Números da “primavera” Conciliar



Nestes 50 anos de Concílio Vaticano II, pode-se dizer que a Igreja no Brasil que, apesar de país tropical, vive uma nevasca violenta de um inverno que está apenas começando.  Como refutarão esses números os Bispos e Padres progressistas ? Até quando os bons Bispos serão tolerantes com as idéias delirantes dos modernistas deixando seu rebanho ser devorado pelos lobos em pele de cordeiro? Rezemos pelo clero.
Comentário: André Roncolato Siano

Católicos passam de 93,1% para 64,6% da população em 50 anos, aponta IBGE

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DENISE MENCHEN

Basílica da Natividade de Belém entra para o patrimônio mundial da Unesco


Musa al Shaer

A Basílica da Natividade de Belém, situada na Cisjordânia, entrou para o patrimônio mundial da Unesco, apesar das objeções do Estado de Israel, após uma eleição realizada nesta sexta-feira, na Rússia.

Pouco depois do anúncio, a Autoridade Palestina saudou esta decisão, considerando que constituía uma “vitória da justiça”.

A candidatura do Caminho das Peregrinações e deste templo de Belém, onde, segundo a tradição cristã, Jesus nasceu, passou assim pelo exame de 36 sítios feito pelo Comitê de Patrimônio Mundial desta organização da ONU, reunido em São Petersburgo. O resultado da votação foi 13 votos a favor, seis contra e duas abstenções.

É a primeira vez que a Palestina – que se converteu em membro da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura em 31 de outubro de 2011 – solicitou a inscrição de um sítio seu na lista do Patrimônio da Humanidade.

No entanto, os especialistas do Conselho Internacional dos Monumentos e Lugares, que avaliam previamente as candidaturas, emitiram uma opinião negativa, estimando que os palestinos não realizaram uma avaliação detalhada e completa das ameaças que o lugar sofre.

Em compensação, o vice-prefeito de Belém, George Saade, considerou importante que “os turistas percorram este circuito e visitem Belém como uma cidade palestina”, aludindo assim ao controle que exerce o Estado de Israel sobre o turismo na Terra Santa.

Depois de divulgada a decisão da Unesco, o porta-voz de Mahmud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, afirmou que “este reconhecimento global dos direitos do povo palestino constitui uma vitória para nossa causa e para a justiça”.

Em 31 de outubro de 2011, os palestinos conseguiram uma vitória diplomática de grande força simbólica ao se converterem no país de número 195 da Unesco, em uma votação da Conferência Geral, que só registrou 14 votos contra. Estados Unidos e Israel criticaram esta decisão.

Os Estados Unidos, por sua vez, se declararam profundamente decepcionados com a inscrição da basílica, segundo afirmou o embaixador americano ante a Unesco, David Killion.

“Esse sítio é sagrado para todos os cristãos. (A Unesco) não deveria ser politizada”, afirmou o embaixador em um comunicado, que assinala que o procedimento de emergência utilizado neste caso cabe apenas a sítios ameaçados de destruição iminente.

“O procedimento de emergência existente nesta instância está reservado aos casos extremos, em particular quando o sítio está ameaçado de destruição iminente”, segundo embaixador.

“Em 40 anos, o procedimento de emergência só foi utilizado quatro vezes e apenas em casos extremos, sempre seguindo recomendações de instâncias do conselho”, afirmou ainda.
A decisão está em contradição com uma recomendação oficial do Conselho Internacional sobre Monumentos e Sítios, acrescentou.

A Basílica da Natividade, que data do século IV, é uma das igrejas mais antigas da cristandade. Sua inclusão na lista da Unesco garante ajudas para sua restauração.

O templo é administrado pela Igreja Ortodoxa Grega, a Igreja Apostólica Armênia e o Patriarcado latino (católico) de Jerusalém.

Fonte:http://veja.ab
ril.com.br/noticia/celebridades/basilica-da-natividade-de-belem-entra-para-o-patrimonio-mundial-da-unesco
 .http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/basilica-da-natividade-de-belem-entra-para-o-patrimonio-mundial-da-unesco

MORRER PELO PAPA!


 Hoje, dia 29 de junho, dia do Papa, transcrevemos nosso artigo já publicado no mês de Março, em honra de nosso Papa.
Vale a pena ler novamente.







Pe. Marcélo Tenorio


Georges Bernanos, escrevendo sobre a Igreja dizia que Nossa Igreja é a Igreja dos Santos. E é verdade. E são tantos! Canonizados, ainda por canonizar ou que jamais serão canonizados. Mas a Igreja é, sem dúvida a Igreja dos santos. E aí está toda a sua riqueza.

Escrevia o autor citado acima: “Nossa Igreja é a Igreja dos santos. Quem dela se aproxima com desconfiança julga ver apenas portas fechados, barreiras e guichês, uma espécie de gendarmeria espiritual. Mas nossa Igreja é a Igreja dos santos.”

E ainda:

” Para ser santo, que bispo não daria seu anel, sua mitra, seu báculo; que cardeal não daria sua púrpura; que pontífice não daria sua veste branca, seus camareiros, sua guarda suíça e todo o seu aparato temporal? “

Mas “eis que todos os santos se dobraram diante do Papa e ninguém foi nada sem ele”,lembrava D. Marcos Barbosa.

 São Francisco, pobre e amante da pobreza, ajoelhou-se  ante a pompa de Inocêncio III. Santa Catarina de Sena vendo o papa como “doce Cristo na terra”, ajoelhada aos seus pés, implorou-lhe que voltasse para Roma,onde era o seu lugar; Joanna d´Arc apelou ao Vigário de Cristo, contra seus inimigos; Santa Teresinha do Menino Jesus, pediu a Leão XIII sua entrada no carmelo…E poderíamos citar  mais, nessa ladainha de amor filial e submissão ao papa, tantos e tantos santos que, subindo no caminho da santidade, ensinaram  o respeito e o zelo pela figura augusta do Santo Padre.

O caminho da santidade, passa pelo Vigário de Cristo.

“..Eis que todos os santos se dobraram diante do Papa e ninguém foi nada sem ele.”

D. Bosco, macerado pelas calúnias, incompreensões, chegando até a ser suspenso de ordens, por aquele que fora criado bispo, graças à intercessão de D. Bosco junto a Pio IX,ensinava sempre aos seus fllhos o “Viva o Papa”, e exigia-os filial adesão aos “três amores brancos”: a branca hóstia, a branca Virgem e o branco ancião do Vaticano.” 

Tendo recebido a missão do papa Leão XIII, da construção da basílica do Sagrado Coração, já abatido pelos os anos e pela doença,D. Bosco percorreu, não sem dificuldades, a Europa, de trem e de outra forma, atrás de fundos para realizar a  vontade do papa.

E por que não falar também dos 147 guardas suíços que, no ano 1527   resistiram até o fim aos invasores , morrendo pelo papa, enquanto que Clemente VII era retirado são e salvo para castelo de Sant´Angelo?

Os santos deram a sua vida pelo Papa, sacrificaram-se poe ele. Dar a vida pelo Papa é dar a vida por Cristo. E não se dar a vida somente morrendo, mas desgastando-se, mas consumindo-se em zelo de filial devoção.

É incompreensível que certos grupos que dizem defender a tradição da Igreja, nutra, ao mesmo tempo, pelo Vigário de Cristo um certo azedume, uma certa má vontade que no fundo nada mais é que um diabólico espírito de ruptura.

Uma coisa são os erros que um Papa possa cometer, outra é a pessoa mesma do Pontífice, na qual edifica-se a Igreja. Diferente desses grupos, agiu Santo Atanásio, mesmo claramente contra o Papa Libério, que favoreceu à heresia ariana, em nenhum momento rebelou-se contra ele, em espírito aberto de ruptura ou cisma.

Amar o papa e dar a vida por ele é próprio daqueles que buscam, veementemente a santidade.

Na época de mais um encontro de oração em Assis, acontecido no ano passado ( e que  nos posicionamos respeitosamente contra o evento) (1), vimos tantas declarações, charges extremamente desrespeitosas e violentas contra o Papa e, pasmem: oriundas de círculos ligados à defesa da tradição católica. Mas que tradição é essa? O que defendem afinal? Mais atrapalham do que ajudam, mais espalham que juntam.

Aqui vale a reflexão da senhora Dra. Alice Von Hildebrand


“…Eis um dos temores que tenho em relação aos Católicos tradicionais. Algum flerte com o fanatismo. Um fanático é aquele que considera a verdade sua posse ao invés de dom de Deus. Somos servos da verdade, e é como servos que devemos procurar partilhá-la. Estou ciente de que há Católicos fanáticos que usam a Fé e a Verdade que proclamam como um instrumento intelectual. Um
a autêntica apropriação da verdade sempre leva ao esforço para a santidade. A Fé, nesta crise atual, não é um jogo de xadrez intelectual. Para aqueles que não se esforçam para a santidade, a fé se reduzirá a isso. Tais pessoas fazem mais mal à Fé, particularmente, se estes são defensores da Missa tradicional. (2)”

Vale salientar as palavras da Dra. Alice: “Uma autêntica apropriação da verdade sempre leva ao esforço para a santidade. “

E esta santidade só acontece numa alma em espírito de comunhão com a Igreja e com o Santo Padre.

Após analisar o desastroso pontificado de Paulo VI e todas as manobras funestas antes e depois do concílio, a Dra. Alice Von Hildebrand, conlui:

Não devemos nos esquecer que estamos lutando não apenas contra carne e sangue, mas contra “poderes e principados”. Isso deveria nos provocar suficiente temor para esforçarmo-nos mais que nunca para a santidade, e orar fervorosamente para que a Santa Esposa de Cristo, que se encontra agora no Calvário, saia dessa terrível crise mais radiante que nunca. A resposta Católica é sempre a mesma: absoluta fidelidade aos santos ensinamentos da Igreja, fidelidade à Santa Sé, freqüente recepção dos Sacramentos, Rosário, leitura espiritual diária, e gratidão por termos recebido a plenitude da revelação de Deus: “Gaudete, iterum dico vobis, Gaudete”.

Umas das obrigações que os pastores de Fátima assumiram foi justamente o amor e a oração pelo Santo Padre , o Papa.  Jacinta Marto, depois da visão que teve, sempre recomendava orações e sacrifícios pelo Santo Padre.

Fala-nos Jacinta:

 “Não viste o Santo Padre? – Não! – Não sei como foi! Eu vi o Santo Padre em uma casa muito grande, de joelhos, diante de uma mesa, com as mãos na cara, a chorar. Fora da casa estava muita gente e uns atiravam-Ihe pedras, outros rogavam-lhe pragas e diziam-lhe muitas palavras feias. Coitadinho do Santo Padre! Temos que pedir muito por Ele….”

“…Eu, no Céu, hei-de pedir muito por ti, por o Santo Padre..”(3)

Hoje os maus filhos sabem criticar o papa e uivar  documentos e mais documentos. Sabem difundir o ódio e até blasfêmia contra ele. Sabem rasgar suas vestes, como os fariseus, no templo de Jerusalém, mas não imitam os santos. Esquecem-se de fazer aquilo que foi recomendado por Nossa Senhora: oração, reparação, sacrifícios. Onde estão os jejuns, as pesadas penitências e os cilícios?…Onde está o amor filial que somos obrigados a ter pela figura do Pastor Universal? Repetem condenações ao liberalismo, mas são liberais – livres de toda autoridade! Anti- romanos e opositores a tudo que de lá procede. ” 

Não se nega a crise tremenda pela qual passa a Igreja. Não se nega que estamos em tempos de grande apostasia, mas também não se deve negar a contribuição imensa que Bento XVI deu no processo de reconstrução da Fé católica, em pouco tempo de pontificado, sobretudo com seu gesto frutuoso em relação à missa de sempre.

Abriu-se o processo de beatificação de um jovem na Itália, chamado Carlo Acutis. Se divulgamos a sua vida e se colaboramos para que seja mais conhecido é, sobretudo, pela sua profunda compreensão do “sentire cum ecclesia”, apesar de sua tenra idade. Percebendo o desprestígio crescente da Igreja na Europa e o ódio contra o Papa, este jovem, sabendo que morreria vítima de uma leucemia extremamente violenta, não exitou em dizer: ” ofereço todos os sofrimentos pelos quais irei padecer pela Igreja e pelo Santo Padre!”. Que beleza! Que lição para todos nós! Oferecer nossos sofrimentos pelo Papa! Nossas dores pelo Papa! A vida pelo papa! A morte pelo Papa! Tudo pelo Papa e assim, tudo pela Igreja!

Esta é também a nossa parte. O melhor serviço que podemos prestar à Igreja: nossa santificação na comunhão.  A melhor parte que não nos será tirada.

Hoje mais que nunca, digamos juntos, em honra de nosso Papa:

” Salve Santo Padre, vivas tanto ou mais que Pedro!” Feliciter! Feliciter ! Ad multos annos!


19 de março, 2012

Solenidade de S. José

Onomástico do Santo Padre.

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(3) Memórias de Ir. Lucia I, II e III

Mons. Fellay tira o poder de Mons Williamson e o proibe de ir a Econe para as ordenações



Vossas Excelências e Superiores,

Como devem saber, nosso Superior Geral respondeu a carta do Cardeal Levada do dia 16 de Março, que tentou impor o preâmbulo doutrinário do dia 14 de Setembro de 2011. Através desse documento, datado no dia 15 de Abril, o Cardeal tentou se livrar do impasse criado pelo preâmbulo. De acordo com várias fontes, o novo texto parece ter satisfeito o Sumo Pontífice.

Em 13 de Junho de 2012, Cardeal Levada retornou ao nosso superior geral com seu texto de Abril, mas  foi formatado de tal modo que ainda tomava, em substância, muito das proposições de Setembro, 2011. Mons. Fellay informou-lhe que ele também não poderia assinar esse novo documento, que era claramente inaceitável. A próxima Reunião Geral (Julho 2012) permitirá a análise de todo o dossiê.

Eu informo a todos os membros da Assembléia, ainda, que em virtude do Canôn 2331, Parágrafo 1 e 2 (Novo Código 1373), o Superior Geral privou Mons. Williamson de seu ofício, o de membro da Assembléia, por ter tomado a posição de convocar uma rebelião e por sua contínua e repetida desobediência. Ele proibiu, também, a presença de Mons. Williamson nas ordenações em Ecône.

Abaixo-assinado de apoio a S. Exa. Revma. Dom Bernardo Fellay‏

Excelência Reverendíssima.
Cumprimentos respeitosos
Tendo em vista os inúmeros ataques que V. Exa. Revma. tem recebido da parte de pessoas que agem de má fé, ignorância ou movidas por um espírito cismático, nós abaixo-assinados vimos por meio desta expressar nosso apoio a V. Exa. Revma. bem como nosso apreço pela sua prudência demonstrada na condução do diálogo com as autoridades romanas visando a obter não só um esclarecimento dos problemas doutrinários mas também uma estrutura jurídica adequada para a Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

Como bem salientou o seu primeiro assistente Pe. Pluger, no momento a grande questão levantada pela Santa Sé a respeito da Fraternidade São Pio X não é conhecer sua posição doutrinária, suas objeções quanto ao Concílio Vaticano II e reformas posteriores  (tudo isto já foi amplamente explanado por ocasião dos colóquios doutrinários), mas sim saber se a Fraternidade São Pio X efetivamente considera Bento XVI um sucessor de Pedro legítimo com poder de governo e magistério sobre toda a Igreja. Com efeito, a Fraternidade São Pio X manifestou com toda franqueza à Santa Sé suas objeções e, a despeito de tal divergência, recebeu da autoridade suprema da Igreja a proposta de ser reconhecida canonicamente como uma obra da Igreja.
Por conseguinte, trata-se no momento, como disse o assistente de V. Exa. Revma., de saber se a Fraternidade São Pio X tem o direito de recusar tal reconhecimento por parte da Igreja. Com efeito, a Igreja é uma sociedade e,  como diz o axioma,  ubi societas ibi ius. É absolutamente falso professar a fé católica  e ao mesmo tempo pretender viver completamente à margem de sua estrutura jurídica. A necessidade de haver um ordenamento jurídico que regule a vida da Igreja, como bem sabemos, ressalta de diversas passagens da própria Sagrada Escritura. De fato, se um católico se contenta em dizer da boca para fora que reconhece a autoridade do papa mas não aceita estar ligado a ele pela lei, isto indica um espírito cismático que reduz  primado de Pedro a um primado de honra. Ou ainda tal atitude pode significar que a real postura daqueles que se opõem por princípio ao reconhecimento canônico da Fraternidade São Pio X é a postura sedevacantista embora não declarada.
Queremos também dizer-lhe que apreciamos o realismo de V. Exa. Revma. ao analisar os problemas que afligem a Igreja militante. Não houve jamais, não há e nunca haverá uma Igreja ideal na terra. Sempre haverá o joio misturado ao trigo. Cite-se, por exemplo, o ocorrido na publicação do Syllabus. O cardeal Antonelli, secretário de Estado do Beato Pio IX, opôs-se ao documento e o combateu publicamente. Problemas e divisões sempre houve e haverá na Igreja. O importante é que o católico tenha a humildade, a caridade e a prudência de querer, por fé, viver sob a autoridade do papa, que, como ensina o Concílio Vaticano I, é o princípio perpétuo da unidade e fundamento visível da Igreja, do qual não se pode afastar sem perigo de naufragar na fé.
Aflige-nos pensar na hipótese de, diante dos mais diversos problemas futuros, a Fraternidade vir a esfacelar-se pela sagração de bispos desunidos entre si pela divergência doutrinária, cada um arrogando para si fidelidade à tradição católica. E tudo isto por conta da recusa da submissão à autoridade da Igreja. Seria, com efeito, um esdrúxulo protestantismo tradicionalista.
Por isso tudo queremos assegurar a V. Exa. Revma. nossas orações para que tenha as luzes e a força do Espírito Santo para conduzir a bom termo o processo de reconhecimento canônico da Fraternidade Sacerdotal São Pio X para o bem de toda a Igreja. É perfeitamente possível, com muito sofrimento e humildade, para glória de Deus e salvação das almas, lutar pela tradição da Igreja sob a autoridade do papa.
Rogando sua bênção,
Pe. João Batista de Almeida Prado Ferraz Costa

A vontade de Deus explicada segundo os santos

 



A vontade de Deus é a origem de todas as coisas. 
SANTO AGOSTINHO

– Deus é como o médico: não atende aos desejos do doente; atende apenas às exigências de sua saúde. 
SANTO AGOSTINHO

– Senhor, dá-me forças para executar aquilo que ordenas. Depois ordenas o que quiseres. SANTO AGOSTINHO.

– Quando fazemos a vontade de Deus, faz-se a vontade de Deus em nós. 
SANTO AGOSTINHO

– Se num piso nivelado pões um tronco torto, ele não se encaixa, não se adapta. A vontade de Deus é reta; a tua, torta. Parece-te fora a de Deus porque não podes encaixar-te nela? Endireita a tua, não queiras entortar a Dele. Queres que haja união? Corrige-te. 
SANTO AGOSTINHO

– Se estivermos unidos à vontade divina em todas as tribulações, é certo, vamos nos tornar santos e seremos os mais felizes do mundo. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Fazer o que Deus quer e querer o que Deus faz. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– O verdadeiro amor consiste em nos conformarmos em tudo, com a vontade de Deus, em renunciar a nós mesmos e em preferir o que mais agrada a Deus, somente porque ele o merece. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– A santidade consiste: primeiro, numa verdadeira renúncia de si mesmo; segundo, numa total mortificação das próprias paixões; terceiro, numa perfeita conformidade com a vontade de Deus. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– É no sofrer e no abraçar com alegria as coisas desagradáveis e contrárias ao nosso amor próprio que se conhece quem ama de verdade a Jesus Cristo. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Não podemos ter maior garantia de agradarmos a Deus, do que aceitando de boa vontade as cruzes mandadas por Ele. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Não só devemos receber com resignação as provações vindas diretamente de Deus, tais como as doenças, a nossa limitação, a perda acidental de alguma coisa, mas também tudo o que nos vem indiretamente de Deus e diretamente dos homens: as perseguições, os roubos, as injúrias. Na verdade, tudo nos vem de Deus. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– As almas fortes e desejosas de pertencer só a Deus não lhe pedem senão luz para discernir a sua vontade e força para a cumprir perfeitamente.&nbs
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SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Os santos consideram como presentes as doenças e as dores que Deus lhes manda. SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Todos os sofrimentos vêm das mãos de Deus, diretamente ou indiretamente através dos homens. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Quem se une à vontade de Deus, vive e se salva; quem dela se separa, morre e se perde. SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Todas as obras divinas têm o selo da cruz. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Senhor! Eu nem desejo sarar nem permanecer doente. Somente quero o que vós quereis. SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Ó vontade de meu Deus, toda santa, toda amável, quero abraçar-vos. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– A vontade própria é a ruína das virtudes, a fonte de todos os males, a única porta do pecado e da imperfeição, arma favorita do tentador contra os religiosos, o carrasco de seu escravos, o inferno antecipado. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Devem
os rezar para saber o que Deus quer de nós e lhe pedir sua ajuda para cumprir a sua vontade. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Podemos ter a gloria do martírio sem derramar o nosso sangue, com a simples aceitação heróica da vontade de Deus. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Nisso consiste tudo o que precisamos fazer para sermos santos: renunciar a nós mesmos e não seguir nossa vontade própria. 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

– Venham de onde vierem as adversidades são instrumentos Meus que fazem meus servidores padecerem no corpo; perseguidos pelo mundo nada sofrem no espírito. Identificaram-se com a minha vontade e até se alegram em tolerar males por mim. 
SANTA CATARINA DE SENA – Diálogo

– O homem conformado à minha vontade é desapegado de si mesmo, vence o mundo, o demônio e a carne; ao chegar o momento da morte, seu falecimento acontece na paz. SANTA CATARINA DE SENA – Diálogo

– O estado de união consiste na transformação total da vontade humana na divina, de modo que nela nada haja de contrário a essa vontade, mas seja sempre movida, em tudo, pela vontade de Deus. Por isso dizemos que, nesse estado, as duas vontades formam uma só – a de Deus. 
SÃO JOÃO DA CRUZ

– Mesmo que realizes muitas coisas, não progredirás na perfeição, se não aprenderes a negar a tua vontade e a sujeitar-te, deixando a preocupação de ti próprio e das tuas coisas. SÃO JOÃO DA CRUZ

– Ainda que estejas no sofrimento, não queiras fazer a tua vontade, pois terás assim o dobro do sofrimento. 
SÃO JOÃO DA CRUZ

– É atrevimento muito grande querer eu escolher caminho pra mim. O mais seguro é não querer senão o que Deus quer. 
SANTA TERESA D’ÁVILA

– Não é uma boa oração apegar-se somente à vontade de Deus? 
SÃO FRANCISCO DE SALES

– Cada um de nós tem suas próprias opiniões e isso não se opõe à virtude. O que se opõe à virtude é o apego que temos às nossas opiniões. 
SÃO FRANCISCO DE SALES

– Desde que dirijamos o olhar para Deus, não devemos nos perturbar. Quer tudo revire para o ar, não digo somente em redor de nós, mas em nós, isto é, quer nossa alma esteja triste, alegre, mansa, em amargura, em paz, perturbada, iluminada, em trevas, entusiasta, enfadada, árida, terna; quer o sol a queime ou o orvalho a refresque, faz-se necessário que o extremo do nosso coração, nosso espírito, nossa vontade se volte incessantemente para o amor de Deus. 
SÃO FRANCISCO DE SALES

– O que glorifica a Deus não são as nossas obras, mas a nossa resignação e conformidade na nossa vontade com a do Senhor. – 
SANTO AFONSO DE LIGÓRIO