Na Basílica de São Pedro: confirmada Missa Tridentina Solene na Peregrinação Summorum Pontificum em outubro

Sob a autoridade do Santo Padre Francisco, a Santa Missa no rito de sempre será novamente celebrada solenemente em Roma.
Fonte da tradução: Missa Tridentina em Brasília
Notícia de: Riposte Catholique
Uma feliz notícia: o Cœtus Internationalis Summorum Pontificum anuncia uma segunda edição da peregrinação à Roma do “povo Summorum Pontificum”, em outubro, e a celebração de uma missa pontifical na Basílica de São Pedro  por ocasião da véspera da festa de Cristo Rei. Veja o comunicado do CISP:
O “povo Summorum Pontificum” de volta à Roma para a conclusão do Ano da Fé
O Cœtus Internationalis Summorum Pontificum (CISP) tem a alegria de anunciar que concluirá o Ano da Fé como começou: por uma peregrinação Ad Petri Sedem.
Depois do sucesso espiritual da peregrinação de 2012, o “povo Summorum Pontificum” se reencontrará em Roma para testemunhar a eterna juventude da liturgia tradicional sobre o Túmulo do Apóstolo. O CISP quer assim participar na harmonia e edificação da Igreja universal, na docilidade à ação do Espírito Santo.
Para responder ao encorajamento a “seguir adelante” – do Cardeal Cañizares Llovera, Prefeito da Congregação para o Culto Divino, na ocasião da peregrinação de novembro – o CISP tinha solicitado, no início deste ano, a disponibilidade da Basílica de São Pedro ao seu Arcipreste, o Cardeal Angelo Comastri. Neste 14 de março, o Cardeal Comastri confirmou a disponibilidade da basílica no sábado 26 de outubro próximo, às 11 horas, para a celebração solene que será o ponto alto da peregrinação.
O Cœtus Internationalis Summorum Pontificum agradece ao Cardeal Comastri pela sua hospitalidade e convida todos os grupos ligados à forma extraordinária do rito romano a se preparar desde já pela oração pela peregrinação e se associar ativamente à sua organização
Cf.

A TL profética: Unisinos e Página 12

Francisco Dom Bergoglio

Poucas organizações dentro da Igreja Católica foram tão críticas ao Pontificado de Bento XVI como a famigerada e progressista Unisinos. Trata-se de uma universidade de Jesuítas no Rio Grande do Sul, onde se abrigam alguns repteis pré-históricos da Teologia da Libertação.
Se foram surpresas para o mundo todo a renuncia do Papa e a eleição do Cardeal Bergoglio, a Unisinos,  divulgando uma notícia do jornal “Página 12”, um pasquim de esquerda argentino,   “profeticamente” incorporando sabe-se lá que espírito carismático, previu a ambos os fatos em abril de 2010.
Mas como estamos em época de surpresas, não é mais possível acessar o artigo no site da Unisinos. Foram os técnicos da Internet que conseguiram recuperá-lo. Quem quiser conferir pode acessar:
Será modéstia da Unisinos não querer que reconheçam sua própria magnífica visão de futuro? Será respeito ao antigo confrade? Será que o receio a uma condenação papal que não existiu no reinado de Bento XVI agora é considerado?
Mais do que saber por que o artigo foi retirado do site da Unisinos,  vale a pena pensar como foi possível fazer esta previsão. Quem articulava e quem participava da “operação conclave” de Bergoglio? Evidentemente ele não podia fazer isto sozinho.
O artigo não esclarece porque Bergoglio se preparava para a renuncia do Papa. Teria ele informações privilegiadas? Porque ele nutria tanta esperança na eleição? E se a preparação foi tão longa, por que ninguém mais na imprensa estava ciente desta “operação”, às vésperas do Conclave?
O artigo publicado pela Unisinos encontra-se a seguir:
Comentário Alberto Zucchi
Artigo publicado pela Unisinos
Segunda, 12 de abril de 2010
A “operação conclave” de Bergoglio
Quando a publicação mais importante da Alemanha, a revista Der Spiegel, se refere ao “papado falido” do seu compatriota Joseph Ratzinger (o mesmo termo que a Inteligência norte-americana aplica aos Estados com vazio de poder nos quais justifica sua intervenção), o primaz da Argentina e arcebispo de Buenos Aires, cardeal Jorge Bergoglio (foto), empreende uma operação de lavagem de sua imagem com a publicação de um livro autobiográfico.
O ostensivo propósito de “El Jesuita”, como o livro é intitulado, é defender seu desempenho como provincial da Companhia de Jesus entre 1973 e 1979, manchado pelas denúncias dos sacerdotes Orlando Yorio e Francisco Jalics, que ele entregou aos militares. Ambos foram sequestrados cinco meses a partir de maio de 1976. Em troca, as quatro catequistas e dois de seus esposos sequestrados dentro da mesma operação nunca reapareceram. Entre eles, estavam Mónica Candelaria Mignone, filha do fundador do CELS (Centro de Estudos Legais e Sociais), Emilio Mignone, e María Marta Vázquez Ocampo, da presidente das Mães da Praça de Maio, Martha Ocampo de Vázquez.
A reportagem é de Horacio Verbitsky, publicada no jornal Página/12, 10-04-2010. A tradução é de MoisésSbardelotto.
Ratzinger tem 83 anos e, segundo a Der Spiegel, muitas vozes pedem a sua renúncia. O sacerdote Paolo Farinella escreveu na prestigiosa revista italiana de filosofia MicroMega, cujo diretor Paolo Flores D’Arcais participou de debates públicos sobre filosofia com o Papa, que Bento XVI deveria pedir perdão aos crentes afetados pela restrição do celibato, pelas condições nos seminários e pelos milhares de casos de abusos de crianças e dizer-lhes: “Vou me retirar para um monastério e passarei o resto dos meus dias fazendo penitência pelo meu fracasso como sacerdote e como Papa”.
Ninguém se surpreenderia se, depois de beber uma tisana noturna falhasse o coração de um homem entristecido e angustiado por causa das injustas críticas que atingem seu desempenho como bispo da Baviera e não perdoam nem seu amado irmão Georg. A revista alemã menciona o antecedente de Celestino V, um Papa do século XIII, que renunciou porque não se sentiu capaz de cumprir com suas funções.
Se algo disso ocorrer, Bergoglio precisa de uma folha de serviços limpa. Diante de uma pergunta sobre o Papa ideal, o presidente da Associação Alemã da Juventude Católica, Dirk Tänzler, disse à Der Spiegel que preferiria que o escolhido tivesse trabalhado em uma parte pobre da América do Sul ou em outra região atingida pela pobreza, já que teria uma visão diferente do mundo. A compaixão pela pobreza, compartilhada com a Sociedade Rural e a Associação Empresarial AEA, é o nicho de oportunidade escolhido pelo episcopado sob a condução de Bergoglio.
O Silêncio
É o cardeal que vincula seu descarrego com a eleição papal. Seu livro narra que quando a vida de João Paulo II se apagava e o nome de Bergoglio figurava nos prognósticos dos jornalistas especializados, “voltava a se agitar uma denúncia jornalística publicada poucos anos atrás em Buenos Aires” e que, “às vésperas do conclave, que devia escolher o sucessor do Papa polonês, uma cópia de um artigo com a acusação, de uma série do mesmo autor, foi enviada aos endereços de correio eletrônico dos cardeais eleitores com o propósito de prejudicar as chances que eram outorgadas ao purpurado argentino”. Bergoglio diz em seu livro que nunca responder à acusação “para não fazer o jogo de ninguém, não porque tivesse algo para esconder”.
Pastores e lobos
Na realidade, a primeira versão do episódio não se deve a nenhum jornalista, mas sim a Emilio Mignone. Em seu livro “Iglesia y dictadura”, editado em 1986, quando Bergoglio não era conhecido fora do mundo eclesiástico,Mignone exemplificou com seu caso “a sinistra cumplicidade” com os militares, que “se encarregaram de cumprir a tarefa suja de limpar o pátio interior da Igreja, com a aquiescência dos prelados”.
Segundo o fundador do Centro de Estudos Legais e Sociais (CELS), durante uma reunião com a Junta Militar em 1976, o então presidente da Conferência Episcopal e vigário castrense, Adolfo Servando Tortolo, concordou que, antes de deter um sacerdote, as Forças Armadas iriam avisar o bispo respectivo. Mignone acrescenta que, “em algumas ocasiões, a luz verde foi dada pelos próprios bispos. No dia 23 de maio de 1976, a Infantaria da Marinha deteve, no bairro de Bajo Flores, o presbítero Orlando Yorio e o manteve durante cinco meses na qualidade de desaparecido. Uma semana antes da detenção, o arcebispo [Juan Carlos] Aramburu havia lhe retirado sua licença ministerial, sem motivo nem explicação. Por diferentes expressões ouvidas por Yorio em sua detenção, fica claro que a Armada interpretou tal decisão e, possivelmente, algumas manifestações críticas de seu provincial jesuíta, Jorge Bergoglio, como uma autorização para proceder contra ele. Sem dúvida, os militares haviam advertido a ambos acerca de sua suposta periculosidade”. Mignone se pergunta “o que a história irá dizer sobre esses pastores que entregaram suas ovelhas ao inimigo sem defendê-las nem resgatá-las”.
A chaga aberta
Eu publiquei a história nesta mesma coluna, no dia 25 de abril de 1999. Além da opinião de Mignone, a nota incluiu a opinião de quem foi sua colaboradora no CELS, a advogada Alicia Oliveira, que disse o que agora repete no livro: que seu amigo Bergoglio, preocupado com a iminência do golpe, temia pelo destino dos sacerdotes do assentamento e lhes pediu que saíssem dali. Quando foram sequestrados, ele tentou localizá-los e buscar sua liberdade, assim como ajudou os outros perseguidos.
Por causa dessa nota, Orlando Yorio se comunicou comigo do Uruguai, onde vivia. Por telefone e por e-mail, refutou as afirmações de Bergoglio e Oliveira. “Bergoglio não nos avisou do perigo iminente” e “também não tenho nenhum motivo para pensar que ele fez alguma coisa pela nossa liberdade, mas sim todo o contrário”, disse.
Os dois sacerdotes “foram libertados pela gestão de Emilio Mignone e a intercessão do Vaticano e não pela atuação de Bergoglio, que foi quem os entregou”, acrescentou Angélica Sosa de Mignone, Chela, a esposa durante meio século do fundador do CELS. Seus testemunhos foram incluídos na nota “La llaga abierta”, publicada no dia 09 de maio de 1999. Também foram transmitidas ali as posições de Bergoglio e do outro padre sequestrado naquele dia,Francisco Jalics.
Questão de Estilo
Em seu livro, Bergoglio diz agora que Yorio e Jalics “estavam preparando uma congregação religiosa, e lhe entregaram o primeiro rascunho das regras aos bispos Pironio, Zazpe e Serra. Conservo a cópia que me deram”.Bergoglio também me entregou uma cópia. Expressa o tipo de dúvidas e de conflitos que foram comuns em um alto número de sacerdotes a partir do Concílio Vaticano II, com “a crise das congregações religiosas, os sinais dos tempos modernos, a coincidência com o sentir da busca dos jovens e a confirmação espiritual que sentimos em nosso modo de viver atual”.
O problema, nesse caso, era como compatibilizar “o estilo inaciano da vida religiosa” com “a vida moderna [que] pedia um estilo novo”. A ata acrescenta que as Congregações Apostólicas estão organizadas de modo que seus superiores “parecem se ocupar mais com as obras do que pela atenção espiritual de seus súditos”. Em troca, eles idealizam o modelo das fundações monásticas e propõem que “a comunidade se una em torno de uma busca espiritual e de um projeto de vida e não em torno de obras”. Isso apresenta uma “incompatibilidade pessoal” aos sacerdotes subordinados à disciplina de sua congregação.
Em sua carta ao padre Moura, Yorio menciona essa ata como resposta à pressão de Bergoglio para que dissolvessem a comunidade em Bajo Flores. Acrescenta que deixaram para Pironio, Zazpe e Serra “um esboço de estruturação de vida religiosa em caso de que não pudéssemos continuar na Companhia e fosse possível realizá-la fora”, o que não implica que eles quisessem sair dela. Em uma viagem posterior à Argentina, Pironio disse-lhe que não havia consultado o assunto em Roma, porque Bergoglio “havia ido lhe ver para lhe dizer que o padre geral era contrário a nós”. Zazpe respondeu que “o provincial andava dizendo que nos tiraria da Companhia”, e Serra comunicou-lhe que lhe retirariam a licença na arquidiocese porque Bergoglio havia comunicado “que eu estava saindo da Companhia”.
Segundo Bergoglio, o superior jesuíta Pedro Arrupe disse que eles deviam escolher entre a comunidade em que viviam e a Companhia de Jesus. “Como eles persistiram em seu projeto e o grupo se dissolveu, pediram a saída da Companhia”. Bergoglio acrescenta que a renúncia de Yorio foi aceita no dia 19 de março de 1976. “Diante dos rumores da iminência do golpe, eu lhes disse que tivessem muito cuidado. Lembro que lhes ofereci, se chegasse a ser conveniente para sua segurança, que viessem viver na casa provincial da Companhia”, disse Bergoglio. Afirma também que nunca acreditou que eles estivessem envolvidos em atividades subversivas. “Mas, por causa de sua relação com alguns padres das vilas de emergência, eles ficavam muito expostos à paranoia da caça às bruxas. Como permaneceram no bairro, Yorio e Jalics foram sequestrados durante um rastreamento”.
Papeizinhos
Bergoglio também nega ter aconselhado os funcionários de Culto da Chancelaria que rejeitassem a solicitação de renovação do passaporte de Jalics, que ele mesmo apresentou. Segundo Bergoglio, o funcionário que recebeu o pedido lhe perguntou pelas “circunstâncias que precipitaram a saída de Jalics“. Ele diz que respondeu: “Ele e seu companheiro são acusados de serem guerrilheiros e não tinham nada a ver”.
O cardeal acrescenta que “o autor da denúncia contra mim revisou o arquivo da Secretaria de Culto, e a única coisa que mencionou foi que encontrou um papelzinho daquele funcionário no qual ele havia escrito que eu lhe disse que fossem acusados como guerrilheiros. Eu havia entregue essa parte da conversa, mas não a outra na qual eu lhe indicava que os sacerdotes não tinham nada a ver. Além disso, o autor da denúncia ignora minha carta, na qual eu colocava minha cara por Jalics e fazia o pedido”.
Não foi nada disso. Em notas publicadas aqui e em meus livros “El Silencio” e “Doble juego”, narrei a história completa e publiquei todos os documentos, começando pela carta de cuja omissão Bergoglio reclama. Depois, segue a recomendação do funcionário de Culto que o recebeu, Anselmo Orcoyen: “Em atenção aos antecedentes do requerente, esta Direção Nacional é da opinião de que não deve aceder”.
O terceiro documento é o definitório. Esse papelzinho, assinado por Orcoyen, diz que Jalics tinha atividade dissolvente em comunidades religiosas femininas e conflitos de obediência, que esteve com Yorio na ESMA (detido, diz, em vez de sequestrado) por “suspeito contato com guerrilheiros”. O ponto mais interessante é o seguinte, porque remete a intimidades da Companhia de Jesus, vistas a partir da ótica de Bergoglio, que não tinha nenhuma necessidade de confiar ao funcionário da ditadura: “Viviam em uma pequena comunidade que o Superior Jesuíta dissolveu em fevereiro de 1976 e se negaram a obedecer solicitando a saída da Companhia em 19/03″.
Ele acrescenta que Yorio foi expulso da Companhia e que “nenhum bispo da Grande Buenos Aires quis lhe receber”. A “Nota Bene” final é inegável: Orcoyen diz que esses dados lhe foram repassados “pelo padre Jorge Mario Bergoglio, firmante da nota, com especial recomendação de que não se fizesse o que é solicitado”.
Cf.

”Reforma da Cúria? Inevitável e não agradará a todos”. Entrevista com João Braz de Aviz

O cardeal brasileiro Braz de Aviz manda um aviso: ”A reforma do Papa Francisco não agradará a todos: é possível que haja resistência. Mas é preciso podar para tornar a planta mais forte. Abolir o IOR? São Pedro não possuía um banco, mas tinha que pescar para viver…”.

A reportagem é de Franca Giansoldati, publicada no jornal Il Messaggero, 19-03-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Eis a entrevista.

PAPA NÃO DÁ BÊNÇÃO EM RESPEITO AOS JORNALISTAS NÃO CATÓLICOS!



Hoje o Papa encontrou-se com mais de 5 mil jornalistas na sala Paulo VI. Revelou ter escolhido seu nome por causa das palavras do Cardeal Claudio Hummes, que , quando viu o cardeal Bergoglio atingir os  dois terços dos votos, disse-lhe ao ouvido: ” não se esqueça dos pobres”. Referiu-se a D. Hummes como um ” Grande Amigo!”. Francisco desejou uma Igreja ” para os pobres”. Ao final da audiência, o Santo Padre não deu a tradicional bênção em consideração aos jornalistas , ali, que não eram católicos ( !)

D. HUMMES : ” A IGREJA JÁ NÃO FUNCIONA MAIS”

*
Folha – O sr. foi convidado pelo papa Francisco a estar ao seu lado na primeira aparição. Como é a relação entre vocês?

D.Claudio Hummes – Nós nos conhecemos de tantas oportunidades, porque fui arcebispo de São Paulo, e ele, arcebispo de Buenos Aires. Mas sobretudo foi em Aparecida (SP) onde estivemos mais tempo trabalhando juntos, na 5ª Conferência Latino-americana, em 2007. Existia ali a comissão da redação, a mais importante porque ali que se formulava o documento para depois ser votado. Ele era o presidente, e eu, um dos membros. Admirei muito a sua sabedoria, serenidade, santidade divina, espiritualidade. Muito lúcido e muito pastoral, grande zelo missionário, de querer que a igreja seja mais evangelizadora, mais aberta.

“MONS. GUIDO, O TEMPO DO CARNAVAL ACABOU!”

 

“Aquela roupa vista o senhor, Monsenhor, o tempo do carnaval acabou”. Nosso muito obrigado pelo seu precioso trabalho, Monsenhor Marini.

Serão os franciscanos do Santuário de La Verna, na Toscana, que vão assumir todas as ações liturgicas na missa de Instalação ( antes, de Coroação) do pontificado do Papa Francisco, que acontecerá no próximo dia 19 de março. A solicitação foi feita pelo próprio papa eleito e indica a dispensa do Monsenhor Guido Marini e dos demais cerimoneários papais nesta cerimônia, mas também aponta para a breve exoneração de todos os demais, a começar pelo Mestre, o próprio Mons. Guido Marini.
O papa rejeitou todos os paramentos que já existem na sacristia da Basílica e que não se teria nenhum custo e mandou confeccionar outros, simples, mas caros, tanto para ele, como para os  concelebrantes.
A notícia pode ser conferida  nos dois sites fidedignos ” Imédia” e “Messa in Latino”. Este último site conta um fato lamentável que aconteceu antes mesmo da missa papal, na capela Sistina, na última quinta-feira: o papa Francisco, ao ver os paramentos pontificais dispostos sobre a mesa (e sempre usados pelos papas nesses momentos), teria dito ao Mons. Marini, que com todo empenho e zelo preraara a cerimônia:
“Aquela roupa vista o senhor, Monsenhor, o tempo do carnaval acabou”.
Era a primeira missa do Papa Francisco e a conclusão do Conclave.
Cf:

Papa proíbe cardeal acusado de encobrir 250 casos de pedofilia de frequentar basílica

Em reunião nesta sexta-feira, papa recebe as boas-vindas | Foto: Repredução Internet
Em reunião, nesta sexta-feira, papa fez um pronunciamento ao receber as boas-vindas | Foto: Repredução Internet
primeiro dia de pontificado, Francisco visitou nesta quinta Santa Maria Maior, onde mora o cardeal aposentado, de 82 anos, que estava no local no momento, segundo reconheceu depois o porta-voz da Santa Sé, o jesuíta Federico Lombardi.
O jornal italiano “Il Fatto Quotidiano” publicou nesta sexta-feira que Francisco comentou aos que lhe acompanhavam: “Não quero que (o cardeal) frequente esta Basílica”.
O cardeal Law, é arcipreste (presbítero mais antigo) emérito da Basílica Santa Maria Maior e, após os casos de pedofilia que teria encoberto, abandonou o cargo de arcebispo de Boston.
“O cardeal Law estava presente em Santa Maria Maior como arcipreste emérito e viu o papa, depois cumprimentou Francisco e continuou seu caminho“, relatou Lombardi.
As informações são da EFE 
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