomar as medidas adequadas, Orissa poderá tornar-se um reino de traficantes de seres humanos."
O clima de impunidade que envolve a violência contra os cristãos em Orissa é esmagador. Conforme relatou nos últimos dias AsiaNews (12 de maio) decepciona sobretudo a justiça indiana. Após a onda mais violenta da perseguição em Orissa, que ocorreu na tarde do sábado, 23 de agosto de 2008, quando um grupo da guerrilha maoísta assassinou em Kandhamalun o chefe do movimento para Vishwa Hindu Parishad (VHP), Swami Laxanananda Saraspati, só há uma condenação por homicídio, apesar dos 20 casos notificados. Enquanto as autoridades estaduais falam de 52 mortes em Kandhamal, durante a violência que ocorreu em 2007 e 2008 - dos quais 38 são cristãos -, segundo fontes cristãs, o número é muito maior, quase o dobro: 91 (exceto os casos de suicídio, também por síndromes pós-traumáticas).
Além disso, de acordo com AsiaNews, com base em dados coletados por diferentes organizações e agências, entre as quais está a All India Catholic Union (AICU), das 3.232 denúncias apresentadas, apenas cerca de um quarto (828) tornaram-se as chamadas "First Information Reports", ou seja, evidências verdadeiras. Destes casos, menos da metade (ou seja, 327) terminou na frente de um juiz, que, em 169 causas, pronunciou-se pela absolvição completa. Apenas em 86 casos, os letrados emitiram uma condenação, mas somente por imputações de menor gravidade.
Dado que cerca de 90 casos estão pendentes de revisão pelo tribunal, o balanço é, portanto, verdadeiramente escasso para a comunidade cristã e outras vítimas do extremismo, que esperam e exigem justiça. Já em janeiro passado, o ativista de direitos humanos Adikanda Singh - um dalit ou "intocável" - apontou o dedo às autoridades. "O sistema de justiça falhou e não conseguiu punir os responsáveis pelos crimes. Isso mostra que o Estado não é capaz de julgar da mesma forma os seus cidadãos", disse (AsiaNews, 25 de janeiro).
A letargia da justiça indiana levou, em 2009, a U.S. Commission on International Religious Freedom a incluir o gigante asiático na "watch list", a lista dos países a monitorar, da qual ainda faz parte. Segundo a comissão, nem sequer a criação dos chamados “Fast Track Courts" (tribunais especiais para o procedimento breve) e dos “Special Investigative Teams” (equipes especiais de investigação) conseguiu atender a emergência e combater o que no relatório de 2011 aparece descrito como “cultura da impunidade”. Também alimentam a violência e a intolerância - de acordo com a USCIRF - as infames leis anticonversão introduzidas por vários estados indianos, entre os quais está Orissa.
Um caso em questão - de "alto perfil", diz o relatório USCIRF - é o da Irmã Meena Barwa. A religiosa da Congregação das Servidoras, que trabalhou no Centro Pastoral Divyajyoti, em Knuagaon, no distrito de Kandhamal, foi espancada, despida e estuprada em 25 de agosto de 2008, diante da polícia, que se recusou a intervir, apesar das desesperadas petições de auxílio.
Agora, a Irmã Meena Barwa, que em outubro de 2008 declarou não querer “ser uma vítima também da polícia de Orissa” (AsiaNews, 25 de outubro de 2008) e solicitou uma investigação sobre o comportamento e a cumplicidade das forças de segurança, pode tornar-se vítima da justiça. Em 9 de maio passado, o juiz Chittaranjan Das, do Supremo Tribunal de Orissa, concedeu liberdade provisória para os instigadores da violência e do estupro da religiosa, Pandit Bishimajhi e Jatia Sahu.
A decisão foi recebida com incredulidade. "Estamos surpresos", disse Bipra Charan Nayak, da Kandhamal Survivors Association (UCA News, 12 de maio). "É uma mancha na dignidade das mulheres e na justiça", disse, por sua vez, a vice-presidente do departamento de mulheres na arquidiocese de Cuttack-Bhubaneswar, Shibani Singh.
(Paul De Maeyer)
segunda-feira, maio 23, 2011 |
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CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 19 de maio de 2011 (ZENIT.org) – O Papa Bento XVI quis destacar a importância para os fiéis de ter uma direção espiritual, ao receber hoje, em audiência, a comunidade da Faculdade Pontifícia teológica Teresianum de Roma, no 75º aniversário de sua fundação.
Desde sempre, indicou, a Igreja recomenda a prática da direção espiritual, “não só aos que desejem seguir Cristo de perto, mas a todo cristão que quer viver com responsabilidade o próprio Batismo, isto é, a vida nova em Cristo”.
“Todos, de fato, e de modo particular os que acolheram o chamado divino para segui-lo mais de perto, precisam estar acompanhados de uma guia segura na doutrina e especialista nas coisas de Deus”, que “pode ajudar a defender-se de subjetivismos fáceis, colocando à disposição seus conhecimentos e experiências no seguimento de Jesus”.
“Trata-se de instaurar a mesma relação pessoal que o Senhor tinha com seus discípulos, o laço especial com que Ele os conduziu, no seu seguimento, para abraçar a vontade do Pai, para abraçar a cruz”, comentou o Pontífice.
“Também vós, queridos amigos, na medida em que sejais chamados a este dever insubstituível, fazei um tesouro de tudo o que aprendestes durante estes anos de estudo, para acompanhar todos os que a Providência vos confiar, ajudando-os no discernimento dos espíritos e na capacidade de seguir os impulsos do Espírito Santo, com o objetivo de conduzi-los à plenitude da graça até alcançar a medida da plenitude de Cristo”, disse aos seus convidados.
“Teresianum”
O Papa recordou a ereção, em 16 de julho de 1935, memória litúrgica da Beata Virgem Maria do Monte Carmelo, da Faculdade Teológica do então Colégio Internacional da Ordem dos Carmelitas Descalços.
“Desde o começo, esta se orientou ao aprofundamento da teologia espiritual no quadro da questão antropológica”, que, no transcurso dos anos, constituiu depois o Instituto de Espiritualidade, que, junto à Faculdade Teológica, compõe o grupo acadêmico que está sob o nome de Teresianum.
“Fazer parte de tal comunidade acadêmica constitui uma peculiar experiência eclesial, fortalecida pela riqueza de uma grande família como a Ordem dos carmelitas Descalços”, afirmou.
Neste sentido, aludiu ao “amplo movimento de renovação originado na Igreja pelo testemunho de santos como Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz”, que “suscitou este ressurgir dos ideais e fervores da vida contemplativa que no século XVI inflamou, por assim dizer, a Europa e o mundo inteiro”.
Seguindo os passos desse carisma, coloca-se também o trabalho de aprofundamento teológico e antropológico “e o trabalho de penetrar no mistério de Cristo, com a inteligência do coração que está junto a um conhecer e a um amar” por parte dos estudantes, observou.
“Isso exige que Jesus esteja no centro de tudo, dos vossos afetos e pensamentos, do vosso tempo de oração, de estudo e de ação, de todo o vosso viver. Ele é a Palavra, o ‘livro vivente’, como foi para Santa Teresa de Ávila.”
“O amor do redentor – concluiu – merece toda a atenção do coração e da mente, e pode ativar em vós o admirável círculo em que o amor e o conhecimento se alimentam reciprocamente.”
Desde sempre, indicou, a Igreja recomenda a prática da direção espiritual, “não só aos que desejem seguir Cristo de perto, mas a todo cristão que quer viver com responsabilidade o próprio Batismo, isto é, a vida nova em Cristo”.
“Todos, de fato, e de modo particular os que acolheram o chamado divino para segui-lo mais de perto, precisam estar acompanhados de uma guia segura na doutrina e especialista nas coisas de Deus”, que “pode ajudar a defender-se de subjetivismos fáceis, colocando à disposição seus conhecimentos e experiências no seguimento de Jesus”.
“Trata-se de instaurar a mesma relação pessoal que o Senhor tinha com seus discípulos, o laço especial com que Ele os conduziu, no seu seguimento, para abraçar a vontade do Pai, para abraçar a cruz”, comentou o Pontífice.
“Também vós, queridos amigos, na medida em que sejais chamados a este dever insubstituível, fazei um tesouro de tudo o que aprendestes durante estes anos de estudo, para acompanhar todos os que a Providência vos confiar, ajudando-os no discernimento dos espíritos e na capacidade de seguir os impulsos do Espírito Santo, com o objetivo de conduzi-los à plenitude da graça até alcançar a medida da plenitude de Cristo”, disse aos seus convidados.
“Teresianum”
O Papa recordou a ereção, em 16 de julho de 1935, memória litúrgica da Beata Virgem Maria do Monte Carmelo, da Faculdade Teológica do então Colégio Internacional da Ordem dos Carmelitas Descalços.
“Desde o começo, esta se orientou ao aprofundamento da teologia espiritual no quadro da questão antropológica”, que, no transcurso dos anos, constituiu depois o Instituto de Espiritualidade, que, junto à Faculdade Teológica, compõe o grupo acadêmico que está sob o nome de Teresianum.
“Fazer parte de tal comunidade acadêmica constitui uma peculiar experiência eclesial, fortalecida pela riqueza de uma grande família como a Ordem dos carmelitas Descalços”, afirmou.
Neste sentido, aludiu ao “amplo movimento de renovação originado na Igreja pelo testemunho de santos como Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz”, que “suscitou este ressurgir dos ideais e fervores da vida contemplativa que no século XVI inflamou, por assim dizer, a Europa e o mundo inteiro”.
Seguindo os passos desse carisma, coloca-se também o trabalho de aprofundamento teológico e antropológico “e o trabalho de penetrar no mistério de Cristo, com a inteligência do coração que está junto a um conhecer e a um amar” por parte dos estudantes, observou.
“Isso exige que Jesus esteja no centro de tudo, dos vossos afetos e pensamentos, do vosso tempo de oração, de estudo e de ação, de todo o vosso viver. Ele é a Palavra, o ‘livro vivente’, como foi para Santa Teresa de Ávila.”
“O amor do redentor – concluiu – merece toda a atenção do coração e da mente, e pode ativar em vós o admirável círculo em que o amor e o conhecimento se alimentam reciprocamente.”
sexta-feira, maio 20, 2011 |
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Minha pobre batina, mal cerzida,
tu vales mais que todos os amores,
pois, negra embora, enches-me de flores
e de esperanças imortais a vida.
Com seus sorrisos escarnecedores,
zomba o mundo de ti, de ti duvida,
porque não sabe a força que na lida,
tu me dás, do teu beijo aos resplendores.
Tu serenas do orgulho as brutas vagas,
e a mostrar-me do mundo a triste sina,
toda a volúpia das paixões apagas.
contigo hei de morrer, minha batina,
ó minha heróica e santa companheira!
Dom Francisco de Aquino Corrêa
Arcebispo de Cuiabá
1885 – 1956
quinta-feira, maio 19, 2011 |
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Para homenagear o mais novo Beato, o papa João Paulo II, na Argentina, a Basílica de S. José, usa antiga imagem de SÃO PIO X, com o novo nome de João Paulo II. Nota-se que a Imagem é mais robusta e usa cruz peitoral e anel, jamais usados pelo Beato....É verdadeiramente a estória de comprar " gato por lebre..". Se você pensava que já tinha visto de tudo....Mais difícil seria transformar S. Tomás de Aquino em S. Sebastião...
Pe. Marcélo Tenorio
______________________________________________
Su Excelencia el Sr.Nuncio Mons. Adriano Bernardini
y el cura párroco padre Gabriel Marronetti
Desde el Altar, el celebrante advierte a su izquierda
la imagen que va a bendecir
Por estar cubierta,
no la verá hasta el final de la santa Misa
Finalizada la Ceremonia,
su Excelencia se dirige hacia el lugar de la bendición
La Imagen es descubierta y ...
¡Oh sorpresa!
Bendición
(Seguramente su Excelencia no sabe que esta imagen
Veneración de los fieles
Agora a comprovação que esta imagem era realmente de S. PIO X:





Agora a comprovação que esta imagem era realmente de S. PIO X:
Bto Juan Pablo II: gato por liebre en Flores
¿Estupidez o irreverencia?
Falsifican imagen en la Basílica de Flores
Por Benjamín Benavídez
Luego de leer esta nota, vea la serie de fotografías de la entronización de esta extraña imagen en la Basílica de Flores:
El pasado 1º de Mayo en horas de la tarde, la Basílica San José de Flores vistió sus mejores galas para recibir al Nuncio de su Santidad quien, luego de celebrar solemnemente la Fiesta de la Divina Misericordia, bendijo una imagen del Beato Papa Juan Pablo II entronizada en la ocasión. Quizá no sepa Mons. Adriano Bernardini que le han "vendido" gato por liebre. Vayamos al asunto.
Enterado por un comentario publicado en Panorama Católico Internacional, sobre la posibilidad de que la imagen de referencia haya sido el resultado de descabezar una antigua escultura de San Pío X, a la que se le habría colocado la cabeza de Juan Pablo II, me dirigí a la Basílica para observarla detenidamente tratando de desmentir o confirmar la especie.
Al verla resulta claro que no es una imagen nueva, de eso no hay la menor duda; incluso tiene unos viejos ganchos de sujeción con los que ha procesionado.
Se trata de la talla antigua de un papa beato o santo, que ha sido repintada, prueba de lo cual son algunas fallas que deja ver la pintura original.
Pero no se le ha quitado la cabeza, como sugería el comentario: se le ha agregado material de modo de deformar los rasgos originales para que se parezcan al del nuevo beato. Es decir, a la imagen original de San Pío X (ya verán que de él se trata), se le colocó una máscara para que el Nuncio de su Santidad (supongo que no lo sabe), y todos los desprevenidos fieles de Flores crean que se trata del Beato Juan Pablo II.
¿Pero que pruebas tiene Ud, vamos a ver?
En primer lugar, cualquiera que haya visto fotos de San Pío X podrá percibir, a través de la "máscara de Juan Pablo II", la postura, y ese no sé qué, que le hacen intuir al santo que murió combatiendo el Modernismo hoy redivivo. El aprendiz de escultor, no pudo anular completamente al tallista italiano (porque si siguen leyendo sabrán de dónde proviene).
En segundo lugar, hay varios detalles que identifican al personaje "retratado" originalmente. El solideo que usaba San Pío X era más grande que los que ahora se utilizan. La oreja de este Santo tenía un trazo peculiar "de líneas agudas", tal como se ve en esta estatua; en cambio la de Juan Pablo II era redondeada. La famosa Cruz pectoral de esmeraldas de San Pío X ha sido representada en esta imagen seccionando tanto el travesaño vertical como el horizontal, aunque la gema central tenga hoy otro color. Los dedos de la mano derecha en la posición usada anteriormente para bendecir. El ancla del escudo papal del Santo en la estola de la imagen.
Por ultimo, más allá de estos detalles, me di cuenta en un punto de mi observación que ya conocía esta estatua. ¡Claro! La antigua imagen de San Pío X que han enmascarado para dar a luz esta nueva de Juan Pablo II, es la que trajo desde Roma aquel matrimonio de esta parroquia que asistió a su canonización en 1954. La que el párroco de ese entonces colocó en el Altar del Calvario (a la derecha del Altar principal) desplazando una imagen del Niño Jesús (que lo muestra sentado entre los doctores del templo), y que nos habíamos acostumbrado a ver al pasar hacia la Capilla de San José.
La misma que el anterior párroco padre Martín Bustamante, restituyendo al Niño Jesús a su original lugar, destinó a presidir el salón de catequesis que lleva el nombre del último papa santo, donde también fue vista por innumerables personas.
Y, lógicamente, es la misma que desde allí tomó el padre Gabriel Marronetti para hacer... ¿cómo ha de calificarse el enmascarar una estatua bendecida de un santo, que se ha expuesto en uno de los altares más importantes de la basílica durante años, y luego llamar al Nuncio de su Santidad para hacerla bendecir de nuevo, delante de los fieles pero ahora bajo otro nombre? ¿No es esto una burla a los parroquianos, a San Pío X, al beato Juan Pablo II y al Papa gloriosamente reinante?
¿Nadie va a hacer nada para reparar la ofensa? Es de suponer que no, porque tampoco nadie reparó la enorme injuria inferida a San José en este mismo templo, como ya publicamos AQUÍ.
P/d: Padre Marronetti, la próxima búsquese una persona conocedora del oficio. Es decir, como dijera el padre Castellani, si va a "pecar", peque bien; porque el artesano que Ud. elegió sólo ha hecho un mamarracho digno de un pintor de brocha gorda.
Algunas de las muchas fallas en la pintura
Ancla del escudo papal de San Pío X
¿No podía la poderosa Basílica San José de Flores, una de las iglesias más concurridas de Buenos Aires, en la que no hace muchos años comulgaban 5.000 fieles cada Domingo, mandar tallar una nueva imagen de Juan Pablo II y dejar la de San Pío X en paz?
De no haber podido, habría bastado una buena fotografía enmarcada adecuadamente.
Esperamos que el padre Gabriel Marronetti, repare lo hecho devolviendo a la imagen de San Pío X a su aspecto y lugar original.
http://pagina-catolica.blogspot.com/2011/05/sorpresa-en-la-basilica.html
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