Mons. Fellay sobre “Amoris Laetitia”: ” Grave, Gravíssimo!”

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Carísssimos,

Salve Maria

Abaixo o pronunciamento de Mons. Fellay, superior geral da FSSPX, do dia 10 de abril passado, sobre o documento papal ” A Alegria do Amor”. S. Excia considera o documento como Grave, muito Grave. Compara-o com um buraco, feito pelo papa, na Barca de Pedro. “Um documento que nos faz chorar” e “um grande mal para a Igreja”

Tradução: Carlos Wolkartt – Renitencia.com

À espera de uma análise mais ampla da exortação apostólica que acaba de ser publicada, Mons. Bernard Fellay, em seu sermão no Santuário de Le Puy-en-Velay, no dia 10 de abril, emitiu uma primeira advertência sobre as alterações introduzidas pelo documento em questão.
“Uma exortação apostólica intitulada ‘a alegria do amor’, mas que nos faz chorar. Essa exortação é um resumo dos dois sínodos sobre o matrimônio. Trata-se de um documento muito longo, que contém muitas coisas boas, que são brilhantes — mas, depois de construir um belo edifício, uma bela barca, o Sumo Pontífice fez um buraco na quilha da barca, ao longo da linha de flutuação. Vocês sabem de tudo o que está acontecendo. É inútil dizer que o buraco foi feito tomando todas as devidas precauções; e o buraco é pequeno: a barca afunda! Nosso Senhor mesmo disse que nenhum jota, nem um só jota será tirado da lei de Deus. Quando Deus fala, as suas palavras não admitem exceções; quando Deus manda, Ele o faz com uma paciência infinita que previu todos os casos possíveis. Não há exceções à lei de Deus. E aqui, de repente, afirma-se essa lei do matrimônio, que é conservada pela expressão ‘o casamento é indissolúvel’, mas em seguida se diz que podemos, apesar de tudo, conceder algumas exceções no sentido de que esses divorciados recasados poderiam estar em estado de graça, mesmo estando em pecado mortal, e por isso poderiam receber a comunhão. Isso é gravíssimo! Gravíssimo!Acho que não se mediu suficientemente a gravidade do que foi escrito. Não é preciso dizer que se tratam de palavras escondidas no texto; foi assim que começou a comunhão na mão. E como eu disse, o pequeno buraco já é suficiente: a barca afunda!” [1].
Na continuação do sermão, o Prelado define o documento: “uma exortação terrível que tanto mal faz à Igreja” [21min35].
Depois, descrevendo a situação geral da Igreja, o Superior disse: “há um grande número de prelados, e até de cardeais, e eu diria até o Papa, que dizem não só um absurdo, mas uma heresia, que abre caminho para o pecado (…)” [23min55].
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Nota
[1] Sermão do Mons. Bernard Fellay por ocasião da peregrinação ao Santuário de Le Puy-en-Velay; no áudio, a partir dos 15 minutos.

EM ITALIANO

In attesa di una più ampia analisi dell’Esortazione Apostolica testé pubblicata, Mons. Fellay nella sua predica al Santuario di Puy en Velay di domenica 10 aprile ha espresso un primo biasimo sulle novità introdotte dal documento in questione.

« …un’Esortazione Apostolica che porta come titolo “La gioia dell’amore” ma che ci fa piangere. Quest’esortazione è un riassunto dei due sinodi sul matrimonio. È molto lunga e contiene molte cose che sono giuste, che sono belle, e dopo aver costruito un bell’edificio, una bella barca, il Sommo Pontefice ha fatto un buco nella chiglia della barca, lungo la linea di galleggiamento. Voi sapete tutti ciò che sta accadendo.

È inutile dire che il buco è stato fatto prendendo tutte le precauzioni possibili, è inutile dire che il buco è piccolo: la barca affonda! Nostro Signore stesso ha detto che neanche uno iota, neanche un solo iota sarà tolto dalla legge di Dio. Quando Dio parla, le sue parole non ammettono eccezioni, quando Dio comanda è di una sapienza infinita che ha previsto tutti i casi possibili. Non c’è eccezione alla legge di Dio. Ed ecco che d’un tratto si pretende che questa legge del matrimonio, che si conserva dicendo che “il matrimonio è indissolubile”, (la si ripete questa frase, la si dice), poi si dice che si possono, nonostante tutto, avere delle eccezioni nel senso in cui questi divorziati cosiddetti risposati potrebbero in questo stato di peccato mortale essere in stato di grazia, e quindi potrebbero fare la comunione. È gravissimo! Gravissimo! Credo che non si misuri sufficientemente la gravità di ciò che è stato detto. È inutile dire che sono delle piccole eccezioni messe lì in un angolo; è così che è passata la comunione nella mano e come vi ho detto il piccolo buco nella nave è sufficiente, la barca affonda!»[1]

Nel prosieguo del discorso il Prelato definisce il documento «[…]Esortazione terrificante che fa tanto male alla Chiesa» (min. 21.35)

Più avanti, descrivendo la situazione generale della Chiesa, il Superiore Generale afferma che: «c’è un gran numero di prelati, e perfino di cardinali, e diremmo perfino il Papa, che dicono non soltanto delle sciocchezze ma delle eresie, che aprono la strada al peccato. […]» (min. 23.55)

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[1] Predica di mons. Bernard Fellay in occasione del pellegrinaggio al Santuario di Puy en Velay; nell’audio, a partire dal minuto 15.00.

Fonte: http://www.sanpiox.it/public/index.php?option=com_content&view=article&id=1776%3Ariflessioni-di-mons-fellay-sull-esortazione-apostolica-amoris-laetitia&catid=67&Itemid=83

2 respostas para “Mons. Fellay sobre “Amoris Laetitia”: ” Grave, Gravíssimo!””

  1. Aos poucos, bem aos poucos Francisco vai deturpando tudo! Ele utiliza a linguagem gramatical do CV II que fala, fala, fala, mistura verdades com mentiras “bem colocadas”.

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