O Papa-Sol

 

 

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Há neste pontificado de Francisco muitas características interessantes, ainda que tristes, que nos remetem ao jogo político bolivariano apresentado pelas lideranças seculares na América Latina.

Este pontificado se apresentou como a grande reinvenção da misericórdia, como se a Igreja não fosse misericordiosa nos dois mil anos precedentes, do amor aos pobres e da simplicidade absoluta. Toda essa imagem foi construída de forma propagandística, também através da pena de jornalistas de esquerda e do martelo ideológico de alguns padrecos e bispos saudosistas da Teologia da Libertação, mas sobretudo através do engenho pessoal de Bergoglio. Como não pensar na imagem de Chavez, Mujica ou Lula, é claro, igualmente manipuladas pela mídia que fez de cada mandatário um novo “pai dos pobres”, um messias político que promete o paraíso na Terra.

Pais presos pela “Ideologia do Gênero”

 

 

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ROMA, 16 Nov. 14 / 06:14 pm (ACI/EWTN Notícias).- Um pai de família foi detido en Alemanha por negar-se a enviar sua filha à classe de educação sexual com ideologia de gênero nas que, entre outras coisas, se ensina às crianças pequenas a “tocar-se e conhecer-se”, que sua identidade sexual é “algo que devem refletir” e que diversas perversões sexuais são “normais”.

Em declarações à Rádio Vaticano, um professor italiano que trabalha há 27 anos na Alemanha, Andrea Rebeggiani, explica que o que há ocorrido com este pai de família, Eugene Martens, “não é novo. Já há ocorrido há alguns anos com outras famílias de confissão batista cujos filhos recebiam estas classes de educação sexual e que escolheram que seus pequenos recebessem esta formação em casa”.

FRANCISCO CONVIDA ROQUEIRA PARA CANTAR NO VATICANO

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Caríssimos,

Salve Maria!

Quando pensamos que já estamos acostumados com os estrondos “Franciscanos”, vem mais essa: a roqueira, considerada “avó do Punk” cantará no Vaticano a convite do Papa, como relata a matéria abaixo.

Sabemos que o abade primaz dos beneditinos, que habita no Santo Anselmo, em Roma, tem uma banda de rock ( e aqui não se trata de “Saray” nem de “Saron”, mas de rock mesmo, ” dos bons”, como diriam os jovens de preto e cabeludos) mas não temos notícias que ele já se apresentou em São Pedro…

Coloco uma das  “belas” letras de Patti Smith,   com o título de ” because  the night”, que muito ajudará nossos jovens católicos. Até seria uma boa pedida para o próximo JMJ, quem sabe,

Segue a letra de uma de suas músicas:

Arcebispo iraquiano chora: Pela primeira vez em 1500 anos não podem celebrar o dia da santa padroeira

 

 

 

ROMA, 13 Nov. 14 / 03:37 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Arcebispo Siro Ortodoxo de Mossul, Mar Nicodemus Dawod Sharaf, começou a chorar durante uma entrevista ao recordar que em 1500 anos de história, essa é a primeira vez que os cristãos do norte do Iraque não puderam celebrar a padroeira na igreja devido à perseguição do Estado Islâmico; um fato que nunca tinha acontecido, nem mesmo durante as invasões mongólicas ou tártaras do passado.

O fato ocorreu durante uma entrevista com um jornal estrangeiro, na qual o arcebispo também denunciou a passividade dos organismos de direitos humanos. Entretanto, assegurou que em meio ao sofrimento, os cristãos do Iraque estão orgulhosos porque as perseguições são consequência de sua fidelidade a Cristo.

O Cardeal Burke impedido de celebrar a Missa Tridentina pelo abade primaz dos Agostinianos

 

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Diferentemente de outros Sacerdotes e Bispos, um Cardeal tem o privilégio de celebrar Missas em qualquer lugar do mundo, sem ser necessária permissão expressa do Bispo e do Pároco locais, a não ser comunicação prévia (Código de Direito Canônico). Contudo, contrariando esta lei canônica de João Paulo II, o Motu Proprio “Summorum Pontificum”e ultrajando um Príncipe da Igreja, o Abade Primaz dos Cônegos Agostinianos, residente em Viena, proibiu que o Cardeal Burke celebrasse Missa Pontifical segundo o rito antigo na igreja sob o cuidado pastoral de seus confrades.

Cuidado, Francisco!…

 

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A transferência do cardeal Burke do posto de prefeito da Assinatura Apostólica ao de patrono dos Cavaleiros de Malta é um gesto surpreendente que certamente se mostrará desastroso para o papa Francisco.

Quer ele goste ou não, durante o último sínodo sobre a família o cardeal Burke se impôs como o líder da resistência conservadora ao papa Francisco.

Em sua entrevista ao Aletheia, Burke se defende da acusação de não ser leal ao Santo Padre, mas essa não é a percepção que os especialistas dos veículos de comunicação, tanto progressistas quanto conservadores, estão tendo. Ele se mostrou como o crítico mais ferrenho dos modernizadores “kasperianos”. Michael Sean Winters e Fr. Z. concordam que o novo papel, em grande parte cerimonial, do cardeal Burke, no lugar de silenciá-lo, na verdade o libera de responsabilidades reais, dando-lhe assim a liberdade de se tornar a voz da resistência ao que vários percebem como uma agenda cada vez mais progressista dentro do Vaticano.

DIVERSIDADE OU DISSIDÊNCIA

 

 

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A Igreja Católica é uma. Não há várias Igrejas de Cristo. Mas se a vemos humanamente, nos parecerá que hoje convivem dentro dela modos muito contraditórios de pensar e viver a fé. Não me refiro a modos distintos de pensar e viver uma mesma fé, o qual é perfeitamente legítimo. Melhor dizendo, vemos que dentro dela se encontram distintas classes de «fé». Insisto: humanamente falando. Porque a fé católica é uma: o que sempre, o que em todas as partes, o que todos os católicos hão crido e hão praticado, como já dizia são Vicente de Lérins. Que foi o que ensinou Jesus Cristo e transmitiu o Magistério vivo de sua única Igreja.

A tatuagem e sua moralidade

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Vemos em nossos tempos um número cada vez maior de tatuagens em diversos tipos de ambientes. É preciso dizer algo, ainda que brevemente, quanto à moralidade delas.

      Alguns afirmam não haver problema com tatuagens em nossos dias atuais e que o preceito dado no Antigo Testamento (Levítico XIX, 28: “Não fareis incisões na vossa carne, por causa de algum morto, nem fareis figuras algumas ou sinais sobre o vosso corpo. Eu sou o Senhor.”) com relação a isso era válido unicamente pelo fato de ela favorecer o paganismo naquele contexto. A tatuagem era coisa de pagãos. Assim, o povo judeu era o único povo monoteísta, rodeado de pagãos e, para ser preservado na crença em um só Deus, o Senhor deu-lhe vários preceitos circunstanciais. Entre eles, a não utilização de tatuagem, que poderia favorecer a infidelidade do povo israelita naquele contexto. Portanto, a proibição da tatuagem não era a proibição da tatuagem em si, mas a proibição em virtude das circunstâncias. Continuam o argumento dizendo que essas circunstâncias já não existem e, consequentemente, a tatuagem pode ser lícita. Em geral, é esse o raciocínio que se faz em favor da tatuagem. É preciso fazer, diante disso, duas perguntas: (1) as circunstâncias que existiam na época e que proibiam a tatuagem realmente não existem mais? (2) a tatuagem é lícita sem uma causa proporcional que a justifique?

Mons. Athanasius Schneider: «submeter à votação a verdade divina e la Palavra de Deus es indigno»

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Em uma entrevista concedida ao portal PCH24, Polônia Cristã, Mons. Athanasius Schneider, bispo auxiliar da arquidiocese de Maria Santíssima em Astana (Kazaquistão), analiza a situação da Igreja após o recente sínodo sobre a família e o debate sobre a possibilidade de dar a comunhão aos divorciados recasados. O prelado assegura que no sínodo houve uma clara manipulação por parte de alguns prelados e louva o trabalho de jornalistas e blogueiros católicos que «se comportavam como bons soldados de Cristo e alertavam da agenda clerical que buscava socavar a doutrina perene de Nosso Senhor»