Preparação para Consagração à Nossa Senhora pelo Método de S. Luis de Montfort – AQUI NO BLOG





Caríssimos,

Salve Maria!

Comemoramos em 2012 os 300 anos do TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM escrito por S. Luís G de Montfort. Este celebre livro nos propõe uma Consagração Especial à Nossa Senhora e muitos a conhecem como a ” Consagração segundo o método de S. Luis G. de Montfort”.

Diante desta grandeza que é o ATO DE CONSAGRAÇÃO TOTAL À NOSSA SENHORA, começaremos neste blog uma preparação para quem desejar consagra-se, todavia é um programa que deve ser obedecido.

1. A preparação começará na próxima segunda-feira dia 22 de outubro. Todas a segundas será postada a preparação que deve ser seguida durante a semana. Toda a preparação será concluída no dia 19 de novembro.

2. A consagração será no dia 27 de novembro, dia de NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS.

3. É obrigatório a leitura do TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO ANTES DO INICIO DA PREPARAÇÃO ( para os que ainda não leram )Não é um livro tão grande e pode ser lido com tranquilidade. Acabada a leitura, deve-se recomeçar, de forma mais atenta durante as semanas preparatórias.

4. Embora S. Luís não obrigue, é importante o consentimento de seu Diretor Espiritual ou Confessor (para aqueles que não tem um DE).

5. S. Luís nada fala sobre isso, visto que a consagração é ato interior, mas é importante que a consagração seja feita diante do Santíssimo, ou da Imagem da Virgem, na presença de um sacerdote, se existe essa possibilidade

Abaixo algumas dúvidas mais frequentes e os esclarecimentos ( Fonte site: Consagra-te)

Com minha bênção

Pe. Marcélo Tenorio

***

1. Em que a Consagração proposta por São Luis Maria Montfort se diferencia das demais consagrações a Santíssima Virgem?

A Consagração proposta por São Luis é uma Consagração total, da pessoa inteira, como fala na própria fórmula da consagração, em “corpo, alma, bens exteriores, bens interiores, valor das obras boas passadas, presentes e futuras.”
E aqui é importante esclarecer: o que é este valor das boas obras?
Segundo o próprio São Luis explica, é o valor espiritual de todas as nossas obras de virtude, que se dá em 3 aspectos:
– Valor meritório: aumenta o nosso grau de glória no céu..
– Valor satisfatório: diminui a nossa eventual pena no purgatório
– Valor impetratório: é o valor que podemos “aplicar”, oferecendo uma obra de virtude por uma intenção em particular. Por esta consagração, nós nos entregamos inteiros a Virgem, e inclusive entregamos o valor das nossas boas obras, nos despojando daquilo que seria um “direito” nosso, para que Ela possa dispor deste valor livremente, e usar da forma como for melhor.
Por exemplo: por esta consagração à Virgem pode usar o valor de uma boa obra nossa para converter uma pessoa do outro lado do mundo, que nem conhecemos, que só conheceremos no céu! A explicação deste ponto encontra-se nos números 121 a 125 do Tratado.
2. Isto significa que esta consagração é superior as outras formas de consagração a Virgem?
Não necessariamente, se em outra forma de Consagração a pessoa se consagra com a consciëncia e a intenção de, entregando-se totalmente, consagrar também os seus bens espirituais, como explicamos acima, mesmo que a fórmula desta outra forma de consagração não explicite isso.
O diferencial da forma proposta por São Luis Montfort é que a fórmula expressa isso claramente, e a leitura do livro, bem como os 30 dias de preparação que ele propõe, tem como objetivo preparar a alma para este ato de Consagração Total.
3. Isso significa que, fazendo a Consagração, eu poderei me prejudicar no sentido de sofrer mais no purgatório, por ter renunciado aos meus bens espirituais?
São Luís responde sobre isso claramente no Tratado (n. 133), e diz que não!
Que Nosso Senhor e Sua Santíssima Mãe são mais generosos neste e no outro mundo, com aqueles que mais generosos lhe forem nesta vida… Ou não confiamos na Justiça e na Misericórdia de Deus?
Como acontecerá isso, não sabemos, é um mistério!
Pois está é a renúncia do Evangelho: é renunciar é ganhar cem vezes mais (Mc 10, 28-31). É perder pra ganhar.
Mais do que uma renúncia, poderia-mos dizer, a Consagração é um investimento; é colocar nossos bens mais preciosos nas Mãos Daquela que sabe administrá-los melhor do que nós, porque é a Grande Tesoureira de Deus; é colocar nossos bens na Arca do Imaculado Coração de Maria.
Alguns sugerem que Deus e Sua Mãe usem os bens espirituais de um consagrado para beneficiar outros consagrados.
Assim, os bens espirituais entregues nas Mãos Imaculadas da Virgem Maria multiplicam o seu valor, e os bens de um consagrado podem beneficiar muitos outros consagrados, e todos aqueles que Deus desejar.
4. Isso significa que, tendo feito a Consagração, eu não poderei mais fazer pedidos a Deus e a Virgem?
Poderei, sim, é o que São Luis responde no Tratado (n. 132).
O que eu não poderei mais é oferecer o valor das minhas obras por uma intenção particular (ex: fazer um jejum por uma determinada intenção), pois o valor das minhas obras, no ato de Consagração, já foi oferecido a Virgem, para que Ela, que sabe adminsitrar melhor do que, disponha livremente deste valor, para usa-lo segundo o Seu Coração.
Já fazer pedidos, eu posso; e com mais confiança ainda: pois serão os pedidos de um súdito que, por amor, entregou todos os seus bens a Sua Amada Rainha, e pede com a confiança de quem sabe que conta com toda a benevolência Dela.
Obs: São Luis ainda garante que essa Consagração é compatível com o estado de vida de cada um, e por isso não prejudica os deveres de estado de cada vocação; por exemplo, de um sacerdote que, por dever ou outro motivo, deve oferecer a Santa Missa por alguma intenção particular; pois a Consagração deve ser feita segundo a Ordem de Deus e os deveres de estado de cada vocação (n. 124).
5. Em que sentido se dá a “escravidão” à Virgem Maria? Parece algo tão estranho este termo…
É “estranho” porque precisa ser compreendido em seu significado espiritual. Se dá no mesmo sentido que a Virgem disse ao Arcanjo São Gabriel na Anunciação: “Eis aqui a Escrava do Senhor, faça-se em mim conforme a Tua Palavra.” (Lc 1,38) Se dá também no sentido do que Jesus viveu, como diz São Paulo aos Filipenses (F2, 7): “Aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de Escravo”.
São Luis mostra que naquela época não existia “servos / empregados” como existe hoje, e existia apenas escravo. A diferença é que o servo não depende totalmente do seu senhor, o escravo depende! A Virgem, em sua liberdade, é Escrava por Amor, porque quis se entregar inteiramente ao Serviço do Seu Amado, do Deus que Ela ama! Por esta consagração total, seguimos o exemplo da Virgem, nos entregando, por amor, para sermos “escravos de Jesus”, ou “escravos de Jesus por Maria”, ou ainda “escravos de Maria”. Todos estes termos estão corretos, diz São Luis, entendendo bem o seu significado.
E por esta Consagração, seguimos também o exemplo de Jesus, que se submeteu totalmente a Sua Santíssima Mãe quando se encarnou e foi gerado por Ela!
As referências para este assunto estão nos números 68 a 77 do Tratado, e do número 139 a 143.
6. Há alguma prática exterior obrigatória para que a Consagração se efetive?
Não há no Tratado nenhuma evidência que ateste isso.
Pelo contrário: São Luis fala no Tratado (n. 226) que a Consagração é essencialmente interior.
E que as práticas exteriores (oração do Rosário, do Magnificat, prática da penitência, trazer junto de si um sinal externo da Consagração, ingresso em movimentos marianos, preparação de 30 dias de oração antes da Consagração, etc) são recomendáveis, mas não são moralmente obrigatórias para um consagrado (pois não se faz nenhum voto, nesse sentido, ao se fazer a Consagração), nem são necessárias para que a consagração seja válida.
Até porque São Luis Montfort, que propõe todo este método de Consagração, não criou a Consagração, nem é um rito que ele insituiu; inclusive ele fala de muitos santos que viveram essa Consagração antes dele.
O que São Luis nos dá é um método para nos ensinar e ajudar a se preparar e a viver esta Consagração.
7. A Consagração implica em voto de celibato?
Não. São Luis deixa claro que a Consagração é um ato interior, e não menciona o celibato quando fala dos práticas exteriores recomendáveis.
A consagração do corpo, que a Consagração implica enquanto entrega total da pessoa, pode ser vivida pela virtude da castidade no estado de vida de cada um: os
casados vivendo a sexualidade de acordo com o projeto de Deus, os não-casados vivendo na continência, os celibatários entregando-se inteiramente a Nosso Senhor e sua Mãe Santíssima no seu celibato (ver Catecismo da Igreja Católica, n. 2348-2356).
8. Sou muito pecador! Isso é motivo para não fazer a Consagração?
Não, senão ninguém se consagraria!
É exatamente o contrário: a Consagração Total nos ajuda a sermos santos!
O que São Luis fala que é necessário (n.99), neste sentido, é a firme resolução de evitar o pecado mortal, o esforço para evitar outros pecados e a busca de uma autêntica vida de oração, penitência e apostolado.
O que, de alguma forma, é obrigação de todo o cristão…
9. Existe alguma data específica para que a Consagração seja feita?
Não há evidencias disso no “Tratado”, mas o costume é que seja em uma data mariana.
10. Como são estes 30 dias de preparação?
São orações simples, mas como uma intenção profunda, que São Luis propõe que se faça durante 30 dias, renovando todos os anos quando se renova a Consagração, da seguinte forma (n. 227-233):
A lista das orações e os textos delas encontram-se no apêndice do “Tratado”, ao menos na ediçào das Vozes, com as traduções para o português; as orações podem ser rezadas em português):
– 12 dias preliminares pedindo o desapego do mundo, rezando a cada dia “Veni, Creator Spiritus” e “Ave Maris Stela”.
– 1ª semana (6 dias) pedindo o conhecimento de si mesmo, rezando a cada dia “Ladainha do Espírito Santo” e “Ladainha de Nossa Senhora”.
– 2ª semana (6 dias) pedindo o conhecimento da Virgem Maria, rezando a cada dia “Ladainha do Espírito Santo”, “Ave Maris Stela” e um Terço.
– 3ª semana (6 dias) pedindo o conhecimento de Nosso Senhor, rezando a cada dia a “Ladainha do Espírito Santo”, “Ave Maris Stela”, “Oração de Santo Agostinho”, “Ladainha do Ssmo. Nome de Jesus” e “Ladainha do Sagrado Coração de Jesus”.
11. No dia da Consagração, o que se faz?
Se comunga (estando devidamente preparado, evidentemente; recomenda-se inclusive a confissão no próprio dia, se possível), se escreve a fórmula da consagração (se encontra no final do Tratado, chamada “Consagração de si mesmo a Jesus Cristo, Sabedoria Encarnada, pelas mãos de Maria”) e se assina, atestando a consagração interior.
Recomenda-se ainda que neste dia se faça alguma forma de penitência (n. 231-232).
12. Não li o “Tratado” ainda. Posso me Consagrar, ou iniciar os 30 dias de preparação, mesmo assim?
A nível geral, recomendamos que não se Consagre, e nem mesmo que se inicie os 30 dias de preparação sem a leitura completa do Tratado, pois como se poderá preparar bem para a Consagração, sem a conhecê-la bem?
Além do mais, a Consagração é feita uma vez na vida, e portanto, é importante que se faça com esta preparação.
Até porque a Consagração poderá ser feito em outro momento mais para adiante, após a leitura do livro.
Provavelmente organizaremos outros “arrastões” para a Consagração em grupos em outras datas; e a Consagração também pode ser feita de forma de isolada, em uma data à livre escolha da pessoa.
Assim, recomendamos que iniciem os 30 dias de preparação aqueles que completarem a leitura do Tratado.
13. Falhei em algum exercício prático nos 30 dias ou no dia da própria Consagração, ou então cometi algum pecado mortal durante a preparação. Devo desistir de me consagrar no dia que propus?
Recomendamos, a nível geral, que não desista, e faça consagração!
Pois como dissemos, ela é um ato interior, não depende necessariamente dos atos exteriores de preparação, o demônio odeia a consagração, e poderá se utilizar de um escrúpulo nosso em não ter cumprido 100% a preparação para nos tentar a desistir de fazer.
Por isso, recomendamos que não se desista por algumas falhas nesse sentido.
No caso de uma queda em pecado mortal, que haja, evidentemente, arrependimento e se busque a Confissão o mais rápido possível.

Pastora vice de Ibirité nega que vá perseguir a Igreja Católica



Com atualização às 15h de 17/10/2012

A pastora Dolores de Oliveira Souza (foto), 52, candidata eleita pelo PSDB a vice-prefeita de Ibirité (MG) na chapa do Pinheirinho (PP), negou que vá perseguir a Igreja Católica, diferentemente, portanto, do que diz uma carta distribuída durante a campanha eleitoral atribuindo a ela a intenção de tornar a cidade “100% evangélica em 4 anos”. 

Algumas provas de que o Vaticano II é discutível e criticável



Dois artigos de nosso colaborador Eder Silva estavam prontos para ser publicados, atendendo ao convite – agora indulgenciado – de nosso Papa Bento XVI de voltar ao estudo do Concílio Vaticano II, quando este mesmo dá novas linhas de interpretação ao evento conciliar, no contexto da Abertura do Ano da Fé. Longe de invalidar o que ele mesmo propusera antes, como mostra Eder neste artigo e no próximo que publicaremos, os últimos pronunciamentos do Papa avançam na linha segura de restabelecimento da verdadeira fé da Igreja.
Eder Silva 
“… sabe-se que ele [o Vaticano II] evitou dar solenes definições dogmáticas envolventes da infalibilidade do Magistério Eclesiástico” (Papa Paulo VI, 12 de janeiro de 1966).
Embora todas as evidências indiquem a possibilidade de discussão e crítica aos textos pastorais do Vaticano II, aparecem certos morcegos de internet que, voando sem rumo, persistem em propalar a lendária infalibilidade veementemente atribuída a um Concílio que teve a explícita intenção de ser meramente pastoral, colocando seu “Magistério Autêntico” em nível de democrático diálogo com o povo de Deus.
Não pretendemos fazer um minucioso estudo teológico, provando que os documentos do Vaticano II podem ser discutidos. Neste artigo, focaremos apenas alguns atos significativos do Pontificado do Papa Bento XVI, demonstrando que, por esses atos, o próprio Papa vaticinou o que sempre defendemos em nosso apostolado: que o Concílio Vaticano II pode ser questionado e criticado nos pontos em que se afastou da verdade católica.
O primeiro e mais significativo ato do Papa contra o “inquestionável” Vaticano II, resultou da inesperada fundação do Instituto do Bom Pastor, cuja finalidade se manifestou em dois privilégios que lhe foram outorgados:
1)    Celebrar unicamente a Missa segundo o rito antigo.
2)    Fazer uma crítica construtiva aos textos do Vaticano II
A propósito deste artigo, nos interessa apenas o segundo item sobre a “crítica construtiva”.
Essa possibilidade publicamente reconhecida pelo Romano Pontífice, comprova o que o Papa Bento XVI havi

" SUCURSAL" DO "SALVAI ALMAS" ERRA DATA DO FIM DO MUNDO E QUASE QUE O "MUNDO" DELES ACABA NO PIAUÍ



Caríssimos,
Salve Maria!

Assim terminou a previsão do fim do mundo no Piauí. O mundo não acabou e o povo queria acabar com o mundo do “profeta”.
Li um comentário de uma pessoa amiga que dizia:

“A sucursal piauiense do “salvai almas” também errou nas previsões. Mas a reação por aquelas bandas foi diferente: vizinhos quase mandaram o guru para “outra dimensão”…

Certa vez recebi um e-mail de um seguidor do profeta guru do movimento herege SALVAI ALMAS que inflamado  me dizia que se uma só previsão não acontecesse ele seria homem bastante para pedir publicamente perdão e abandonar os ” salvadores do mundo…” Ora, ora até agora NADA ACONTECEU, ” PARA NOSSA A-LE-GRI-A e esse senhor “de palavra” sumiu do mapa….

Bem, para o Salvai Almas o mundo acaba mais tarde,  agora em dezembro….

Pipocas, pipocas, guaranás gelados que nos acompanhem nessa trama do ” outro mundo”!…..

Pe. Marcélo Tenorio




Aliny Gama

Magister: Las cinco jornadas "conciliares" del Papa‏




Caros amigos,
Salve Maria!


A reinterpretação do Concilio feita pelo Papa está em plena ação… 

SM
Lucia Zuchi



Las cinco jornadas “conciliares” del Papa

Con seis intervenciones sobre el Vaticano II, a cincuenta años de su inicio. A continuación, 

una nota de Pietro De Marco sobre el “paradigma externo” que condiciona la interpretación 

y la recepción de ese acontecimiento 

PASTOR SILAS MALAFAIA RESPONDE A FERNANDO HADDAD E AO MOVIMENTO PARA CENSURAR OS EVANGÉLICOS




Como vocês viram, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, dá uma dura dura resposta ao candidato do PT à Prefeitura, Fernando Haddad. Mas não só a ele, não. Na prática, também fala a setores importantes da imprensa paulistana. Por quê?
Alguns líderes religiosos, Malafaia entre eles, têm declarado seu apoio à candidatura do tucano José Serra — assim como outros escolheram Haddad. Mas o petista não teve dúvida: acusou o adversário de estar “instrumentalizando a religião”. É a ladainha de sempre dos partidários do PT: quando recebem apoio, isso é motivo de júbilo; pelos mesmos motivos, demonizam seus adversários. E com a ajuda da imprensa, sim.
Malafaia lembra o óbvio: todos os setores da sociedade têm o direito e até o dever de se expressar. Por que os crentes não podem? Há uma diferença entre uma igreja ter um partido político e seus fiéis e líderes expressarem uma opinião política. A verdade insofismável é que se pretende censurar o voto dos religiosos, como se essas pessoas não pertencessem à sociedade brasileira. Podem votar, desde que caladas. Um debate dessa natureza não existe em nenhum lugar do mundo democrático. Imaginem se, nos EUA ou na Itália alguém a tanto se atreveria.
No Brasil, confunde-se o laicismo — e o estado, felizmente, é laico! — com ateísmo oficial e obrigatório. Não! O Brasil não é a Coreia do Norte, em que o único culto permitido é aos tiranos.
Os petistas e esses setores da imprensa não se incomodam — e se regozijam com o fato — quanto setores cristãos, católicos ou evangélicos, se alinham com o PT. Malafaia lembrou, como vocês viram, que ele foi o representante dos evangélicos no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do governo Lula, de quem já foi eleitor. Naquele tempo, claro!, os petistas o consideravam um grande cara. Agora, quando ele não apoia Haddad em São Paulo, então é só um fundamentalista!
Kit gayO pastor Malafaia diz o óbvio: é preciso, sim, combater a homofobia nas escolas — aliás, é preciso combater todas as formas de preconceito, inclusive, digo eu, aquele que existe contra os alunos inteligentes e estudiosos. Mas era isso o que fazia o kit gay? Não! Aquilo caracterizava, de fato, apologia de uma prática sexual, dirigida a crianças e adolescentes. O material foi produzido por ativistas, não por educadores.
A grande imprensa, como vocês viram, sempre se negou a ler o que está escrito lá e a prestar atenção aos textos dos filmes. Finge, em razão de seu engajamento, que todos os críticos daquele lixo educacional, são homofóbicos, o que é uma piada.
Como Haddad não quer ser confrontado com a sua própria biografia — e como seus porta-vozes no jornalismo pretendem preservá-lo de si mesmo —, então o debate sobre o kit gay só é feito por intermédio do ataque aos religiosos, especialmente aos evangélicos.
Em 2010, essa mesma imprensa e esse mesmo PT impuseram censura a um setor da Igreja Católica, que foi perseguido pela Polícia Federal porque tentou, vejam que grande crime!, recomendar aos católicos que não votassem em candidatos favoráveis ao aborto. Para escândalo da verdade e dos fatos, a opinião de Dilma, favorável à LEGALIZAÇÃO do aborto, foi tratada por certo jornalismo como mero boato. Até hoje, há delinquentes que sustentam que tudo não passou de uma invenção do PSDB, de uma “agressão” de… Serra! Eleita presidente, Dilma escolheu para ministra das mulheres uma senhora que confessou ter sido aborteira e que militava numa ONG que defendia que as grávidas aprendessem, elas mesmas, a fazer o próprio aborto. Como se a eliminação do feto se confundisse com a higiene íntima.
Mas isso tudo já é história.
O movimento de censura está de volta. Malafaia reage a ele. E faz muito bem. Será que a imprensa “progressista” tolera que a livre expressão do pensamento? Ou ela só seria tolerável desde que alinhada com a metafísica influente nas redações? Malafaia não tem nada a aprender com certo jornalismo em matéria de liberdade de expressão, mas esse jornalismo tem o que aprender com Malafaia. Ou alguém tente me provar que estou errado segundo a Constituição da República Federativa do Brasil.

RATZINGER, O LATIM E O VATICANO II







El futuro Papa al principio de la asamblea seguía posiciones progresistas que después habría abandonado. Hoy interpreta críticamente algunos documentos de la época



ANDREA TORNIELLI


CIUDAD DEL VATICANO


Los casi tres mil obispos que el 11 de octubre de 1962 desfilaron vestidos con sus paramentos por la Plaza San Pedro para inaugurar el Concilio Ecuménico Vaticano II, nacido gracias a la valiente intuición del anciano Juan XXIII, «no podían y no querían crear una fe distinta o una Iglesia nueva, sino comprenderlas de modo más profundo y, por consiguiente, realmente “renovarlas”». Lo escribe Benedicto XVI, que como joven teológo participó en el Vaticano II, primero como experto del cardenal de Colonia y luego como perito. El texto inédito de Ratzinger, un prefacio a sus escritos sobre el Concilio, fue publicado por “L’Osservatore Romano” en el número especial dedicado al 50 aniversario del evento que marcó la vida de la Iglesia del siglo XX.
El mundo estaba viviendo sus “Golden Sixties”, el auge económico, el principio de la sociedad de consumo, la televisión, el mito de la “nueva frontera” de Kennedy. La Iglesia respiraba ese optimismo y se dejaba influir. En Roma, hace 50 años, el profesor Ratzinger estuvo al lado de los obispos del norte de Europa que apenas soportaban los esquemas conciliares que había elaborado la Curia romana. «Sin duda –contaría el futuro Papa– la renovación bíblica y patrística, que se había dado en las décadas anteiores, había dejado solo pocas huellas en estos documentos; estos daban una impresión de rigidez y de poca apertura, de un excesivo vínculo con la teología escolástica, de un pensamiento demasiado profesoril y poco pastoral».
El Vaticano II siguió su camino, entre discusiones y no pocas dificultades, pero habría terminado por cambiar el rostro del catolicismo, gracias a un Papa como Pablo VI, capaz de llevar a cabo el «milagro» de llevar a buen puerto la asambrea y casi con la absoluta unanimidad. La liturgia fue renovada, se profundizó la colegialidad episcopal, se impulsó el ecumenismo, se reconoció la necesidad de una mayor responsabilidad de los laicos en la Iglesia.
El joven Ratzinger era un convencido defensor de la necesidad de una reforma litúrgica, y consideraba que era necesario «forzar el muro del latín», para que la liturgia volviera a ser un anuncio y una invitación a la oración, depurada de las «cosas superfluas». Pero antes de que terminara el Concilio Vaticano II, en diciembre de 1965, había comenzado una lento y progresivo alejamiento de las corrientes teológicas progresistas por parte del futuro Pontífice. «Cada vez que volvía a Roma –escribió Ratzinger– percibía en la Iglesia y en los teólogos un estado de ánimo cada vez más agitado. Aumentaba cada vez más la impresión de que en la Iglesia no había nada estable, de que todo podía ser objeto de revisiones. El Concilio se parecía cada vez más a un gran parlamento eclesial, que podía cambiar todo y revolucionar cada cosa a modo propio».
Tan era así que «en la Iglesia católica, por lo menos a nivel de su opinión pública, todo parecía objeto de revisión, incluso la profesión de fe ya no parecía intangible, sino sujeta a las comprobaciones de los estudiosos».
«No cambié yo; cambiaron los demás», diría Ratzinger al respecto. De hecho, nunca se habría alejado del Concilio y sus reformas, por ello quienes lo presentan en la actualidad como un Papa que pretende hacer retroceder el reloj de la historia se equivocan, y mucho. En lugar de ello, Ratzinger criticó, en medio del torbellino post-conciliar, la tendencia a discutir todo, incluyendo el Credo, invocando siempre el espíritu del Vaticano II.
Hoy, 50 años después, en el texto que publicó “L’Osservatore Romano”, Benedicto XVI reconoce que el Concilio, justamente en su impulso de apertura hacia el mundo, no fue capaz de aclarar bien lo que era «esencial y constitutivo de la era moderna». Al escribir de esta manera, el Papa esboza algunos apuntes sobre la Constitución Conciliar “Gaudium et spes”, en los que recuerda que los dos temas clave de la relación con la modernidad (la libertad religiosa y el diálogo entre las religiones) fueron afrontados en el Concilio con dos documentos menores, las declaraciones “Dignitatis humanae” y “Nostra aetate”. El Papa teólogo también hace una pequeña crítica a este último texto, que se concentra en la relación con los judíos y con las demás religiones, porque «habla de las religiones sólo de un modo positivo, ignorando las formas enfermizas y distorsionadas de religión, que desde el punto de vista histórico y teológico tienen un gran alcance; por eso la fe cristiana ha sido muy crítica desde el principio respecto a la religión, tanto hacia el interior como hacia el exterior».

Afirmación más que comprensible en nuestra época, ante el fenómeno de los fundamentalismos. El Vaticano II, pues, rsintió el optimismo de los años sesenta. Pero fue un evento decisivo para depurar a la Iglesia y para insistir sobre la evangelización, que Ratzinger considera tan dramáticamente urgente como para convocar al Año de la Fe que comienza justamente hoy.