Cardeal Muller contra os 4 Cardeais e o Cardeal Napier dispara ironias contra Amoris Laetitia

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O Cardeal  Müller, Prefeito da Conregação para a Doutrina da Fé, interveio  durante a transmissão do  “Stanze Vaticane”,da  Tgcom24,  em relação  a “dubia”  dos 4 cardeais. Foi claro em dizer que não concordou com a publicação da carta além de afirmar que : “Uma  correção ao Papa não teria sentido já que  não existe , no momento, nenhum perigo à Fé. 

Talvez ele veja o texto da Amoris Laetitia  como vê os seus escritos sobre a Virgindade Perpétua de Nossa Senhora. Vejamos o que o cardeal escreveu outrora:

“” …Não se apartou das particularidades fisiológicas no processo natural do parto, como fatos semelhantes à não abertura do canal endocervical, o não rompimento do himen e o não sentir as dores do parto.” ( 2003 – dogmas católicos para estudo e prática)

 

Por outro lado, ataca o Cardeal Napier, veja abaixo.

 

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O cardeal Napier pergunta se também se pode dar de comungar aos polígamos

Ante a postura de vários cardeais e bispos do Ocidente a favor de que os divorciados “recasados” possam comungar, o cardeal Napier, arcebispo de Durban (África do Sul), perguntou ironicamente em sua conta de Twitter se também deve admitir-se à comunhão os polígamos da África.

7/01/17 10:32 AM

(InfoCatólica) – Tradução Frei Zaqueu – O cardeal Napier, usuário habitual do Twitter, comentou em dita rede social o artigo «O debate de Amoris Laetitia: um olhar ao futuro», do Pe. Raymond  J. de Souza (traduzido ao espanhol por InfoCatólica).

Previamente Josep Shaw lhe havia enviado em um tuite o link a dito artigo:

O purpurado africano, respondeu com três tuites:

O cardeal, após agradecer a Shaw o link, disse que o artigo do Pe. De Souza é interessante de ler porque apresenta uma série de «perguntas chave para nós na África: Estava totalmente equivocada a fé que nos ensinaram os missionários, p. ex., que a poligamia é moralmente equivocada porque a Escritura ensina um homem com uma mulher para toda a vida?». E: «Se os Ocidentais em situação irregular podem receber a comunhão, devemos dizer a nossos polígamos e outras “ovelhas negras” que também se lhes permite [comungar]?»

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Fonte: http://infocatolkica.com/?t=noticia&cod=28231

Uma resposta para “Cardeal Muller contra os 4 Cardeais e o Cardeal Napier dispara ironias contra Amoris Laetitia”

  1. O cardeal Müller estaria diferente doutras oportunidades, vamos conferir.
    O Papa Francisco diz na “Evangelii Gaudium” (n. 47) que a Eucaristia “não é um prêmio para os perfeitos, mas, sim, um generoso remédio e um alimento para os fracos”. Vale a pena analisar esta frase com profundidade, para não confundir o seu sentido.
    Em primeiro lugar, é preciso destacar que esta afirmação expressa a primazia da graça: a conversão não é um ato autônomo do homem, mas, ao contrário, em si, é uma ação da graça. Porém, disso não se pode deduzir que a conversão seja uma resposta externa de agradecimento pelo que Deus fez em mim, ainda que por sua conta, sem mim. Tampouco posso concluir que qualquer um pode se aproximar para receber a Eucaristia, mesmo que não esteja em graça e não tenha as devidas disposições, só porque é um alimento para os fracos.
    Sobre sacerdocio feminino: “Contudo, por outro lado, não seria sério realizar propostas a partir de simples cálculos humanos, dizendo, por exemplo, “se abrirmos o sacerdócio às mulheres, superaremos o problema vocacional” ou “se aceitássemos o sacerdócio feminino, apresentaríamos uma imagem mais moderna ao mundo”.
    Acredito que esta maneira de conceber o debate é muito superficial, ideológica e, sobretudo, antieclesial, pois é óbvio que se trata de uma questão dogmática já definida por quem tem a responsabilidade por isto e não de um tema meramente disciplinar”.
    Trechos da reportagem acima é de Sandro Magister, publicada por Chiesa.it, 29-03-2016. A tradução é do Cepat.
    Já abaixo é de Matteo Matzuzzi, publicada no jornal Il Foglio, 19-04-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
    … O cardeal Muller, em um artigo publicado na véspera do primeiro Sínodo no jornal alemão Tagespost e, depois retomado peloL’Osservatore Romano, porém, tinha ressaltado que “ao mistério de Deus pertencem, além da misericórdia, também a santidade e a justiça; se escondermos esses atributos de Deus e não levarmos a sério a realidade do pecado, não podemos nem mesmo mediar às pessoas a Sua misericórdia”. – ou seria, a misericordia não pode se desvincular da justiça e, para se a conceder, necessitam-se criterios.
    Estaria ele sob pressão?

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