Um cardeal soberbo contra o papa Francisco

 

 

Pe. João Batista de A. Prado Ferraz Costa

Preferia não tocar no assunto. Mas, como se percebe que, infelizmente, muitos católicos, diante da grande confusão reinante na Igreja, estão deixando-se iludir pelas críticas dos cardeais pupilos de Ratzinger ao papa Francisco, julgo oportuno dizer uma palavra sobre o episódio deplorável protagonizado recentemente pelo cardeal Müller, por ocasião do lançamento do seu último livro.

Um teólogo escreve ao Papa: Há um caos na Igreja, e o senhor é uma causa.

Por Sandro Magister, 1º de novembro de 2017  – Thomas G. Weinandy é um dos teólogos mais conhecidos. Vive em Washington, no Seminário dos Capuchinhos, a ordem franciscana à qual pertence. É membro da Comissão Teológica Internacional, a comissão que Paulo VI colocou ao lado da Congregação para a Doutrina da Fé para que pudesse se valer dos melhores teólogos de todo o mundo. É membro desta comissão desde 2014, o que significa que foi nomeado pelo Papa Francisco.

Depois dos quatro cardeais, falam seis leigos. Talvez ao menos o Papa os escute

Por Sandro Magister

Tradução de Airton Vieira

Os quatro cardeais jamais estiveram sós com suas “dubia”. A prova disto é o que sucedeu em Roma no sábado 22 de abril em uma sala do Hotel Columbus, a poucos metros da praça São Pedro, onde se reuniram seis renomados eruditos leigos de outros tantos países do mundo para dar voz ao chamado que se eleva de grande parte do “povo de Deus”, para que seja lançada luz sobre a confusão suscitada por “Amoris laetitia”.

O arcebispo de Ottawa sustenta a tradição: não haverá comunhão para católicos que vivem em adultério

otaua

O arcebispo de Ottawa, Mons. Terrence Prendergast, sj, aprovou as diretrizes dos bispos de Alberta sobre Amoris Laetitia, nas que se qualifica como «errôneo» que os fiéis que estão divorciados e se tornaram a unir civilmente recebam a Sagrada Comunhão na Missa. 2/03/17 8:07