Hitler planejou sequestrar o Papa, forçá-lo a renunciar para eleger outro em seu lugar, diz Vaticano

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Cidade do Vaticano, 05 jul 2016 (Ecclesia) – O jornal do Vaticano, ‘L’Osservatore Romano’, apresentou hoje um “testemunho inédito” sobre o sobre plano nazi para sequestrar Pio XII durante a ocupação de Roma pelas forças de Hitler (1943-1944).

“Ágape”: a Gnose bajuladora do Padre Marcelo Rossi



Alberto Zucchi
Algumas semanas atrás, a revista Veja publicou, com destaque de capa, uma reportagem sobre o livro Ágape do Padre Marcelo Rossi. Chama a atenção que uma revista cujas publicações habitualmente são contrárias à Igreja Católica e ao Papa, dê tal destaque ao livro de um padre.  Após a leitura do livro constata-se que não houve qualquer mudança na linha editorial na revista.  Ágape contém os elementos necessários para ser prestigiado por Veja: bajulação das ideias do mundo moderno e uma confusa doutrina gnóstica.
Não é, portanto, de estranhar que Veja tenha saudado o livro com indisfarçável simpatia e que este não tenha sofrido nenhum ataque por parte dos inimigos da Igreja, apesar de, segundo informa a revista, terem sido vendidos 7,5 milhões de exemplares.
A primeira causa de estranheza é que, na capa do livro e da revista, Padre Marcelo é apresentado usando hábito.  No livro, por baixo do hábito pode-se vislumbrar um “clergyman”, na revista nem isto. Ora, Padre Marcelo pertence à diocese de Santo Amaro, ele não é religioso, é padre secular e, portanto, não usa hábito de monge nem de frade. O livro e a reportagem, portanto, começam com uma propaganda enganosa… Talvez Padre Marcelo quisesse se apresentar como pobre pois, para a mídia e o espírito do mundo moderno, isto é fundamental. Como pobre, ele já se passa por uma pessoa virtuosa, sua estranha doutrina é aceita com mais facilidade. Temos assim um triste começo para o livro de um padre, do qual o mínimo que se espera é que não engane os leitores.
Logo no início da reportagem Veja dá a receita do sucesso do livro: “capítulos curtos e letras grandes”.  Para  um livro que se pretende católico não se poderia pensar em elogios que significassem menos!
Nos bons tempos em que os livros de padres procuravam ensinar a doutrina católica, a garantia da ortodoxia não eram capítulos curtos e letras grandes.  Um livro editado por um padre sempre vinha acompanhado do “imprimatur”, que era um atestado dado pelo Bispo de que o livro havia sido examinado e nada de errado fora encontrado.  Evidentemente, apesar de poderem passar despercebidos alguns erros, o “imprimatur”dava, ao menos, certa segurança para os católicos de que o livro continha uma doutrina correta. 
São Pio X, na Pascendi, exortou os bispos para que fossem vigilantes sobre as publicações:
Compete, outrossim, aos Bispos providenciar para que os livros dos modernistas já publicados não sejam lidose as novas publicações sejam proibidas. Qualquer livro, jornal ou periódico desse gênero não poderá ser permitido aos alunos dos seminários ou das Universidades católicas, pois daí não lhes proviria menor mal do que o que produzem as más leituras; antes, seria ainda pior, porque ficaria contaminada a mesma raiz da vida cristã. Nem diversamente se há de julgar dos escritos de certos católicos, homens aliás de não más intenções, porém faltos de estudos teológicos e embebidos de filosofia moderna, que procuram conciliar com a fé, e fazê-la servir, como eles dizem, em proveito da mesma fé. O nome e a boa reputação dos autores faz com que tais livros sejam lidos sem o menor escrúpulo, e por isto mesmo se tornam assaz perigosos para pouco e pouco encaminharem ao modernismo.” ( Pascendi  3ª. Parte item III)
                Padre Marcelo Rossi não pediu ou não obteve o