Efeito ” Amoris”: Bispos das Filipinas liberam comunhão aos adúlteros

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Mons. Socrates B. Villegas, Arzobispo de Lingayen Dagupan y Presidente de la Conferencia Episcopal de Filipinas, ha escrito una carta en la que asegura que no hay que esperar las directrices de los obispos sobre la exhortación apostólica «Amoris laetitia» y pide que se dé la comunión -«comida para los miserables»- a los «pecadores».

Mons. Fellay sobre “Amoris Laetitia”: ” Grave, Gravíssimo!”

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Carísssimos,

Salve Maria

Abaixo o pronunciamento de Mons. Fellay, superior geral da FSSPX, do dia 10 de abril passado, sobre o documento papal ” A Alegria do Amor”. S. Excia considera o documento como Grave, muito Grave. Compara-o com um buraco, feito pelo papa, na Barca de Pedro. “Um documento que nos faz chorar” e “um grande mal para a Igreja”

Amoris Laetitia: primeiras reflexões sobre um documento catastrófico

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Tradução: Carlos Wolkartt – Renitencia.com
Com a exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia, publicada em 08 de abril de 2016, o Papa Francisco se pronunciou oficialmente sobre problemas de moral conjugal que vêm sendo discutidos há muitos anos.
No consistório de 20 e 21 de fevereiro de 2014, Francisco havia confiado ao cardeal Kasper a missão de introduzir o debate sobre este tema. A tese de Kasper, segundo a qual a Igreja deve mudar sua praxe matrimonial, foi o tema central dos sínodos sobre a família celebrados em 2014 e 2015, e constitui o núcleo da exortação do Papa Francisco.
Durante esses dois últimos anos, ilustres cardeais, bispos, teólogos e filósofos tomaram parte no debate para demonstrar que entre a doutrina e a praxe da Igreja tem que haver uma íntima coerência. A pastoral funda-se precisamente na doutrina dogmática e moral. “Não pode haver pastoral em desacordo com as verdades e a moral da Igreja, em conflito com suas leis e que não esteja orientada a alcançar o ideal da vida cristã!”, declarou o cardeal Velasio de Paolis em sua alocução ao Tribunal Eclesiástico de Úmbria, em 27 de março de 2014. Para o cardeal Sarah, a ideia de separar o Magistério da praxe pastoral, que poderia evoluir segundo as circunstâncias, modos e paixões, “é uma forma de heresia, uma perigosa patologia esquizofrênica” (La Stampa, 24 de fevereiro de 2015).
Nas semanas que precederam à publicação do documento, multiplicaram-se as intervenções públicas de purpurados e bispos ante o Sumo Pontífice a fim de evitar a publicação de um texto repleto de erros, relativos às numerosíssimas alterações ao projeto propostas pela Congregação para a Doutrina da Fé. Francisco não desistiu. Pelo contrário, parece que confiou o texto definitivo da exortação — ou ao menos algumas das principais passagens — a teólogos de sua confiança que tentaram reinterpretar Santo Tomás à luz da dialética hegeliana. O resultado é um texto que não é ambíguo, mas claro, em sua indeterminação. A teologia da praxe exclui qualquer afirmação doutrinal, deixando que a história trace as linhas da conduta nos atos humanos. Por esta razão, como afirma Francisco, “é compreensível” que, no tema crucial dos divorciados recasados, “não se devia esperar do Sínodo ou desta exortação uma nova normativa geral de tipo canônico, aplicável a todos os casos” (par. 300). Se se tem a convicção de que os cristãos não devem ajustar seu comportamento a princípios absolutos, mas estar atentos a “sinais dos tempos”, seria contraditório formular qualquer classe de regras.
Todos esperavam a resposta a uma pergunta básica: aqueles que, depois de um primeiro matrimônio, voltarem a contrair matrimônio pela via civil, podem receber o sacramento da Eucaristia? A essa pergunta, a Igreja sempre respondeu com um “não” rotundo. Os divorciados recasados não podem receber a comunhão, porque sua condição contradiz objetivamente a verdade natural e cristã sobre o matrimônio, que é representada e atualizada na Eucaristia (conf. Familiaris Consortio, par. 84).
A exortação pós-sinodal responde o contrário: em linhas gerais não, mas “em certos casos” sim (par. 305, nota 351). Os divorciados recasados devem ser “integrados” em vez de excluídos (par. 299). Sua integração “pode exprimir-se em diferentes serviços eclesiais, sendo necessário, por isso, discernir quais das diferentes formas de exclusão atualmente praticadas em âmbito litúrgico, pastoral, educativo e institucional possam ser superadas” (par. 299), sem excluir a disciplina sacramental (conf. par. 300, nota 336).
Na realidade, trata-se do seguinte: a proibição de receber a comunhão já não é absoluta para os divorciados recasados. Por regra geral, o Papa não os autoriza a recebê-la, mas tampouco os proíbe. “Isto — havia destacado o cardeal Caffarra ao refutar o cardeal Kasper — afeta a doutrina. Inevitavelmente. Pode-se inclusive dizer que não o faz, mas o faz. Além disso, introduz-se um costume que a longo prazo inculca no povo, seja ou não cristão, que não existe matrimônio totalmente indissolúvel. E isso desde já se opõe à vontade do Senhor. Não cabe a menor dúvida” (Entrevista ao Il Foglio, 15 de março de 2014).
Para a teologia da praxe não importam as regras, mas os casos concretos. E o que não é possível no abstrato, é possível no concreto. Mas, como acertadamente destacou o cardeal Burke, “se a igreja permitisse (ainda que em um só caso) que uma pessoa em situação irregular recebesse os sacramentos, isso significaria que ou o matrimônio não é indissolúvel e, portanto, a pessoa em questão não vive em estado de adultério, ou que a santa comunhão não é o Corpo e o Sangue de Cristo, que pelo contrário requerem a reta disposição da pessoa, ou seja, o arrependimento do pecado grave e o firme propósito de não voltar a pecar” (Entrevista a Alessandro Gnocchi, Il Foglio, 14 de outubro de 2014).
Não só isso: a exceção está destinada a converter-se em uma regra, uma vez que Amoris Laetitia deixa o critério para receber a comunhão ao “discernimento pessoal”. Esse discernimento é alcançado mediante “o diálogo com o sacerdote, no foro interno” (par. 300), “caso a caso”. E quem será o pastor de almas que se atreverá a proibir que se receba a Eucaristia, se “o próprio Evangelho exige que não julguemos nem condenemos” (par. 308) e é necessário “integrar a todos” (par. 297) e “valorizar os elementos construtivos nas situações que ainda não correspondem ou já não correspondem à sua doutrina sobre o matrimônio” (par. 292)? Os pastores que quiserem invocar os mandamentos da Igreja correriam o risco de atuar, segundo a exortação, “como controladores da graça e não como facilitadores” (par. 310). “Por isso, um pastor não pode sentir-se satisfeito apenas aplicando leis morais àqueles que vivem em situações ‘irregulares’, como se fossem pedras que se atiram contra a vida das pessoas. É o caso dos corações fechados, que muitas vezes se escondem até por detrás dos ensinamentos da Igreja ‘para se sentar na cátedra de Moisés e julgar, às vezes com superioridade e superficialidade, os casos difíceis e as famílias feridas'” (par. 305).
Essa linguagem inédita, mais dura que a dureza de coração que repreende os “controladores da graça”, é a marca distintiva de Amoris Laetitia, que, não por nenhuma casualidade, foi qualificada pelo cardeal Schönborn na coletiva de imprensa de 08 de abril de 2016 como “um evento linguístico”. “O que mais me alegra neste documento — declarou o cardeal de Viena — é que ele supera de forma coerente a divisão externa artificial que distinguia entre regular e irregular”. A linguagem, como sempre, expressa um conteúdo. As situações que a exortação pós-sinodal define como “chamadas irregulares” são o adultério público e a convivência extramatrimonial. Para Amoris Laetitia, estas realizam o ideal do matrimônio cristão, “de forma parcial e análoga” (par. 292). “Por causa dos condicionalismos ou dos fatores atenuantes, é possível que uma pessoa, no meio de uma situação objetiva de pecado — mas subjetivamente não seja culpável ou não o seja plenamente —, possa viver em graça de Deus, possa amar e possa também crescer na vida de graça e de caridade, recebendo para isso a ajuda da Igreja” (par. 305), “em certos casos, poderia haver também a ajuda dos sacramentos” (nota 351).
Segundo a moral católica, as circunstâncias, que constituem o contexto no qual a ação se desenvolve, não podem modificar a qualidade moral dos atos, fazendo boa e justa uma ação intrinsecamente má. Mas a doutrina dos absolutos morais e do mal intrínseco é anulada por Amoris Laetitia, que se acomoda à “nova moral” condenada por Pio XII em vários documentos e por João Paulo II em Veritatis Splendor. A moral situacionista deixa à mercê das circunstâncias e, em último caso, à consciência subjetiva do homem determinar o que está certo e o que está errado. Assim, uma união sexual extraconjugal não é considerada intrinsecamente ilícita, mas, como um ato de amor, é valorizada em função das circunstâncias. Dito de um modo mais geral, não existe o mal em si nem tampouco pecados graves ou mortais. Comparar pessoas em estado de graça (situações regulares) com pessoas em situação de pecado permanente (situações irregulares) é mais do que uma questão linguística: podemos dizer que está em conformidade com a teoria luterana do homem (que diz que o homem é justo e pecador), condenada pelo Decreto sobre a justificação no Concílio de Trento (conf. Denz-H, nn. 1551-1583).
A exortação pós-sinodal Amoris Laetitia é muito pior que a exposição do cardeal Kasper, contra a qual se dirigiram tantas e tão justas críticas em livros, artigos e entrevistas. Kasper limitou-se a plantear algumas perguntas; Amoris Laetitia [isto é, Francisco] apresenta a resposta: abre as portas aos divorciados recasados, canoniza a moral situacionista e dá início a um processo de normalização de todas as convicções extramaritais.
Tendo em conta que o novo documento pertence ao Magistério ordinário não infalível, é de esperar que seja objeto de uma análise crítica profunda por parte de teólogos e pastores da Igreja, sem a ilusão de que se possa aplicar-lhe a hermenêutica da continuidade.
Se o texto é catastrófico, mais catastrófico é o fato de que ele foi assinado pelo Vigário de Cristo. Pois bem, para aqueles que amam a Cristo e à sua Igreja, esta é uma boa razão para falar, para não ficar em silêncio. Façamos nossa, pois, as palavras de um valente mitrado, Mons. Athanasius Schneider: “Non possumus! Eu não vou aceitar um discurso ofuscado nem uma porta falsa, habilmente ocultada para a profanação do sacramento do Matrimônio e da Eucaristia. Do mesmo modo, não vou aceitar que se brinque com o sexto mandamento da Lei de Deus. Prefiro ser ridicularizado e perseguido do que aceitar textos ambíguos e métodos insinceros. Prefiro a cristã ‘imagem de Cristo, a Verdade, à imagem da raposa adornada com pedras preciosas’ (Santo Irineu), porque ‘eu sei em quem tenho crido’, ‘scio cui credidi’ (II Tm I, 12)” (Rorate Caeli, 2 de novembro de 2015).
Fonte: http://www.renitencia.com/2016/04/amoris-laetitia-primeiras-reflexoes-sobre-um-documento-catastrofico.html

Sobre a “Alegria do Amor”

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Pe. Marcélo Tenorio

 

Recentemente foi divulgada a nova Exortação Apostólica do Papa Francisco sobre a Família, como conclusão oficial do último Sínodo. O papa escolheu como título ” Amoris Laetitia” – a “Alegria do Amor”. Aliás o tema da “alegria” está bem presente na visão do Papa, basta nos lembrar da Evangelii Gaudium.

A esperança de Chesterton

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Dr. Tiago Bana Franco

Por que é tão interessante ler Chesterton? Eis a pergunta que não me saiu da cabeça desde que iniciei O Homem Eterno. É claro que o autor tem todos os predicados necessários para fazer com que os leitores rapidamente apaixonem-se por seus textos. Perspicaz e inocente. Hiperbólico e simples. Características incompatíveis que ele aliava com muito bom humor ao escrever.

“Amoris laetitia” – Porta Aberta aos ventos impetuosos

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El Diario, 08 de abril de 2016
Tradução: Carlos Wolkartt – Renitencia.com

Nota da Tradução: como já havíamos publicado, o Papa efetivamente abriu caminho às mudanças para os divorciados, além de muitas outras coisas, em sua nova exortação apostólica publicada hoje. O texto a seguir, apesar de apresentar otimismo diante de uma tempestade, expõe os pontos centrais e mais preocupantes do novo documento papal.
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Diante da doutrina rançosa, a realidade. “Acompanhar, discernir e integrar” — essas são as três palavras que definam Amoris Laetitia, a tão esperada exortação do Papa Francisco depois do Sínodo da Família. Um texto longo, denso, que evita condenações e abre a porta à comunhão na Igreja dos divorciados recasados, que admite as “bondades” dos matrimônios e uniões civis frente ao matrimônio “tradicional” e, sem dar receitas definitivas, adverte aos rigoristas que nem sempre há uma palavra final para tudo. “Nem todas as discussões doutrinais, morais ou pastorais devem ser resolvidas através de intervenções magisteriais”.
“O caminho da Igreja é o de não condenar eternamente ninguém”, clama o Papa, que pede para “evitar juízos que não tenham em conta a complexidade das diferentes situações” porque “trata-se de integrar a todos”. Para Francisco, os divorciados recasados “podem encontrar-se em situações muito diferentes, que não devem ser catalogadas ou encerradas em afirmações demasiado rígidas”.
“Não existem receitas simples”, reconhece o Papa, que se nega a “uma nova normativa geral de tipo canônico, aplicável a todos os casos”, mas um “discernimento pessoal e pastoral dos casos particulares”, e que, em resposta à “lei da gradualidade”, se aplique “a lei da misericórdia pastoral”. Assim, recorda que “não estão excomungados” e que “devem ser mais integrados na comunidade cristã sob as diferentes formas possíveis”, evitando o escândalo mas caminhando até “discernir quais das diferentes formas de exclusão atualmente praticadas em âmbito litúrgico, pastoral, educativo e institucional possam ser superadas”.
“A arquitrave que suporta a vida da Igreja é a misericórdia”, argumenta o Papa, que critica os que agem como “controladores da graça e não como facilitadores”. Porque a Igreja “não é uma alfândega; é a casa paterna, onde há lugar para todos com a sua vida fadigosa”.
Quanto aos divorciados [sem segunda união], apesar de defender o matrimônio para toda a vida, o Papa reconhece, pela primeira vez na história, que “há casos em que a separação é inevitável. Por vezes, pode tornar-se até moralmente necessária”. O texto também se refere às dificuldades dos padres celibatários para entender os problemas das famílias, encorajando voltar os olhos à “longa tradição oriental dos sacerdotes casados” — o que indica a instauração de um caminho rumo ao fim do celibato obrigatório na Igreja do Ocidente.
Citações de Martin Luther King
Trata-se de um texto preciso, mas com muitas portas abertas, que ao longo de suas quase 300 páginas, divididas em nove capítulos e 325 parágrafos, encontra-se repleto de citações sinodais e de Papas anteriores, mas também de escritores e intelectuais como Erich Fromm [socialista alemão do século XX], Martin Luther King [pastor protestante e ativista político norte-americano], Jorge Luís Borges [escritor argentino], Octavio Paz [poeta modernista do século XX] e Mario Benedetti [poeta e socialista uruguaio], de quem copia seu fantástico “Se te amo, é porque és o meu amor, o meu cúmplice e tudo, e na rua, lado a lado, somos muito mais que dois” para falar do amor conjugal. Santo Inácio de Loyola, São Paulo e Santo Tomás são outros nomes literários do texto, que também conta com uma referência cinematográfica: “A Festa de Babette” [filme baseado em conto da escritora dinamarquesa pós-modernista Karen Blixen].
A primeira parte do texto contém uma forte autocrítica à Igreja do “não”, que lamentavelmente se instaurou nas últimas décadas. Assim, o Papa pede para “reconhecer que às vezes a nossa maneira de apresentar as convicções cristãs e a forma como tratamos as pessoas ajudaram a provocar aquilo de que hoje nos lamentamos, pelo que nos convém uma salutar reação de autocrítica”.
“Muitas vezes agimos na defensiva e gastamos as energias pastorais multiplicando os ataques ao mundo decadente, com pouca capacidade de propor e indicar caminhos de felicidade. Muitos não sentem a mensagem da Igreja sobre o matrimônio e a família como um reflexo claro da pregação e das atitudes de Jesus, o qual, ao mesmo tempo que propunha um ideal exigente, não perdia jamais a proximidade compassiva às pessoas frágeis como a samaritana ou a mulher adúltera”, constata o Papa.
O documento, contudo, contém uma defesa sem matizes da vida humana frente ao aborto (“de modo nenhum se pode afirmar como um direito sobre o próprio corpo a possibilidade de tomar decisões sobre esta vida que é fim em si mesma e nunca poderá ser objeto de domínio de outro ser humano”), à eutanásia e à pena de morte, embora admita a necessidade de uma paternidade responsável.
O gênero
Apesar de não se deter a isso, o texto mostra sua preocupação com uma ideologia de gênero excessiva, mas reconhece que “na configuração do próprio modo de ser, feminino ou masculino, não confluem apenas fatores biológicos ou genéticos, mas uma multiplicidade de elementos”, e admite que “o masculino e o feminino não são algo rígido”.
O Papa também se refere ao abuso de menores, especialmente na Igreja. “O abuso sexual das crianças torna-se ainda mais escandaloso quando se verifica em ambientes onde deveriam ser protegidas, particularmente nas famílias e nas comunidades e instituições cristãs”.
Quanto às uniões não matrimoniais, o Papa reconhece que “já não se adverte claramente que só a união exclusiva e indissolúvel entre um homem e uma mulher realiza uma função social plena”, e, apesar de reconhecer que “não podem ser simplistamente equiparadas ao matrimônio”, aponta que “devemos reconhecer a grande variedade de situações familiares que podem fornecer uma certa regra de vida”, inclusive “as uniões de fato ou entre pessoas do mesmo sexo”.
No entanto, e embora denuncie “qualquer sinal de discriminação injusta” contra os homossexuais, Francisco não move uma vírgula da doutrina tradicional ao reiterar que “não existe fundamento algum para assimilar ou estabelecer analogias, nem sequer remotas, entre as uniões homossexuais e o desígnio de Deus sobre o matrimónio e a família”.

Exortação “Amoris laetitia”

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Documento com 325 pontos retrata «complexidade» dos temas e aponta a soluções atentas à realidade de cada local

Cidade do Vaticano, 08 abr 2016 (Ecclesia) – O Papa Francisco publicou hoje a exortação apostólica com as conclusões do Sínodo da Família, sublinhando a “complexidade” dos temas abordados, para os quais são necessárias soluções atentas à realidade de cada local.

Arcebispo de Maringá critica documento da CNBB por não fazer referência à corrupção

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Caríssimos,

Salve Maria

Se a CNBB não se posicionar, de forma clara e sem apadrinhamentos, sobre a grave situação política do Brasil, estará cometendo um grande erro histórico imperdoável. Se nos lembrarmos da atuação da CNBB em falas e em documentos, pronunciamentos na década de 80, é por demais estranho o seu silencio na conjuntura hodierna. Onde  se encontram as chamadas “vozes proféticas”?