Papa Francisco: Mais uma “amigável” mensagem de Natal à Cúria

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Nesta quinta-feira, 22 de dezembro, na Tradicional saudação aos cardeais e bispos da Cúria Romana para abordar a reforma que deseja fazer. Em suas palavras falou sobre as várias formas de “Resistências” que surgem no seio da própria Igreja. Lendo a atualidade, pode-se  dizer que o Papa Francisco tenha dado indiretas aos quatro cardeais ?

“[Há] diferentes tipologias de resistências: Resistências abertas que nascem da boa vontade e do diálogo “sincero”, resistências escondidas que nascem de medrosos e empedernidos, alimentados pelas palavras vazias do “leopardismo espiritual”, que diz querer mudar por palavras, mas deseja que tudo fique na mesma. E existem ainda as resistências malévolas que crescem nas mentes distorcidas e se apresentam-se quando o demônio inspira más intenções, às vezes com pele de cordeiro. Este último tipo de resistência esconde-se atrás de palavras justuficadoras e, tantas vezes, acusadoras, refugiando-se na tradição, nas aparências, nas formalidades[SIC!!!], no que é conhecido, ou então, em querer tornar tudo numa questão pessoal, sem distinguir o ato, o ator e a ação.

A reforma por isso não tem um fim estético para tornar a Cúria mais bela, nem pode ser entendida como uma espécie de “lifting”, de maquiagem ou pintura, para embelezar o velho corpo da cúria, nem mesmo uma operação de cirurgia plástica para tirar as rugas. Caros irmãos, não são as rugas que se devem temer na Igreja, mas as manchas.”

Veja o Vídeo, aqui: http://rr.sapo.pt/video/123046/papa_confronta_a_curia_na_igreja_devemos_ter_medo_das_manchas_e_nao_das_rugas

Uma resposta para “Papa Francisco: Mais uma “amigável” mensagem de Natal à Cúria”

  1. SE ACASO FOREM INDIRETAS ÀQUELES OPOSITORES E AOS MAIS…
    Podemos ter certeza que não vingarão quaisquer eventuais esforços de ao acaso o papa Francisco tentar intimidar, muito menos calar seus opositores, de fato cobertos de razão, pois eles não lhe cederão um milímetro sequer, quer dizer, à verdade!
    A infiltração maçonista iniciou-se na Igreja na década de 30, levada a cabo pessoalmente via Lênin e, segundo a desertora arrependida Bella Dodd, apenas ela tinha infiltrado 1500 no sacerdocio, os quais posteriormente chegariam aos altos postos hierárquicos, bastando recordar do cardeal Bugnini!
    Atualmente, quantos desses temos desde as centenas ou milhares de comunistas sacerdotes, como os pertencentes á esquerdista TL e apoiadores em certas dioceses, além de varios prelados das esquerdas, como os D Casaldáliga ou os silentes às atuações deles?
    O números de cardeais, bispos e sacerdotes tem aumentado de forma ostensiva ao lado dos 4 questionadores oficiais, ao menos mais uns 4 que já se manifestaram favoraveis e, após o Ano Novo e deliberarem, partirão para o ataque e desafio público, apresentando quem são os verdadeiros cismáticos!.
    O documento maçónico de 1818 fez uma predição assombrosa:
    …“Num espaço de cem anos… os bispos e sacerdotes crerão estar a marchar atrás da bandeira das chaves de Pedro, quando na realidade estarão seguindo a nossa bandeira…As reformas terão de ser introduzidas em nome da obediência”.
    Outro dia um sacerdote como 50 anos de ministerio, aprox.: “olhem, que terrível, há gente querendo tirar o papa Francisco”…
    A abordagem quase unilateral ultra recorrente da misericordia, acolhimento a impenitentes e libertinos contumazes nas paroquias, acrescida de uma igreja doravante das facilitações gerais, propositadamente deixados de lado ou anuviados os pecados graves, penas aos pecadores, exigencia da penitencia e o condenarem-se ao inferno – o qual parece que foi extinto – aonde pararíamos senão em Sodoma e Gomorra, não é?!
    Basta que confiramos os 33 pontos do Masterplan quase ou ao todo implementado para tentarem, na linguagem deles, destruir a Igreja católica!
    O RESUMO DAS DISSIMULAÇÕES ESTÃO ABAIXO:
    Como es habitual en la prédica modernista, todo viene disperso con una pincelada por aquí, una nota por allá, adornado bajo un envoltorio “pastoral” que trata de dulcificar la idea: “acompañamiento espiritual”, “caso a caso”, “en camino a”…. No olvidemos nunca que esta forma de exponer es deliberada, puesto que el modernismo odia la exposición sistemática y ordenada de sus ideas, como nos advertía San Pío X en Pascendi:
    “su táctica es la más insidiosa y pérfida… consiste en no exponer jamás sus doctrinas de un modo metódico y en su conjunto, sino dándolas en cierto modo por fragmentos y esparcidas acá y allá, lo cual contribuye a que se les juzgue fluctuantes e indecisos en sus ideas, cuando en realidad éstas son perfectamente fijas y consistentes;”

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