SOBRE A COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA NO ÚLTIMO DIA DE MAIO





SOBRE A FEIA SEMPRE-VIVA  E AS BELAS ROSAS NUMA NOITE DE MAIO

                                                                                       Pe. Marcélo Tenorio


Hoje é um grande dia!

É o dia em que, do alto de nossos altares será solenemente coroada a Virgem Maria! É o dia da Coroação!
Sou de uma região que, pelos arredores dos povoados, sítios e fazendas, no início do mês de maio se colocava num mastro improvisado de bambo ou qualquer outra madeira, um bandeirinha branca, simples, mas indicadora..Mostrava que alí se celebrava o Mês de Maio!
Ah, o Mês de maio da minha vida! Como era belo para nós! Na velha catedral, a  imagem da Conceição, sem o véu sobre a cabeça ( nunca mais vi  uma imagem da Virgem sem o véu, como aquela!…), com olhos vivos, parecendo de verdade ,a olhar para o alto e suas belíssimas mãos sobre o peito, como que cantando o Magnificat!

Ah, o Mês de  Maio da minha infância já tão distante!.
A catedral cheia, todas as noites!
O povo de todas as 
classes

, mas especialmente os simples, com flores na mão:” É para a Santa!”, diziam todos, que com lágrimas nos olhos – de amor e gratidão – subiam ao altar para depositar aos  pés de Nossa Senhora as suas vidas, nas flores colhidas em maio.


” Dai-nos, ó liçen-ça, Senho-ra,
Para ofer-ta vos fa-zer
Estas flo-res que em Maio
Co-lhe-mos pra Vos Tra-zer”

A coroa era trazida nas mãos da coroante: Coroa em ouro branco, tendo no centro o mundo e sobre o mundo a pomba do Espírito Santo. Entre o entusiasmo dos devotos e os sinos da velha catedral, era Coroada Nossa Senhora!

” Aceitai esta coroa,
Virgem Santa ,Mãe Querida,
Que nos sejas, Ó a Rainha,
De um penhor de eterna Vida!”

Hoje é 31 de Maio, dia da Coroação.

Lembro bem que neste  dia, lá em casa, diante de um velho e bicentenário oratório, eu, muito pequeno, arrumava o altar de Nossa Senhora. Era uma também pequena imagem de Nossa Senhora das Graças, a minha predileta….Arrumava, eu o santuário; escondia, com uma cortinazinha os demais santos, pois entendia que a festa era somente de Maria e , sendo assim, só ela deveria aparecer.
Minha mãe comprava para mim algumas flores, as mais baratas ( geralmente sempre-vivas), pois naquela época não se dispunha de dinheiro para comprar rosas somente, como era o desejo dela. Arrumado tudo, esperava à noite e, enquanto na Catedral, que era quase ao lado da nossa casa, acontecia a solenidade da coroação, eu fazia a minha….após a reza o terço, acompanhado por tia Nesta, bem lúcida, apesar de mais de 100 anos de vida.

Certa vez estava eu a arrumar o oratório, num 31 de maio e chegou em nossa casa o sacristão. Era comum  ir sempre por lá, tomar um cafezinho. Ele me olhou e disse à minha mãe: ” É uma pena..quando ele crescer, esquecerá!” – Enganou-se o sacristão!

A vida passou.
A criança cresceu…e, embora os pecados aumentaram, em nada diminuiu o meu amor por Aquela que na minha vida tudo fez.

Hoje não tenho mais o oratório, deram-me uma Matriz….
Não tenho mais a pequena imagem da Graça, deram-me uma Graça enorme…E não me faltam rosas das mais variadas espécies para a festa.

Olho para traz…

Na velha catedral os sinos não mais tocam….
O sacristão lá não mais está.
Todas as mãos que coroaram a bela imagem já se encontram na eternidade.
Somente ela – a imagem- continua lá; deformada por uma pintura de mal gosto, mas continua lá:
 Os mesmos olhos. As mesmas mãos sobre o peito, num Magnificat sem ocaso.

Não sei onde encontrar hoje as ‘ sempre-vivas”..Prefiro essas flores do que as rosas mais caras do mundo. As sempre- vivas são resistentes. Demoram. Persistem, mesmo sem água, por um bom tempo.
É verdade que não são tão belas que as rosas, mas que importa?

As sempre-vivas parecem-se mais comigo, até na feiúra.
Até no “espinhento” de seu dorso.

Nesta noite de tua coroação, Ó Mãe querida, do esplendor onde tu te encontrarás, da altura de teu majestoso vulto, não te espantes, nem te ofendas se os teus olhos sagrados, contemplando as belas rosas colocadas em teus pés, depararem-se, num canto qualquer, com um pouco de sempre-vivas sem perfume algum; elas são a minha oferta, a pobre oferta da minha alma, que apesar do seu pecado, exulta e grita o teu Nome Dulcíssimo, ó Soberana Rainha, minha única esperança.



Tornielli: Houve ou não o Exorcismo do Papa?‏




Na opinião (bem informada) de Tornielli, a ânsia de minimizar sempre os possíveis exorcismos – ele está falando do Pe.Lombardi! – deve-se à vontade de circunscrever a ação do demônio a algumas situações excepcionalíssimas… Isso aconteceu com um caso narrado pelo Pe. Amorth, em que a benção de Bento XVI agiu de maneira fulminante sobre dois possessos presentes na Praça de São Pedro, e acontece agora com o Papa Francisco, que rezou sobre um “doente” e provocando uma reação muito estranha. Ora, os dois casos foram desmentidos rapidamente pelo Padre Lombardi. 

Segundo Tornielli, o Papa Francisco não fez um exorcismo propriamente dito, mas a oração do Papa tem um poder que ultrapassa sua intenção…

SM  
Lucia  



EM ITALIANO

Per un paio di giorni, sulla scena mediatica – Tv, carta stampata e Internet – è tornato alla ribalta il diavolo. O meglio un presunto «esorcismo» che sarebbe stato compiuto da Papa Francesco, su un giovane sofferente e a quanto pare «disturbato» da presenze demoniache. Le immagini della brevissima preghiera che Bergoglio ha fatto tenendo entrambe le mani sul capo di questa persona e la reazione del giovane, hanno fatto il giro del mondo. Padre Federico Lombardi, portavoce vaticano, ha precisato che il Papa non aveva intenzione di fare alcun esorcismo ma solo di pregare per una persona sofferente. Esorcismo si, esorcismo no, esorcismo forse. O meglio, «giallo» sull’esorcismo del Papa.

Poco più di un anno fa era accaduta la stessa cosa con Benedetto XVI, anche se in quel caso non c’erano immagini. Padre Gabriele Amorth, decano degli esorcisti italiani e non nuovo ainterviste shock sul suo rapporto conflittuale con il principe delle tenebre, aveva concesso una lunga intervista trasformata in libro dal vaticanista Paolo Rodari e raccontava di un episodio accaduto nel maggio 2009 in piazza San Pietro, quando due indemoniati avevano cominciato a dimenarsi e a dare in escandescenze mentre Papa Ratzinger si avvicinava. Benedetto XVI, in lontananza, su era limitato a tracciare un segno di croce, una benedizione a distanza, che però era bastata per far infuriare i due soggetti. Anche un anno fa, dopo che il settimanale «Panorama» aveva parlato di «esorcismo del Papa», padre Lombardi aveva ridimensionato e smentito: «Si tratta di un racconto senza fondamento. Non si può dire che il Papa abbia effettuato un esorcismo perché non era stato informato» della presenza dei due uomini.

Che cosa è dunque accaduto con Francesco? Perché l’episodio è stato ridimensionato, spiegando che il Papa non aveva alcuna intenzione di fare un esorcismo? Se un tempo la più grande vittoria di satana era quella di far credere che non esiste, oggi si può dire che la sua più grande vittoria sia quella di far credere che esiste solo in queste manifestazioni eccezionali e spettacolari: negli indemoniati, nelle messe nere, nelle sette sataniche talvolta tristemente famose perché balzate al disonore della cronaca. Guardare queste manifestazioni comodamente seduti davanti alla TV, dà l’idea che il diavolo sia solo lì e dunque la sua azionenon ci riguardi mai da vicino.

L’esorcismo è un rito da non sottovalutare. Le testimonianze di chi ha avuto in qualche modo a che fare con le possessioni diaboliche sono raccapriccianti. L’esorcismo non può essere reso noto, né tantomeno può svolgersi in presenza di telecamere o registratori. La Chiesa fugge o dovrebbe fuggire da ogni sensazionalismo al riguardo, non perché ritenga questi fenomeni un retaggio medioevale politicamente scorretto, ma proprio perché conosce serietà e gravità della materia trattata. Senza contare la privacy a cui ha diritto chi ne è vittima. È più che comprensibile dunque che venga ribadito che il Papa non aveva intenzione di compiere un esorcismo (non conosceva il caso, era la prima volta che si trovava di fronte quella persona, si è trattato di un passaggio durato pochi secondi), anche se una preghiera o una benedizione del vescovo di Roma può avere conseguenze oggettive che vanno al di là dell’intenzione.

L’altra faccia del sensazionalismo, l’esito non voluto, è la ridicolizzazione. Ma il Papa che ha citato spesso il diavolo nelle sue prediche, come ogni sincero credente, sa bene che con il maligno e con le sue manifestazioni non si scherza.
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Fonte: NC – Notícias Católicas

Sermão de Dom Tissier de Mallerais na peregrinação de Chartres: Nós levamos a Igreja Una Santa Catolica e Apostolica no exílio‏






EM FRANCÊS


Au nom du Père et du Fils et du Saint-Esprit, ainsi soit-il.
Chers pèlerins,

Nous sommes sous la pluie et nous avons froid, mais à l’intérieur la charité, le Saint-Esprit brûle en nous. Et nous pensons à saint Joseph sur les routes d’Egypte quand, après avoir compris qu’il devait être le père adoptif et légal du Fils de Dieu, il dut brusquement pendant la nuit quitter Bethléem pour aller en exil.

Eh bien, c’est un peu l’image de notre situation, bien chers fidèles, nous sommes sur les routes de l’exil, pour longtemps peut-être. Et nous devons prendre courage avec le Saint-Esprit en imitant la conduite, la vocation de saint Joseph. Quand l’Ange lui dit pendant la nuit :« Joseph, prends Marie et l’Enfant et fuis en Egypte », eh bien, immédiatement, sans discuter, il partit là-bas, dans un pays étranger dont il ne connaissait même pas la langue, et pendant un ou deux ans, jusqu’à ce que Dieu le rappelât d’Egypte. « J’ai rappelé mon fils d’Egypte ».

Dans notre situation dans l’Eglise, chers fidèles, nous ressemblons un peu à la Sainte Famille. Nous sommes en exil et pourtant nous sommes la Sainte Famille. Voyez la Sainte Famille de Jésus, Marie et Joseph, c’était l’Eglise en germe. L’Eglise n’existait pas encore mais c’était le germe de l’Eglise. Il y avait d’abord Jésus-Christ, le Fils de Dieu, le Chef de l’Eglise, de son Corps mystique ; il y avait le premier membre de l’Eglise, Marie, la Très Sainte Vierge Immaculée, rachetée par avance dans le Sang de Jésus-Christ ; il y avait Joseph, purifié du péché originel sans doute avant sa naissance, nous ne le savons pas exactement. En tout cas, la Sainte Famille représentait l’Eglise.
 
Nous avons en effet gardé l’unité de l’Eglise, la catholicité de l’Eglise, Une,  Sainte, Catholique et Apostolique

Eh bien, nous, chers fidèles, dans la Tradition, la Fraternité Saint-Pie X et les sociétés religieuses et sacerdotales amies, nous portons l’Eglise dans l’exil. L’Eglise étant officiellement occupée par les modernistes, nous sommes réduits, portant l’Eglise en nous, à l’exil. Et cela pourra durer quelques années encore jusqu’à ce que le Seigneur envoie son Ange et nous dise : « Maintenant tu peux rentrer dans la terre d’Israël » officiellement. Mais nous portons quand même l’Eglise en nous !

Je me souviens que Mgr Lefebvre nous avait expliqué très bien que nous avions en nous, nous dans la Tradition, les quatre notes de l’Eglise catholique, les quatre notes de l’Eglise, pour bien marquer que dans notre situation anormale d’exil, nous restons catholiques, au coeur de l’Eglise. Nous avons en effet gardé l’unité de l’Eglise, la catholicité de l’Eglise, Une,  Sainte, Catholique et Apostolique. L’unité parce que nous avons gardé la foi. L’unité de l’Eglise consiste d’abord dans la foi catholique. Que tous les catholiques professent la même foi. Eh bien nous avons l’unité de l’Eglise parce que nous avons la foi de toujours, chers fidèles, et il n’est pas question de la quitter et de nous compromettre avec l’hérésie moderniste.

Ensuite… Une, Sainte. Nous avons gardé la sainteté de l’Eglise puisque vous en êtes la preuve, chères familles où le Bon Dieu choisit ses belles vocations religieuses et sacerdotales, d’une vie consacrée au Bon Dieu, qui est un modèle pour toute l’Eglise. Nous avons gardé la note de sainteté de l’Eglise, par la grâce de Dieu.

Une, Sainte, Catholique… nous avons aussi la catholicité de l’Eglise puisque la Tradition que nous représentons dans le monde entier, pas seulement en France, pas seulement aux Etats-Unis, représentés par son Supérieur de District, pas seulement en Allemagne, représentée par de nombreux pèlerins, mais de tous les pays du monde. Vous chers pèlerins, vous êtes la preuve que la Tradition, bien vivante en nous, est bien catholique.

Et enfin, nous représentons l’apostolicité de l’Eglise. L’Eglise est apostolique et nous sommes apostoliques. Cela signifie que nous avons la succession apostolique par les évêques, nous autres, nous avons reçu l’épiscopat des mains de Mgr Lefebvre d’une façon légitime, même si elle était anormale. Et par conséquent, tant que nous sommes dans l’Eglise et en exil, nous portons en nous l’Eglise.
 
N’est-ce pas la Tradition, la foi catholique de toujours que nous représentons ?

Alors, chers fidèles, souvent nous nous demandons, quelle est notre vocation ? Ne serait-ce pas de chercher à Rome les bénédictions auxquelles nous aurions droit ? De chercher les approbations et les reconnaissances ? Certes, c’est une question que nous pourrions nous poser mais ce n’est pas la question essentielle. La vraie question que nous devons poser, à savoir quel témoignage nous devons donner à la foi catholique aujourd’hui, dans la situation de l’Eglise qui souffre une crise terrible. Quel témoignage nous devons donner aujourd’hui. Et la réponse sera le témoignage des témoins de la foi et des martyrs. Tous ces saints de l’Eglise, tous ces confesseurs de la foi, tous ces martyrs de l’Eglise sont pour nous un exemple.

Voilà donc la réponse à cette question, chers fidèles, de savoir la manière, le moyen de porter ce témoignage à la face de l’Eglise, d’être sur le pinacle, publiquement condamné à l’exil. Eh bien c’est un avantage puisque notre témoignage est plus éclatant d’être considéré comme une pierre de scandale par les modernistes comme Notre-Seigneur l’était, pour Hérode, à ce moment-là. N’est-ce pas un avantage pour l’Eglise de voir où se trouve la Tradition ? Cette pierre de scandale pour les modernistes, pour ce qu’on appelle l’Eglise conciliaire, c’est-à-dire cette secte qui occupe l’Eglise catholique. C’est un avantage pour nous d’être regardés comme exclus, comme en exil, chers fidèles, d’être regardés comme la pierre rejetée par les bâtisseurs et qui deviendra, qui est déjà, la pierre d’angle, la pierre qui soutient l’édifice. N’est-ce pas la Tradition, la foi catholique de toujours que nous représentons ?
 
Nous exigeons de garder notre profession de foi, publique et complète, catholique.

Alors, voilà les raisons pour lesquelles nous ne pleurons pas si nous ne recevons pas de Rome les approbations, peut-être attendues, je ne sais pas. Restons tranquillement en exil tant que Dieu le voudra, et portons ce témoignage de la foi catholique que les martyrs ont donné.

Je parlais ce matin aux enfants, de saint Herménégilde. C’était un jeune martyr qui avait dix-sept ans, qui vivait au VIème siècle. Il était catholique mais son père était hérétique, aryen. Il devait hériter du trône d’Espagne, mais son père, furieux de voir que son fils était catholique, lui supprima la succession au trône et le condamna à la prison, et Herménégilde – que nous fêtons le 13 avril, donc il y a un mois – était en prison depuis plusieurs mois quand la fête de Pâques approchait. Il aurait bien voulu recevoir la Communion, la Sainte Communion pascale. Et son père y pensait et lui envoya un évêque lui portant Jésus-Hostie. Quel bonheur pour Herménégilde, de pouvoir avoir une communion pascale ! Seulement voilà, l’évêque entre dans sa cellule et se présente : « Je suis l’évêque de Huesca, et je suis aryen. Et je porte la sainte Communion. » Je suis aryen, c’est-à-dire je ne suis pas catholique. C’était un évêque qui n’était pas catholique, chers fidèles, et qui portait la communion à Herménégilde.

Qu’a fait Herménégilde ? Qu’auriez-vous fait à sa place ? Auriez-vous accepté quand même de recevoir la sainte Communion, recevoir Jésus-Hostie ? Est-ce que ça ne vaut pas la peine de faire quelques compromis, d’accepter de mains indignes quand même Jésus ? Cet évêque célébrait validement la messe, bien qu’il ne crût pas que Jésus fût Dieu parce que c’était la religion aryenne. Il ne croyait même pas que Jésus fût Dieu mais on pense qu’il pouvait célébrer validement la messe. Il apportait Jésus-Hostie.

Eh bien, en un clin d’oeil, inspiré par le don du Saint-Esprit – le Saint-Esprit que nous fêtons aujourd’hui – par le don de conseil, il a dit« non, je ne recevrai pas la communion de vos mains sacrilèges. Moi, je suis dans les fers mais je suis libre pour faire mon salut; et vous qui êtes libre, Monseigneur, eh bien vous êtes esclave du diable, parce que vous avez une foi fausse. Vous n’êtes pas catholique. Et je ne recevrai pas la communion de mains sacrilèges ».

Exemple pour nous, bien chers fidèles. Tous les beaux cadeaux qu’on pourrait nous offrir depuis Rome, nous ne sommes pas prêts de les accepter sans examen, sans considérer les circonstances dans lesquelles ce cadeau nous serait fait. Nous exigeons de garder notre profession de foi, publique et complète, catholique. Nous ne pouvons pas recevoir des cadeaux empoisonnés qui nous condamneraient à des compromis avec des modernistes. Voilà l’exemple de saint Herménégilde, inspiré par le Saint-Esprit.
 
Joseph et Marie, voilà nos conseillers

L’exemple aussi de saint Joseph qui resta en exil, contenant l’Eglise, toute l’Eglise entière jusqu’à l’heure du retour en Terre Sainte. J’ai rappelé mon Fils d’Egypte.

Dans cette attente, bien chers fidèles, prions bien la Très Sainte Vierge, l’Epouse du Saint-Esprit, qui fut remplie des sept dons du Saint-Esprit, dès le premier instant de sa conception. Elle qui eut le don de conseil quand elle reçut le message de l’ange Gabriel lui disant qu’elle devait devenir la Mère de Dieu. Elle a dit oui, fiat, immédiatement. Le don de conseil. Et elle qui a eu le don de force au pied de la Croix, de rester trois heures debout devant son Fils, Dieu fait Homme, agonisant sur la Croix, sous ses yeux. Restée ferme comme la Mère du Souverain Prêtre, la Mère de la Victime divine pour nos péchés.

Eh bien, demandons à la Très Sainte Vierge de nous remplir des sept dons du Saint-Esprit, spécialement par son intercession, spécialement le don de conseil qui nous dictera notre conduite, divinement ; le don de force de savoir dire non, quand il faut dire non, parce que la force consiste davantage à résister au mal qu’à attaquer l’ennemi.

Restons bien fermes, unis dans une même foi catholique, bien chers fidèles, sous le patronage de saint Joseph auquel nous allons renouveler tout à l’heure la consécration de la Fraternité Saint-Pie-X.

Ainsi soit-il.

Au Nom du Père et du Fils et du Saint-Esprit.
Mgr Bernard Tissier de Mallerais
 
Sources : Pèlerinages de Tradition/La Porte Latine
La transcription [Y. B-R] et les intertitres sont de la rédaction de La Porte Latine
Version audio : LPL/130519
Fonte: NC – Notícias Católicas
 

Alunos da USP organizam dia em que garotos usarão saia‏





“Serão introduzidas certas modas que ofenderão muito a Nosso Senhor.” ( da Mensagem de Fátima)

13/05/2013 03h50

DE SÃO PAULO

A semana não será a mesma na USP. Um grupo de estudantes da universidade planeja mudar todo o vestuário na próxima quinta-feira, 16.
A ideia central é que garotos passem o dia todo –assistam aula e tudo mais– usando saia. Já as garotas estão convidadas a ir à aula com roupas masculinas.

Já são mais de 2 mil confirmações de estudantes que participarão do movimento “USP de saia!”. Outros mais de oito mil nomes estão convidados. Os estudantes são de campus da capital e do interior de São Paulo.
A programação do dia da saia incluirá debates sobre vestuário, papel do homem e papel da mulher e, claro, algumas festas.

De acordo com Camila Evangelista, estudante do 2o ano de nutrição da USP e uma das organizadoras do evento, a ideia é criar um debate.

“É uma forma de apoio a todos aqueles que querem transgredir as regras do vestuário“, conta.

Ela conta que é comum na USP e fora dela que homens usem saia. “Cada um tem de vestir como se sentir melhor.”
Em abril, um calouro da USP leste foi agredido anonimamente no Facebook ao aparecer na USP usando saia.(SABINE RIGHETTI)

Fonte: NC – Notícias Católicas

Consagração a Nossa Senhora de Fátima do ministério do Papa Francisco



Virgem Santíssima,

1. Estamos a Vossos pés, os Bispos de Portugal e esta multidão de peregrinos, no 96.° aniversário da Vossa Aparição aos Pastorinhos, nesta Cova da Iria, para dar cumprimento ao desejo do Papa Francisco, claramente expresso, de Vos consagrar a Vós, Virgem de Fátima, o seu Ministério de Bispo de Roma e de Pastor Universal. Assim Vos consagramos Senhora, Vós que sois Mãe da Igreja, o Ministério do novo Papa: enchei o seu coração da ternura de Deus, que Vós experimentastes como ninguém, para que ele possa abraçar todos os homens e mulheres deste tempo com o amor do Vosso Filho Jesus Cristo. A humanidade contemporânea precisa de sentir-se amada, por Deus e pela Igreja. Só sentindo-se amada vencerá a tentação da violência, do materialismo, do esquecimento de Deus, da perda do rumo que a conduzirá a um mundo novo, onde o amor reinará. Dai-lhe o dom do discernimento para saber identificar os caminhos da renovação da Igreja; dai-lhe coragem para não hesitar em seguir os caminhos sugeridos pelo Espírito Santo; amparai-o nas horas duras de sofrimento, a vencer, na caridade, as provações que a renovação da Igreja lhe trará. Estai sempre a seu lado, pronunciando com ele aquelas palavras que bem conheceis: “Eu sou a Serva do Senhor, cumpra-se em Mim a Tua Palavra”.
2. Os caminhos de renovação da Igreja levam-nos a redescobrir a atualidade da Mensagem que deixastes aos Pastorinhos: a exigência da conversão a Deus que tem sido tão ofendido, porque tão esquecido. A conversão e sempre um regresso ao amor de Deus. Deus perdoa porque nos ama. É por isso que o Seu amor se chama misericórdia. A Igreja, protegida pela Vossa solicitude maternal e guiada por este Pastor, tem de se afirmar, sempre mais, como Lugar da conversão e do perdão, porque nela a verdade exprime-se sempre na caridade.

Vós indicastes a oração como o caminho decisivo da conversão. Ensinai a Igreja, de que Sois membro e modelo, a ser, cada vez mais, um povo orante, em comunhão com o Santo Padre, o primeiro orante deste povo e também em comunhão silenciosa com o anterior Papa, Sua Santidade Bento XVI, que escolheu o caminho do orante silencioso, desafiando a Igreja para os caminhos da oração.
3. Na Vossa Mensagem aos Pastorinhos, aqui na Cova da Iria, pusestes em relevo o Ministério do Papa, “o Homem vestido de branco”. Três dos últimos Papas fizeram-se peregrinos do Vosso Santuário. Só Vós, Senhora, no Vosso amor maternal a toda a Igreja, podeis pôr no coração do Papa Francisco o desejo de ser peregrino deste Santuário. Não é algo que se lhe possa pedir por outras razões; só a cumplicidade silenciosa entre Vós e Ele o levara a sentir-se atraído por esta peregrinação na certeza de que será acompanhado por milhões de crentes, dispostos a ouvir de novo a Vossa Mensagem.

Aqui, neste Altar do mundo, ele poderá abençoar a humanidade, fazer sentir ao mundo de hoje que Deus ama todos os homens e mulheres do nosso tempo, que a Igreja os ama e que Vós, Mãe do Redentor, os conduzis com ternura aos caminhos da salvação.

Fátima, 13 de Maio de 2013

D. José Policarpo, cardeal-patriarca de Lisboa e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa

Peregrinação a Fátima termina com consagração do pontificado do Papa a Maria


O último dia da peregrinação dos dias 12 e 13 de Maio é marcado nesta segunda-feira pela consagração do pontificado do Papa Francisco a Nossa Senhora de Fátima, numa cerimónia presidida pelo cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo.
A iniciativa terá lugar após a celebração eucarística com início agendado para as 10h00 e na qual foi pedida ajuda à Virgem Maria para que olhe pelo ministério do Papa argentino e pela sua vontade, já expressa publicamente, de renovar a Igreja Católica.
Durante a celebração, o arcebispo do Rio de Janeiro, Brasil, disse aos milhares de peregrinos que a consagração do pontificado de Francisco a Nossa Senhora revela “especial carinho do Papa por Fátima”. Além disso, “reveste-se também de grande importância para nós, que estamos aqui presentes neste santuário”, também “por nos sentirmos incluídos nessa consagração”, defendeu Orani João Tempesta durante a homilia.
Este é, afirmou, “um privilégio de Fátima que a todos alegra e conforta”, dada a “especial atenção e solicitude que os papas dos últimos 50 anos têm demonstrado por este solo abençoado, transformando-os em peregrinos da Cova da Iria”.
Orani João Tempesta defendeu que os católicos devem ter fé “perante um mundo novo” e que a coragem individual e a confiança em Deus contribuem “para a santificação”. O prelado lembrou aos milhares de fiéis que não estão “sozinhos nas tribulações da vida”. Isto porque a “mãe celestial nunca” os abandonará, salientando a importância da mensagem de Nossa Senhora de Fátima.
No domingo à noite, durante a procissão das velas, Orani João Tempesta consagrou “à Senhora de Fátima” as Jornadas Mundiais da Juventude, que se realizam em Julho no Brasil.
A peregrinação dos dias 12 e 13 de Maio assinala o 96.º aniversário da primeira aparição mariana aos videntes beatos de Fátima, Lúcia, Francisco e Jacinta Marto.
Quase meio milhar de elementos da GNR e da Autoridade Nacional da Protecção Civil estão mobilizados para garantir a segurança e socorro aos peregrinos. O número de peregrinos que se deslocaram a pé ao Santuário de Fátima por ocasião das celebrações religiosas aumentou em 7000 pessoas em relação a 2012.