Caríssimos,

Salve Maria!

Postamos a " Nota de Pesar" de Dom Milton Santos,  sobre o caso " Pe. Paulo Ricardo. Pelo estilo da nota, sem clareza, faz parecer que  faltam parágrafos. Há misturas de idéias, desconexão textual... Não sabemos o motivo, o que sabemos é que copiamos "tal qual", do site da Arquidiocese de Cuiabá. Se há falhas, não é nossa...

Com minha bênção

Pe. Marcélo Tenorio





               NOTA DE PESAR SOBRE OS ACONTECIMENTOS NA ARQUIDIOCESE DE CUIABÁ.



O BISPO É PAI...

      Em Deus-Pai, também eu – Milton Santos – Arcebispo de Cuiabá,  por causa da graça de Deus e sua misericórdia fui recebendo paulatinamente “um coração de pai...”: tudo foi acontecendo como os passos inseguros de uma criança. Assim, foi pelo meu Batismo e Confirmação; senti-me mais fortalecido pelos sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia. O “coração de pai...” sentia que realmente começava a gerar vida pela ordenação sacerdotal! Quando, um dia o Beato Papa João Paulo me nomeou Bispo de Corumbá, e, dois anos e oito meses depois me transferiu para a Arquidiocese de Cuiabá.

          Preciso permitir ao Espírito Santo que no dia-a-dia a sua ação me faça sempre mais parecido com Deus-Abbá, principalmente, com os Sacerdotes, os filhos queridos do Coração Imaculado de Maria, a Mãe dos Sacerdotes. Jesus, Sumo Sacerdote, nos mostrou de maneira palpável o coração de Deus-Pai: “Pai-nosso, que estais nos céus...”

       Somos também uma Família: a Arquidiocese de Cuiabá! É uma riqueza nesta Família os irmãos diferentes uns dos outros: a proveniência, a idade, a cultura, a espiritualidade, o temperamento... Mas,  o caminho é, às vezes, penoso, desgastante para viver o espírito de comunhão, o que “requer aprendizagem com regras precisas, tempos longos, etapas definidas; exige uma estratégia educativa, com seu ritmos e os seus espaços...” (Doc. do Sínodo Arquidiocesano – 2004 a 2008 - §24)

      Com tudo isso, sabemos que “os desequilíbrios que sofre o mundo contemporâneo estão ligados a um desequilíbrio mais profundo, que enraíza no coração do homem...” (GS 10)
      Principalmente,  momentos nos quais acontecem circunstâncias que não foram premeditadas uma pedrinha-acontecimento pode parecer fatal: deu início a uma avalanche, começou um tsunami na sociedade por causa da Internet: que pena!

     “É urgente que o amor se revista de roupagens-de-perdão... E que as roupagens-de-perdão sejam nossas vestes: - vestir-se-de-perdão nos pensamentos! - Vestir-se-de-perdão nas palavras! – Vestir-se-de-perdão nas atitudes, nos atos!

      Somente com estas “roupas” somos aceitos por Deus! O perdão veste o rosto de alegria.

     As pessoas humanas precisam perceber que o perdão é uma “invenção” do AMOR, que o perdão restaura o AMOR, e que, sem AMOR NÃO SE VIVE: MORRE-SE!
SOMENTE UM “PERDÃO SEM LIMITES...” NOS FAZ FILHOS E FILHAS DE DEUS-ABBÁ! ESPECIAL BÊNÇÃO PARA QUEM RECEBER ESTA MENSAGEM: “+ PAI, FILHO, E ESPÍRITO SANTO! AMÉM!”

+Milton Santos – Arcebispo Metropolitano  de Cuiabá, MT
Cuiabá, 09 de março de 2012.


10 comentário (s):

Tiago Bana Franco disse...

Não entendi nada.

Tiago Bana Franco disse...

Não entendi nada.

Marcel disse...

Padre, a tua bênção.

Como já dei a entender em comentário anterior: as palavras de D. Milton supõem um "agradar a gregos e troianos". Ora, no caso em pauta, há alguém que diz a verdade e há alguém que tenta distorcer a verdade. A qual dos dois um Pastor de Almas que queira mesmo fazer a vontade de Deus deveria, então, favorecer?

In Christo et Maria,
Marcel Ozuna.

ANIMAS disse...

Caro Dr. Tiago Bana: nem eu, nem ninguém...

Solzinha disse...

?????

Solzinha disse...

Peço a sua bênção Padre.
internet afinal... é bom ??? é ruim ??? se não é bom.. então como se explica estarmos todos postando aqui ?? acho que ela tem seu lado bom e também o ruim. acho que é tudo questão de saber utilizar.

Evandro Stefanello disse...

Eu não sou da arquidiocese de Cuiabá e nem tenho acompanhado com profundidade os fatos. Acredito que, somente quem está em Cuiabá, e quem é do clero de Cuiabá seja capaz de entender e compreender os últimos acontecimentos. Eu não sei se podemos chamar isso de perseguição, pois só quem é do clero de Cuiabá sabe o que realmente está acontecendo entre as partes, o que me leva a crer que os desentendimentos não tiveram origem na pregação do Pe. Paulo Ricardo, mas que já vinham se arrastando por mais tempo. A pregação, acredito eu, tenha sido apenas a explosão da bomba que já estava acesa a algum tempo.
Nós que não vivemos em Cuiabá e não participamos destes últimos acontecimentos temos que rezar e pedir a Deus às luzes do Espírito Santo para todos os Padres, principalmente da Arquidiocese de Cuiabá que passa por este momento de escuridão. Não somos nós leigos ou sacerdotes de outros lugares que deveremos acusar um ou o outro, pois só Deus sabe o que se passa no coração deles e, com certeza, eles (clero de Cuiabá)precisam de nossas orações e não das nossas pedras, muito menos de acusações. Ambos se acusam, de formas diversificadas, mas se acusam. Nós não temos o direito de denegrir a boa fama de ninguém, nem do Pe. Paulo Ricardo nem do grupo que escreveu a carta.
O nosso juiz é Deus.
Então meus caros, gostaria de convidá-los, como cristãos que somos, a ajudar a Arquidiocese de Cuiabá com uma corrente de orações e não com uma corrente de comentário difamatórios a quem quer que seja, a final de contas, a prudência sempre deve andar junta com a justiça e a caridade.
Abraços

Marcel disse...

Pe. Evandro, a tua bênção!


Peço vênia para dizer algumas palavras sobre o que o senhor disse a respeito do caso. Podem não ser as melhores, mas é o que meu amor à Igreja e ao clero de Nosso Senhor me levam a dizer.

Também não moro em Cuiabá e, como o senhor, não estou a par do que exatamente acontece na Igreja particular local. Mas o que apareceu em público envolvendo a polêmica sobre a "carta aberta" (cujos sacerdotes autores permanecem anônimos) dá certa dimensão, ainda que reduzida, dos fatos.

Não me parece, portanto, haver, ao menos da parte dos comentadores deste blog, nem muito menos do proprietário deste blog (que é, também meu pai espiritual), "acusações infundadas", e sim constatações sobre o que foi tornado público acerca da polêmica: o manifesto de um grupo de padres abertamente incomodados com certas verdades que Pe. Paulo Ricardo diz sobre o mau comportamento de sacerdotes católicos (não todos), verificado (a considerar o teor da pregação) não só em Cuiabá, como no mundo inteiro - como não se lembrar também dos escândalos morais ocorridos, até há pouco tempo, em dioceses dos EUA e da Bélgica, entre outros países?

Logo, a considerar que, da parte do Pe. Paulo Ricardo, não foi um "ataque pessoal", mas uma constatação geral, não haveria motivo aparente para estes 27 padres do MT se incomodarem. Se "vestiram a carapuça" dos alertas do Pe. Paulo Ricardo, pior para os signatários do manifesto terem se incomodado publicamente...

Quanto às palavras de D. Milton, a um leitor comum realmente soam como desconexas; digo isso não por desdém de minha parte à pessoa dele - que Deus me livre disso! - mas pelo que as próprias palavras usadas por S. Ex.a Rev.ma dão a entender... Ainda que não se trate de "achar culpados", as palavras esperadas de um Bispo em situação semelhante soariam como um "chamar à ordem", de modo claro. Cristo amou tanto a seus Apóstolos que disse "Retira-te, satanás!" a São Pedro, quando este, por fraqueza, rejeitou a ideia de Nosso Senhor morrer para nos salvar, bem como repreendeu a Tiago e João quando esboçaram vontade de se sentarem cada um a algum lado de Nosso Senhor no Céu.

No mais, o convite que o senhor fez para rezarmos pelo clero, particularmente o de Cuiabá, é aceito da parte deste pobre pecador que aqui escreve. Já dizia São Paulo numa de suas Epístolas, não é contra homens de carne e sangue que lutamos, mas contra principados e potestades do mal.

Rogando de novo a tua bênção, despeço-me.


In Christo et Maria,
Marcel Ozuna.

Evandro Stefanello disse...

Obrigado Marcel.
Gostei do teu comentário.
Fique com Deus.

Kesia Kiss disse...

Quem sempre tendeu para a injustiça, vem recomendá-la. É facil falar em justiça, difícil é agir com as pessoas dessa forma.

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VIVA O PAPA

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