Lutero: um herege a serviço do demônio

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O Papa Leão X, com a Bula Exurge Domine (15 de junho de 1520), na qual condena 41 dos erros defendidos por Lutero em 1517, afirma solenemente: “Pela autoridade do Deus Todo-Poderoso, dos santos apóstolos Pedro e Paulo, e de nossa própria autoridade, nós condenamos, reprovamos, e rejeitamos completamente cada uma dessas teses ou erros como heréticos, escandalosos, falsos, ofensivos aos ouvidos piedosos ou sedutores das mentes simples, e contra a verdade católica. Listando-os, nós decretamos e declaramos que todos os fiéis de ambos os sexos devem considerá-los como condenados, reprovados e rejeitados […] Nós os proibimos a todos em nome da santa obediência e sob as penas de uma automática excomunhão […]”.

Uma Tiara de presente para Francisco ( O retorno de uma profecia?)

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Pe. Marcélo Tenorio

A tiara papal não é simplesmente um adorno nem tão pouco uma ostentação de poder, de império e de domínio político. Seu significado é bem mais profundo e grave, de forma que, hoje em dia, um papa já não pode usá-la sem causar grande impacto. Se existe um símbolo eclesiástico temido e rejeitado é, justamente, a tiara papal: os inimigos entendem muito bem o que ela evoca.