Igreja vai batizar filhos de casais homossexuais

rito-efeta_2014.04-19

Por: Flávia Alves
Do BOM DIA em Jundiaí

O bispo dom Vicente Costa, da Diocese de Jundiaí, assinou na sexta-feira (15) decreto que passa a permitir o batismo de filhos adotados por casais homoafetivos nas 11 cidades sob a jurisdição dele: Jundiaí, Cabreúva, Cajamar, Campo Limpo Paulista, Itu, Itupeva, Louveira, Pirapora do Bom Jesus, Salto, Santana de Parnaíba e Várzea Paulista.

A solenidade ocorreu no altar da Catedral Nossa Senhora do Desterro, durante missa pela comemoração do Dia da Padroeira, que dá nome à igreja do Centro de Jundiaí.

Em seu discurso, dom Vicente explicou os motivos para as atualizações nas diretrizes do sacramento do batismo. Sem fazer menção direta à regra que atinge os casais homoafetivos, dom Vicente disse: “Maria é mãe da evangelização. E como mãe acolhe e cuida de todo seu povo. A igreja nunca se fecha. É preciso ter compaixão, assim como uma mãe tem para com seus filhos”.

Com a igreja matriz lotada, os fiéis saudaram as mudanças que, segundo o padre Leandro Megeto, fazem parte de um pedido antigo das paróquias das 11 cidades da diocese. “Começamos pelo batismo, que é o primeiro sacramento oferecido pela Igreja. Foi um longo processo de quase três anos de conversas”, afirmou.

De acordo o padre Megeto, a Igreja Católica está atenta aos apelos do papa Francisco para estar aberta a todos, tornando-se mais atraente e com maior acolhimento. “É um olhar de esperança para o futuro, por meio de uma abertura aos novos tempos”, disse o padre.

Mudanças/ As novas “Normas e Diretrizes para o Sacramento do Batismo” fazem parte do Plano Diocesano da Ação Evangelizadora. O texto instituiu, também, que crianças com mais de 7 anos devem participar da catequese do batismo junto com a catequese da Primeira Eucaristia, além da possibilidade de escolha de apenas um padrinho ou madrinha para o sacramento do batismo e o de crisma e o batismo para filhos de casais sem casamento oficializado perante a Igreja.

Segundo dom Vicente Costa, o objetivo principal desta publicação é resgatar o sentido original do batismo. “O papa Francisco ensina que o batismo não é uma formalidade. É um ato que diz respeito à nossa existência.”

Fonte: http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/71416/igreja-vai-batizar-os-filhos-de-casais-gays

Entrevista com Mons. WILLIAMSON

11074482_956669237679112_769719251813214947_n

ENTREVISTA COM MONS. WILLIAMSON (19 de Março) ENTREVISTA FEITA A MONS. WILLIAMSON imediatamente após a cerimônia da sagração de Mons. FAURE

Vossa Excelência conseguiu o apoio dos padres neste consagração?

Sim, havia um grupo de padres da América Latina e dos Estados Unidos e dos outros lugares. Há sacerdotes que entendem, não são numerosos, mas têm valor, têm fé, e estão determinados a seguir em frente.

O que fez o senhor decidir fazer esta consagração agora?

Cada dia era mais razoável com a ameaça de guerra, que está muito perto de nós, e já duas vezes foi evitada com a Síria e Ucrânia. O Ocidente delinquente está provocando os russos e vai chegar o momento em que Putin vai dizer que é suficiente e decidir atacar.

Vossas Excelências, as vozes já estão clamando que o senhor e Monsenhor Faure são excomungados, o que pode nos dizer sobre isso?

A verdade é mais importante do que a autoridade. A autoridade existe para servir a Verdade, e as autoridades Romanas deixaram a Verdade, através do Conselho, e cada vez mais, infelizmente. Então, sua punição e suas censuras estão sem peso, sem valor. Continue lendo

Sobre a Sagração de Nova Friburgo

 

af

 

Muitos perguntam a minha opinião sobre a Sagração ocorrida em Nova Friburgo no último dia  19 de março, Solenidade de S. José.

 É claro que tal ato abre mais uma chaga no coração da Igreja.

Faço minha – em tudo  e assino esta declaração ( sobre o fato)  de  alguém que me é próximo e que está postada abaixo.

 

Pe. Marcélo Tenorio

21 de Março – Trânsito de S. Bento

***

Dom Richard Williamson resolveu, em vista a garantir a sucessão apostólica para a cura das almas da “Resistência”, escolher o Padre Jean Michel Faure como novo bispo do grupo de desertores da FSSPX. Dom Williamson sagrou Padre Faure hoje, dia 19 de março, festa de São José. Vale ressaltar alguns pontos quanto a este evento:

1. Dom Richard Williamson é bispo. Possui o poder episcopal como qualquer outro bispo da Igreja. O seu ato de hoje pode ser julgado canonicamente, mas não espiritualmente.

2. Padre Jean M. Faure, tendo sido sagrado por um bispo da Igreja, entrou para a linha da sucessão apostólica e tornou-se bispo. Espiritualmente, possui todos os poderes reservados a um prelado.

3. Ainda é cedo para se falar em um cisma. Há de se verificar os motivos que levaram Dom Williamson a sagrar o então Padre Faure. É uma questão canônica delicada, que não deve ser considerada de forma imprudente e precipitada.

4. O evento, no entanto, causa grandes prejuízos à causa da Tradição. A FSSPX perdeu o jogo da tentativa de resgate dos fiéis desertores.

5. A escolha de Dom Williamson foi, a meu ver, insustentável ao menos do ponto de vista da segurança da sucessão apostólica aos fiéis da “Resistência”. Um dos quesitos a se considerar na escolha de um candidato para a garantia da sucessão apostólica é a idade. Dom Williamson tem 75 anos de idade, ao passo que Dom Faure conta 73 anos de vida.

Por fim, o ato de hoje é absurdo e tende a encontrar insustentabilidade na análise de suas razões. Não está de acordo com o que fez Dom Lefebvre na sagração de 1988. Veremos, num futuro muito próximo, o desfecho de tudo isso.

Comunicado do Bispo Diocesano de Nova Friburgo sobre Sagração

maxresdefault

Ao Clero, religiosos e fiéis leigos da Diocese de Nova Friburgo

Com grande tristeza tomei conhecimento da iminente celebração de ilegítima ordenação episcopal no Mosteiro da Santa Cruz, em nossa amada Diocese de Nova Friburgo. Afirma-se “ilegítima” porquanto será realizada sem o necessário mandato apostólico de Sua Santidade Papa Francisco.

Sem dúvida, a gênese de tal ilegítima ordenação episcopal tem já muitos anos. Há que recordar os grandes esforços despendidos pelos Sumos Pontífices São João Paulo II e Bento XVI a fim de assegurar a plena comunhão com a Igreja de todos os seguidores do Arcebispo Marcel Lefebvre. Graças a Deus, muito se tem conseguido e os frutos são numerosos.

No entanto, como se comprova, nem todos atenderam às súplicas e propostas generosas de diálogo e empenho pela comunhão plena.

A ilegítima ordenação episcopal ora em causa será uma desobediência ao Papa em matéria gravíssima, num tema de importância capital para a unidade da Igreja, a ordenação dos Bispos, mediante a qual é mantida sacramentalmente a sucessão apostólica. Tal ato ilegítimo leva a uma rejeição prática do Primado do Romano Pontífice, constituindo mesmo um ato cismático, com pena de excomunhão automática prevista pelo Código de Direito Canônico, tanto quanto ao Bispo Ordenante Richard Williamson como a quem será ordenado Bispo. Ora, não se pode permanecer fiel rompendo o vinculo eclesial com aquele a quem o próprio Cristo, na pessoa do Apóstolo Pedro, confiou o ministério da unidade na sua Igreja.

Como Bispo de Nova Friburgo, cabe-me exortar a todos os fiéis católicos para que cumpram o grave dever de permanecerem unidos ao Papa na unidade da Igreja Católica, e de não apoiarem de modo algum essa ilegítima ordenação episcopal e as conseqüências que dela advirão. Ninguém deve ignorar que a adesão formal ao cisma constitui grave ofensa a Deus e comporta excomunhão também prevista pelo Código de Direito Canônico. Portanto, os sacerdotes e fiéis são advertidos para não apoiar o cisma, caso contrário, incorrerão, ipso facto, na gravíssima pena de excomunhão.

Penso poder garantir em nome de todo o Clero, religiosos e fiéis leigos ao Sucessor de Pedro Papa Francisco, o primeiro a quem compete a tutela da unidade da Igreja, a nossa filial união e obediência, em especial nesse doloroso momento. Para tanto, enviarei uma carta para Sua Santidade. De qualquer forma, tal ato ilegítimo e cismático oferece a todos a ocasião de uma profunda reflexão e um renovado empenho de fidelidade a Cristo e a Sua Igreja.

Finalmente, supliquemos incessantemente a intercessão da Santíssima Virgem Maria, Mãe da Igreja, a fim de que possamos exigir-nos mais diante das palavras do próprio Cristo: Ut omnes unum sint!

+Edney Gouvêa Mattoso – Bispo Diocesano de Nova Friburgo

Fonte: Diocese de Nova Friburgo

Comunicado da Casa Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

logo_fsspx

No dia 19 de março de 2015, Dom Richard Williamson realizou a sagração episcopal do Rev. Pe. Jean-Michel Faure no mosteiro beneditino da Santa Cruz (em Nova Friburgo, Brasil).

Dom Williamson e o Rev. Pe. Faure não são membros da Fraternidade São Pio X desde 2012 e 2013 respectivamente, em razão das vivas críticas que formularam contra qualquer relação com as autoridades romanas, denunciando que isto seria, em sua opinião, uma traição à obra de Dom Marcel Lefebvre.

A Fraternidade São Pio X lamenta que esse espírito de oposição resulte nesta sagração episcopal. Em 1988, Dom Lefebvre manifestou claramente a sua intenção de consagrar bispos auxiliares, sem jurisdição, por causa do estado de necessidade em que se encontrava a Fraternidade São Pio X e os fiéis católicos, com o único objetivo de permitir a estes fiéis de receber os sacramentos pelo ministério dos padres que seriam ordenados por esses bispos. Depois de tentar tudo o que estava ao seu alcance junto à Santa Sé, Dom Lefebvre procedeu às sagrações em 30 de junho de 1988, realizadas solenemente diante de milhares de sacerdotes e fiéis, e de centenas de jornalistas de todo o mundo. Tudo mostrava que esse ato, apesar da ausência de autorização de Roma, foi realizado publicamente para o bem da Igreja e das almas.

A Fraternidade São Pio X esclarece que a sagração episcopal do Rev. Pe. Faure, apesar das afirmações do consagrante e do consagrado, não se assemelha em nada com as sagrações de 1988. Na verdade, todas as declarações de Dom Williamson e do Rev. Pe. Faure demonstram constantemente que não reconhecem mais as autoridades romanas senão de modo puramente retórico.

A Fraternidade São Pio X reafirma que o atual estado de necessidade na Igreja legitima o seu apostolado no mundo inteiro, sem dispensá-la de reconhecer as autoridades eclesiásticas, por quem seus sacerdotes rezam em cada Missa. Ela quer guardar o depósito da Fé e da moral, opondo-se aos erros – sejam de quais fontes vierem -, a fim de transmiti-lo através da liturgia tradicional e da pregação, no espírito missionário de seu Fundador:Credidimus caritati. (1 João 4, 16)

Menzingen, 19 de março de 2015

Fonte: http://www.fsspx.com.br/comunicado-da-casa-geral-da-fraternidade-sacerdotal-sao-pio-x-sobre-a-sagracao-episcopal-do-rev-pe-faure/

Um Bispo em Ação

1_Williamson_Freiste_a954b32d4e
Por um irmão da Santa Cruz
No mosteiro beneditino de Nova Friburgo, um acontecimento pode pegar muita gente de surpresa!
Tal acontecimento poderá abalar alguns, espantar a outros, surpreender a muitos, dar esperanças a outros, em especial, dar muitas esperanças para muitos fiéis da Tradição do Brasil e do mundo. Mas, afinal, qual acontecimento é este que pode causar tão grande impacto? Ele é importante, importantíssimo. Teremos umasagração episcopal!

Sim, meus caros fiéis, parece que a Providência guiou-nos a isso. Parece que teremos a graça, a honra, o privilégio de realizar em nosso mosteiro uma sagração.
Esse dia, essa grande e belíssima cerimônia, ficará marcada para sempre na memória e na história de cada um de nós como marca indelével de fé e caridade.
Mas, muitos poderiam nos criticar, poderiam objetar dizendo: – Que escândalo, para que tudo isso? Qual a necessidade? Qual o motivo? “Que necessidades temos de mais testemunhas… Que vos parece?”
A estas críticas e objeções respondemos o seguinte: Primeiro o que fazemos é para honra e maior glória de Deus; segundo, para o bem das almas; terceiro, para segurança e assistência da Resistência.
Sim, meus caros amigos, nosso combate é pela Tradição, nosso combate é pela defesa da fé católica, nosso combate é pela doutrina de sempre, pela liturgia de sempre, pelos sacramentos de sempre, pela incorruptibilidade da obra de Dom Lefebvre que se faz desenvolver pela União Sacerdotal de seus filhos mais fiéis. E estes, continuam, apesar das debilidades e deficiências, com a graça de Deus e ajuda da Virgem a grande tarefa de lutas pelo Cristo Rei, pelo bloco firme e perene da Resistência.
Por outro ângulo, nosso combate tem sido e continuará sendo, sempre, contra todo e qualquer erro pernicioso que ameace os direitos de Deus e da Igreja, nosso combate se sustenta contra todo e qualquer liberalismo que pela sua expansão de matizes, faz-se abrir e ramificar por todos os lados, tentando penetrar mesmo nos meios mais católicos. Tal penetração coloca em risco nossa fé, coloca em perigo a preciosa virtude da fé. Ora, e não é isso que acontece com quem entra em contato, direto ou indireto, com os liberais e modernistas? Acabem de uma maneira ou de outra, cedo ou tarde, rápido ou devagar se deixando infectar por um espírito não católico, por um espírito subversivo. Exemplo disso foi o desastre do CVII e seus péssimos frutos – ecumenismo: reunião de Assis, liberdade religiosa: proliferação das seitas, colegialidade: disseminação da autoridade hierárquica, etc.
Já está muito evidente, nós “non possumus”, não podemos nos aproximar da atual Roma sem antes ver operar a sua conversão, sem antes vê-la professar uma profissão clara e publica da integridade da fé católica. Não sejamos ingênuos, por mais que seus agressivos ataques não estejam tão patetes, eles são espertos, eles sabem esperar, esperar o momento certo para atacar, para exigir. Eles sabem esperar, como uma velha raposa do mato – experiente e hábil em seus negócios – que fica escondida na moita esperando a vítima passar para dar o bote e tê-la em suas garras, entre seus dentes.
Enquanto a Roma protestante, adúltera, conciliar persiste em seus erros, em sua conduta, o que queremos dela é distância. Distância de seu liberalismo, de seu progressismo, de sua farsa aparente de catolicismo. Eis um afastamento necessário.
E o que notamos na Fraternidade nestes últimos tempos?
A má conduta da Neo-Fraternidade esta fazendo com que a aproximação com Roma crie vínculos que desperta e estimula uma reconciliação, uma regularização. Ora, sem o retorno de Roma a santa fé, isso é impossível, é impensável, é ir contra os princípios que norteiam a fundação da Fraternidade. Seria caminhar para o que é inaceitável. E assim sendo, nunca conseguirão “instaurare omnia in Christo”.
Quer queiram quer não, o fato é – a Fraternidade já esta a passos largos descendo a ladeira da abertura ao mundo, ao liberalismo, com visões muito humanas das questões teológicas, dos problemas doutrinais, e estendendo calma e lentamente seu braço com a caneta na mão para assinar os papéis de um futuro acordo. Mas mais cedo ou mais tarde é provável que saia um acordo? Só Deus o sabe. Especulamos que seja provável, que seja previsível, não é impossível. O que fazer? Fazer o bem, evitar o mal. Esperar e ver o que acontece. O tempo e a oração nos dirão, mas e, sobretudo, rezar muito, como diz sabiamente um bispo – 15 mistérios todos os dias – para que o pior não aconteça e o mal não triunfe.
Atenção: Ela (a Fraternidade) já está dispersando o pequeno rebanho que defende e combate os erros modernos, desviado os exércitos da Tradição por caminhos tortuosos. As poucas ovelhas fiéis já estão em meios a lobos vorazes. Todo cuidado é pouco.
E a Resistência o que fará em relação a tudo isso que está acontecendo? Agir, reagir, entrar em ação, em reação – com a: operação sagração! É uma audácia, é uma petulância arriscada, mas precisa, necessária.
Ouço as vozes se elevarem… Ouço os cogitadores ecoarem, argumentarem – Que imprudência, que espírito cismático, agir sem razão, sem ver as conseqüências de seus atos, que falta de juízo, de discernimento. Com certeza não! Cremos que não há melhor maneira de julgar tal coisa como sendo um ato de obrigação, diante de Deus e dos nossos bons companheiros – padres, religiosos, fiéis.
Estamos confiantes, e a confiança, segundo S. Tomás, é uma esperança fortalecida por sólida convicção, essa nossa confiança se encontra em Deus e em Nossa Senhora. Não em nossas meras e poucas forças, pois as coisas humanas são fracas e débeis, mas no auxílio e aprovação de nosso Pai e nossa Mãe celestial.
Pois bem, mais do que nunca, agora o que queremos, o que precisamos são de bispos verdadeiramente católicos, bispos fiéis à herança deixada por Dom Lefebvre, à herança deixada por Dom Antônio, para salvar os valiosos tesouros da ortodoxia católica, de integridade doutrinal, que não é outra coisa, se não a fidelidade a Tradição. Eles (os bispos) nos confirmaram na fé, assegurarão a doutrina, transmitirão o que recebeu.
Já o nosso posicionamento em relação à aproximação com a Roma conciliar – temos e continuaremos a ter um posicionamento de distância, um afastamento necessário, mas observante, constante, mas advertente da Roma ocupada, da Roma progressista que corrompeu a eterna noção de verdade, adulterou a fé, os sacramentos, a liturgia, a teologia em quase toda sua totalidade. Sem a sua volta a Una fé católica em toda a sua extensão e amplitude não podemos nos entender, não podemos nos unir, não podemos nos colocar debaixo de uma autoridade que perdeu a fé de sempre, que perdeu a verdade imutável.
Eles não são dignos de confiança, por mais bem intencionados que estejam não são dignos de crédito.
A corrente progressista é perigosa, e por todos os lados eles tentaram massacra o reinado de Cristo Rei, deixar as almas se perderem, descristianizar o mundo. São essas coisas que eles querem, afinal, não são eles os piores inimigos da Igreja?
Temos que nos opor a isso e batalhar na direção contraria. Trabalhar pelo Cristo Rei, por sua realeza, pela salvação das almas e cristianização da sociedade. Esses são nossos objetivos. E Dom Lefebvre e Dom Antônio não pensavam diferentes! Para eles esse era o rumo, a meta, a trilha a percorrer, com a ajuda da Providência e da Imaculada.
Nossa linha já esta traçada, nossa posição já esta firmada, firmada sobre a rocha, nossa posição é a de Dom Lefebvre, é a de S. Pio X, é a de Dom Williamson, é a de Nosso Senhor Jesus Cristo, são a eles que seguimos, não tem como nos desviarmos.
Resistimos! Resistentes! Resistência! Não entregaremos as armas. E qual é a nossa maior arma? A armadura da fé. Que S. José nos ajude por intercessão da Virgem Maria.
Sagração Episcopal – Mosteiro da Santa Cruz,
Nova Friburgo/RJ – Brasil
Horário: 09h00min da manhã
Eleito: Rev. Pe. Jean Michel Faure
Pelas mãos de S.E.R. Dom Richard Williamson
Data: 19 de Março de 2015 – Festa do Glorioso São José, Esposo da Virgem Maia e Protetor da Igreja Universal
Salve Maria Santíssima,
guardiã da Fé
Viva CRISTO REI
Fonte: http://associacaosantoatanasio.blogspot.com.br/2015/03/um-bispo-em-acao-por-um-irmao-da-santa.html

D. Richard Williamson Sagrará um bispo no Brasil

His-Excellency-Bishop-Richard-Williamson

O bispo tradicionalista Richard Williamson, que não se encontra em comunhão plena com a Igreja Católica, pretende ordenar pelo menos um bispo, no Brasil, numa celebração que terá lugar na próxima quinta-feira.

A notícia está a ser avançada em primeira mão pelo “Rorate Caeli”, normalmente muito bem informado sobre assuntos ligados aos movimentos tradicionalistas.

Richard Williamson era um dos quatro bispos da Sociedade Sacerdotal de São Pio X, (SSPX) fundada pelo arcebispo Lefebvre, que durante o pontificado de Bento XVI esteve muito próxima de ser readmitida à plena comunhão com a Igreja Católica. O processo de negociação nesse sentido acabou, contudo, por falhar. Continue lendo

“A homossexualidade se converteu em um assunto político para reorganizar a sociedade a partir dela”

images

DESTACADO PSICOANALISTA ALERTA

A homossexualidade se converteu em um assunto político para reorganizar a sociedade a partir dela

Para dezenas de intelectuais em todo o orbe a reorganização social que busca a ideologia de gênero é uma revolução cultural, totalitária. A eles se soma agora desde Paris o destacado psicoanalista Tony Anatrela em entrevista difundida pela revista Tempi. Uma nova utopia. Fundada sobre a cega reivindicação da orientação sexual para reorganizar a sociedade e fazer realidade o sonho da igualdade sem singularidade.

7/03/15 5:00 PM

(Portaluz) Professor de filosofia e psicologia em Paris, Anatrela é também Consultor do Pontifício Conselho para a Família, do Conselho Pontifício para a Saúde e tem publicado numerosas investigações sobre a matéria como La teoria del gender e l’origine dell’omosessualità (San Paolo 2012) e Il regno di Narciso (San Paolo 2014).

Professor Anatrela, há algum tempo o senhor denuncia à teoria de gênero como uma ideologia totalitária e tem escrito que, como o marxismo no século passado, o gênero seria o campo de batalha neste século. Não é excessivo?

Deixemos claro o seguinte: não devemos confundir os estudos de gênero que analisam a relação entre homens e mulheres na sociedade, em diferentes âmbitos culturais, com o fim de lograr um maior respeito a sua dignidade, igualdade e a respectiva vocação, com a teoria de gênero, inspirada em diferentes correntes de pensamento… É certo que há similares habilidades ou competências, um homem e uma mulher poderiam exercer as mesmas responsabilidades, mas o problema aqui é que com isso se quer fazer crer que psicologicamente e socialmente o homem e a mulher são iguais. Contudo, os homens e as mulheres não podem fazer sistematicamente as mesmas tarefas ou sustentar a mesma representação simbólica, iniciando pela maternidade e a paternidade. Esta perspectiva igualitarista tem distorcido e complicado as relações entre os dois sexos e explica em parte -ainda que não é a única razão- o porquê das relações de casal tornarem difíceis e por que muitos não querem casar-se ou têm medo do matrimônio. A sociologia constata um fenômeno sempre recorrente na história: Quando as mulheres entram em massa em um setor de atividade, os homens desaparecem. Mas a ideologia de gênero vai mais além, afirmando que a sexualidade biológica não é importante no desenvolvimento psicológico. Em realidade, a psicologia de cada um de nós se desenvolve na medida em que ocorre a internalização da própria corporeidade sexual. Os distintos autores que propõem a ideologia de gênero também argumentam que temos que pensar de maneira diferente a sexualidade e a organização da sociedade. Já não definem a sexualidade a partir de só duas identidades sexuais existentes, homem e mulher, porque segundo eles isto é injusto, mas a partir da livre orientação-opção sexual… heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade, transexualidade, etc. Desta maneira todo o mundo estaria em condições de igualdade, enquanto que se só se afirma a identidade do homem e da mulher se excluiria a outras formas de sexualidade. Como não ver que este ponto de vista é contrário ao dado da realidade?

É utópico colocar a igualdade?

O real é que a identidade sexual faz referência ao ser da pessoa, enquanto que a orientação sexual se relaciona com os impulsos sexuais. …Durante setenta anos, a sociedade esteve dominada pela cegueira ante uma ideologia baseada em uma pseudo-igualdade e na crença de que o ser humano é o produto de uma cultura… O mesmo que agora a teoria de gênero sustenta por sua vez sobre a identidade sexual. Mas se a pessoa fosse simplesmente o produto de uma cultura, se converte em um autômato e sua singularidade desaparece. O gênero é totalitário na medida que no ocidente se busca reorganizar politicamente a sociedade desde o ponto de vista pouco realista da orientação sexual, como no caso do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo. Isso pois, a homossexualidade não pode estar na origem do casal conjugal, nem da família, já que esta forma de sexualidade entre duas pessoas do mesmo sexo não tem -no plano psicológico, corpóreo e fisiológico- as mesmas características daquela fundada na alteridade sexual, que é possível só na relação homem-mulher. E posto que no sentido estrito o chamado casal e família homossexual não existe, podemos entender que se trata de um artifício e uma corrupção da linguagem. Com a palavra sempre é fácil enganar, dando nomes à realidade mais em função dos próprios fantasmas que do real. Mas ainda assim, a homossexualidade se tem convertido em um assunto político para reorganizar a sociedade a partir dela. Progressivamente em muitos países europeus se consolida um sistema repressivo, inclusive desde o âmbito judicial, para impor este novo princípio. O que está em questão não são as pessoas gay, que devem ser respeitadas como cidadãos, mas uma vontade militante e política para fazer da homossexualidade uma regra que forme parte da ordem do casal e da família. Os próprios militantes que estão lutando por esta causa dizem claramente que é necessário abrir o matrimônio a todos para melhor destruí-lo, com o fim de lograr a igualdade de todas as diferentes formas de relação (lésbico, gay, heterossexual, transexual, transgênero, etcétera). Encontramos a mesma ideia (absolutista destruidora) no inicio da aplicação do marxismo nos países comunistas.

O senhor tem manifestado que é um erro aceitar leis de compromisso como as uniões civis Por quê?

São hipócritas e um erro no sentido de que é um matrimônio de série B com a maior parte dos benefícios do matrimônio. A opinião pública tem sido moldada para aceitar as uniões civis como um mal menor, quando em realidade é uma plataforma para permitir logo o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo. Pelo contrário, alguém havia esperado uma lei, um contrato de associação dos bens, aberto a todos os cidadãos sem distinção, com certas vantagens fiscais; especialmente com respeito à posse da propriedade e a herança. Mas as leis de uniões civis começaram a desenhar a realidade do matrimônio, o que nos tem trazido hoje a confusão e a desvalorização do matrimônio baseado na diferença dos sexos. Estas leis são feitas à medida da instabilidade das relações e da imaturidade afetiva da época atual. É possível supor ademais que desde o momento em que o matrimônio está aberto às pessoas homossexuais, corre o risco de que a gente já não deseje casar-se porque a imagem do matrimônio se torna confusa e contraditória. Por outra parte, é interessante observar que na maioría dos países que têm permitido o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, estes matrimônios diminuíram ano após ano, até que se tornem inexistentes. Em outras palavras, temos sacudido o código civil… pervertendo o matrimônio aos interesses de uma pequena minoria de pessoas e aqui neste campo de ruínas do que foi a bela realidade do matrimônio, a confusão de sentimentos e identidades têm um impacto na vida emocional e sexual das jovens gerações…. Aas leis de uniões civis e o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo têm um impacto na representação social da sexualidade.

Créditos: Airton Vieira de Souza