FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO





Marcelo Andrade

Nestes tempos de sincretismo religioso, muito se tem falado sobre liberdade religiosa, de culto, de crença, de salvação fora da Igreja. É o ecumenismo, palavra dita em todos os lugares. Mas, vejamos o que a Igreja Católica tem a dizer sobre isso, por meio de seu magistério infalível. Porque muito se tem falado, mas pouco se tem estudado.

Comecemos pela Bíblia:

Êxodo 20,3: “Não terás outros deuses diante de mim.”
Êxodo 22, 20: “Aquele que sacrificar aos deuses, à exceção do Senhor, será morto”.
Êxodo 22,18: “Não deixarás viver os feiticeiros”.
Salmo XCV,5: “Todos os deuses dos gentios são demônios”.

Isaías 44, 6: “Eis o que diz o Senhor , rei de Israel, e seu Redentor, o Senhor dos exércitos: Eu sou o primeiro e sou o último, e fora de mim não há Deus.”

Isaías 45,21-22: “… Deus justo e salvador não o há fora de mim. Convertei-vos a mim, e sereis salvos, vós todos os povos da terra, porque eu sou Deus e não há outro.”

Pelo Antigo Testamento só há um único Deus verdadeiro, que é o de Israel. Todos os outros, são demônios: Braman, Shiva, Vishnu, Alá, Moloc, Zeus, Apolo, Mercúrio, Tupã, etc.

Os exemplos de Moisés e principalmente de Elias, dois do maiores santos da história, são neste sentido, anti-ecumênicos:

Moisés destruiu o bezerro de ouro, feito pelos israelitas, enquanto ele estava no Monte Sinai: 

“E pegando no bezerro que tinham feito, queimou-o e esmagou-o…”(Êxodo, 32,20). E depois, Moisés puniu os culpados: “… e cerca de vinte e três mil caíram (mortos) naquele dia…” (Êxodo, 32, 28).

Elias convidou os sacerdotes de Baal para um duelo: eles iriam ao Monte Carmelo e invocariam Baal, enquanto Elias rezaria ao Deus de Israel, para que enviasse fogo do céu, a fim de consumir uma vítima oferecida em sacrifício, quem tal fizesse, esse seria o Deus verdadeiro.

No Monte designado, Baal não aparecia, Elias debochava e falava: “Gritai mais alto, porque ele é um deus, e talvez esteja em viagem, ou numa estalagem, dorme e necessita que o acordem” (3 Reis, XVIII, 27-28).



O Deus verdadeiro apareceu e consumiu a vítima. Os sacerdotes de Baal, vendo sua derrota, se preparavam para fugir, mas Elias não deixou: “Apanhai os profetas de Baal, e não escape nenhum só. E, tendo-os agarrado, Elias levou-os à torrente de Cison, e ali os matou”. (3 Reis, XVIII, 40).
No Novo Testamento temos a confirmação de que só um Deus é o verdadeiro. E é fundada a única Igreja verdadeira…

São Mateus 4,8-10: “De novo o demônio o transportou a um monte muito alto, e lhe mostrou todos os reinos do mundo e a sua magnificência. E lhe disse: Tudo isto te darei, se prostrado, me adorares. Então Jesus disse-lhe: Vai-te Satanás, porque está escrito: O Senhor teu Deus adorarás, e a Ele só servirás”.

Pelo texto, temos duas conclusões:
  1. Todos os reinos do mundo serviam a Satanás.
  2. Só é possível adorar a um só Deus.
S. João,VI, 68: “A quem haveremos de ir? Só vós (Cristo) tendes palavras de vida eterna”
Atos, 4,12: “e não há salvação em nenhum outro. Porque sob o céu, nenhum outro nome (Cristo) foi dado aos homens, pelo qual nós devamos ser salvos”.

I Cor. X, 19,22: “Ou que o ídolo é alguma coisa?(De modo nenhum) antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, sacrificam-nas aos demônios e não a Deus. E não quero que tenhais sociedade com os demônios; não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios: não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios”.
Ao longo da história da Igreja, houve sempre o dogma de que só há uma Igreja verdadeira, e fora dela não há salvação. Sendo assim, não há liberdade religiosa, de crença, de culto. Olhemos para estes ensinamentos:

São Cipriano (séc. III): “Não há salvação fora da Igreja”.

Credo de Santo Atanásio (séc. IV), oficial da Igreja Católica: ” Todo aquele queira se salvar, antes de tudo é preciso que mantenha a fé católica; e aquele que não a guardar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre (…) está é a fé católica e aquele que não crer fiel e firmemente, não poderá se salvar”.

Papa Inocêncio III (1198-1216): “De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, que não de hereges, só a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva”.

IV Concílio de Latrão(1215), infalível, Canon I: “…Há apenas uma Igreja universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém é salvo…”. Canon III: “Nós excomungamos e anatematizamos toda heresia erguida contra a santa, ortodoxa e Católica fé sobre a qual nós, acima, explanamos…”.



Papa Bonifácio VIII (1294-1303): “Por apego da fé, estamos obrigados a crer e manter que há uma só e Santa Igreja Católica e a mesma apostólica e nós firmemente cremos e simplemente a confessamos e fora dela não há salvação nem perdão dos pecados (…) Romano Pontífice, o declaramos, o decidimos, definimos e pronunciamos como de toda necessidade de salvação para toda criatura humana.

Concílio de Florença (1438-1445): “Firmemente crê, professa e predica que ninguém que não esteja dentro da Igreja Católica, não somente os pagãos, mas também, judeus, os hereges e os cismáticos, não poderão participar da vida eterna e irão para o fogo eterno que está preparado para o diabo e seus anjos, a não ser que antes de sua morte se unirem a Ela(…).

O Concílio infalível de Trento (1545-1563) além de condenar e excomungar os protestantes, reiterou tudo o que os Concílios anteriores declararam, e ainda proferiu : “… nossa fé católica, sem a qual é impossível agradar a Deus…”

Papa Pio IV (1559-1565), um dos papas do Concílio de Trento: “… Esta verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode se salvar…” (Profissão de fé da Bula “Iniunctum nobis” de 1564)

Papa Benedito IV (1740-1758): “Esta fé da Igreja Católica, fora da qual ninguém pode se salvar…”.

Papa Gregório XVI (1831-1846), Mirari Vos: “Outra causa que tem acarretado muitos dos males que afligem a Igreja é o indiferentismo, ou seja, aquela perversa teoria espalhada por toda a parte, graças aos enganos dos ímpios e que ensina poder-se conseguir a vida eterna em qualquer religião, contanto que se amolde à norma do reto e honesto. Podeis com facilidade, patentear à vossa grei esse erro tão execrável, dizendo o Apóstolo que há um só Deus, uma só fé e um só batismo (Ef. 4,5): entendam, portanto os que pensam poder-se ir de todas as partes ao Porto da Salvação que, segundo a sentença do Salvador, eles estão contra Cristo, já que não estão com Cristo(Luc. 11,23) e os que não colhem com Cristo dispersam miseravelmente, pelo que perecerão infalivelmente os que não tiverem a fé católica e não a guardarem íntegra e sem mancha(Simb. Sancti Athanasii).(…) Desta fonte lodosa do indiferentismo promana aquela sentença absurda e errônea, digo melhor disparate, que afirma e que defende a liberdade de consciência. Esse erro corrupto que abre alas, escudado na imoderada liberdade de opiniões que, para confusão das coisas sagradas e civis, se estende por toda parte, chegando a imprudência de alguém asseverar que dela resulta grande proveito para a causa da religião. Que morte pior há para a alma do que a liberdade do erro?, dizia Santo Agostinho (Ep. 166)”.
Teses condenadas, pelo Papa Pio IX (1846-1878), no Syllabus:
15a “É livre a qualquer um abraçar o professar aquela religião que ele, guiado pela luz da razão, julgar verdadeira”.

16“No culto de qualquer religião podem os homens achar o caminho da salvação e alcançar a mesma eterna salvação”..

17a “Pelo menos deve-se esperar bem da salvação eterna daqueles todos que não vivem na verdadeira Igreja de Cristo”.

18a “O protestantismo não é senão outra forma da verdadeira religião cristã na qual se pode agradar a Deus do mesmo modo que na Igreja Católica”.

21a “A Igreja não tem poder para definir dogmaticamente que a religião da Igreja Católica é a única religião verdadeira”
Outro texto de Pio IX: “(…) não temem fomentar a opinião desastrosa para a Igreja Católica e a salvação das almas, denominada por Nosso Predecessor, de feliz memória, de ‘loucura’ (Mirari Vos) de que a ‘liberdade de conciência e de cultos é direito próprio e inalienável do indivíduo que há de proclamar-se nas leis e estabelecer-se em todas as sociedades constituídas; (…) Portanto, todas e cada uma das opiniões e perversas doutrinas explicitamente especificadas neste documento, por Nossa autoridade apostólica, reprovamos, proscrevemos e condenamos; queremos e mandamos que os filhos da Igreja as tenham, todas, por reprovadas, proscritas e totalmente condenadas”. (Quanta Cura)

Papa Leão XIII (1878-1903), encíclica Libertas Praestantissimum: “(…) oferecer ao homem liberdade (de culto) de que falamos, é dar-lhe o poder de desvirtuar ou abandonar impunemente o mais santo dos deveres, afastando-se do bem imutável, a fim de se voltar para o mal. Isto, já o dissemos, não é liberdade, é uma escravidão da alma na objeção do pecado.”


Papa Pio XI (1922-1939), Mortalium Animus: ” Os esforços [do falso ecumenismo] não tem nenhum direito à aprovação dos católicos porque eles se apoiam sobre esta opinião errônea que todas as religiões são mais louváveis naquilo que elas revelam, e traduzem todas igualmente, se bem que de uma maneira diferente, o sentimento natural e inato que nos leva para Deus e nos inclina ao respeito diante de seu poder(…) Os infelizes infestados por esses erros sustentam que a verdade dogmática não é absoluta, mas relativa, e deve pois, se adaptar às várias exigências dos tempos e lugares às diversas necessidades das almas”.(…) “Os artesãos dessas empresas não cessam de citar ao infinito a Palavra de Cristo: ‘Que todos sejam um. Haverá um só rebanho e um só pastor’( Jo XVII,21; X,16), e eles repetem esses texto como um desejo e um voto de Cristo que ainda não teria sido realizado. Eles pensam que a unidade da fé e de governo, característica da verdadeira e única Igreja de Cristo, quase nunca existiu no passado e que não existe hoje… Eles afirmam que todas ( as igrejas) gozam dos mesmos direitos; que a Igreja só foi Una e Única, no máximo da época apostólica até os primeiros Concílios Ecumênicos(…). Tal é a situação. É claro, portanto, que a Sé Apostólica não pode por nenhum preço tomar parte em seus congressos, e que não é permitido, por nenhum preço, aos católicos aderir a semelhantes empreendimentos ou contribuir para eles; se eles o fizerem dariam autoridade a uma falsa religião cristã completamente estranha à única Igreja de Cristo”

Vejamos o que tem a dizer o maior papa do século, São Pio X (1903-1914), ele tem a autoridade dos papas e a virtude dos santos. Talvez seja a melhor pessoa, neste século, para falar sobre isso. Ele fez o chamado Catecismo Maior, em 1905. O primeiro Catecismo foi ordenado pelo Concílio de Trento, e foi publicado pelo Papa S. Pio V, em 1566, e é um resumo de toda doutrina principal que a Igreja sempre ensinou, colocada de forma fácil, para que todos possam compreender e obedecer.
“Catecismo da Doutrina Cristã”, voz infalível do ensinamento dos Papas e dos Concílios:
149- Que é a Igreja Católica?

A Igreja Católica é a sociedade ou reunião de todas as pessoas batizadas que, vivendo na terra, professam a mesma fé e a mesma lei de Cristo, participam dos mesmos sacramentos, e obedecem aos legítimos Pastores, principalmente ao Romano Pontífice.

153- Então não pertencem à Igreja de Jesus Cristo as sociedades de pessoas batizadas que não reconhecem o Romano Pontifice por seu chefe?

Todos os que não reconhecem o Romano Pontifice por seu chefe , não pertencem à Igreja de Jesus Cristo.

156- Não poderia haver mais de uma Igreja?

Não pode haver mais de uma Igreja, porque, assim com há um só Deus, uma só fé e um só Batismo, assim também não há nem pode haver senão uma só Igreja verdadeira.

168- Pode alguém salvar-se fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana?

Não. Fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana, ninguém pode salvar-se, como ninguém pôde salvar-se do dilúvio fora da arca de Noé, que era figura desta Igreja.



Ou, ainda em outro documento, São Pio X, condenando, as teses modernistas: “Toda religião, não excetuada sequer a dos idólatras, deve ser tida por verdadeira(…). E os modernistas de fato não negam, ao contrário, concedem, uns confusa, e outros manifestamente, que todas as religiões são verdadeiras(…). Quando muito, no conflito entre as diversas religiões, os modernistas poderão sustentar que a Católica tem mais verdade, porque é mais viva e merece mais o título de Cristã, porque mais completamente corresponde o título de Cristã, porque mais completamente corresponde às origens do cristianismo”.

Cremos ter provado que, pela Igreja Católica: só há uma Igreja verdadeira, fora da qual não há salvação;

Além disso, havendo um só Deus, consequentemente, só pode haver uma Igreja verdadeira.
Essas proposições valem para sempre.

“MARCHA DAS VADIAS”, UM VERDADEIRO CRIME CONTRA OS CRISTÃOS E CONTRA A FAMÍLIA.




O QUE É A “MARCHA DAS VADIAS”?

É um grupo feminista criado com intuito de coibir a violência contra as mulheres. No Brasil este grupo é formado por redes feministas pró-aborto, defensores do casamento gay, cerceamento de liberdades individuais e lutam principalmente contra a manifestação cristã em espaços considerados públicos.

São mulheres que dizem ter o intuito de coibir a violência doméstica, porém usam de violência contra crianças e famílias que se mostrem contra as “falsas liberdades” as quais elas tanto defendem.

POR QUE UM CRIME CONTRA OS CRISTÃOS E CONTRA A FAMÍLIA?

Não há como negar, que tal atitude deste grupo seja sim considerada crime e deve as responsáveis pagar pelos seus atos. o fato delas invadirem um evento Cristão como a JMJ 2013 com calcinhas fil dental e semi nuas, desrespeitando assim famílias, homens, mulheres e crianças que ali estavam, profanar Imagens Sacras, desrespeitar até a presença do Papa Francisco, já é um crime tipificado no Artigo 208 do Código Penal Brasileiro.

Além disso, elas impediram e perturbaram cerimônia religiosa e isto é crime e encontra-se tipificado no artigo 208, Titulo V do Código Penal Brasileiro. Vejamos:

Art. 208 – Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Pena – detenção, de um mês a um ano, ou multa.

Parágrafo único – Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.

Tal atitude deste grupo podemos chamar “ Cristofobia”, ou seja, tudo que é sagrado, de Deus incomoda e eles fazem o “impossível” para impedir. Estamos vivendo um tempo em que qualquer manifestação desta natureza poderá resultar em destruição de igrejas católicas, violência contra religiosos, pessoas que participam de celebrações religiosas e até crianças.

Do modo que estão acontecendo as coisas, daqui a pouco estaremos em situação semelhante a que ocorre em países do ocidente, onde pessoas estão impedidas de manifestarem a sua fé, ou, corremos o risco de morrermos em situação semelhante aos católicos de Costa do Marfim, ou seja, carbonizados.

Porém, sabemos que: quem pratica tais violências jamais terá o nome pronunciado e quem sofre a violência em nome de sua fé, tem seu nome sempre lembrado e venerado por muitos como exemplo de Cristão, corajoso e seguidor da palavra como houve com São Paulo, Santo André, São Sebastião e muitos outros.

O ataque violento de grupos feministas a templos católicos ainda é recente no Brasil, mas em outros países já é “moda” faz tempo. “Em março deste ano, por exemplo, mulheres do grupo feminista “Femen” invadiram a catedral de Santa Sofia, em Kiev, capital da Ucrânia, e fizeram topless na torre do sino, exibindo cartazes pró-aborto.

Devemos lembrar também que em 2011 durante a Jornada Mundial da Juventude que ocorreu em Madrid, Um grupo de ativistas Gays acabou por invadir e insultar alguns jovens que lá estavam, porém, eles não agiram com violência e muito menos rebateram simplesmente os ignoraram. Agiram como verdadeiros cristãos.

Em 2008, na Argentina, participantes de um protesto feminista picharam palavrões e blasfêmias na fachada da Catedral de Nequén. Um corajoso grupo de jovens católicos argentinos fez um cordão humano, na tentativa de proteger a igreja, mas, como estavam em minoria, os estragos foram inevitáveis.

Ou seja, há uma grande onda de violência por parte de grupos que defendem o que eu chamo de “falsa liberdade”. E porque falsa liberdade? Simples, sabemos primeiramente que a vida é um bem precioso, deve ser preservada bem antes do nascimento e o que este grupo defende? A morte de crianças, a sexualidade irresponsável e por fim usam de violência contra crianças cristãs, ou seja, para eles não importa a idade, se não estiver de acordo com que eles defendem, então merecem ser agredidos. Segundo, há uma desvalorização da família, há um grande incentivo para que os filhos não mais obedeçam aos pais, e por fim, rejeitam a Deus, pois se observassem bem os mandamentos com certeza não estariam reagindo dessa forma.Precisamos pressionar o poder público para que os criminosos sejam identificados e punidos, conforme prevê a lei. Só assim haverá esperança de que tais coisas não voltem a ocorrer.”

Não podemos ter medo, temos que cobrar o poder público para que pessoas responsáveis por estes atos sejam devidamente punidas, a atitude delas é criminosa sim e o artigo 208 do Código Penal Brasileiro expõe isso de forma clara e objetiva para quem quiser entender.

Está na cara que estas pessoas que participam de tal marcha são na verdade “lobos em pele de cordeiro”, ao qual fingem estar preocupadas com violência contra as mulheres, porém o que elas querem mesmo é destruir e promover uma verdadeira perseguição aos cristãos. É uma verdadeira incoerência mulheres que dizem querer ser respeitadas, mas, se auto intitularem como “vadias” e ficaram promovendo tamanha violência, trata-se de um movimento de pessoas à toas, sem propósito algum.

Drª Elayne Cristina da Silva Moura – Advogada – Campo Grande-MS

ABORTO: A CONDENAÇÃO QUE NÃO VEIO.


Em Copacabana, Papa celebra missa que encerra a Jornada Mundial da Juventude Gabriel Bouys/AFP


Chegou ao fim a Jornada Mundial da Juventude. Às vésperas da legalização do Aborto no Brasil, nenhuma condenação explícita feita pelo Santo Padre. Diante de um crime horrendo e deplorável, próximo de se tornar lei, apenas o silêncio. O Papa falou somente da promoção  e proteção da “vida, que é dom de Deus, um valor que deve ser sempre tutelado e promovido”. Nada mais que isso. Teria o Sumo Pontífice tratado , em particular, com a própria Dilma? Não nos parece….

 A  “Gaudium et Spes”, do Vaticano II, citada muitas vezes pelo Santo Padre, trata justamente das ” Alegrias, tristezas e esperanças” do homem de hoje. Fiquemos no momento com as “tristezas” que sinalizarão uma provável derrota daqueles que lutam  dia-a-dia contra o aborto na Terra de Santa Cruz.  De resto, continuemos a festa com ritmos e danças episcopais.

Pe. Marcélo Tenorio

BISPOS DANÇANDO PARA O PAPA

Se pensamos que vimos de tudo…..Depois da  Dança dos Bispos, podemos esperar o que mais? Escândalo sem precedentes na história! A Igreja abalada e humilhada até às estruturas!
Pe. Marcélo Tenorio
“Quantas profanações… São Bispos, Sucessores dos Apóstolos, e se Eles próprios se comportam de forma avessa à dignidade episcopal que carregam em virtude do Sacramento da Ordem, Eles são os primeiros profanadores. Enquanto a única coisa que importa para essa juventude é a farra e algazarra “cristãs”, o Sagrado é profanado aos olhos de quem quiser e puder ver.
A nobreza dos Ministros de Deus reduziu-se a migalhas. A Majestade, que deveria ser característica em cada um desses Bispos, rebaixou-se ao grau mais insignificante diante dos fiéis. A cada situação, a cada acontecimento vergonhoso como este, a Igreja vai perdendo seus sinais de grandeza, de respeito, de autoridade, de instituição divina fundada pelo próprio Deus.
A Barca de Pedro está sendo massacrada, literalmente destruída, enquanto a maioria aa bordo bate palmas e festeja a própria decadência.” ( Carlos Wolkartt)

GAROTO REVELA CONVERSA COM O PAPA





Um garoto de 9 anos teve a oportunidade de conversar com o Papa Francisco na manhã desta sexta-feira, na Mitra Arquidiocesana do Rio de Janeiro. Natan de Melo Brito Pires chorou bastante após ser carregado pelo pontífice e revelou que seu desejo é se tornar padre.

Enquanto chegava de papomóvel ao Palácio Espicopal São Joaquim, Francisco pediu que o veículo fosse parado e solicitou a ajuda de seguranças para pegar o garoto no colo.
Aos prantos, Natan revela o diálogo com o pontífice. “Eu falei para ele que quero me tornar sacerdote de Cristo e que eu vou me tornar padre, em nome de Deus”. O garoto disse ter esse desejo desde os 7 anos.
“Eu estou tremendo. É uma emoção… Nossa! Ele falou para eu rezar, e que ele vai rezar por mim. Peço muito as orações do povo para me tornar sacerdote”, falou Natan.
Confira a reportagem de Edilene Lopes:
Fonte: Rádio Itatiaia

VIA SACRA COM OS JOVENS



VIA-SACRA COM OS JOVENS
PALAVRAS DO SANTO PADRE
Copacabana, Rio de Janeiro
Sexta-feira, 26 de Julho de 2013
Queridos jovens,
Viemos hoje acompanhar Jesus no seu caminho de dor e de amor, o caminho da Cruz, que é um dos momentos fortes da Jornada Mundial da Juventude. No final do Ano Santo da Redenção, o Bem-aventurado João Paulo II quis confiar a Cruz a vocês, jovens, dizendo-lhes: «Levai-a pelo mundo, como sinal do amor de Jesus pela humanidade e anunciai a todos que só em Cristo morto e ressuscitado há salvação e redenção» (Palavras aos jovens [22 de abril de 1984]: Insegnamenti VII,1 (1984), 1105). A partir de então a Cruz percorreu todos os continentes e atravessou os mais variados mundos da existência humana, ficando quase que impregnada com as situações de vida de tantos jovens que a viram e carregaram.

Queridos irmãos, ninguém pode tocar a Cruz de Jesus sem deixar algo de si mesmo nela e sem trazer algo da Cruz de Jesus para sua própria vida. Nesta tarde, acompanhando o Senhor, queria que ressoassem três perguntas nos seus corações: O que vocês terão deixado na Cruz, queridos jovens brasileiros, nestes dois anos em que ela atravessou seu imenso País? E o que terá deixado a Cruz de Jesus em cada um de vocês? E, finalmente, o que esta Cruz ensina para a nossa vida?


[En espanhol:]

1. Una antigua tradición de la Iglesia de Roma cuenta que el apóstol Pedro, saliendo de la ciudad para escapar de la persecución de Nerón, vio que Jesús caminaba en dirección contraria y enseguida le preguntó: «Señor, ¿adónde vas?». La respuesta de Jesús fue: «Voy a Roma para ser crucificado de nuevo». En aquel momento, Pedro comprendió que tenía que seguir al Señor con valentía, hasta el final, pero entendió sobre todo que nunca estaba solo en el camino; con él estaba siempre aquel Jesús que lo había amado hasta morir. 

Miren, Jesús con su Cruz recorre nuestras calles y carga nuestros miedos, nuestros problemas, nuestros sufrimientos, también los más profundos. Con la Cruz, Jesús se une al silencio de las víctimas de la violencia, que ya no pueden gritar, sobre todo los inocentes y los indefensos; con la Cruz, Jesús se une a las familias que se encuentran en dificultad, y que lloran la trágica pérdida de sus hijos, como en el caso de los doscientos cuarenta y dos jóvenes víctimas en el incendio en la ciudad de Santa María a principios de este año. Rezamos por ellos. Con la Cruz Jesús se une a todas las personas que sufren hambre, en un mundo que, por otro lado, se permite el lujo de tirar cada día toneladas de alimentos. 

Con la cruz, Jesús está junto a tantas madres y padres que sufren al ver a sus hijos víctimas de paraísos artificiales, como la droga. Con la Cruz, Jesús se une a quien es perseguido por su religión, por sus ideas, o simplemente por el color de su piel; en la Cruz, Jesús está junto a tantos jóvenes que han perdido su confianza en las instituciones políticas porque ven el egoísmo y corrupción, o que han perdido su fe en la Iglesia, e incluso en Dios, por la incoherencia de los cristianos y de los ministros del Evangelio. Cuánto hacen sufrir a Jesús nuestras incoherencia. En la Cruz de Cristo está el sufrimiento, el pecado del hombre, también el nuestro, y Él acoge todo con los brazos abiertos, carga sobre su espalda nuestras cruces y nos dice: ¡Ánimo! No la llevás vos solo. Yo la llevo contigo y yo he vencido a la muerte y he venido a darte esperanza, a darte vida (cf. Jn 3,16).


2. Podemos ahora responder a la segunda pregunta: ¿Qué ha dejado la Cruz en los que la han visto y en los que la han tocado? ¿Qué deja en cada uno de nosotros? Miren, deja un bien que nadie más nos puede dar: la certeza del amor fiel de Dios por nosotros. Un amor tan grande que entra en nuestro pecado y lo perdona, entra en nuestro sufrimiento y nos da fuerza para sobrellevarlo, entra también en la muerte para vencerla y salvarnos. En la Cruz de Cristo está todo el amor de Dios, está su inmensa misericordia. Y es un amor del que podemos fiarnos, en el que podemos creer. Queridos jóvenes, fiémonos de Jesús, confiemos en Él (cf. Lumen fidei16). Porque Él nunca defrauda a nadie. Sólo en Cristo muerto y resucitado encontramos la salvación y redención. Con Él, el mal, el sufrimiento y la muerte no tienen la última palabra, porque Él nos da esperanza y vida: ha transformado la Cruz de ser un instrumento de odio, y de derrota, y de muerte, en un signo de amor, de victoria, de triunfo y de vida.


El primer nombre de Brasil fue precisamente «Terra de Santa Cruz». La Cruz de Cristo fue plantada no sólo en la playa hace más de cinco siglos, sino también en la historia, en el corazón y en la vida del pueblo brasileño, y en muchos otros pueblos. A Cristo que sufre lo sentimos cercano, uno de nosotros que comparte nuestro camino hasta el final. No hay en nuestra vida cruz, pequeña o grande que sea, que el Señor no comparta con nosotros.


3. Pero la Cruz invita también a dejarnos contagiar por este amor, nos enseña así a mirar siempre al otro con misericordia y amor, sobre todo a quien sufre, a quien tiene necesidad de ayuda, a quien espera una palabra, un gesto. La Cruz nos invita a salir de nosotros mismos para ir al encuentro de ellos y tenderles la mano. Muchos rostros, lo hemos visto en el Viacrucis, muchos rostros acompañaron a Jesús en el camino al Calvario: Pilato, el Cireneo, María, las mujeres… Yo te pregunto hoy a vos: Vos, ¿como quien querés ser. Querés ser como Pilato, que no tiene la valentía de ir a contracorriente, para salvar la vida de Jesús, y se lava las manos? Decidme: Vos, sos de los que se lavan las manos, se hacen los distraídos y miran para otro lado, o sos como el Cireneo, que ayuda a Jesús a llevar aquel madero pesado, como María y las otras mujeres, que no tienen miedo de acompañar a Jesús hasta el final, con amor, con ternura. Y vos ¿como cuál de ellos querés ser? ¿Como Pilato, como el Cireneo, como María? Jesús te está mirando ahora y te dice: ¿me querés ayudar a llevar la Cruz? Hermano y hermana, con toda tu fuerza de joven ¿qué le contestás?


Queridos jóvenes, llevemos nuestras alegrías, nuestros sufrimientos, nuestros fracasos a la Cruz de Cristo; encontraremos un Corazón abierto que nos comprende, nos perdona, nos ama y nos pide llevar este mismo amor a nuestra vida, amar a cada hermano o hermana nuestra con ese mismo amor.

PAPA FRANCISCO – NO ÂNGELUS



ALOCUÇÃO DO SANTO PADRE
HORA DA AVE MARIA/ANGELUS
Balcão do Arcebispado, Rio de Janeiro
Sexta-feira, 26 de Julho de 2013
 

Caríssimos irmãos e amigos, bom dia!

Dou graças à divina Providência por ter guiado meus passos até aqui, na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Agradeço de coração sincero a Dom Orani e também a vocês pelo acolhimento caloroso, com que manifestam seu carinho pelo Sucessor de Pedro. Desejaria que a minha passagem por esta cidade do Rio renovasse em todos o amor a Cristo e à Igreja, a alegria de estar unidos a Ele e de pertencer a Igreja e o compromisso de viver e testemunhar a fé.

Uma belíssima expressão da fé do povo é a “Hora da Ave Maria”. É uma oração simples que se reza nos três momentos característicos da jornada que marcam o ritmo da nossa atividade quotidiana: de manhã, ao meio-dia e ao anoitecer. É, porém, uma oração importante; convido a todos a rezá-la com a Ave Maria. Lembra-nos de um acontecimento luminoso que transformou a história: a Encarnação, o Filho de Deus se fez homem em Jesus de Nazaré.

Hoje a Igreja celebra os pais da Virgem Maria, os avós de Jesus: São Joaquim e Sant’Ana. Na casa deles, veio ao mundo Maria, trazendo consigo aquele mistério extraordinário da Imaculada Conceição; na casa deles, cresceu, acompanhada pelo seu amor e pela sua fé; na casa deles, aprendeu a escutar o Senhor e seguir a sua vontade. São Joaquim e Sant’Ana fazem parte de uma longa corrente que transmitiu a fé e o amor a Deus, no calor da família, até Maria, que acolheu em seu seio o Filho de Deus e o ofereceu ao mundo, ofereceu-o a nós.

 Vemos aqui o valor precioso da família como lugar privilegiado para transmitir a fé! Olhando para o ambiente familiar, queria destacar uma coisa: hoje, na festa de São Joaquim e Sant’Ana, no Brasil como em outros países, se celebra a festa dos avós. Como os avós são importantes na vida da família, para comunicar o patrimônio de humanidade e de fé que é essencial para qualquer sociedade! E como é importante o encontro e o diálogo entre as gerações, principalmente dentro da família. O Documento de Aparecida nos recorda: “Crianças e anciãos constroem o futuro dos povos; as crianças porque levarão por adiante a história, os anciãos porque transmitem a experiência e a sabedoria de suas vidas” (Documento de Aparecida, 447). Esta relação, este diálogo entre as gerações é um tesouro que deve ser conservado e alimentado! Nesta Jornada Mundial da Juventude, os jovens querem saudar os avós. Eles saúdam os seus avós com muito carinhoAos avós. Saudamos os avós. Eles, os jovens, saúdam os seus avós com muito carinho e lhes agradecem pelo testemunho de sabedoria que nos oferecem continuamente.

E agora, nesta praça, nas ruas adjacentes, nas casas que acompanham conosco este momento de oração, sintamo-nos como uma única grande família e nos dirijamos a Maria para que guarde as nossas famílias, faça delas lares de fé e de amor, onde se sinta a presença do seu Filho Jesus [reza do «Ângelus»].

PAPA FRANCISCO REZA COM PROTESTANTES DA “ASSEMBLEIA DE DEUS”


Rio de Janeiro- Em sua caminhada pela comunidade de Varginha, no Complexo de Manguinhos, na zona norte da capital fluminense, o papa Francisco parou em uma igreja evangélica da Assembleia de Deus e fez uma oração com o pastor e os cristãos protestantes, informou o padre Márcio Queiroz, que acompanhou o pontífice na visita à favela.

“Caminhando pela comunidade, chegamos até a igreja evangélica. Eu mostrei a ele que eles estavam no templo, e ele pediu para ir até lá para cumprimentá-los. O papa falou com o pastor e com as pessoas que estavam lá, e os convidou a rezarem um Pai Nosso”, disse.