FELIZ ANO NOVO PARA TODOS OS NOSSOS LEITORES E AMIGOS

Caríssimos,

Salve Maria!

Em brevíssimo momento começaremos o Novo Ano de 2017. Ano histórico no qual comemoraremos os 100 anos da Mensagem de Nossa Senhora em Fátima. Uma mensagem quase esquecida!…

Que Deus nos abençoe! Que a Virgem esteja conosco durante todo esse ano que vem chegando.

Pela Igreja,  pelo Sacerdócio Católico e pelo Santo Sacrifício da Missa!…

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DIA dos SANTOS INOCENTES: Interessante Tradição

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Na Idade Média, nos bispados que possuíam escola de meninos de coro, a Festa dos Inocentes ficou sendo a destes.

Começava nas vésperas de 27 de dezembro e acabava no dia seguinte.

Tendo escolhido entre si um “bispo”, os cantorzinhos apoderavam-se das estolas dos cônegos e cantavam em vez deles.

A este bispo improvisado competia presidir aos ofícios, entoar o Inviatório e o Te Deum e desempenhar outras funções que a liturgia reserva aos prelados maiores. Só lhes era retirado o báculo pastoral ao entoar-se o versículo do Magnificat: Derrubou os poderosos do trono, no fim das segundas vésperas.

Depois, o “derrubado” oferecia um banquete aos colegas, a expensas do cabido, e voltava com eles para os seus bancos.

Esta extravagante cerimônia também esteve em uso em Portugal, principalmente nas comunidades religiosas”
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Teólogo da Libertação Boff: “Francisco é um de nós”

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Francisco é um de nós. Transformou a Teologia da Libertação em propriedade comum da Igreja. E ele a estendeu. Quem hoje fala dos pobres, também tem que falar da terra, porque ela também está agora sendo saqueada e abusada. ‘Ouvir o grito dos pobres’, ou seja, ouvir o grito dos animais, das florestas, de toda a criação torturada. Toda a terra grita”

Maike Hickson – OnePeterFive | Tradução Sensus fidei: Em 25 de dezembro de 2016, o brasileiro Leonardo Boff, um dos mais proeminentes teóricos e agentes da Teologia da Libertação latino-americana, deu uma entrevista francamente reveladora e muito informativa ao jornal regional alemão Kölner Stadt-Anzeiger. Em razão de sua confiante, se não presunçosa, abertura, Boff de 78 anos de idade (14 de dezembro de 1938) fala sobre vários assuntos do momento que de outra forma não ouviríamos tão facilmente.

ORDEM de MALTA “Barra” intervenção do Papa Francisco

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Resposta da Soberana Ordem de Malta à tentativa da Santa Sé de se “intrometer” nos seus assuntos internos.

“O Grande Magistério da Soberana Ordem de Malta soube da decisão tomada pela Santa Sé de nomear um grupo de cinco pessoas para esclarecer a substituição do antigo Grande Chanceler.

A substituição do antigo Grande Chanceler é um ato de administração governamental interna da Soberana Ordem de Malta e, conseqüentemente, cabe EXCLUSIVAMENTE à sua competência”.

Entenda o caso:

O antigo grande chanceler da Soberana Ordem Hospitalar e Militar de São João de Rodes e Malta utilizava das ações hospitalares da Ordem para distribuir contraceptivos e preservativos em Burma. Descoberto isso, o Grande Magistério da Ordem convocou um conselho, do qual o Cardeal Burke faz parte como Patrono da Ordem, e removeu o Grande Chanceler de seu cargo. O mesmo, muito amigo de um cardeal ligado ao Santo Padre, pediu “intercessão” da Santa Sé para seu caso. O Santo Padre com toda sua “misericórdia” atendeu aos pedidos e nomeou uma “comissão” de cinco pessoas para julgar o caso (a mesma “misericórdia” com os Franciscanos dá Imaculada e o Verbo Incarnado). Porém, a Ordem de Malta é autônoma a Santa Sé, um Estado, porém sem território, com um assento perante a ONU e diplomacia em mais de 90 países. Ou seja, o Papa não tem poder de governo nenhum perante a Ordem, apenas em questões religiosas, que para isso, também exerce através do Cardeal Patrono, que, advinhem, é seu adversário.

Hamilton Carvalho

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Matéria do Rorate Caeli:

It is no secret that Pope Francis’s removal of Raymond Leo Cardinal Burke from the tribunal of the Apostolic Signature and his installation as “Patron” of the Knights of Malta was intended to consign the trad-friendly Ur-canonist to an ecclesiastical backwater. No “promoveatur,” just “amoveatur,” and don’t let the door slam on your cappa magna on your way out.
How much trouble, Bergoglio and his entourage probably figured, could Burke possibly cause heading a charitable organization that now specializes in disaster relief?
Well plenty, it seems. Rorate readers are well aware of the cardinal’s strenuous efforts to defend the traditional Catholic teachings on marriage and the reception of the sacraments, especially in the affair of the “dubia,” which has yet to play out completely.

Apart from this, though, readers should be ready to watch how Francis’ plan to neutralize the cardinal is about to blow up in his face.
On Tuesday, December 22, the Knights of Malta’s council, with the concurrence of Cardinal Burke, dismissed the Order’s Grand Chancellor (and as Health superior, responsible for the Malteser charity activities), Albrecht von Boesinger, in connection with the distribution of condoms under the aegis of the Order in Burma.
One can see why this would cause agitation in the buffet line at the Casa S. Marta. If every case of divorce, remarriage and reception of the sacraments is somehow “unique” and requires “accompaniment,” if morality is not “black and white,” and if nothing is now “malum in se,” why fire a religious who adopts a “merciful” approach towards condoms?
Pope Bergoglio immediately established a five-man Vatican commission to investigate whether the Order’s council had acted correctly with regard to Boesinger’s dismissal – the hidden goal of the inquiry being, of course, to discredit or remove Burke.
The method is a variant on the one Francis employed in order to destroy the traditionally-oriented Franciscan Friars of the Immaculate.
But the Sovereign Order of Malta cannot be so easily picked off. It is an ancient religious order whose members profess solemn vows, its government is regulated by a thicket of previous papal legislation and it is, to boot, a sovereign entity.
The Order’s response to Pope Bergoglio’s appointment of the five-man commission was curt and to the point:
“The Grand Magistry of the Sovereign Order of Malta has learnt of the decision made by the Holy See to appoint a group of five persons to shed light on the replacement of the former Grand Chancellor.
“The replacement of the former Grand Chancellor is an act of internal governmental administration of the Sovereign Order of Malta and consequently falls solely within its competence.”
“Drop dead,” in other words. None of your business.
You can be sure that before the council of the Order issued this response, His Eminence Cardinal Burke did his canonical homework.
So if Francis decides to pursue his vendetta, he will have a real battle on his hands with a formidable, intelligent and articulate opponent.
And we can savor the irony of how Francis, as a result of his attempt to neutralize Burke, will have brought all this mischief down upon himself: Convertetur dolor ejus in caput ejus, et in verticem ipsius iniquitas ejus descendet!

– See more at: http://rorate-caeli.blogspot.com/2016/12/guest-op-ed-upcoming-burke-bergoglio.html#sthash.ncBfXkFI.dpuf

– Et Incarnatus Est –

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Queremos desejar a você e a toda a sua Família um Santo  Natal.

Que o Menino Deus abençoe com graças abundantes a sua vida .

FELIZ NATAL!

Grato pela Amizade, pela presença, e pela luta em favor da Glória de Cristo que resplandece na Face da Igreja.

 

Reação do Bispo de Uruaçu à polêmica causada por seu Decreto

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Dom Messias Reis Silveira

Com consciência e responsabilidade de pastor emiti o Decreto sobre a devoção e consagração à Nossa Senhora. O mesmo foi publicado no Portal de nossa Diocese de Uruaçu. Não quero me defender, mas apenas esclarecer. Até mesmo porque Jesus disse que a defesa vem pelo nosso Mestre interior (Lc 12,12), quando for necessária.

Nosso Padroeiro Diocesano é o Imaculado Coração de Maria. Temos dois Santuários Marianos na Diocese. O de Muquém acolhe 400 mil pessoas durante a Romaria acontecida em agosto. Temos várias paróquias dedicadas à Nossa Senhora na Diocese. O Coracäo Desta Diocese é Mariano e o meu também. A reza do terço e devoção Mariana é sempre incentivada.

As repercussões me deram a certeza que realmente o Decreto era necessário. Está claro que não se trata de ir contra a devoção e consagração à Nossa Senhora, que me acompanham desde a infância. No Batismo fui consagrado à Virgem Maria e essa consagração renovo diariamente. Cresci ouvindo pela Rádio Aparecida a Consagração à Nossa Senhora. Sempre às 15:00 estava rezando com o padre para me entregar à Virgem Mãe. A oração do terço me acompanha desde a infância.

O Decreto é para evitar grupos sectários que não caminham na comunhão. O que não é uma realidade ainda entre nós, mas que existem em outros lugares. Como alguns grupos estão surgindo, na diocese, é meu dever dar as indicações especialmente para salvar a comunhão eclesial evitando o espírito diabólico como percebemos existir, nos comentários feitos. Existem pessoas desses grupos que não aceitam o Papa e nem a Cnbb, símbolo da comunhão do episcopado. A comunhão é um projeto a ser abraçado. O Decreto é uma medida preventiva, para que não nos desviemos da meta. É preciso acolhê-lo desarmado para compreender sua mensagem. O perigo é termos uma aparência e carregarmos armas internas para usá-las quando quisermos, como percebemos na guerra acontecida ontem. Existe muita gente armada. Isso não é cristão. Verifiquei muitos comentários maldosos revelando que há uma mentalidade diabólica (que divide) em muitos dos consagrados. O Decreto é para evitar que essa mentalidade sectária cresça no meio deste povo de nossa diocese que tanto amo e que muito ama a Igreja. O acompanhamento é necessário e também a correção. Essa é minha missão. O Decreto se refere apenas à pessoas à mim confiadas. É somente para a nossa diocese. Muitos comentários vieram de pessoas de fora, o que demonstra incompreensão do significado de Igreja particular que caminha na unidade com seu pastor. Nenhum Bispo interfere em outra diocese. Existem corações aparentemente bons, mas quando quando questionados revelam grandes neuroses interiores. Revelam o que realmente está dentro deles. As reações me deixaram em paz. Era realmente necessário fazer o decreto.

Véu é uma questão pessoal, mas quando se trata de grupos usando é preciso orientar, como também é meu dever orientar outros grupos de pastorais e movimentos.

Conheço senhoras piedosas que usam o véu. Minha mãe mesmo usava.

Corrente é o que indica o termo do Decreto. Não se trata de correntinha, terços de pulso, ou pequenas pulseiras com medalhinhas, tão comum hoje em dia. Trata-se de correntes de aço com cadeados, usados por grupos. Sei de pessoas na diocese que usa esse aparato, mas é uma opção pessoal, não imposta por grupos. Quando se trata de grupos com tendências sectárias que passam usar cabe a mim como pastor, orientar. Certamente se fossemos perguntar a São Luíz, ele também nos indicaria o caminho da comunhão.

A Igreja tem nos indicado o caminho de uma relação filial com Maria. A Igreja vai atualizando a sua doutrina. O que não é dogma pode ser revisto, como a Igreja já o fez muitas vezes.

Quem me conhece e conhece a Diocese sabe que as acusações sobre Teologia da Libertação são falsas e nem precisam ser comentadas A realidade fala por si mesma.

Sobre Missa Sertaneja, não é nossa realidade. Existe um padre que celebra Missas para pessoas de Cultua Sertaneja, mas segue nosso Diretório Litúrgico. A Liturgia é cuidada aqui com muito zelo, pela Dimensão Litúrgica Diocesana.

A Igreja caminha no meio da tempestade e nessas horas nossa fé é provada para verificarmos se, se trata de uma atitude interior, ou algo apenas externo.

Vamos juntos viver as alegrias do Reino acontecendo entre nós. Nossa Igreja Diocesana é bonita.

Rezem por minhas fraquezas, perdoem a minhas falhas.

Tenham um Feliz e abençoado Natal.

Glórias a Deus nas alturas e paz na terra às pessoas que Deus tanto ama e salva.

Dom Messias dos Reis Silveira
Bispo de Uruaçu GO

Fonte: https://www.facebook.com/dommessias.reissilveira/posts/10205588709477606?pnref=story

Pe. Rodrigo Maria: sobre o Decreto “soleníssimo” do Bispo de Uruaçu

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Resposta a decreto que proíbe uso do sagrado véu, das cadeias da total consagração e dificulta o acesso dos fiéis à Total Consagração à Santíssima Virgem.

Esse posicionamento é típico de padres e bispos que não conhecem a Total Consagração à Santíssima Virgem e nem o que a Igreja diz a respeito do assunto.

Esta Consagração foi aprovada ou recomendadas por mais de 10 Papas. Indulgenciada e louvada pela Igreja, essa Consagração foi vivenciada por numerosíssimos santos.

Os Papas em seus documentos de aprovação a essa maravilhosa Consagração, sempre utilizaram os termos “escravos de Maria”, “escravidão marial” ou “escravos de Nossa Senhora”, incluindo o atualíssimo São João Paulo II. Portanto dizer que este termo está desatualizado é desconhecer o que ele significa na doutrina e na espiritualidade católica. Ou devemos concluir que alguns bispos ou padres modernos sabiam mais sobre teologia e doutrina do que os Papas que usaram esse o termo “escravo” para designar essa Total entrega a Jesus por Maria? E o que dizer de São do próprio São Paulo e outros apóstolos que nas Sagradas Escrituras se intitulam escravos (que no tempo e contexto bíblico = servo)? Neste caso teríamos também que desqualificar e criticar a expressão pela qual a própria Santíssima Virgem se designa, uma vez que apresenta como “escrava do Senhor”…

É sem sem efeito a proibição de se usar véu ou as cadeias, pois se tratam de práticas, aprovadas e louvadas pela Igreja, não cabendo portanto a padres ou bispos legislar a esse respeito. O uso do véu é bíblico e com forte referência na tradição e na prática de piedade das fiéis católicas. Até 1983 era obrigatório o uso. Com o advento do novo Código de Direito Canônico, deixou de ser obrigatório, mas não deixou de ser recomendado.

Se trata de uma peça da indulmentária da mulher católica e compete UNICAMENTE a elas a decisão de usar ou não tal peça, não dependo em nada, do consentimento ou autorização do pároco ou bispo.
Na verdade a grande maioria dos que fazem essa consagração participam e servem em suas respectivas paróquias e se empenham na defesa da vida, da família e dá fé católica, muitas vezes em meio à grandes provações e sofrimentos.

A Total Consagração como é apresentada por São Luís Maria Grignion de Montfort é um ato pessoal não sendo necessário o consentimento ou autorização do pároco, bispo ou de quem quer seja para ser feita, pois se trata de uma prática de piedade já aprovada e recomenda pela mais alta autoridade da Igreja. É semelhante à reza do terço: ninguém precisa pedir autorização para o padre ou bispo para reza-lo, pois se trata de uma prática já aprovada e recomendada pela Igreja.

Devemos ter todo respeito e obediência a nossos pastores, desde que esses estejam em sintonia com os ensinamentos e a doutrina de sempre da Igreja.
Também os padres e os bispos devem obedecer a Igreja e respeitar a legítima escolhas dos fiéis.

Se há erros, que estes sejam corrigidos. Mas querer dificultar práticas santas e piedosas e penalizar as pessoas que as vivenciam por conta do mal uso que algum possa ter feito não é honesto nem condizente com a verdade e a justiça.

Estamos todos, enquanto católicos, sujeitos à autoridade da Santa Igreja, e dos bispos e padres, enquanto em sintonia com esta. Entretanto, ninguém está obrigado a obedecer um decreto injusto que contradiz a doutrina da Igreja, nem a ir contra a própria consciência, formada pelo Sagrado Magistério, para atender caprichos ou gostos pessoais de quem quer que seja.

Seria muito bom, que os padres e especialmente os bispos usassem de sua autoridade para combater os muitos abusos e heresias que têm sido praticados e ensinados em sua dioceses.

Porque ao invés de decretos proibindo as correntes (que são sacramentais aprovados pela Igreja) não fazem um decreto proibindo os piercings e tatuagens diabólicas? Porque ao invés de um decreto proibindo os véus (cujo uso é recomendo na Bíblia e praticado na Tradição) não se faz um decreto proibindo as mulheres entrarem nas Igrejas de mini-saias, shorts, blusinhas de alças penduradas, roupas transparentes, coladas e decotadas e sensuais? Porque ao invés de decretos que fazem ser maus vistos bons fiéis que fizeram a Total Consagração a Nossa Senhora, não se faz decretos proibindo as famigeradas missas de “Cura e Libertação” ou a comunhão “self service” ou as “missas sertanejas” e outras aberrações do gênero? Porque que ao invés de decretos atacando a piedade não se faz decretos fazendo eco à doutrina da Igreja que proíbe os católicos se inscreverem na maçonaria ou se filiarem, apoiarem ou votarem em partidos comunistas/socialistas e abortistas como é o caso do PT, PC do B, PSOL, PSTU, PDT e tantos outros?…E esses decretos seriam apenas a aplicação das doutrina e da disciplina da Santa Igreja… mas parece que é mais fácil atacar e fazerem ser vistos como excêntricos, obscuros e “desobedientes” os que apenas têm buscado, sob o patrocínio da Santíssima Virgem, viver melhor sua fé.

Muito triste e lamentável essa inversão de valores. Enquanto os ímpios, heréticos e verdadeiros desobedientes à Igreja trabalham tranquilos e seguem sua obra de destruição da Igreja (conscientes ou não) sob o patrocínio ou ao menos sem oposição de muitíssimos bispos, bons católicos tem sido atacados, impedidos ou desencorajados e covardemente ameaçados por essas mesmas autoridades… que a todo custo querem ser obedecidas, mas em tantas coisas graves e importantes não obedecem a Igreja.

Parece que para muitos bispos o tal “protagonismo dos leigos” tão preconizado pelo Concílio Vaticano II, só pode ser exercido sem em conformidade com ideologias modernistas dos respectivos pastores.

Ameaçar de punição em um decreto os quem não quiserem obedecer as ideias e gostos pessoais do autoridade local, parece algo muito extremamente intolerante, “opressor”, sem caridade e causador de divisões desnecessárias, nada em sintonia com uma pretensa “Igreja acolhedora” e “aberta ao diálogo”.

Parece que o diálogo fica restrito aos heréticos e aos que pensam de forma completamente contrária à Igreja.

Que os católicos, sem perder a reverência e o respeito pelas legítimas autoridades, saibam defender seus legítimos direitos, entre estes os de terem a pregação integral dá verdade católica e a digna celebração dos sacramentos.

Procuremos viver a verdade, pois no dia de nossa morte, Deus será nosso único juiz.

Padre Rodrigo Maria
escravo inútil da Santíssima Virgem

Fonte: http://www.padrerodrigomaria.com.br/bispo-proibe-uso-do-sagrado-veu-e-cadeias-da-total-consagracao-em-sua-diocese/

Diocese publica um “Solene” decreto sobre culto à Virgem Maria

Caríssimos,

Salve Maria!

Fazia tempo, muito tempo, desde quando aboliram, quase que completamente, as ” Cartas Pastorais” que eu não lia um Decreto Diocesano tão Solene. Esta solenidade de reveste de uma linguagem que a priori parece  de um Documento lá das épocas de Pio IX. Mas se a linguagem é antiga, a teologia é bem nova e se baseia no Capítulo VIII ,da Lumen Gentium… Um Decreto tão solene para algo tão simples?  Não se combate a religiosidade tradicional do povo por decreto,  isso não funciona, a não ser, talvez, nas terras de Hugo Chaves….. Bastaria o pároco, que é cura das almas,promover as consagrações com uma boa formação anterior, mas sem trair  a doutrina do Tratado da Verdadeira Devoção, caindo na desgraça dos ” devotos escrupulosos”.

O Decreto ainda ameaça com “punição canônica” quem contraria-lo. Cruz-credo! Mas, não estamos em tempos de Misericordias?  As palavras do Papa Francisco não são de acolhimento e de se fugir de Condenações Punitivas?…

Acredito que esse documento diocesano é fruto de um grande zelo. E se há zelo nesse assunto, deve haver também noutros, tais como: sagrada liturgia, disciplina dos sacramentos, formação no seminário, etc…

No fim das contas, ficamos com nossos Decretos datados e carimbados, e o povo vai adiante, do mesmo jeito, com suas devoções …. o povo é fogo!

Lembro-me bem de um “causo mineiro” de um padre jovem que quis  retirar a velha imagem de Nossa Senhora do Carmo do altar, podo-lhe outra mais nova e bonita. O povo calou-se. Nada disse. E, chegada a festa da padroeira, pensando que os fieis tinham aceitado, quando a Imagem Nova descia as escadarias , no andor, para a procissão,  ao grito do padre ” Viva Nossa Senhora!”, o povo inteiro respondeu: ” A Velha!”

Pe. Marcélo Tenório

ESCRAVO da Santíssima Virgem Maria.

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DOM MESSIAS DOS REIS SILVEIRA

Por mercê de Deus e da Sé Apostólica
Bispo de Uruaçu-GO

DECRETO
VERUM ET AUTHENTICUM CULTUM BEATAM MARIAM SEMPER
VIRGINEM

Sobre o verdadeiro culto a Bem-aventurada sempre Virgem Maria

Aos que este nosso Decreto virem, saudação, paz e bênção em nosso Senhor Jesus Cristo.

Considerando que Maria exaltada por graça do Senhor e colocada, logo a seguir a seu Filho, acima de todos os anjos e homens, Maria que, como mãe santíssima de Deus, tomou parte nos mistérios de Cristo, é com razão venerada pela Igreja com culto especial (LG n.66)

Considerando o Cân. 1186 que diz que a Igreja recomenda à veneração especial e filial dos fiéis a Bem-aventuradas sempre Virgem Maria, Mãe de Deus, a quem Cristo constituiu Mãe de todos os homens, bem como promove o verdadeiro e autêntico culto dos outros Santos, por cujo exemplo os fiéis se edificam e pela intercessão dos quais são sustentados;

Considerando que a doutrina católica, recomenda a todos os filhos da Igreja que fomentem generosamente o culto da Santíssima Virgem, sobretudo o culto litúrgico, que tenham em grande estima as práticas e exercícios de piedade para com Ela, aprovados no decorrer dos séculos pelo magistério, e que mantenham fielmente tudo aquilo que no passado foi decretado acerca do culto das imagens de Cristo, da Virgem e dos santos. (Cone. Niceno II, em 787: Mansi 13, 378-379: Denz. 302 (600-601) ; Cone. Trident., sess. 25: Mansi 33, 171-172).

Tendo em vista que a verdadeira devoção não consiste numa emoção estéril e passageira, mas nasce da fé, que nos faz reconhecer a grandeza da Mãe de Deus e nos incita a amar filialmente a nossa mãe e a imitar as suas virtudes. (LG 67)

Considerando o Cân. 392 § 2 que diz que o Bispo deve vigiar para que não se introduzam abusos na disciplina eclesiástica, principalmente no culto de Deus e dos Santos;
Havemos por bem decretar, como de fato decretamos, que o Culto a Maria na Diocese de Uruaçu: Deve seguir o que a Tradição da Igreja ensina sobre o Culto a Maria;Para evitar quaisquer manifestações cultuais contrárias à reta praxe católica no que se refere ao Culto a Maria;

Deve evitar qualquer tipo de Consagração a Nossa Senhora que fomente manifestações contrárias à reta praxe cristã;

Que os Sacerdotes devem impedir a ereção de grupos sectários que usam sinais como: véus, correntes (no sentido estrito do termo), e outros tipos de manifestações próprias, que ao invés de promover a verdadeira Devoção a Nossa Senhora, cria-se uma devoção obscura que mais confunde do que promove piíssima devoção;

Que os Sacerdotes estejam atentos, principalmente, aos fiéis que cultivam a Consagração a Nossa Senhora sob a espiritualidade de São Luís Maria Grignion de Montfort – a qual propõe aos cristãos a consagração a Cristo pelas mãos de Maria, como meio eficaz para viverem fielmente os compromissos batismais – para que estes não desvirtuem esta bela devoção ou a resumam numa emoção estéril e passageira que não expressa a realidade e profundidade de tal espiritualidade;

Que qualquer manifestação de espiritualidades advinda de outras realidades e/ou pessoas que queiram promover estas, devem ser submetidas ao conhecimento do Pároco, o qual, encaminhará ao Bispo Diocesano que aprovará ou não sua praxe no território da Diocese;

Que o termo Escravo de Nossa Senhora não seja empregado, tendo em vista que não vos chamo escravos (õovilovç), porque o escravo (5ov2oç), não sabe o que faz seu senhor; mas Eu vos chamo de amigos”, (Jo 15,15); nem vos tenho como escravo (cSov2ov), mas muito mais do que um escravo ((ovilov), como irmão querido” (Flm 15-16).

Recordamos aos Sacerdotes e fiéis leigos o que determina o cân. 1371, 2°: Seja punido com justa pena: quem […] não obedecer à Sé Apostólica, ao Ordinário ou ao Superior quando legitimamente mandam ou proíbem alguma coisa, e, depois de avisado, persistir na desobediência (Redação dada pela Carta Apostólica sob a forma de Motu Próprio “Ad Tuendam Fidem” de 18 de maio de 1998).

Exortamos todos os filhos da Igreja a renovar pessoalmente a sua própria consagração a Nossa Senhora, e a viver este nobilíssimo ato de culto com uma vida cada vez mais conforme à Vontade Divina, e em espírito de serviço filial e de devota imitação da sua celeste Mãe.

Exprimimos, por fim, a confiança de que o clero e o povo cristão confiados ao nosso ministério pastoral corresponderão generosamente a esta nossa Exortação, demonstrando para com a Virgem Mãe de Deus uma piedade mais ardente e uma confiança mais firme. Enquanto nos conforta a certeza de que a excelsa Rainha do Céu e nossa Mãe dulcíssima não deixará de assistir todos e cada um dos seus filhos e não retirará de toda a Igreja de Cristo o seu celeste patrocínio.

Dado e passado em nossa Cúria Diocesana, aos 21 dias do mês de dezembro de dois mil e dezesseis, memória de São Pedro Canísio.

Fonte: http://diocesedeuruacu.com.br/dom-messias-publica-decreto-sobre-culto-virgem-maria.html#

Papa Francisco: Mais uma “amigável” mensagem de Natal à Cúria

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Nesta quinta-feira, 22 de dezembro, na Tradicional saudação aos cardeais e bispos da Cúria Romana para abordar a reforma que deseja fazer. Em suas palavras falou sobre as várias formas de “Resistências” que surgem no seio da própria Igreja. Lendo a atualidade, pode-se  dizer que o Papa Francisco tenha dado indiretas aos quatro cardeais ?

“[Há] diferentes tipologias de resistências: Resistências abertas que nascem da boa vontade e do diálogo “sincero”, resistências escondidas que nascem de medrosos e empedernidos, alimentados pelas palavras vazias do “leopardismo espiritual”, que diz querer mudar por palavras, mas deseja que tudo fique na mesma. E existem ainda as resistências malévolas que crescem nas mentes distorcidas e se apresentam-se quando o demônio inspira más intenções, às vezes com pele de cordeiro. Este último tipo de resistência esconde-se atrás de palavras justuficadoras e, tantas vezes, acusadoras, refugiando-se na tradição, nas aparências, nas formalidades[SIC!!!], no que é conhecido, ou então, em querer tornar tudo numa questão pessoal, sem distinguir o ato, o ator e a ação.

A reforma por isso não tem um fim estético para tornar a Cúria mais bela, nem pode ser entendida como uma espécie de “lifting”, de maquiagem ou pintura, para embelezar o velho corpo da cúria, nem mesmo uma operação de cirurgia plástica para tirar as rugas. Caros irmãos, não são as rugas que se devem temer na Igreja, mas as manchas.”

Veja o Vídeo, aqui: http://rr.sapo.pt/video/123046/papa_confronta_a_curia_na_igreja_devemos_ter_medo_das_manchas_e_nao_das_rugas