A propósito dos católicos coelhos criticados pelo papa

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Patrícia Medina

Fui abençoada com 6 filhos. Filhos que tive por 6 partos cesáreas. Meus partos cesáreas nunca foram por comodidade ou por medo da dor do parto natural. Pelo contrário. Sempre desejei dar à luz naturalmente, mas meu primeiro filho entrou em sofrimento fetal após 13 horas de trabalho de parto. Mecônio[i] e sangue fizeram com que o nascimento dele fosse uma emergência médica e a cesariana, inevitável para salvar a vida dele. Graças a Deus dei à luz num tempo onde a cirurgia cesariana foi uma opção. Apenas algumas décadas antes, estaríamos mortos, eu e meu filho. Apesar de um APGAR[ii] inicial bastante baixo, meu primogênito se recuperou e hoje é um rapaz inteligente, caseiro, bom filho.

Eu não sou Charlie Hebdo

 

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O que poucos se atrevem dizer

JUAN MANUEL DE PRADA

Chegados à culminância do disparate, temos escutado defender um autoproclamado «direito à blasfêmia»

DURANTE os últimos dias, temos escutado qualificar aos jornalistas vilmente assassinados do pasquim Charlie Hebdo de «mártires da liberdade de expressão». Também temos assistido a um movimento de solidariedade póstuma com os assassinados, mediante proclamas inadmissíveis do estilo: «Eu sou Charlie Hebdo». E, chegados à culminância do disparate, temos escutado defender um autoproclamado «direito à blasfêmia», inclusive em meios católicos. Sirva este artigo para dar voz a quem não se identificam com este cúmulo de modismos filhos da debilidade mental.

Mensagem da revista Charlie Hebdo ao Papa: «Que as Femen façam soar os sinos de Notre Dame em nossa honra»

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«Uma última coisa, importante: Queríamos enviar uma mensagem ao Papa Francisco, que ele também »é Charlie«, esta semana somente aceitamos que os sinos de Notre Dame soem em nossa honra se são as Femen quem os façam soar». Essa é a mensagem final de um dos artigos do novo exemplar da revista ateia e blasfema Charlie Hebdo.

Preparando a “Festa” dos 500 anos da Reforma. Viva Lutero!

 

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Cidade do Vaticano (RV) – Em 2017, luteranos e católicos vão celebrar juntos os quinhentos anos da Reforma Protestante e recordar com alegria os cinquenta anos de diálogo ecumênico oficial conduzido a nível mundial, na esteira do Concílio Vaticano II.

A Comissão Internacional de Diálogo Luterano-católica pela Unidade, já há alguns anos organizou uma programação com vistas a uma possível declaração comum por ocasião do ano da comemoração da Reforma, em 2017. Nos últimos ciquenta anos, o diálogo ecumênico realizou grandes esforços buscando relacionar a teologia dos reformadores às decisões do Concílio de Trento e do Vaticano II, avaliando se as respectivas posições se excluem ou se completam mutuamente.

Cardeal Burke afirma: “Igreja feminilizada e meninas coroinhas contribuíram para a escassez de padres”

Garotos novos não querem fazer coisas de meninas. É algo natural. Eu acho que isso tem contribuído para uma perda de vocações sacerdotais”. E também: “Com exceção do padre, o santuário se encheu de mulheres. As atividades da paróquia e até da liturgia se tornaram tão femininas em diversos lugares que os homens não querem mais se envolver”.

Fonte: The Washington Post

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Por David Gibson | Religion News Service

Tradução e comentário: Montfort

O Cardeal Raymond Burke, um importante clérigo americano em Roma, que tem sido um dos maiores críticos da pressão por reformas do Papa Francisco, está causando barulho mais uma vez, desta vez ao argumentar que a Igreja Católica tornou-se muito “feminilizada”.

Nos 100 anos de Fátima, Francisco festejará a Reforma Protestante

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O Papa Francisco anunciou no dia 18 de dezembro passado que a Igreja comemorará o V Centenário da Reforma Protestante, que foi liderada pelo monge herege Martinho Lutero. Essa decisão de comemorar em conjunto com os protestantes esta “revolução”, que tanto mal trouxe à Igreja e  às almas ( quantas almas se perderam seguindo as seitas!) é algo inusitado e inconcebível em épocas passadas, sobretudo a iniciativa vindo de um Papa.

Celebrar e comemorar o que? A apostasia? A teimosia de um monge insano? Comemorar a negação da Presença real de Jesus na eucaristia e os sacrilégios acontecidos na Alemanha e noutras partes pelos protestantes inflamados do orgulho luterano? Celebrar a exclusão do culto à Nossa Senhora, a negação dos dogmas e as blasfêmias contra a  Toda Santa Mãe de Deus? Aplaudir a  separação dos protestantes da Igreja, como também o desdém que nutrem contra a Sé de Pedro e todo seu edifício sacramental?

Os privilégios Litúrgicos da Espanha

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La Iglesia española tiene una serie de tradiciones propias al celebrar la Santa Misa. En algunos casos se trata de privilegios concedidos por los Papas al clero de España (Bulas Ad hoc Nos Deus de San Pío V de 16-12-1570; y Pastoralis officii de Gregorio XIII de 30-12-1623), y en otros, de tradiciones inveteradas. Salvo manifiesta contradicción, estas tradiciones pueden usarte también con el Novus Ordo; de hecho algunas siguen presentes en diversas parroquias y otras, aunque ya en desuso, continuaron durante los años posteriores al Misal de Pablo VI.