Mais uma loucura pós Vaticano II que não dá certo! É mais uma comunidade que mistura padres, leigos e religiosos, consagrados e semi-consagrados, cheios de "amor" "transbordante" de... sentimentalismo irrealista!
 
É muito instrutivo ver "ao vivo" que o desprezo da sabedoria milenar da Igreja no trato com os religiosos, pregando a tola alegria da despreocupação com a lei de Deus e com a doutrina, acaba na tristeza do pecado...
 
Senão, leia-se  a auto-analise abaixo. 
 
Salve Maria!
Lucia Zucchi

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Il Vaticano ha rimosso il fondatore della comunità missionaria di Villaregia per "gravi atti immorali nei confronti di alcune missionarie". Rimossa anche la cofondatrice


Rovigo, il Vaticano rimuove un sacerdote


Colpevole di "atti immorali" con missionarie


Il prete era responsabile della comunità di Villaregia. Via anche la cofondatrice


Il Vaticano ha rimosso dal suo incarico il fondatore della comunità missionaria di Villaregia (Rovigo), padre Luigi Prandin. Il sacerdote, 73 anni, è stato sospeso perché accusato di "gravi atti immorali nei confronti di alcune missionarie". Al termine dell'indagine del Pontificio consiglio è stato tolto l'incarico anche alla cofondatrice della comunità, Maria Luigia Corona, che sarebbe stata a conoscenza dei fatti ma li avrebbe taciuti.

La notizia è stata diffusa dal "Gazzettino", dove si specifica che gli atti in questione risalgono al "passato". Al posto di Prandin, l'organismo vaticano ha nominato un commissario, il sacerdote canossiano Amedeo Cencini, che avrà ora il compito di guidare le 14 case della comunità nel periodo di transizione. 

I gravi "atti immorali", ovvero atti sessuali con alcune missionarie, secondo la ricostruzione del quotidiano, sarebbero avvenuti in alcune delle sedi al'estero della comunità, che è presente soprattutto in Sud America. Padre Luigi è stato per lunghi anni in Amazzonia. La comunità di Villaregia, intanto, si è chiusa nel più assoluto riserbo: "Viviamo nella sofferenza, ma nulla è cambiato nella vita giornaliera", hanno detto alcuni missionari. "Alla fine emergerà la verità - aggiungono altre fonti -. Speriamo che i calunniatori si pentano".

Lo scandalo sarebbe scoppiato dopo l'invio di alcune lettere anonime indirizzate anche al vescovo di Chioggia, diocesi della quale fa parte la comunità di Villaregia, la cui casa madre è a Porto Viro (Rovigo). La comunità missionaria polesana conta circa 500mila simpatizzanti.

Fonte: NC -Notícias Católicas



4 comentário (s):

zimmerer disse...

É claro que será necessario que meu comentário seja aprovado, o que sei que não acontecerá... Existem pessoas que só postam o que querem ouvir e os favorecem, mas acima de tudo acredito numa Igreja democrática, uma Igreja livre, e não retrograda, que põe suas esperanças no passado e nunca será capaz de olhar as necessidades do anúncio presente. Isso é uma pena! Melhoras meu amigo... Alan Zimmerer

zimmerer disse...

Aposto que depois do Vaticano Segundo nem tudo na sua vida deu certo, mas nem só por isso suas boas obras se tornaram tão invalias. Não acredito que o momento seja para condenar ninguem, pois já existem aqueles que são responsaveis por exercer esse papel, e bem o sabemos que exercem com ´´prazer``, mas acredito que esse é o momento de dobrarmos nossa lingua e vermos que muitas vezes cometemos horrores piores que esses, e Deus que o diga, e nunca teremos coragem de admitir, e muito menos a capacidade de mesmo em nossas fragilidades levar adiante um ideal evangélico tão belo como muitos são capazes de fazer, pois mesmo que os obreiros não perseverem a obra pode ser de Deus e todos aqueles que forem por ela atingidos podem viver sua experiencia pessoal de forma muito profunda e unica. ´´O todo não pode ser condenado pela impureza da fonte, pois a ação de Deus no percurso da história de uma obra pode purifica-la por fidelidade àqueles que dela se alimentam e o amam.`` Alan Zimmerer

isabella maria R R disse...

Concordo com o Alan Zimmerer, não é hora de se julgar ninguem até porquê os fatos estão sendo averiguados agora, até que se prove o contrário ele é inocente. Mesmo se for verdade, as pessoas estão tão bombardeadas e estimuladas a verem apenas os fatos negativos e chocantes que fazem a midia "vender" suas matérias que esquecem de observar as obras positivas que a CMV (fundada pelo Pe. Luigi e Maria Luigia) incutiu na vida das pessoas, a acolhida com os pobres e o anúncio da Palavra de Deus sem fronteiras. Se Deus quiser tudo será devidamente esclarecido e agora é um momento de muita oração e amadurecimento na vida da comunidade.

Marcel disse...

Comentando algumas frases de Alan:

"Aposto que depois do Vaticano Segundo nem tudo na sua vida deu certo, (...)"

Parece-me haver aí uma confusão de conceitos. Desde quando o critério para se avaliar um Concílio é "a vida do indivíduo dar certo"? Isso supõe uma visão estritamente material das coisas, como se fosse sinal de bem-aventurança o progresso material ou mesmo sucesso carreirístico. Os judeus que rejeitaram a Cristo e os calvinistas também incorreram nesse erro. E, pelo contrário, os grandes ascetas católicos geralmente identificam o progresso espiritual das almas com o padecimento material por que passam...


(...) mas nem só por isso suas boas obras se tornaram tão invalidas.

Ademais, falta ao contenedor não só uma correlação mais sensata de causa e efeito para falar dos "frutos do Concílio". O que seriam suas "boas obras": um ecumenismo no espírito de que "fora da Igreja também há salvação", para se passar para uma seita protestante ou mesmo budista? Ou o "oba-oba" (tanto no aspecto material quanto o sentimental) de diversas "novas comunidades", que só o que fazem é causar uma euforia momentânea?


(...)mas acima de tudo acredito numa Igreja democrática, uma Igreja livre, e não retrograda, que põe suas esperanças no passado e nunca será capaz de olhar as necessidades do anúncio presente.

É bem discurso de teologia da libertação mesmo! Falso até a medula. Por quê?

Cristo não foi democrático. Ele não aderiu democraticamente aos erros dos fariseus. Usou de Sua autoridade ante aqueles que a contestavam. Não deu direito de voto nem aos Doze. E confiou o apascentamento de todo o Seu rebanho a um apenas (Pedro), e não igualmente aos outros Dez Apóstolos. Mesmo nos demais escritos do Novo Testamento não se vê democracia entre os Apóstolos, e sempre a figura de Pedro é central, embora o papel de ensino - eu disse ensino, não governo! - dos Apóstolos fosse idêntico entre eles. E assim, num passado que já foi presente e tornar-se-ia futuro, a Igreja jamais se curvou às inovações do passageiro e do heterodoxo. Não fosse isso, e talvez hoje não crêssemos na Divindade de Cristo, nem em Sua Real Presença em Corpo, Sangue, Alma e Divindade nas espécies consagradas na Missa, entre tantos outros elementos caros à verdadeira fé cristã. Bem se vê que, longe de ser ruim, é benéfico que a Igreja seja sempre sem democracia e sem complexo de "retrógado vs. vanguardista". A Verdade, tal como Deus, não é presa ao tempo.

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