terça-feira, maio 29, 2012 |
Editar postagem
Publicamos aqui uma carta de "Cláudio" ao site "Defesa Católica", na qual ele condena o tom jocoso ou mesmo o uso da ironia contra os inimigos da Fé Católica. Publicamos também a resposta do Prof. Eder Silva. O Assunto é interessante e já serve como respostas aos "amorosos" que por acaso possam transitar também por aqui
Boa leitura
Pe. Marcélo Tenorio
_________________
De Cláudio:
Caríssimos irmãos,
Que a Paz de Deus habite os vossos corações.
Já há alguns meses venho acompanhando o conteúdo do site Defesa Católica, gosto demais do que encontro, especialmente no que tange formação na doutrina e dogmas católicos. Acredito ser um instrumento eficaz para elucidar tudo o que ainda é obscuro na cabeça do nosso povo. Estamos vivendo tempos em que por falta de conhecimento da própria fé, os pseudo-católicos deixam a Igreja e partem para as falsas doutrinas como um meio de suprir as próprias necessidades e ilusões, deixando a religião mais confortável aos próprios interesses.
Evidentemente, precisamos combater esse flagelo religioso católico e concordo que a principal arma é o conhecimento. Às vezes sinto-me em meio a uma disputa territorial, nela há um constante ir e vir de escravos (fiéis) que são adquiridos através de batalhas vencidas, como acontecia na antiguidade. A disputa é pelo número de fiés e pelo domínio da Verdade absoluta. Eu sou estudante de Teologia e graças a Deus tenho a oportunidade de ir bem a fundo nas concepções religiosas, acredito que a Igreja se preocupa sim em conquistar fiéis, mas especificamente para salvar suas almas, como nos pede nosso Senhor, porém acredito que falta de nós - incluindo-se os leigos - a preocupação de formar o povo de Deus na doutrina e especialmente na Sagrada Escritura. O povo católico é desleixado e por interpretar mal o livre arbítrio que Deus nos concedeu, trata as coisas da fé ao seu bel prazer.
Sei que é necessário que sejamos duros quando falamos a verdade, mas quero registrar aqui um sentimento que sempre tenho ao ler os artigos do site: Parece-me que na maioria das vezes que as religiões protestantes são citadas, há por detrás uma cortina de fumaça, um sentimento de ódio, um certo azedume nas palavras, e convenhamos que não é sequer velado, já é bem explícito. Sendo bem franco, irmãos, acredito ser desnecessário este teor de raiva, uma vez que o Amor é o principal mandamento, é aquele mandamento que Jesus mais mostrou e pregou durante sua trajetória terrena, convivendo com as diferenças, dialogando sem preconceito e acima de tudo, amando indistintivamente. Não podemos nos esquecer jamais que São Paulo trocou a espada pela caridade, passou de perseguidor a perseguido. Também nos dias de hoje, mesmo inflamados pelo ardor da Verdade e em posse dela, precisamos ter cautela e administrar bem nosso fator emocional para não gerarmos nas pessoas falsas impressões que venham a esfumaçar "o vidro translúcido" da nossa fé.
Outra coisa que julgo desnecessária nos comentários postados é o desprezo e um tom de zombaria pelas novas comunidades. Como vocês, também vejo muitos exageros e situações que contrapõem o bom senso, mas também estes devem ser tratados e criticados com equilíbrio e sensatez. Primeiramente maldizer e zombar vai de encontro a própria unidade da Igreja (Muito embora, com suas práticas, algumas novas comunidades também o façam), em segundo lugar, as novas comunidades representam sim um carisma dentro da Igreja como deveras nos comunicou João Paulo II, sendo assim, trate a Igreja de podar aquilo que não é devidamente católico. Podar a árvore, não decepá-la. Compreende? Eu já acho que existem "facções" dentro da Igreja, se tratarmos situações como estas com "sangue no olho" com certeza só pioraremos o prontuário. Cabe sempre o diálogo amoroso e sincero.
Enfim, já fazia algum tempo que eu desejava partilhar minhas impressões a respeito desse trabalho desenvolvido por vocês através do site, que julgo de grande valor e que acredito ser muito eficiente, especialmente levando em consideração a grande realidade cibernética do nosso século. Espero que eu tenha sido compreendido em minhas palavras, caso eu tenha falado alguma coisa que esteja em desacordo com a nossa Amada Igreja, peço desculpas, pois com certeza terá sido por algum resquício de igonorância que ainda tenho.
Grande abraço em Cristo! Que Nossa Senhora seja a exelsa protetora desse Projeto evangelizador!
Um abraço especial para o Eder Silva. Sou admirador de sua capacidade de contextualizar e argumentar! Você é fera!
RESPOSTA
Prezado Claudio,
Salve Maria!
Agradou-me o tom cordial de sua missiva.
Apesar das críticas ao método que por vezes utilizamos nas polêmicas contra os hereges, você exprime uma sincera busca pela verdade, apresentando-se disposto a renunciar qualquer pensamento que esteja em desacordo com o ensino da Igreja Católica.
O cerne de sua carta diz respeito ao amor para com o próximo. Certamente influenciado pelo pensamento corrente, triunfante nas paróquias e seminários, suas considerações sobre o assunto estabelecem uma absoluta incompatibilidade entre a virtude do amor e o ódio, como se não fosse possível, de forma alguma, odiar e amar ao mesmo tempo.
Por causa dessa concepção, seu discurso eleva o dialogo e a tolerância como virtudes imprescindíveis, reprovando o enérgico combate aos erros contra a fé.
Virtuoso seria conviver pacificamente com as diferenças, dialogando sem ódio com palavras extremamente adocicadas. Cristãos e hereges convivendo harmoniosamente sem qualquer aversão odiosa ao que professam de contrário em matéria religiosa.
Essa seria a suprema lei do evangelho e do amor.
Entenda bem, seria...
Mas não é!
Perdoe-me a franqueza, caro Claudio, mas isso não é amor cristão. É qualquer coisa, menos amor verdadeiro. Poderíamos chamá-lo de liberalismo maçônico, visto que se coaduna perfeitamente com os anseios da maçonaria de “igualdade, liberdade e fraternidade”. É essa seita que pretende produzir a nova ordem mundial, estabelecida sobre o diálogo fraterno e a união entre todas as religiões. De mãos dadas, todos cantariam um dogma comum, isto é, a renúncia de todo dogma pelo triunfo da “paz”, da qual a ONU seria a grande arquiteta. Nessa nova civilização do amor, edificada sobre o culto do homem, não haveria uma única religião verdadeira fundada por Nosso Senhor. Todas as religiões seriam boas e necessárias. Cristo, Buda e Maomé, igualmente venerados. Mentira e verdade niveladas. Nem Cristo, e muito menos a Igreja Católica, poderiam se arrogar o privilégio de únicos detentores da verdade.
Em suma, todas as seitas teriam parcelas de verdade. O diálogo ecumênico, com toda a sua tolerância, docilidade e ausência de ódio, seria o método para promover a reunião dessas “verdades” dispersas em seitas, em uma única religião ecumênica e universal.
Essa é razão pela qual hoje em dia se busca conviver com as diferenças, dialogando sem preconceito. No fundo, querem dizer que em qualquer seita existe esperança de salvação. Assim como a Igreja Católica, as demais religiões também proporcionariam a bem-aventurança do Céu. Deste modo, não haveria motivo para discutir em defesa de uma religião. Seria preciso então trocar a espada do combate intolerante pelo amor fraterno e pagão da maçonaria.
Como você me conta que é estudante de teologia, penso que seja de seu conhecimento a doutrina da Igreja sobre a eterna salvação das almas.
Que fora da Igreja Católica não existe possibilidade de salvação é dogma da Igreja proclamado pelo IV Concílio infalível de Latrão.
Ademais, o próprio Credo da Igreja descarta a esperança de salvação para aqueles que partem desta vida sem terem guardado integralmente a fé católica:
“Esta é a fé católica, e quem não a professar fiel e firmemente não se poderá salvar" (Credo de Santo Atanásio)
Sob a luz desse dogma, como poderíamos conviver respeitando as diferenças que ofendem a Deus e precipitam as almas no inferno? Cristo não veio promover o reino da tolerância, do respeito a toda e qualquer diferença ou do diálogo relativista e ecumênico. Inflamado de zelo pela verdade, Nosso Senhor ensinou em várias ocasiões que o mal deve ser odiado, denunciado e, quando possível, extirpado.
Amorosamente, Nosso Senhor pregou a intolerância, o ódio e o combate às diferenças que se opõem as verdades da fé. Ele não dialogou com os fariseus. Não os tratou com palavras suaves. Chamou-os publicamente de “cobras, filhos do diabo, sepulcros caiados, guias cegos, hipócritas, raça de víboras, etc.”. Contra os vendilhões que profanavam o Templo, reagiu com justa cólera, expulsando-os com “suaves” e “desrespeitosas” chicotadas.
Que diriam os ecumênicos? Que Nosso Senhor exagerou no azedume das palavras, deixando o sentimento de ódio prevalecer sobre o amor? Que sua raiva contra os fariseus e os profanadores do Templo foi desnecessária e preconceituosa? Segundo as diretrizes ecumênicas, Cristo teria sido um péssimo modelo para os cristãos.
Os ecumênicos buscam a união pela paz.
Nosso Senhor trouxe a divisão pela espada:
"Não julgueis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer a paz, mas a espada. Eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra" (Mt. X, 34-35).
Como essas palavras devem ofendem os corações ecumenistas!
Contra a trindade do amor: “diálogo, tolerância e paz”, Nosso Senhor contrapõe com “guerra, espada e divisão”.
Por amor, Cristo trouxe a espada a este mundo.
Por amor, São Paulo se armou com a espada do Evangelho.
Por amor, São Pedro tinha duas espadas.
Por amor, todos devem “comprar uma espada”:
“... e aquele que não tiver uma espada, venda sua capapara comprar uma” (São Lucas XXII,36).
Ou seja: Nosso Senhor quer católicos combatentes. Que saibam manusear a espada da verdade. Que queiram sofrer e, se necessário, morrer por sua Causa. Se Deus quisesse o convívio respeitador das diferenças, Ele não teria sido brutalmente assassinado numa Cruz.
Mas Ele morreu. Por vontade própria se entregou aos seus algozes. Por amor subiu ao calvário de seu martírio. Por uma lança foi transpassado.
Sofreu e morreu.
Ele não dialogou.
Ele não tolerou.
Ele não respeitou as diferenças.
Ele ensinou.
Atacou intolerantemente os pecados e a seita dos fariseus.
Amou a verdade e odiou a mentira.
E pela violência do calvário, Cristo nos trouxe a paz da salvação.
A paz provém da justiça. E a justiça consiste em dar a cada um o que merece.
A verdadeira paz não será alcançada com diálogo e respeito às diferenças. Como disse uma santa guerreira (Joana D’arc), “a paz só será alcançada pela ponta de uma lança”.
Sem guerra não haverá paz...
Nesse mundo existe uma batalha espiritual entre Deus e o diabo. E cabe a nós, caro Claudio, escolher por quem lutar.
Não há trégua.
O demônio não dorme.
Como um leão faminto, persegue suas vítimas até lançá-las na perdição eterna.
Infelizmente os pastores trocaram a espada pelo dialogo. A verdade imutável pelos delírios da modernidade. O ensino do Catecismo foi abandonado quando não destruído pelo relativismo moderno. A apologética censurada pela intolerância dos defensores da tolerância.
Dir-me-á você que o Clero seguiu o exemplo de São Paulo, que abandou a espada pela caridade. Oxalá a caridade deste Apóstolo fosse o atual modelo de caridade.
Conhece você as palavras antiecumenicas desse Apóstolo de Cristo? Segue o texto paulino:
"Com efeito, há muitos insubmissos, charlatães e sedutores, principalmente entre os da circuncisão. É necessário tapar-lhes a boca (...) repreende-os severamente, para que se mantenham sãos na fé" (Tito 1, 10-13).
Mandar fechar a boca de alguém com repreensões severas não nos parece uma postura favorável ao convívio das diferenças e ao diálogo sem preconceito.
Parece então que o azedume nas palavras pode ser necessário na polêmica contra os hereges.
Em todo caso, nossas respostas são bem suaves se comparadas com os termos que os santos utilizaram em suas discussões com os hereges.
São Bernardo, por exemplo, chamou o herege Arnaldo de Brescia caridosamente de:
“Desordenado, vagabundo, impostor, vaso de ignomínia, escorpião vomitado de Brescia, visto com horror em Roma, com abominação na Alemanha, desdenhado pelo Romano Pontífice, louvado pelo diabo, obreiro de iniquidades, devorador do povo, boca cheia de maldição, semeador de discórdias, fabricador de cismas, lobo feroz”.
Santo Inácio de Antioquia designava os hereges com os seguintes termos:
“bestas ferozes, cães danados que atacam traiçoeiramente, bestas com rostos de homens, ervas do diabo, plantas destinadas ao fogo eterno”.
Esses são alguns modelos de santidade que devemos com esforço procurar imitar.
Assim como a violência nas palavras, a humilhação dos inimigos da fé também pode ser caridosa se aplicada com as devidas proporções.
Em seu livro Filotéia (Capítulo XXVIII) São Francisco de Sales ensina que:
[
“Os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa, desde que não se falte à verdade, sendo obra de caridade gritar ‘eis o lobo!’ quando está entre o rebanho ou em qualquer lugar onde seja encontrado”.
Na Ladainha de todos os santos rogamos a Deus para que os inimigos da Igreja sejam humilhados: “Para que vos digneis humilhar os inimigos da Santa Igreja, nós Te rogamos, ó Senhor”.
Na Sagrada Escritura, temos muitos outros exemplos de que a humilhação do herege não contraria a lei do amor.
Santo Elias, que desafiou os seguidores do ídolo baal, zombou deles com as seguintes ironias:
“Elias escarnecia-os, dizendo: Gritai mais alto, porque ele é um deus, e talvez esteja falando em alguma estalagem, ou dorme, ou necessita que o acordem.” (I Reis XVIII 27).
Ironia e zombaria nas palavras de um grande Santo.
E Deus aprovou o seu ato!
Contra o diálogo!
Contra o respeito aos hereges!
A própria Sabedoria de Deus diz zombar dos nãos cristãos: “Mas vós, Senhor, vos rides deles, zombais de todos os pagãos” (Salmos LVIII, 9).
Aplicada convenientemente, Deus não reprova a ridicularizarão dos maus.
A raiva e o ódio, caro Claudio, também são necessários. Quem ama o bem, inevitavelmente odeia o mal. Quem ama a verdade, obrigatoriamente odeia a mentira. Todo amor a um bem produz ódio ao que é oposto a esse bem. Se amamos a Deus, odiamos tudo que se opõe a Ele. E é pelo grau de ódio que se mede o grau de amor. Quanto mais odiamos o pecado mais demonstramos amor a virtude.
Resumindo: não existe amor sem ódio!
Como diz um ditado: “Quem ama detesta. Quem detesta combate”.
Ensina-nos Deus em seus Provérbios: "A minha boca publicará a verdade, e meus lábios detestarão o ímpio" (Provérbios,VII, 7).
E foi o próprio Deus que introduziu o ódio entre os filhos da luz e os filhos das trevas: “Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela” (Gênesis 3,15).
Portanto, o sentimento de ódio, quando produzido por amor a Deus, é virtude!
Por isso declarou o Santo Rei Davi:
"Porventura não odiei eu, Senhor, os que te odiavam? E não me consumia, por causa dos teus inimigos? Com ódioperfeito eu os odiei; e eles tornaram-se meus inimigos" (Salmo 139, 20-21).
Esse ódio perfeito consiste em odiar os pecados de alguém, procurando combatê-los no intuito de conduzir o pecador ao arrependimento e à salvação eterna.
E se, por vezes, a raiva aparece em nossas cartas, é por uma causa justa. Ora, assim como reagimos com força e irritação contra os que ofendem nossa Mãe, assim também nos irritamos e atacamos com energia os que ofendem a Igreja e a Mãe de Deus.
Fazemos segundo nos ensinou São Paulo: “Mesmo em cólera, não pequeis” (Efésios IV, 26).
Irritar sem pecar. Logo, existe uma raiva santa!
Citando São Gregório Magno, diz Santo Tomás de Aquino: “... deve procurar-se a todo custo que a ira, considerada como instrumento da virtude, não prevaleça sobre a inteligência indo adiante como uma senhora, mas que, como uma escrava disposta a obedecer, nunca deixe de ir atrás da razão” (Suma Teológica Parte II-II, Q. 158, Art. 1).
Essas palavras do Aquinate encerram a questão.
Para finalizar, ressalto duas contradições em sua missiva. E espero que não entenda isso como desprezo ou zombaria. Faço por caridade. Porque o verdadeiro amor sobrenatural consiste em corrigir os erros do próximo ensinando a verdade.
De modo preconceituoso, isto é, sem apresentar os fundamentos, você me garantiu que Cristo optou por conviver com as diferenças de seu tempo.
Ora, caro Claudio, se devemos conviver com as diferenças e não censurá-las, por que você não procurou aceitar e conviver tolerantemente com nossas intolerantes diferenças? Por que resolveu atacar o nosso modo de tratar os hereges, simplesmente porque difere do seu método ecumênico respeitador das diferenças? Veja que seu princípio é contraditório, pois, para ser coerente, até mesmo os que não respeitam as diferentes deveriam ser respeitados em suas diferenças.
Depois você me diz: “... trate a Igreja de podar aquilo que não é devidamente católico”.
Ora, podar o que não é católico não condiz com o preceito de respeito às diferenças. Ou se convive com elas ou se as poda. As duas coisas são impossíveis.
Podar o que não é católico é justamente o que fazemos.
Por que então nos censura?
Mas você objeta: “podar e não decepar a árvore”.
Meu caro, o problema da árvore protestante da Renovação Carismática, a qual você se refere, está na raiz. Por isso não adianta podar os galhos se o mal está na origem. O câncer carismático deve ser extirpado e não podado.
Diz São João Batista: “Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada ao fogo” (S. Mateus III, 10).
Ora, a RCC é uma árvore má que não pode produzir bons frutos. Logo, deve ser cortada e lançada no fogo.
Que Nossa Senhora te ajude a compreender e a aceitar essas verdades.
Escreva-nos sempre que quiser.
In Corde Jesu, semper
Eder Silva
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nosso Patrono
São Padre Pio de Pietrelcina
Postagens populares
-
Vasiliki Paraskevis Pentaki, a “Vassula Ryden”, muito conhecida e laureada em círculos da Renovação Carismática (RCC) e recomendada por mu...
-
. UMA MISSA PARA AS ALMAS! Coloque aqui seu pedido de missa por um falecido. OBSERVAR AS SEGUINTES NORMAS: 1) Ter apenas a intenção...
-
Uma benção do papa Bento XVI expulsou o demônio de dois homens que gritavam durante uma audiência geral na Praça São Pedro em 2009,...
-
"Serão introduzidas certas modas que ofenderão muito a Nosso Senhor." ( da Mensagem de Fátima) 13/05/2013 03h50...
Blog Archive
- 2013 (172)
-
2012
(525)
- Dezembro(30)
- Novembro(28)
- Outubro(36)
- Setembro(40)
- Agosto(32)
- Julho(33)
- Junho(35)
-
Maio(43)
- 31 DE MAIO - COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA
- Leitor recomenda diálogo amoroso e sem preconceito...
- SOBRE STF, LULA E ESTRELAS....
- CONTINUAM AS INVESTIGAÇÕES
- RELÍQUIAS DE S. SEBASTIÃO CHEGAM EM CAMPO GRANDE -...
- A última moda na diocese de Nova Iguaçu: mulheres ...
- A CULPA É DO MORDOMO:Pessoa é detida pela polícia ...
- Pe. PIO: 125 ANOS DE NASCIMENTO
- Cardeal Brandmüller: Documentos do Vaticano II não...
- MOVIMENTO SALVAI ALMAS: QUE FEIOOOOO!
- MOVIMENTO SALVAI ALMAS: MARIA DO UNIVERSO FALA DA ...
- AMIGO É COISA PRA SE GUARDAR....
- Mons.Lefebvre: textos tirados do baú mostram o rum...
- ROLANDO RIVI DECLARADO MÁRTIR
- Bispo canadense demitido do estado clerical por po...
- “A preocupação da Alemanha pela “paz” vaticana com...
- MONS. FELLAY SOBRE O ACORDO E BENTO XVI“Se o recon...
- Líder lefebvrista otimista sobre possível ingresso...
- Os “antiacordo” não aceitariam o Édito de Milão
- PADRE DA FSSPX CONCLAMA OS FIÉIS CONTRA SEU SUPERI...
- Nota sobre as cartas trocadas entre os Bispos da F...
- A IGREJA CONTRA O IMPÉRIO DO MAL
- HOJE- BEATA IMELDA LAMBERTINI
- FÁTIMA: UM SEGREDO DE 95 ANOS!
- "FÁTIMA NUNCA EXISTIU" - Falácias de um herege
- AS APARIÇÕES DE FÁTIMA
- FSSPX RECONHECE DOCUMENTOS E CONSIDERA O VAZAMENTO...
- CONCILIO VATICANO II : livro de Mons. Gherardini f...
- Uma Prelazia Pessoal para a Fraternidade São Pio X...
- "Dom Fellay responde aos três bispos da FSSPX (Dom...
- Visita a Santa do Mel é reaberta com "missa" e ped...
- Sem problemas doutrinais confirma o secretário do ...
- Deputado apresenta projeto para sustar decisão do ...
- A FSSPX é cismática? - Uma pergunta, uma resposta
- "’Não existe contraposição dialética entre "pro mu...
- “Ágape”: a Gnose bajuladora do Padre Marcelo Rossi...
- A VERDADEIRA HISTÓRIA DA ORAÇÃO DE S. FRANCISCO
- MOVIMENTO "SALVAI ALMAS" - A III GUERRA MUNDIAL AP...
- EUA - UMA DECLARAÇÃO SOBRE A LIBERDADE RELIGIOSA
- O “rito próprio” e a “hermenêutica da continuidade...
- A CRISE DOS JESUÍTAS NA AMÉRICA LATINA
- Católicos antiaborto voltam a distribuir panfleto ...
- MÊS DE MAIO - Homilia Sobre a Dormição da Santíssi...
- Abril(84)
- Março(62)
- Fevereiro(64)
- Janeiro(38)
- 2011 (485)
- 2010 (43)
- 2008 (2)
Categorias
- Aborto (65)
- ARTIGOS (58)
- ASSIS III (3)
- Bento XVI (139)
- CARIDADE (1)
- CARTAS (2)
- Catequese (2)
- CNBB (8)
- COMENTÁRIOS (7)
- CRÔNICA (14)
- CURIOSIDADES (34)
- DOUTRINA (51)
- ECUMENISMO (4)
- ENTREVISTA (42)
- ESCÂNDALOS (6)
- ESTUDO (1)
- FELICITAÇÕES (2)
- Filosofia (1)
- Finados (6)
- FSSPX (54)
- HISTÓRIA (4)
- HUMOR (21)
- IBP (4)
- INDULGÊNCIAS (3)
- LITURGIA (68)
- LIVROS (2)
- MAÇONARIA (2)
- MORAL (16)
- Natal (6)
- NOSSA SENHORA (17)
- NOTICIAS (182)
- NOTÍCIAS (128)
- OPNIÃO (4)
- OPUS DEI (1)
- ORTODOXOS (1)
- Pe. PIO (14)
- Perseguição (25)
- PIO XII (2)
- POESIA (5)
- POLÊMICAS (36)
- Política (29)
- QUARESMA (5)
- SACRAMENTOS (1)
- Santa Missa (1)
- SANTA SÉ (44)
- Santo Padre (5)
- Santos (45)
- São Padre Pio (14)
- VATICANO (6)
- Vaticano II (38)
- Votos (6)
- Vídeos (4)
Arquivo
-
▼
2012
(525)
-
▼
Maio
(43)
- 31 DE MAIO - COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA
- Leitor recomenda diálogo amoroso e sem preconceito...
- SOBRE STF, LULA E ESTRELAS....
- CONTINUAM AS INVESTIGAÇÕES
- RELÍQUIAS DE S. SEBASTIÃO CHEGAM EM CAMPO GRANDE -...
- A última moda na diocese de Nova Iguaçu: mulheres ...
- A CULPA É DO MORDOMO:Pessoa é detida pela polícia ...
- Pe. PIO: 125 ANOS DE NASCIMENTO
- Cardeal Brandmüller: Documentos do Vaticano II não...
- MOVIMENTO SALVAI ALMAS: QUE FEIOOOOO!
- MOVIMENTO SALVAI ALMAS: MARIA DO UNIVERSO FALA DA ...
- AMIGO É COISA PRA SE GUARDAR....
- Mons.Lefebvre: textos tirados do baú mostram o rum...
- ROLANDO RIVI DECLARADO MÁRTIR
- Bispo canadense demitido do estado clerical por po...
- “A preocupação da Alemanha pela “paz” vaticana com...
- MONS. FELLAY SOBRE O ACORDO E BENTO XVI“Se o recon...
- Líder lefebvrista otimista sobre possível ingresso...
- Os “antiacordo” não aceitariam o Édito de Milão
- PADRE DA FSSPX CONCLAMA OS FIÉIS CONTRA SEU SUPERI...
- Nota sobre as cartas trocadas entre os Bispos da F...
- A IGREJA CONTRA O IMPÉRIO DO MAL
- HOJE- BEATA IMELDA LAMBERTINI
- FÁTIMA: UM SEGREDO DE 95 ANOS!
- "FÁTIMA NUNCA EXISTIU" - Falácias de um herege
- AS APARIÇÕES DE FÁTIMA
- FSSPX RECONHECE DOCUMENTOS E CONSIDERA O VAZAMENTO...
- CONCILIO VATICANO II : livro de Mons. Gherardini f...
- Uma Prelazia Pessoal para a Fraternidade São Pio X...
- "Dom Fellay responde aos três bispos da FSSPX (Dom...
- Visita a Santa do Mel é reaberta com "missa" e ped...
- Sem problemas doutrinais confirma o secretário do ...
- Deputado apresenta projeto para sustar decisão do ...
- A FSSPX é cismática? - Uma pergunta, uma resposta
- "’Não existe contraposição dialética entre "pro mu...
- “Ágape”: a Gnose bajuladora do Padre Marcelo Rossi...
- A VERDADEIRA HISTÓRIA DA ORAÇÃO DE S. FRANCISCO
- MOVIMENTO "SALVAI ALMAS" - A III GUERRA MUNDIAL AP...
- EUA - UMA DECLARAÇÃO SOBRE A LIBERDADE RELIGIOSA
- O “rito próprio” e a “hermenêutica da continuidade...
- A CRISE DOS JESUÍTAS NA AMÉRICA LATINA
- Católicos antiaborto voltam a distribuir panfleto ...
- MÊS DE MAIO - Homilia Sobre a Dormição da Santíssi...
-
▼
Maio
(43)





0 comentário (s):
Postar um comentário