MAÇONARIA HOMENAGEIA O CONCÍLIO VATICANO II


Monumento maçônico feito em honra do Papa Paulo VI no Sacro Monte di Varese, na Lombardia .

A homenagem dos maçons ao Concílio. “O Vaticano II ensinou aos crentes o valor do diálogo como método que torna possível o encontro entre os homens, para além de todo credo ou filiação; a se sentirem parte de uma comunidade em movimento. A nós, laicos, ensinou a reconhecer a humanidade da Igreja. Depois de 50 anos, esta mensagem de paz, de concórdia e de fraternidade entre todos os homens está mais viva do que nunca e é necessária para reagir à crise de valores que ameaça o nosso mundo moderno”, disse Gustavo Raffi, grão-mestre do Grande Oriente da Itália, ao recordar o aniversário da abertura dos trabalhos do Concílio Vaticano II. 

“O Concílio — afirmou — obrigou os homens da Igreja a encarar a sociedade no momento em que ela se estava abrindo à modernidade. Entre os resultados, uma nova concepção de uma instituição que corria o risco de permanecer fechada na torre de marfim da doutrina e que, no entanto, decidiu abrir as portas aos homens. É triste ter que constatar que atualmente este grande impulso para uma visão mais humana da Igreja tenha sido substituído com um enfoque dogmático, por uma atitude fechada”, enfatizou. “A Maçonaria, há séculos, ensina a enxergar mais além dos horizontes dos dogmas e das diferenças — explicou Raffi –, abrindo o coração ao encontro com o outro, com uma nova disposição de conhecimento e de respeito.

Esperamos que a Igreja volte a se abrir ao mundo, inspirando-se justamente nesta breve e corajosa primavera que representa o Concílio Vaticano (II) e no exemplo, frequentemente esquecido, do Papa Montini, para que aceite dialogar, sem preconceitos, com todos os homens de boa vontade”. A história das relações entre a Igreja e a maçonaria está marcada por momentos de enormes fechamentos, fases de abertura e de diálogo. O problema se encontra nas questões mais delicadas que afetam a Igreja. Trata-se de uma história pouco conhecida, cheia de condenações pontifícias (sobretudo nos séculos XVIII e XIX), mas também com momentos contraditórios no século XX. O primeiro pronunciamento Papal sobre a maçonaria se deve a Clemente XII, que, em 28 de abril de 1738 (a 21 anos do nascimento oficial do grupo), promulgou a bula “In eminenti”, com a qual declarou a incompatibilidade entre a Igreja e a maçonaria. A partir de então, se desenvolveu um percurso altamente problemático ao longo da história.

Fonte:http://www.arautoveritatis.com/2012/10/maconaria-reconhecendo-os-meritos-do.html

3 respostas para “MAÇONARIA HOMENAGEIA O CONCÍLIO VATICANO II”

  1. EIS O ULTRA RELATIVISTA FARISEU GUSTAVO RAFFI!
    Será que as considerações e pretensos elogios do acima não indicam adesão às suas aspirações por conseguirem infiltrar na Igreja e doravante a poder manipular?
    Se tivesse sido pronunciado aos fariseus do Templo de Jerusalém não lhes causaria tanto rancor pelo teor de falsidade a ponto de não o suportarem até ao fim?
    Não vociferariam contra o palestrante e rasgando as vestes e com palavrões excomunicatorios as lançaria sobre ele?
    Foi o que me pareceu das palavras ferinas do Raffi, algo elogiosas mas por detrás a implacável censura de apenas agora a Igreja admitir diálogo(?) com a maçonaria.
    Como se fosse possível o conluio entre Cristo e o diabo…
    Pareceu-me que foram o enquadramento das palavras do saudoso Papa Paulo VI: “a fumaça de Satanás entrou nas frestas da Igreja” e esse era seu representante que estará doravante a representá-lo por meio de altos hierárquicos traidores da fé e mesmo outros ordenados subalternos.
    E idem leigos dissensos complementarão o número dos apóstatas a colaborarem na instalação do reino do anti Cristo.

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