Leitor recomenda diálogo amoroso e sem preconceito com os hereges



Publicamos aqui uma carta de “Cláudio” ao site “Defesa Católica”, na qual ele condena o tom jocoso ou mesmo o uso da ironia contra os inimigos da Fé Católica. Publicamos também a resposta do Prof. Eder Silva. O Assunto é interessante e já serve como respostas aos “amorosos” que por acaso possam transitar também por aqui

Boa leitura

Pe. Marcélo Tenorio

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De Cláudio:


Caríssimos irmãos, 

SOBRE STF, LULA E ESTRELAS….


A crise da “credibilidade” atinge os “deuses” do STF…Faz pouco tempo em que esses juízes levantaram-se soberbamente contra a Lei divina, votando a favor do assassinato de crianças deficientes..Agora os holofotes voltam-se para eles….
Ut inimícos sanctæ Ecclésiæ humiliare dignéris.
Segue o circo..ou, a reportagem.
Pe. Marcélo Tenorio

Em entrevista, Gilmar confirma pressão de Lula


O ministro Gilmar Mendes, do STF, confirmou nesta segunda (28), o teor da conversa que manteve com Lula, em 26 de abril, no escritório do ex-ministro Nelson Jobim. Segundo ele, Lula disse que não seria “adequado” julgar o processo do mensalão em 2012. E insinuou que poderia proteger o interlocutor na CPI do Cachoeira.
“Foi uma conversa repassando assuntos variados”, disse Gilmar. “Ele [Lula] manifestou preocupação com a história do mensalão e eu disse da dificuldade do tribunal de não julgar o mensalão […]. Mas ele [Lula] entrava várias vezes no assunto da CPI, falando do controle, como não me diz respeito, não estou preocupado com a CPI.”
Gilmar falou à repórter Adriana Irion. Revelou que o amigo Jobim, que vem negando a pressão exercida por Lula, não só testemunhou a conversa como interveio nos diálogos. A íntegra da entrevista, disponívelaqui, vai reproduzida abaixo:
— Quando o senhor foi ao encontro do ex-presidente Lula não imaginou que poderia sofrer pressão envolvendo o mensalão?Não. Tratava-se de uma conversa normal e inicialmente foi, de repassar assuntos. E eu me sentia devedor porque há algum tempo tentara visitá-lo e não conseguia. Em relação a minha jurisprudência em matéria criminal, pode fazer levantamento. Ninguém precisa me pedir para ser cuidadoso. Eu sou um dos mais rigorosos com essa matéria no Supremo. Eu não admito populismo judicial.
— Sua viagem a Berlim tem motivado uma série de boatos. O senhor encontrou o senador Demóstenes Torres lá? Nos encontramos em Praga, eu tinha compromisso acadêmico em Granada, está no site do Tribunal. No fundo, isto é uma rede de intrigas, de fofoca e as pessoas ficam se alimentando disso. É esse modelo de estado policial. Dá-se para a polícia um poder enorme, ficam vazando coisas que escutam e não fazem o dever elementar de casa.
— O senhor acredita que os vazamentos são por parte da polícia, de quem investigou?Ou de quem tem domínio disso. E aí espíritos menos nobres ficam se aproveitando disso. Estamos vivendo no Supremo um momento delicado, nós estamos atrasados nesse julgamento do mensalão, podia já ter começado.
— Esse atraso não passa para a população uma ideia de que as pressões sobre o Supremo estão funcionando? Pois é, tudo isso é delicado. Está acontecendo porque o processo ainda não foi colocado em pauta. E acontecendo num momento delicado pelo qual o tribunal está passando. Três dos componentes do tribunal são pessoas recém nomeadas. O presidente está com mandato para terminar em novembro. Dois ministros deixam o tribunal até o novembro. É momento de fragilidade da instituição.
— Quem pressiona o Supremo está se aproveitando dessa fragilidade? Claro. E imaginou que pudesse misturar questões. Por outro lado não julgar isso agora significa passar para o ano que vem e trazer uma pressão enorme sobre os colegas que serão indicados. A questão é toda institucional. Como eu venho defendendo expressamente o julgamento o mais rápido possível é capaz que alguma mente tenha pensado: “vamos amedrontá-lo”. E é capaz que o próprio presidente esteja sob pressão dessas pessoas.
— O senhor não pensou em relatar o teor da conversa antes? Fui contando a  quem me procurava para contar alguma história. Eu só percebi que o fato era mais grave, porque além do episódio (do teor da conversa no encontro), depois, colegas de vocês [jornalistas], pessoas importantes em Brasília, vieram me falar que as notícias associavam meu nome a isso e que o próprio Lula estava fazendo isso.
— Jornalistas disseram ao senhor que o Lula estava associando seu nome ao esquema Cachoeira? Isso. Alimentando isso.
— E o que o senhor fez? Quando me contaram isso eu contei a elas [jornalistas] a conversa que tinha tido com ele [Lula].
— Como foi essa conversa? Foi uma conversa repassando assuntos variados. Ele manifestou preocupação com a história do mensalão e eu disse da dificuldade do Tribunal de não julgar o mensalão este ano, porque vão sair dois, vão ter vários problemas dessa índole. Mas ele (Lula) entrava várias vezes no assunto da CPI, falando do controle, como não me diz respeito, não estou preocupado com a CPI.
— Como ele demonstrou preocupação com o mensalão, o que falou? Lula falou que não era adequado julgar este ano, que haveria politização. E eu disse a ele que não tinha como não julgar este ano.
— Ele disse que o José Dirceu está desesperado? Acho que fez comentário desse tipo.
— Lula lhe ofereceu proteção na CPI? Quando a gente estava para finalizar, ele voltou ao assunto da CPMI e disse “que qualquer coisa que acontecesse, qualquer coisa, você me avisa”, “qualquer coisa fala com a
gente”. Eu percebi que havia um tipo de insinuação. Eu disse: “Vou lhe dizer uma coisa, se o senhor está pensando que tenho algo a temer, o senhor está enganado, eu não tenho nada, minha relação com o Demóstenes era meramente institucional, como era com você”. Aí ele levou um susto e disse: “e a viagem de Berlim.” Percebi que tinha outras intenções naquilo.
— O ex-ministro Nelson Jobim presenciou toda a conversa? Tanto é que quando se falou da história de Berlim e eu disse que ele [Lula] estava desinformado porque era uma rotina eu ir a Berlim, pois tenho filha lá, que não tinha nada de irregular, e citei até que o embaixador nos tinha recebido e tudo, o Jobim tentou ajudar, disse assim: “Não, o que ele está querendo dizer é que o Protógenes está querendo envolvê-lo na CPI.” Eu disse: “O Protógenes está precisando é de proteção, ele está aparecendo como quem estivesse extorquindo o Cachoeira.” Então, o Jobim sabe de tudo.
— Jobim disse em entrevista a Zero Hora que Lula foi embora antes e o senhor ficou no escritório dele tratando de outros assuntos. Não, saímos juntos.
— O senhor vê alternativa para tentar agilizar o julgamento do mensalão? O tribunal tem que fazer todo o esforço. No núcleo dessa politização está essa questão, esse retardo. É esse o quadro que se desenha. E esse é um tipo de método de partido clandestino.
— Na conversa, Lula ele disse que falaria com outros ministros? Citou outros contatos. O que me pareceu heterodoxo foi o tipo de ênfase que ele está dando na CPI e a pretensão de tentar me envolver nisso.
— O senhor acredita que possa existir gravação em que o senador Demóstenes e o Cachoeira conversam sobre o senhor, alguma coisa que esteja alimentando essa rede que tenta pressioná-lo? Bom, eu não posso saber do que existe. Só posso dizer o que sei e o que faço.

CONTINUAM AS INVESTIGAÇÕES

               





O ajudante de quarto do Pontífice está disposto a colaborar


Por Antonio Gaspari
ROMA, segunda-feira, 28 de maio de 2012 (ZENIT.org) – Sobre os acontecimentos relacionados à prisão de Paolo Gabriele, o ajudante de quarto do Papa que teria roubado e copiado documentos reservados, Padre Federico Lombardi explicou que até o momento não existem outros suspeitos. O acusado disse que vai colaborar e a Santa Sé “não tem intenção de se deixar condicionar pela pressão da mídia”.
Durante uma entrevista que foi realizada na sala de imprensa do Vaticano nesta tarde, padre Lombardi explicou que o ajudante de quarto do Pontífice, Paolo Gabriele, foi preso “porque foi encontrado em posse de documentos confidenciais.”
Sobre novas possíveis prisões, o Padre Lombardi: “desmentiu, na forma mais radical,” que exista um cardeal “italiano ou não italiano” que seja  “particularmente suspeito” pelos responsáveis do inquérito que investigam o vazamento de documentos confidenciais.
No que diz respeito às hipóteses que circularam nesta manhã em Roma, o Diretor da Sala de Imprensa Vaticana acrescentou “desminto de que haja alguma mulher investigada”.
Isso, porém, não significa que as investigações não continuarão. De fato, a comissão de cardeais, criada ad hoc pelo Papa, presidida pelo Cardeal Julian Herranz e composta pelos cardeais Jozef Tomko e Salvatore De Giorgi, está ouvindo “várias pessoas, incluindo cardeais responsáveis ​​por vários Departamentos da Cúria”.
Com relação aos artigos da mídia que indicavam o vazamento de documentos confidenciais como parte de uma luta de poder que estaria acontecendo dentro da Curia Vaticana, padre Lombardi afirmou: “Não tenho nenhuma razão para explicar as coisas dessa forma, na verdade, é exagerado e sem fundamento o modo de interpretar esses fatos”.
A este respeito, o Diretor da Sala de Imprensa do Vaticano concluiu que “não há conexão alguma” entre a prisão do mordomo do Papa e a demissão do Presidente do Instituto Obras Religiosas (IOR), Ettore Gotti Tedeschi.
São  “eventos claramente distintos”, frisou.
No que diz respeito às intenções de Paolo Gabriele, Padre Lombard leu a declaração escrita pelo advogado de confiança do acusado, Carlo Fusco, segundo o qual o ajudante de quarto do Pontífice “declarou ao juiz que oferecerá a mais ampla colaboração”.
O advogado Carlo Fusco também afirmou que “a senhora Manuela Gabriele, ao contrário de como relatado por alguns meios de comunicação, nunca se afastou do lar conjugal, nunca deu qualquer entrevista, nem tenciona fazê-lo neste momento, confiada, como também eu, no trabalho do Judiciário.”
Existem ainda muitas perguntas sem respostas. No Vaticano, todas as pessoas que conheciam Paolo Gabriele estão revoltadas.
Uma pessoa simples, que começou a trabalhar no Vaticando na parte da limpeza na Secretaria de Estado do Vaticano. Gabriele se juntou à “família” do Papa em 2006, depois de ter estado à serviço do prefeito da Casa Pontifícia, Mons. James Harvey.
É inconcebível a idéia que “Paoletto” (Paulinho), como seus amigos o chamam, depois de muitos anos de lealdade absoluta tivesse podido realizar tal ação.
As perguntas mais persistentes são sobre o porquê e para quem ele agiu?
Enquanto isso, o Papa Bento XVI, que no início declarou-se impressionado, triste e surpreso, expressou sua firme determinação de ir em frente com coragem.
Na frente de 50.000 da Renovação Carismáticaque en
chiam a Praça de São Pedro no Sábado, 26 de maio, o pontífice lembrou “”desceu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, mas ela não caiu, porque estava fundada sobre a rocha “(Mt 7, 24-25).
E ontem, domingo 27 de maio, disse: “Onde há divisão e divisão, Pentecostes traz unidade e entendimento.”

A CULPA É DO MORDOMO:Pessoa é detida pela polícia do Vaticano por posse de documentos secretos




Caros amigos,
Salve Maria!
 
Manchetes de blogs italianos: Culpado era o mordomo 
Isso dá uma idéia da credibilidade do caso.
 
SM
Lucia


Cidade do Vaticano – Uma pessoa foi detida no Vaticano por posse de documentos secretos na investigação que a polícia vaticana realiza pelo vazamento de notícias reservadas, anunciou nesta sexta-feira (25/5) o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi.

Cardeal Brandmüller: Documentos do Vaticano II não têm conteúdo vinculante‏




Ontem, um novo livro de autoria do Cardeal Walter Brandmüller (emérito do Pontifício Comitê de Ciências Históricas), do Arcebispo Agostino Marchetto  e de Mons. Nicola Bux foi apresentado à imprensa nos estúdios da Rádio Vaticana: “Le ‘chiavi’ di Benedetto XVI per interpretare il Vaticano II”(As chaves de Bento XVI para a interpretação do Concílio Vaticano II, Cantagalli, Siena).

Em entrevista à Rádio Vaticana, o Arcebispo Marchetto respondeu a várias perguntas, [dizendo] inclusive o seguinte:

“Há uma enorme diferença entre uma grande constituição”, como as Constituições do Vaticano II sobre a Igreja, a liturgia e a revelação divina”, e as simples declarações, “como as declarações do Vaticano II sobre a educação cristã e os ‘mass media’. “Curiosamente, os dois documentos mais controversos” para a FSSPX – aquelas sobre a liberdade religiosa [Dignitatis humanae] e sobre as relações com os não-cristãos [Nostra Aetate], “não têm um conteúdo doutrinário vinculante, assim pode-se dialogar sobre eles”, disse o cardeal. “Então, eu não entendo por que nossos amigos da Fraternidade de São Pio X concentram-se quase que exclusivamente sobre esses dois textos, e eu sinto muito que o façam, porque estes são os dois [textos] que são mais fáceis de aceitar se considerarmos sua natureza canônica”, como não vinculantes, disse ele.

Rorate Caeli

Fonte: NC