Integrante da CNBB critica pedido de impeachment de Dilma protocolado pela OAB

 

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Bispo auxiliar de Belo Horizonte critica pedido de impeachment da presidente Dilma (Foto: Reprodução)

 

 

Bispo auxiliar de Belo Horizonte, reitor da PUC-MG e membro da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Mol redigiu carta afirmando estar decepcionado com o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff protocolado pela OAB Nacional na segunda-feira (28). O religioso desfere críticas contra o que chama de “conservadorismo” do presidente  da instituição Cláudio Lamachia. Dom Mol diz que a justificativa de Lamachia para apoiar o impeachment, baseada no respaldo das seccionais da OAB, é “insuficiente para esmaecer a tomada de posição de um lado, quando o país está radical e agressivamente dividido, mostrando-se violento, nada cordial, virulento porque as pessoas pensam diferentemente das outras”.

O religioso completa: “esperava não um pedaço de lenha a mais nestas chamas que têm queimado pessoas e conquistas”.
No desabafo, Dom Mol diz que é a opinião pessoal dele – e não da PUC, da CNBB ou da Arquidiocese de Belo Horizonte, da qual é bispo.

Mol também é presidente da comissão de acompanhamento da Reforma Política pela CNBB.

Fonte: http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2016/03/integrante-da-cnbb-critica-pedido-de-impeachment-de-dilma-protocolado-pela-oab.html

EM CLIMA DE “MISERICORDIA” , GAROTO DA PUC-GOIÁS É AMEAÇADO DE EXCOMUNHÃO

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Caríssimos, Salve Maria!

Colocamos aqui um pouco da polêmica envolvendo um estudante da Pontifícia Universidade Católica de Goiás,  Marco Rossi. Numa conferência dentro da Instituição, o jovem se pronunciou contrário ao pensamento comum dos que estavam à mesa, sendo retirado em seguida.

É claro que jovem protesta como jovem. Rebeldia faz parte do jeito da juventude. Ou não há rebeldia nos jovens da PJ, abertamente contrários à doutrina da Igreja, ora pois!?

Diante disso, saiu uma nota assinada pelo Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Goiania,  na qual condenava a atitude do estudante  e ao mesmo tempo lembrava da possibilidade de uma excomunhão” Latae Sententiae” para o garoto, por provocar rupturas na Igreja.

Ora, ora, por que tanta polêmica neste caso? Apenas devido a  um estudante que discordou do pensamento, considerado marxista por ele, dos demais pensadores desta instituição? Não é a Igreja a primeira a conclamar a liberdade de pensamento? Ou isso só vale quando o pensamento não vai contra à ideologia reinante?

Assisti o vídeo. Nele nada há contra a Fé Católica. Alguém poderia argumentar: ” mas agiu contra a unidade, quebrou a unidade, buscou ruptura, etc…e pode ser excomungado”. Isso aqui é querer forçar por demais uma Excomunhão deste nível?

Observem o vídeo e verão que, bem mais da argumentação do garoto, foi a agressão verbal e física dos opostos.

Leonardo Boff, por exemplo, recebeu alguma nota e ameaça parecida? Alguém já viu alguma PUC proibi-lo à entrada? Ou ele entrava pela porta da frente, com tapinhas nas costas dos reitores também pontifícios?…

Não sei se a PUC – mais católica do mundo- a de Goiás, já fez o que todos deveriam ter feito: barrar Leonardo Boff, mas pelo andar da carruagem, acredito que não.

Citei Boff, mas poderia citar uma infinitude de heresiarcas aplaudidos pelas PuCs emais PUCs

Querer dar um “cala-a-boca” num jovem estudante com ameaças de Excomunhão, nesse estilo é a mesma coisa que dizer a uma criacinha: ” não entre ali, pois há bicho papão!”. E o mais incrível, é que excomunhão, para muitos modernistas, trata-se de ferramentas ultrapassadas da Idade Média…Isso quer dizer que a guilhotina só tem valor do lado francês de ver o mundo?

Seria engraçado uma excomunhão como esta em tempos de enormes misericórdias Bergolianas…

Excomunhão não é virus que pega ‘automaticamente”. Há critérios para que seja Válida. Se foi verdade isso, pelo que vi, trata-se de Excomunhão Nula. Bento XVI anulou as excomunhões contra Mgr Lefebvre e Mgr de Castro Mayer.. Note-se que uma coisa é ANULAR outra é CANCELAR. Anulou simplesmente pq nunca existiu,por falta de critério canônico. No caso acima deve-se forçar bem o “critério canônico” para se ter linguiça do cachorro-quente..

Eu estive, várias vezes, em aulas  e semanas teológicas com assessores da CNBB, todos contrários abertamente ao papa Bento XVI, todos! Um , entre eles, chegou a chamar  o papa de ” Esse Pastor Alemão”!… Eu vi, eu estava lá. Não estou falando da CNBB como um todo, mas de seus assessores, sim.

Já que se preza tanto pela Unidade da Igreja, acredito que assessores assim jamais entrariam da PUC-Goiás.

Nunca vi tanta romanidade  misturada com Buenosairismos.

Confira, abaixo

 

O comunicado oficial

Em razão dos posicionamentos públicos de Marco Rossi  Medeiros contra a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e vários irmãos no episcopado, bem como, recentemente, contra a Pontifícia Universidade Católica de Goiás, seu reitor, reitoria e corpo docente, no cumprimento da responsabilidade de nosso ministério, tornamos pública nossa reprovação a suas palavras, atitudes e métodos difamatórios, que intentam macular instituições, organizações e vidas de pessoas.

Em suas investidas, embora se declare católico, Marco Rossi  Medeiros não fala e nem age em nome da Igreja Católica. Lembramos oportunamente que ao bispo da Igreja arquidiocesana – e somente a ele, dentro de sua circunscrição eclesiástica -, compete a responsabilidade canônica de promover e garantir a unidade e a retidão da doutrina e da fé. Somente do arcebispo é a competência para discernir, decidir, nomear, destituir e acompanhar o governo das instituições eclesiais da Arquidiocese de Goiânia.

Todo e qualquer católico que se outorga ilegítimos direitos de suscitar rupturas na unidade da Igreja, está por isso mesmo atentando contra a comunhão e se colocando fora dela ‘latae sententiae’.

Reiteramos nosso apoio, solidariedade e gratidão à PUC Goiás, ao reitor e à reitoria, aos gestores, professores e funcionários, pelo serviço e pelo bem que prestam à Educação Superior, à nossa querida Pontifícia Universidade Católica e à Arquidiocese de Goiânia.

No Ano da Misericórdia, oremos ardentemente pela paz e pela harmonia do povo brasileiro. Recusemos e reprovemos, com firmeza, qualquer prática acusatória e ofensiva que incite ao ódio e à divisão, na família, na Igreja e na sociedade.

No fiel discipulado missionário, unidos à paixão de Cristo, como Igreja, continuemos perseverantes, rumo ao Reino definitivo.

Rezemos por este irmão, para que seja tocado pela ação do Espírito Santo e tenha a proteção da Santa Mãe de Deus.

 

Dom Levi Bonatto, bispo auxiliar da Arquidiocese de Goiânia

Fonte:

Esclarecimento Oficial

Goiânia,29 de Março de 2016, às 13h15.

Esclarecimento Oficial

Em razão das polêmicas envolvendo o Comunicado da Arquidiocese de Goiânia com relação ao Sr. Marco Rossi Medeiros, publicado nas plataformas digitais, esclarecemos:

Nosso objetivo é, antes de tudo, dirimir dúvidas de maneira fraterna e com o espírito da Páscoa que deve estar presente neste tempo litúrgico que estamos vivendo.

Diante do tom agressivo e difamatório do Sr. Marco Rossi Medeiros, a Arquidiocese, dentro das suas atribuições canônicas e administrativas, resolveu pronunciar-se, para o bem da verdade e para preservar pessoas envolvidas.

Com relação ao parágrafo que cita a excomunhão latae sententiae, tal texto foi citado devido à possibilidade de incorrer nela as pessoas que atentem contra a unidade da Igreja. O texto não é, de forma alguma, um decreto de excomunhão, portanto o Sr. Marco Rossi não está excomungado.

A contragosto nosso, no site e em rede social da Puc- Goiás, a postagem feita pelo departamento de imprensa da Universidade apresentou uma conotação indesejada, não sendo percebido que o comunicado se tratava de um posicionamento e não de uma questão canônica.

A Arquidiocese de Goiânia reitera o seu posicionamento, lamenta a postura agressiva e radical do Sr. Marco Rossi Medeiros e espera que, com este esclarecimento, a paz volte a reinar em nosso meio e se reestabeleça a unidade, atendendo ao apelo do Santo Padre que diz que cada cristão é chamado a trabalhar pela unidade da Igreja sob a condução do Espírito Santo.

Não estamos contra ninguém, respeitamos, como mostra o histórico da Arquidiocese, todas as opiniões e posicionamentos políticos enquanto prática humana que leva ao bem comum.

Assessoria de Comunicação

Arquidiocese de Goiânia

Fonte:http://www.arquidiocesedegoiania.org.br/comunicacao/noticias/arquidiocese/destaques/2199-esclarecimento-oficial.html

D. Tomás de Aquino, OSB, Sagrado Bispo em Nova Friburgo

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No último dia 19, Solenidade de S. José, como foi anunciado, D. Tomás de Aquino, prior do Mosteiro de Santa Cruz de Nova Friburgo, foi Sagrado Bispo por S Excia Rvma Mons. Williamson, que antes era da FSSPX. Dom Willianson no ano passado sagrou o primeiro bispo da chamada” Resistância Católica”, o Mons Jean Michel Faure

Explicar Francisco, difícil tarefa?

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EXPLICAÇÃO das FALAS do Papa

Engraçado que tudo o que o Papa fala e que gera polêmicas, corre os “porta-vozes” para explicar e dizer que ” não-foi-bem-assim”…Jajá cria-se uma “Pontifícia Comissão para Explicação da Pontifícia Fala.
Ora, se tem que ter alguém para explicar tudo que um papa fala, ou não fala claro ou não tem mente clara o resto do mundo. Bons tempos em que não tinha “Porta-Vozes”….e, quando o Papa falava, era tão direto e claro que até uma lesma afônica, vesga, e com derrame cerebral entendia…

VATICANO, 11 Mar. 14 / 11:27 am (ACI).- O Padre Thomas Rosica da Sala de Imprensa da Santa Sé explicou que o Papa Francisco não apoia as uniões homossexuais como informaram certos meios que distorceram suas declarações em alusão às uniões civis na entrevista que concedeu aos jornais La Nación (Argentina) e Corriere della Sera (Itália).

O sacerdote assinalou que “alguns jornalistas interpretaram as palavras do Papa para refletir uma abertura de parte da Igreja às uniões civis. Outros interpretaram suas palavras como se estivesse falando do assunto das uniões do mesmo sexo”.

No diálogo reproduzido por estes jornais, o entrevistador fez ao Papa esta pergunta: “Muitos países regularam a união civil. É um caminho que a Igreja pode compreender, mas até que ponto?”.

A resposta do Papa foi: “O matrimônio é entre um homem e uma mulher. Os Estados laicos querem justificar as uniões civis para regular diversas situações de convivência, impulsionados pela exigência de regular aspectos econômicos entre as pessoas, como por exemplo assegurar a assistência de saúde. É preciso ver os diversos casos e avaliá-los na sua variedade”.

Conforme explicou o Pe. Rosica, “em sua resposta ao entrevistador, (o Papa Francisco) enfatizou a característica natural do matrimônio entre um homem e uma mulher, e por outro lado, também falou sobre a obrigação do Estado para cumprir suas responsabilidades para com os cidadãos”.

A pergunta original não menciona o caso das uniões homossexuais. O Pe. Rosica precisou que a “’união civil’ na Itália se refere às pessoas que estão casadas pela lei, fora de um contexto religioso”. Na Itália e em vários países do mundo, o matrimônio religioso constitui um casamento diferente ao que se tramita no registro civil.

Quanto às perguntas sobre se estas palavras se referiam às uniões homossexuais, o sacerdote disse que “o Papa optou por não entrar em debates sobre o delicado assunto das uniões gay civis”.

Com esta resposta, adicionou, o Santo Padre “falou em termos muito gerais e não se referiu especificamente ao ‘matrimônio’ de pessoas do mesmo sexo como uma união civil”.

“O Papa Francisco simplesmente se referiu ao tema e não opinou contra as posições das conferências episcopais em vários países onde se deve enfrentar o assunto das uniões civis e do matrimônio de pessoas do mesmo sexo”.

Para concluir, disse o Pe. Rosica, “não devemos tratar de ler mais nas palavras do Papa que o que disse em termos muito gerais”.

Às Ruas!! Pela Pátria e Pela Fé!

 

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Caríssimos,
Vivemos momentos difíceis e históricos e por isso conclamamos todos os cristãos católicos a se fazerem presentes às ruas de todo Brasil no próximo domingo, 13 de março , para juntos darmos um “brado retumbante” contra esse governo e a corrupção por ele promovida.

Lembremo-nos que o PT e seus líderes receberam, outrora, o apoio de muitos eclesiásticos que não quiseram ouvir os ensinamentos da Igreja sobre Socialismo e sua incompatibilidade com a Fé Cristã. Ora, de um mal não se pode obter bons frutos, por isso o que vemos hoje é a mentira e a desonestidade instaladas em todas as esferas.

Saiamos às ruas e apoiemos o Sr. Dr. Sergio Moro, o MPF e a Polícia Federal, para que triunfe a justiça em nosso querido Brasil.

De forma pacífica e ordeira lá estejamos, nas ruas, domingo 13 de março.

A Festa final vai ser linda de se ver!

Que Nossa Senhora Aparecida esmague a cabeça da serpente infernal.

Pela Pátria e Pela Igreja!

“Pai, foste cavaleiro.
Hoje a vigília é nossa.
Dá-nos o exemplo inteiro
E a tua inteira força!

Dá, contra a hora em que, errada,
Novos infiéis vençam,
A bênção como espada,
A espada como benção! ”

Pe. Marcélo Tenorio
Cônego de Santa Maria

IRÃ TESTA MÍSSIL COM MENSAGEM “VARRER ISRAEL DA TERRA”

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A Fox News relatou nesta quarta que o Irã fez testes com um míssil de longo alcance, capaz de atingir Tel Aviv e Jerusalém, em que constava a mensagem “varrer Israel da Terra” escrita em hebraico. Mais provocação é impossível. Isso, vale lembrar, pouco depois que Obama, o frouxo, assinou acordo com o país, que estaria se tornando mais “moderado” (sei…).

A notícia, pelo visto, não é de grande interesse da imprensa nacional. Em rápida busca, encontrei o ocorrido somente em sites menores.Aqui, por exemplo:

Nesta terça (8) e quarta (9), o Irã fez testes de lançamento de dois mísseis balísticos. Segundo a agência de notícias Associated Press, neles havia uma ameaça escrita em hebraico. Isso deixa claro que o governo de Teerã está ignorando as ameaças de sanções feitas pelos Estados Unidos.

Os dois mísseis Qadr H atingiram seus alvos, a uma distância de 1.400 quilômetros no sudeste do país. A inscrição era: “Israel deve ser varrido da Terra”. Para efeitos de comparação, tanto Jerusalém quanto Tel Aviv ficam a cerca de mil quilômetros do local do lançamento. Além disso, essa frase foi dita em outras ocasiões pelo aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país.

Oficialmente, os testes foram realizados como parte de manobras militares. Teerã divulgou que eles visam demonstrar “a disposição permanente das forças armadas do Irã para repelir qualquer ameaça à segurança nacional”.

A Guarda Revolucionária Islâmica, responsável pelos mísseis balísticos, anunciou que seu objetivo era mostrar o “poder de dissuasão” da República Islâmica do Irã.

O vice-presidente dos EUA Joe Biden, que está em visita oficial a Israel, disse que: “Se o Irã romper os termos do acordo nuclear do ano passado, nós vamos agir.”

Justiça seja feita, a Folha noticiou o evento, mas reparem que coisa curiosa: não há uma só menção à mensagem contida no míssil, com clara provocação aos judeus. Não era uma parte importante, eu diria fundamental da notícia? Pelo visto, não. Afinal, não fica bem na narrativa vitimista da esquerda “progressista” colocar Irã como o vilão e Israel como a vítima. Israel é aliado dos Estados Unidos, um país capitalista, próspero mesmo sem petróleo. Precisa ser visto como o agressor na história.

Enquanto isso, temos um regime avançando na busca de sua arma nuclear, desafiando o mundo todo, desrespeitando a ONU, tudo isso seguro de que o presidente banana dos Estados Unidos estará disposto a assinar acordos benevolentes para evitar alguma ação mais firme. Sempre que os americanos tiveram no poder alguém pusilânime, fraco, os inimigos da liberdade se mostraram mais ousados.

PS: Aproveito para fazer aquela minha manjada pergunta: onde está a Fox News do Brasil?

Rodrigo Constantino

Fonte: http://rodrigoconstantino.com/artigos/ira-testa-missil-com-mensagem-varrer-israel-da-terra-em-hebraico/

CNBB divulga NOTA sobre momento político do Brasil

NOTA DA CNBB SOBRE O MOMENTO ATUAL DO BRASIL

“O fruto da justiça é semeado na paz, para aqueles que promovem a paz” (Tg 3,18)

Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil–CNBB, reunidos em Brasília-DF, nos dias 8 a 10 de março de 2016, manifestamos preocupações diante do grave momento pelo qual passa o país e, por isso, queremos dizer uma palavra de discernimento. Como afirma o Papa Francisco, “ninguém pode exigir de nós que releguemos a religião a uma intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos” (EG, 183).

Vivemos uma profunda crise política, econômica e institucional que tem como pano de fundo a ausência de referenciais éticos e morais, pilares para a vida e organização de toda a sociedade. A busca de respostas pede discernimento, com serenidade e responsabilidade. Importante se faz reafirmar que qualquer solução que atenda à lógica do mercado e aos interesses partidários antes que às necessidades do povo, especialmente dos mais pobres, nega a ética e se desvia do caminho da justiça.

A superação da crise passa pela recusa sistemática de toda e qualquer corrupção, pelo incremento do desenvolvimento sustentável e pelo diálogo que resulte num compromisso entre os responsáveis pela administração dos poderes do Estado e a sociedade. É inadmissível alimentar a crise econômica com a atual crise política. O Congresso Nacional e os partidos políticos têm o dever ético de favorecer e fortificar a governabilidade.

As suspeitas de corrupção devem ser rigorosamente apuradas e julgadas pelas instâncias competentes. Isso garante a transparência e retoma o clima de credibilidade nacional. Reconhecemos a importância das investigações e seus desdobramentos. Também as instituições formadoras de opinião da sociedade têm papel importante na retomada do desenvolvimento, da justiça e da paz social.

O momento atual não é de acirrar ânimos. A situação exige o exercício do diálogo à exaustão. As manifestações populares são um direito democrático que deve ser assegurado a todos pelo Estado. Devem ser pacíficas, com o respeito às pessoas e instituições. É fundamental garantir o Estado democrático de direito.

Conclamamos a todos que zelem pela paz em suas atividades e em seus pronunciamentos. Cada pessoa é convocada a buscar soluções para as dificuldades que enfrentamos. Somos chamados ao diálogo para construir um país justo e fraterno.

Inspirem-nos, nesta hora, as palavras do Apóstolo Paulo: “trabalhai no vosso aperfeiçoamento, encorajai-vos, tende o mesmo sentir e pensar, vivei em paz, e o Deus do amor e da paz estará convosco” (2 Cor 13,11).

Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, continue intercedendo pela nossa nação!

Brasília, 10 de março de 2016.

Dom Sergio da Rocha                              Dom Murilo S. R. Krieger

    Arcebispo de Brasília-DF                     Arcebispo de S. Salvador da Bahia-BA

   Presidente da CNBB                         Vice-Presidente da CNBB

      Dom Leonardo Ulrich Steiner

         Bispo Auxiliar de Brasília-DF

          Secretário-Geral da CNBB

A Igreja mexicana se pergunta: “quem aconselhou mal ao Papa?”

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Quem aconselhou mal ao Papa?”, termina o editorial do semanário da Arquidiocese da Cidade do México, ‘Desde la Fe’, voz da Igreja Católica no país, que enfrenta a enorme controvérsia gerada pela muito dura reprimenda que o PapaFrancisco fez a todos os bispos mexicanos, em seu encontro do último dia 13 de fevereiro, na catedral da Cidade do México.

A reportagem é de Javier Brandoli, publicada por El Mundo, 07-03-2016. A tradução é do Cepat.

Um capítulo a mais das evidentes más relações de Francisco com o cardeal Norberto Rivera e que levaram o Papa, segundo pôde saber El Mundo, a exigir que o núncio, Christophe Pierre, estivesse presente na maioria dos atos, para evitar o encontro direto com Rivera. Aquele encontro com os bispos, que inicialmente seria privado e que Franciscoexigiu que fosse público, provocou feridas dentro do catolicismo mexicano.

No semanário, em uma calculada mensagem em que atira a pedra e esconde a mão, apontando o Papa e seu entorno, mas culpando os meios de comunicação de não saber interpretar a mensagem, a Igreja mexicana começa dizendo: “Analisando a mensagem que Sua Santidade pronunciou na Catedral do México, podemos ver como o Papa adverte sobre os riscos que os bispos de nosso país enfrentam diante do secularismo: opacidade, adormecimento, distanciamento, frieza, clericalismo, autorreferência, triunfalismo estéril e obscuridade que pode eclipsar a luz doEvangelho. E os chama a estar alerta”.

Em seguida, a Igreja mexicana começa a analisar o duro sermão dado pelo Papa, apontando aquela que foi a sua frase mais célebre, ainda que sem repeti-la em seu contexto e um pouco maquiada: “Foi a frase – Brigar como homens – a que repercutiu entre os comunicadores – impelidos mais pelo histrionismo midiático que pelo profundo significado das palavras – como uma forte repreensão aos pastores”, disse o editorial, para depois prosseguir estufando o peito: “Aqui, cabe se perguntar: o Papa tem alguma razão para repreender os bispos mexicanos? O que, sim, tem o Papa, está muito claro, é que a Igreja no México é um caso atípico em relação a outros países da América. Em primeiro lugar, em termos de porcentagens, nossa nação conta com a maior quantidade de católicos, com 81% da população em 2014, e é justamente por causa dessa ampla e sólida presença de católicos que nos distinguimos de outros países do continente”.

‘Os esquecidos’ do Santo Padre

De fato, neste aspecto evangélico, a Igreja volta a usar um estilo indireto para comentar os ‘esquecidos’ do Santo Padre: “Por outra parte, seria absurdo pensar que Sua Santidade desconhece a grande resistência que a Igreja Católica mexicana opôs à expansão das comunidades protestantes de marcas carismáticas e pentecostais, que, não obstante, propagam-se sem freio em outros países, especialmente da América Central”, diz o texto que recorda que aIgreja mexicana conta com quase um século “em que a ofensiva anticlerical e maçônica foi desapiedada”, para voltar a se perguntar: “Por acaso, o Papa Francisco desconhecerá isto, para repreender aos bispos?”.

Por último, após vários parágrafos onde só são utilizados termos soltos do dito pelo Papa e se mantêm as conquistas atingidas pela Igreja do México, a arquidiocese mexicana termina com um parágrafo no qual, sempre com perguntas, parece aceitar tudo o que se tenta negar anteriormente, que o Papa tenha repreendido duramente os bispos, e diz: “OEpiscopado Mexicano está unido e disposto a enfrentar os desafios que Sua Santidade apresentou. Lamentavelmente, existe a mão da discórdia que tentou colocar os acentos negativos, parcializando a visão de Igreja e procurando influenciar no discurso pontifício para conseguir um efeito contrário no público, ao ressaltar desafios e tentações como males do episcopado. Não é assim. E, aqui, cabe a questão: por que procurar depreciar o trabalho dos bispos mexicanos? Felizmente, o povo conhece seus pastores e os acompanha na construção do Reino de Deus, seja ao preço que for, como foi ao longo da história deste país… Ou será que as palavras improvisadas do Santo Padrecorresponderiam a um mau conselho de alguém próximo a ele? Quem aconselhou mal ao Papa?”, conclui.

Não foi ontem a primeira vez que a Igreja mexicana usa o semanário ‘Desde la Fe’ para analisar a visita do Papa, nem para destacar as falhas que houve de organização: “Os erros logísticos e a desorganização salientaram aspectos, incitando mais o protagonismo de responsáveis, desvalorizando a eficiência, desprestigiando o toque de impecabilidade no processo organizativo, poucas mãos concentraram muitas funções, colocando em risco a efetiva preparação e diligente cuidado que deveria ter correspondido a cada uma das dioceses visitadas pelo Papa”, dizia em seu editorial, no último dia 21 de fevereiro.

Críticas

Então, a Igreja atacava o Governo e os meios de comunicação, explicando que “não se importaram com os rigores, as privações e incômodos diante da feroz vigilância que sequestrou as cidades sede. Os exageradíssimos controles das autoridades causaram mais incômodos que benefícios. É certo que o Papa jamais desejaria reféns e mais reféns, longas durações de fechamentos de ruas e paralisação do transporte público. Tudo isto provocou perdas para trabalhadores e chefes de famílias, mas a fé do povo move montanhas”, disseram sobre o Governo.

A respeito dos meios de comunicação, o editorial dizia que “houve supostamente mestres da comunicação que ao invés de informar, induziram o público aos vícios de parcialidade, meias verdades, visceralidade e inflamações deformantes da opinião. Como mercenários, buscaram o lucro, privilegiando a desonestidade acima da verdade e equilíbrio profissionais. Sem um pingo de autoridade moral foram arremedo e figurino de julgamentos implacáveis, quando mordiam a própria língua frente à corrupção e desonestidade de seus atos, não vistos pelo público na tela pequena. Repórteres que, a qualquer preço, louvaram a excentricidade, privilegiando ataques e agressividade”.

A realidade, conforme pôde confirmar El Mundo, sobre o que em todo caso é um segredo de polichinelo, é que as relações entre o Papa Francisco e o cardeal Rivera são péssimas. O cardeal, ao se sentir relegado na viagem, colocou paus nas rodas, especialmente ao não mobilizar voluntários. O próximo capítulo será a rápida renovação da cúpula da Igreja mexicana, onde é provável que o desencontro se torne mais evidente.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/552448-a-igreja-mexicana-se-pergunta-quem-aconselhou-mal-ao-papa

Por que não devemos rezar os mistérios luminosos?

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Muitos seguidores e seguidoras nos perguntam o motivo de não rezarmos os mistérios luminosos. Os motivos são vários, é o que pretendemos explicar nesse artigo. Convidamos o leitor a uma pequena análise segundo um belo livro que se chama “O Segredo do Rosário” de São Luís Maria de Montfort, dentre outras fontes citadas abaixo, acompanhem!

Primeiro, qual a origem do Rosário? São Luís Maria de Montfortexplica:

“Mas foi somente no de 1214, que a Santa Madre Igreja recebeu o Rosário na sua forma presente e de acordo com o método que usamos hoje. Ele foi dado a Igreja por São Domingos que o recebeu da Bem-aventurada Virgem como um meio poderoso de converter os albigenses e outros pecadores”. [1]

Bem, até aí já desmentimos uma grande mentira, dita por alguns modernistas, de que “o rosário foi feito pelos Papas e não por Nossa Senhora”. Alguns neoconservadores querem a todo custo dizer que o rosário com 150 Ave Marias foi feito por outros papas para assim poder defender os mistérios luminosos (por ter sido feitos pelo Papa João Paulo II). Mas pudemos ver na citação acima que não foi assim! O Rosário foi dado, com um propósito, pela própria Virgem Maria a S. Domingos de Gusmão. Continuando nossa análise, o próprio S. Luíz Maria de Montfort, explica COMO isso ocorreu, vejamos:

“Vou contar-lhes a história de como ele o recebeu, que é encontrada no conhecidíssimo livro “De Dignitate Psalterri” do Bem-aventurado Alano de La Roche. (A importância e Beleza do Santo Rosário, pelo Bem-aventurado Alano de La Roche, O.P., Padre Dominicano Francês e Apóstolo do Santo Rosário).

“Vendo São Domingos que a gravidade dos pecados dos homens estava obstruindo a conversão dos albigenses, adentrou-se numa floresta perto de Tolosa onde orou incessantemente por três dias e três noites. Durante este tempo, ele não fez nada a não ser chorar e fazer duras penitências a fim de apaziguar a ira do Poderoso Deus. Ele se utilizou de disciplina tão drástica que seu corpo estava dilacerado e finalmente caiu em coma. Nesta hora Nossa Senhora apareceu-lhe, acompanhada de três Anjos, e lhe disse:“Querido Domingos, você sabe de que arma a SANTÍSSIMA TRINDADE quer usar para mudar o mundo?” São Domingos respondeu:

“Oh, minha Senhora, vós sabeis bem melhor do que eu pois, depois de vosso Filho JESUS CRISTO, vós tendes sido sempre o principal instrumento de nossa salvação.” Nossa Senhora respondeu-lhe: “Quero que saibas que, a principal peça de combate tem sido sempre oSaltério Angélico que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para DEUS, com a oração do meu Saltério.”

Analisando o trecho acima, percebemos que nossa Senhora fala “Saltério”. O que ela quis dizer com isso? O Saltério nada mais é que a alusão aos 150 salmos da bíblia! A bíblia tem 150 salmos, e o rosário dado por ela tem 150 Ave Marias, por isso, a mando da própria Virgem Maria Mãe de Deus, por séculos a Igreja chamou o Rosário de SALTÉRIO ANGÉLICO.

Justamente por isso o número 150 é extremamente importante. Porque o Rosário não é apenas a repetição de Ave Marias, mas existe um simbolismo atrás de tão grande devoção, e este simbolismo foi querido e foi feito pela própria Virgem Maria. Agora eu pergunto: Por que mudar algo que foi feito por ela? Acaso a Mãe de Jesus poderia ter se enganado, ou feito algo “incompleto”? Jamais!
Também fiz questão de colocar em vermelho algumas palavras escritas pelo Santo S. Luis Maria. “Três dias e três noites” “Três anjos” “Santíssima Trindade”. Não lhe parece coincidência demais, logo o número três? Quantos são os mistérios do verdadeiro Rosário? Não são três? (Mistérios gozosos, dolorosos e gloriosos)? Não é algo a se pensar, já que isso foi feito pela Virgem? O Rosário não é uma invenção humana, que podemos ficar brincando com ele! É um desejo da Virgem, ele veio do céu! A Virgem cita a palavra Saltério, várias outras vezes nas aparições. Quem quiser ler o livro completo é só baixar em PDF no link citado no fim deste artigo.
Mas esta não é a única razão para não se rezar os mistérios luminosos. Sim existem outras! Continuando nossa análise.

Os Mistérios luminosos destroem a tradição Católica e destroem o significado e o Simbolismo do Rosário

1) Se colocarmos um mistério a mais, teremos não 150, e sim 200 Ave Marias!
 – Mistérios Gozosos (50 Ave Marias);
 – Mistérios Dolorosos (50 Ave Marias);
 – Mistérios Gloriosos (50 Ave Marias);
 – Mistérios Luminosos (50 Ave Marias).
Logo, não existe mais Saltério! E o rosário já não faz alusão aos Salmos da bíblia como indicou a própria Virgem Maria acima! Veja que foi vontade da Virgem que o Rosário tivesse 150 Ave Marias, porque, segundo ela “é a pedra fundamental do novo testamento.” Vamos ler novamente este trecho?

“Quero que saibas que, a principal peça de combate tem sido sempre o Saltério Angélico que é a pedra fundamental do Novo Testamento”. [1]

Ademais, os três mistérios (gozosos, dolorosos e gloriosos) exatamente nesta ordem foram feitos por ela! Segue o trecho onde a própria Mãe de Deus enumera os três:

“Rezar estas cento e cinquenta saudações angélicas, lhe disse, é uma oração muito útil, uma homenagem que me é muito agradável. E ainda melhor farão aqueles que recitarem essas saudações com a meditação da vida, da paixão e da glória de Jesus Cristo, pois essa meditação é a alma de tais orações.”  [4]

2) Já não existe a palavra TERÇO se temos um Rosário com 200 Ave Marias: Isso é algo muito óbvio. Vejamos, se temos um rosário verdadeiro, convencional (com 150 Ave Marias), e rezamos 50 Ave Marias, então rezamos UM TERÇO do rosário. Ou seja, dividindo por três (50 + 50 + 50) pegamos um terço do rosário completo. Por isso chamamos as 50 Ave Marias de TERÇO.
Se temos 200 Ave Marias, já não existe um terço, e sim UM QUARTO. Pronto, perdeu-se totalmente o significado do Rosário que durante anos foi conhecido desta maneira, por Santos da Igreja, pelos doutores, pelos Papas, etc. Nossa Tradição vai se perdendo aos poucos, sem nos darmos conta! Além do mais, são três mistérios (novamente o número três), adicionando mais um, não temos mais três e sim quatro mistérios. Mais a Frente citarei e provarei que este número três faz referência também à Santíssima Trindade. Com quatro mistérios, faz referência a que?
Continuando nossa análise, segundo o livro citado de S. Luis Maria de Montfort, logo após o trecho citado acima, ele diz:

“Então ele levantou-se muito consolado, e inflamado de zelo pela conversão dos homens naquele distrito e dirigiu-se diretamente à Catedral. Imediatamente, Anjos invisíveis tocaram os sinos a fim de ajuntar as pessoas e São Domingos começou a pregar. Assim que iniciou seu sermão, desencadeou-se uma tempestade terrível, a terra tremeu, o sol se escureceu, houve tantos trovões e raios que todos ficaram muito temerosos. Ainda maior foi o seu medo quando olharam à imagem de Nossa Senhora, exibida em local privilegiado, e a viram levantar os braços em direção aos Céus, três vezes, para acalmar a vingança de Deus sobre eles, caso eles falhassem em se converter, arrumar suas vidas e procurar a proteção da Santa Mãe de Deus. DEUS quis, por meio destes fenômenos sobrenaturais, espalhar a nova devoção do Santo Rosário e fazer com que este fosse mais vastamente divulgado.” [1]

Hum! Novamente o número três aparecendo aí! Viram? Seria mera coincidência?
3) Vou citar na íntegra um trecho completo do livro, que creio eu que quase nem precisam comentários. Assim diz S. Luis Maria de Montfort, um dos maiores Santos Marianos da Santa Igreja:

“Desde quando São Domingos estabeleceu a devoção do Santo Rosário até ao tempo em que o Bem-aventurado Alano de la Roche o restabeleceu em 1460, ele foi chamado de O Saltério de JESUS e Maria. Isto é devido ao fato dele possuir o mesmo número de Saudações Angelicais (Ave Marias) como os 150 Salmos de Davi. Já que pessoas simples de educação formal não conseguem rezar os Salmos de Davi, o Rosário é considerado tão proveitoso a elas como o Saltério de Davi é para outros. Contudo o Rosário pode ser considerado até mais valioso que os Salmos por três razões; 1- Primeiramente, porque o Saltério Angélico possui um fruto mais nobre, a saber, o Verbo Encarnado, a quem o Saltério Davídico somente o profetiza; 2- Em segundo lugar, assim como a realidade é mais importante do que a prefiguração, e o corpo é mais importante que uma sombra, da mesma forma o Saltério de Nossa Senhora é mais grandioso que o Saltério de Davi que nada mais fez que prefigura-lo; 3- E em terceiro lugar, por ser o Saltério de Nossa Senhora (ou o Rosário composto de PAI Nossos e Ave Marias) é uma obra direta da SANTÍSSIMA TRINDADE e não foi feito através de um instrumento humano. O Saltério de Nossa Senhora ou o Rosário é divido em três partes de cinco dezenas cada, por três razões especiais: 1ª – Honrar as trêsPessoas da SANTÍSSIMA TRINDADE; 2ª – Honrar a vida, morte e glória de JESUS CRISTO (e de Maria) 3ª – Imitar a Igreja Triunfante, ajudar os membros da Igreja Militante e diminuir as dores da Igreja sofredora. 4ª – Imitar os três grupos nos quais os Salmos são divididos: a) O primeiro sendo para a vida purgativa; b) O segundo para a vida iluminativa c) O terceiro para a vida unificativa 5ª – E, finalmente, nos dar graças em abundância durante nossa vida, paz na morte, e glória na eternidade”. [1]

Ufa! Cansei de grifar o número três aparecendo aí sem parar! Mais uma vez, segundo os modernistas, uma série de coincidências ocorrendo, ou não seria coincidências, mas apenas a vontade de Deus e de Nossa Mãe? Eu acredito na segunda hipótese! Lembrando que, a citação acima não foi dita por nós, foi dita por um SANTO: São Luís Maria de Montfort, o qual afirma abertamente que o rosário NÃO FOI feito por mãos humanas, mas veio do céu! Se não foi feito por mãos humanas, não deve ser mudado, e nenhuma mão humana tem direito de “reformá-lo”.

Algo muitíssimo interessante neste trecho acima, é que o Santo afirma que os salmos são uma PROFECIA do rosário. Você sabe o que é uma profecia? Ele diz claramente que os salmos são uma PREFIGURAÇÃO do Santo Rosário, dado pela Virgem! E você acha correto destruir isso? Lá no antigo testamento, certamente já estava nos planos de Deus as 150 Ave Marias, isso significa uma profecia. E 200 faz alusão a que?

4) O Rosário é querido por Nossa Senhora, é a melhor das devoções (depois da Santa Missa), é uma oração PERFEITA, segundo a própria Mãe de Deus.

Assim diz S. Luís Maria de Montfort:

“Não é possível para mim expressar em palavras o quanto Nossa Senhora pensa a respeito do Santo Rosário e de como ela imensamente o prefere em relação a todas as outras devoções”.[1]

E mais um trecho:

“Nunca houve algo em toda a história do mundo que seja mais comovente que a história maravilhosa da vida, morte e glória de NOSSO SENHOR que está contida no Santo Rosário. As quinze cenas principais ou mistérios de Sua vida abrem-se diante de nossos olhos. Não há oração mais maravilhosa e sublime que a Oração do SENHOR (PAI Nosso) e a Saudação Angélica (Ave Maria)! Todos os nossos desejos e todas nossas necessidades são profundamente contidos nestas orações”. [1]

Pergunto novamente: Pode-se reformular o que já é perfeito? A própria Virgem Maria diz que o Rosário lhe agrada muito, e ela também diz que o Rosário contém 150 Ave Marias (e não 200):

Assim disse a própria Virgem Maria a S. Domingos: “Quando os fiéis rezem as Cento e cinquenta Ave Marias e os e os Quinze PAI Nossos, muito me agradam e esta devoção é eficaz para se obter graças. Mas a eficácia aumenta muito mais e me agradarão mais ainda se, enquanto se rezar, meditar na Vida, Paixão, Morte e Ressureição de JESUS CRISTO, pois a meditação é a alma desta devoção.”[1]

Existem muito mais trechos do referido livro onde S. Luís Maria de Montfort diz que o Rosário é a melhor devoção e mais perfeita (depois da Santa Missa), aconselhamos ler o livro completo para maiores informações. Também no livro cita muitos santos que tinham a devoção de rezar o rosário completo todos os dias.

Um Texto do Padre Laguerie sobre os Mistérios Luminosos ²

Uma das respostas mais divertidas das quais o superior do novo Instituto Bom Pastor escreveu em seu Website foi a respeito dos mistérios novos do Rosário recomendado pelo então Sumo Pontífice, Papa João Paulo II. Uma senhora tinha lhe escrito, pedindo sua opinião sobre os novos mistérios e se o Rosário deveria ser condiderado com 4 mistérios ou 3. Para o benefício daqueles que são lingüìsticamente Extra-Galliam, uma tradução será fornecida, embora deva se lembrar que esta tradução não é official. Segue a resposta do Padre abaixo:
Pe. Laguérie, superior geral
do Instituto do Bom Pastor
(IBP).

“Cara Madame Patout, Eu não tenho nenhuma dúvida que poderia haver um grande lucro em meditar os Mistérios Luminosos, tais como a Transfiguração na Mt. Tabor, ou a união em Caná; que riqueza realmente encontramos nestas sublimes páginas de nossos Evangelhos.

Mas por que esses e não outros ainda? Eu poderia fàcilmente inventar para você os mistérios “angélicos” (o anjo de Zacarias, o anjo ou os anjos de São José, o anjo do pool de Siloe, o anjo consolador da Paixão, etc..) ou os Mistérios “aquáticos” (a água do Jordão, a água de Caná, o andar sobre a água, da tempestade acalmada, de Siloe outra vez, etc..) E também os Mistérios “femininos” (a mulher samaritana, a mulher adúltera, Madalena- não confundam com a mulher precedente, a esposa de Pilatos, de Chusa, Herodíadas).
Mas como os provérbios de Salomão dizem, “não mova a pedra da fronteira estabelecida pelos antigos.” Mudando o recanto da piedade, desanima os piedosos a melhor promovê-las.
Numa mão, temos os mistérios mantidos no nosso Rosário Tradicional que foram baseados em Revelações de Santos como São Domingos, e pela própria Sempre Virgem Mãe de Deus.
Na outra, estes mistérios são obviamente escolhidos para serem aqueles de nossa Redenção, e representam nesta consideração, verdadeiramente um pequeno “masterpiece” da síntese teológica.
Por todas estas razões e outras mais, deixe nos manter, nosso Rosário como ele é; e deixe nos tentar contudo, ser cada vez mais fiel a ele.” [2]
O Padre indica algo que é negligenciado frequentemente. Mudando as coisas que são parte ou parcelas de séculos de uma devoção religiosa , há o perigo de se prejudicar a própria devoção. O Rosário é uma devoção que está enraizada nas práticas dos Católicos. (…)
Este aspecto, embora importante, diminui de alguma forma a grande importância de Nossa Senhora, pois foi ela própria que entregou-nos a recitação do Rosário. Foi um presente do Céu para o salvação das almas, com muitas graças prometidas àqueles que empregam-o fielmente. Quem somos nós para “melhorar” uma oração dada pelo Céu? Os Mistérios Luminosos contém alguma beleza; afinal, são encontrados nos Evangelhos e são parte da Revelação. Mas não seria mais sábio talvez introduzir uma nova Ladainha/etc baseado nestes Mistérios ao invés de mudar uma oração tão importante como o Rosário? Há Ladainhas das sete dores, das sete alegrias de Nossa Senhora, entre outros. Uma nova Ladainha poderia ter sido introduzida para ver que frutos elas traríam, sem ter assim que “atualizar” qualquer coisa. Mas alás que não foi assim como as coisas foram feitas. O Rosário é o Salmo de Nossa Senhora, o Salmo dos humildes: 150 Ave Marias para os 150 Salmos. 200 Ave Marias não simboliza qualquer coisa. O conselho que Pe. Laguerie dá é sábio: Deixe-nos prender ao Rosário que temos, e deixe-nos ser fiéis a ele.
Como já foi dito anteriormente: Há uma conexão entre o Rosário e os Salmos. Assim como os 150 angélicos Salmos exaltam a Deus através de Davi, as 150 Ave Marias (Rosário) exaltam a Deus através da Virgem Maria. O Rosário foi concebido nas mãos de São Domingos por Nossa Senhora e desde então sofreu sim um desenvolvimento orgânico (ex: segunda parte da Ave Maria), mas nunca ninguém ousou mudar sua essência composta por 150 Ave Marias que correspondem aos 150 Salmos.
E ainda teríamos um outro problema: em Fátima, Nossa Senhora nos ordenou a rezar ao menos o Terço (50 Ave Marias) do Rosário (150 Ave Marias) diariamente.
Com essa “novidade” dos mistérios luminosos ou da luz teríamos 200 Ave Marias. E o que viria a ser um terço (1/3) de 200? 200 : 3 = 66.6 (lembrem-se do muito conhecido 666). Ou seja, para obedecer Nossa Senhora de Fátima teríamos que rezar ao menos 66.6 Ave Marias, pois esse seria o novo número para se rezar o Terço. Não quero aqui afirmar que este número venha ter alguma relação demoníaca, mas não deixa de ser meio assustador. Adicionar mais essa novidade numa oração que por séculos foi mantida sua essência, seria como afirmássemos que todos os Santos não rezaram o Terço ou o Rosário por completo, afinal, faltava-lhe “algo”.

5) Bento XVI não reza os Mistérios Luminosos, e admite que o Rosário verdadeiro contém Três Mistérios!

Isso pode ser constatado com a seguinte frase do Sumo Pontífice:

“Meu dever para com a Igreja e o mundo, tento cumprir com uma oração que ocupa todo o meu dia’. Oração mental ou verbal, Santidade?, ocorreu-me perguntar, talvez banalmente. Sua resposta foi imediata: ‘Sobretudo verbal: o rosário completo, com seus três mistérios; depois os salmos, as orações escritas pelos santos e as passagens bíblicas e invocações do breviário’. A oração mental é proporcionada por suas muitas leituras de textos de espiritualidade, que se unem aos de teologia e exegese bíblica.” [5]

Respondendo à objeções frequentes quando ao tema:

1° Objeção: “Foi um Papa quem mudou, não fere a infabilidade papal”?

Resposta: Não fere a infabilidade papal de forma alguma. Pois nem todas as falas do papa são infalíveis. O que o dogma da infabilidade papal diz é que o Papa é infalível quando ele fala em questão de Fé e Moral, e ensina à toda a Igreja. É um ensinamento infalível que jamais pode ser rejeitado pelos Católicos. E quando isso ocorre o Papa deixa bem claro que está falando exercendo sua infabilidade. O que não é o caso dos mistérios luminosos.

2° Objeção: “Não estou sendo desobediente em renegar os mistérios luminosos?”

Resposta: Não está. O Papa JPII errou ao adicionar um mistério a mais, que não foi dito por Nossa Senhora. O Papa não é infalível até quando escolhe “a cor das pantufas”. Existem condições para exercer sua infabilidade, sim os Papas erram como nós. Basta ler sobre a vida deles para se dar conta disso. E existe outro motivo de não estarmos sendo desobedientes ao renegar os mistérios luminosos. O Próprio Papa João Paulo II disse que tais mistérios eram OPCIONAIS. Os mistérios luminosos são fruto de uma sugestão de João Paulo II exposta em sua carta apostólica Rosarium Virginis Mariae, de 16 de outubro de 2002, por meio da qual ele lançou o Ano do Rosário (outubro de 2002 a outubro de 2003).
Que ele estava dando apenas uma SUGESTÃO, que poderia OU NÃO ser acatada. Eis com as palavras do próprio pontífice, assim diz a carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae:

“Considero, no entanto, que, para reforçar o espessor cristológico do Rosário, seja oportuna uma inserção que, embora deixada à livre valorização de cada pessoa e das comunidades, lhes permita abraçar também os mistérios da vida pública de Cristo entre o Baptismo e a Paixão” (§19)”.

O texto latino é ainda mais claro, pois, sem a conjunção concessiva, diz “(…) libero singulorum atque communitatum iudicio relictam (…)”; “(…) deixada ao livre juízo dos particulares e das comunidades (…)”. Ou seja, fala-se de liber iudicius (libero iudicio, no dativo singular) e não simplesmente de livre “valorização”).

Portanto, o não acatamento da proposição dos “Mistérios Luminosos” não implica nenhuma desobediência, sendo essa, inclusive, uma posição protegida pelo próprio propositor. [3]
Como todos devem ter perceibido, os novos cinco mistérios propostos pelo Papa João Paulo II (Rosarium Virginis Mariae, §21) (Mistérios Luminosos) são:
1. O batismo (de Cristo) no Jordão;
2. Sua auto-revelação nas bodas de Caná;
3. Seu anúncio do Reino de Deus com o convite à conversão;
4. Sua transfiguração;
5. A instituição da Eucaristia, expressão sacramental do mistério pascal.
Ora, uma primeira observação a se fazer sobre eles diz respeito ao surgimento de uma grande novidade quanto ao modo de se enunciar um mistério. Se você atentar para o terceiro mistério luminoso, vai perceber que ele não evoca um evento histórico preciso, ao contrário do que sempre foi feito. Veja:
Mistérios Gozosos:
1. A anunciação do anjo São Gabriel a Nossa Senhora;
2. A visitação de Nossa Senhora a sua prima Santa Isabel;
3. O nascimento do Menino Jesus em Belém;
4. A apresentação do Menino Jesus no Templo;
5. A perda e o reencontro de Jesus no Templo entre os doutores da lei;
Mistérios Dolorosos:
1. A agonia mortal de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras;
2. A flagelação de Nosso Senhor Jesus Cristo;
3. A coroação de espinhos de Nosso Senhor;
4. O carregamento da cruz rumo ao calvário;
5. A crucificação e morte de Cristo na cruz;
Mistérios Gloriosos:
1. A ressureição de Nosso Senhor Jesus Cristo;
2. A gloriosa ascensão de Cristo aos céus;
3. A descida do divino Espírito Santo sobre os Apóstolos e Nossa Senhora no Cenáculo;
4. A gloriosa assunção de Nossa Senhora aos céus;
5. A coroação de Nossa Senhora como rainha dos céus e da terra;
A fórmula “seu anúncio do Reino de Deus com convite à conversão” foge, definitivamente, ao padrão anterior. E entra em choque, em certo sentido, com o que ensinou o Papa Leão XIII sobre o rosário, quando afirmou que, nele, não nos são apresentados dogmas de fé ou princípios doutrinários, pelo menos de maneira pura, mas fatos concretos das vidas de Nosso Senhor e Nossa Senhora, que contêm, explicitamo-lo nós, dogmas de fé e princípios doutrinários (não descartados nesses os morais) para nossa meditação.
Além disso, o argumento apresentado no §18 da Rosarium Virginis Mariae de que o rosário seria um “compêndio do Evangelho” (o que, por sua vez, justificaria a inserção desses novos mistérios tratando ineditamente da vida pública de Cristo) não nos parece de todo convincente. Afinal de contas, seria mesmo o rosário um mero resumo do Evangelho? E, sendo assim, teria Nossa Senhora inspirado um mau resumo a São Domingos, preterindo a Cristo, já que ele, evidentemente, em sua forma de sempre, não cobre a vida pública de Jesus? Essa hipótese não nos parece razoável. [3]

3° Objeção: “Qual o problema de rezar um mistério a mais? Afinal, Ave Marias a mais só tem a beneficiar.”

Resposta: Não é a questão de rezar mais ou menos. Mas mudar a essência do Rosário. Você poderia perguntar isso a Nossa Senhora não poderia? “Nossa Senhora, porque tu não colocaste mais de 150 Ave Marias.” Certamente ela iria te responder o motivo exato que escolheu este número, não lhe parece?
Mudando o número de Ave Marias e a quantidade de mistérios estamos destruindo a essência do Rosário tal qual a própria Virgem assim o quis.
Se o leitor quiser rezar mais que 150 Ave Marias, ótimo então poderá acrescentar no fim do Rosário, aLadainha de Nossa Senhora, ou então a Coroinha (12 Ave Marias) indicada por S. Luís Maria de Montfort no tratado da verdadeira devoção. Ou simplesmente rezar dois rosários completos. Mas infelizmente as pessoas que contra argumentam com esta frase, geralmente não rezam nem o terço todos os dias, quiçá o rosário completo de 150 Ave Marias, muito menos 200!
Ademais, quantos Católicos rezam verdadeiramente o Rosário completo (150 Ave Marias – Saltério) todos os dias? Pouquíssimos! E aumentar esse número faz as pessoas desistirem de rezá-lo por completo, se não rezam nem o terço todos os dias, muito menos 150 Ave Marias, muito menos ainda 200!

4° Objeção: “Não foi Nossa Senhora que especificou os Mistérios e Sim o Papa São Pio V, se não vão rezar porque Nossa Senhora não mandou, então não rezarão nenhum mistério.”

Essa objeção é tão ridícula, que se você leu o artigo até aqui, verá que ela não tem fundamento algum. Julgamos necessário colocar tal asneira aqui, pois muitos são os que dizem isso sem base nem argumentação. Então vamos repetir para aqueles que ainda não compreenderam muito bem. Assim disse a Virgem Maria:

“Rezar estas cento e cinquenta saudações angélicas, lhe disse, é uma oração muito útil, uma homenagem que me é muito agradável. E ainda melhor farão aqueles que recitarem essas saudações com a meditação da VIDA, da PAIXÃO e da GLÓRIA de Jesus Cristo, pois essa meditação é a alma de tais orações.”

Especificando portanto:

VIDA – MISTÉRIOS GOZOSOS
PAIXÃO – MISTÉRIOS DOLOROSOS
GLÓRIA – MISTÉRIOS GLORIOSOS

O que São Pio V fez da época foi apenas ESPECIFICAR cada um deles, segundo orientações da própria Virgem Maria. Ele não “inventou” nada diferente, ele especificou os acontecimentos da vida de Jesus de acordo com as referidas meditações ditas pela própria Virgem Maria. Aconselhamos a leitura do livro completo, pois nele a própria Virgem diz que é muito agradável a Deus a meditação da Paixão e morte de Jesus Cristo. SIM, A PRÓPRIA VIRGEM MARIA DIZ ISSO, como vocês podem constatar na citação abaixo:

“Sempre que o fiel que está em estado de graça reza o Rosário, enquanto medita nos mistérios da vida e paixão de JESUS CRISTO, obtém a remissão completa e plena de todos os seus pecados (veniais).” [1]

E também o próprio Jesus Cristo, reafirma ao bem aventurado Alano:

“Se ao menos esses miseráveis pecadores rezassem frequentemente meu Rosário, participariam dos mistérios de minha Paixão e eu, como advogado seus, aplacaria a justiça de meu PAI!” [1]

Dentre várias outras frases da própria Virgem Maria especificando os referidos mistérios. A palavraVIDA de Jesus não é exatamente a descrição dos Mistérios GOZOSOS? E a palavra PAIXÃO, não são exatamente a descrição dos mistérios DOLOROSOS? E a palavra GLÓRIA? Preciso dizer? Então como é que alguns pretendem dizer que a Virgem não especificou as meditações?

Certos de termos conseguido esclarecer um pouco a questão, finalizamos o artigo! Espero que tenha sido útil a todos os seguidores!
“O Rosário, depois da Santa Missa é a melhor das devoções”.
São Luís Maria de Montfort [1]
“Um dia Nossa Senhora revelou ao Bem-Aventurado Alano que, depois do Santo Sacrifício da Missa que é o mais importante, e que é o memorial vivo da paixão de Nosso Santíssimo SENHOR, não pode haver devoção mais pura ou mérito maior que aquele do Santo Rosário, que é como um segundo memorial e a representação da vida e paixão de Nosso Senhor JESUS CRISTO”.
São Luís Maria de Montfort [1]

“Rezem o TERÇO todos os dias.”
Nossa Senhora de Fátima

Fonte: http://floresdamodestia.blogspot.com.br/2015/11/por-que-nao-devemos-rezar-os-misterios.html

Qual é o pecado favorito do demônio? Responde um exorcista…

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MADRI, 25 Ago. 15 / 02:50 pm (ACI/EWTN Noticias).-

Um exorcista tem medo? Qual é o pecado predileto do demônio? Estes foram alguns dos temas de uma recente entrevista do sacerdote dominicano Juan José Gallego, exorcista da arquidiocese de Barcelona a um diário espanhol.

Há nove anos o Pe. Gallego foi designado exorcista, e afirmou que, na sua opinião, o demônio é um ser “totalmente amargurado”.

Através de uma entrevista, realizada pelo jornal espanhol ‘El Mundo’, o sacerdote assegurou que “a soberba” é o pecado que o demônio mais gosta.

“Sentiu medo alguma vez? ”, perguntou o entrevistador ao sacerdote. “Este é um ofício bastante desagradável”, respondeu o Pe. Gallego. “No começo tinha muito medo. Olhava muito para atrás e via demônios em todo lugar… Veja só, no outro dia estava fazendo um exorcismo. ‘Te mando! ’, ‘Te ordeno! ’… E o Maligno, com uma voz tremenda, gritou: ‘Galleeeego, estás exageraaaaando!’. Então tremi”.

Entretanto, o padre sabe que o demônio não é mais poderoso que Deus. O exorcista recordou que “quando me nomearam, um parente me disse: ‘Ai, Juan José, estou toda assustada, porque no filme ‘O exorcista’ um morreu e o outro pulou pela janela’. Eu ri e lhe respondi: ‘Mulher, não se esqueça que o demônio é criatura de Deus’”.

Quando as pessoas estão possuídas, relatou, “perdem o conhecimento, falam línguas estranhas, têm uma força exagerada, mal-estar profundo, vemos senhoras educadíssimas vomitando, blasfemando”.

“Um jovem durante a noite era tentado pelo demônio, queimava sua camisa, entre outras coisas, e me disse que os demônios lhe propuseram: ‘Se fizer um pacto conosco, isso nunca mais acontecerá com você’”.

O Pe. Gallego também advertiu que práticas da “nova era” como por exemplo, o reiki e a ioga, podem ser portas de entrada para o demônio. “Ele pode meter-se um pouco por aí”, assinalou.

O sacerdote espanhol lamentou que a crise econômica que açoita a Espanha há alguns anos “nos traz os demônios. Os vícios: a droga, o álcool… No fundo eles são uma possessão”.

“Com a crise as pessoas sofrem mais. Estão desesperadas. Há pessoas convencidas de que o demônio está dentro delas”, concluiu o Pe. Gallego

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/qual-e-o-pecado-favorito-do-demonio-responde-um-exorcista-99421/