Nota da CNBB contra Aborto

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Os bispos conclamam as comunidades a se manifestarem publicamente em defesa da vida

Nesta quinta-feira, 01 de dezembro, a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresenta nota oficial na qual reafirma a posição da Igreja de “defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural”.

DOM RIFAN DEFENDE A CNBB

O BEBÊ E A ÁGUA DO BANHO

Por Dom Fernando Rifan, domfernandorifan,blogspot.com.br

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Tem havido ultimamente insultos à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que me atingem também, pois dela faço parte por ser Bispo católico, pela graça de Deus, em plena comunhão com a Santa Igreja. A CNBB é o conjunto dos Bispos do Brasil que, exercem conjuntamente certas funções pastorais em favor dos fiéis do seu território (CIC cân. 447).  Conforme explicou São João Paulo II na Carta ApostólicaApostolos suos, é “muito conveniente que, em todo o mundo, os Bispos da mesma nação ou região se reúnam periodicamente em assembleia, para que, da comunicação de pareceres e experiências, e da troca de opiniões, resulte uma santa colaboração de esforços para bem comum das Igrejas”. “O Espírito Santo vos constituiu Bispos para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue” (At 20, 28).

Quero deixar bem claro que, por ser Bispo da Santa Igreja Católica, dou minha adesão a tudo o que ensina o seu Magistério, nas suas diferentes formas e na proporção da exigência de suas expressões doutrinárias, sem restrições mentais ou subterfúgios.

Em matéria de política ou questões sociais, minha posição é a da Doutrina Social da Igreja. Por isso, defendo a subordinação da ordem social à ordem moral estabelecida por Deus, a dignidade da pessoa humana, a busca do bem comum, a atenção especial aos pobres, a rejeição do socialismo e do marxismo, nas suas diferentes formas, o direito de propriedade, o princípio da subsidiariedade e os legítimos direitos humanos, principalmente a defesa da vida desde a concepção até o seu término natural.

Bom carnaval!





Dom Luiz Demétrio Valentini



Chegou o carnaval deste ano. Mais do que nunca, desta vez ele é bem vindo! Que venha o carnaval, e restitua ao povo brasileiro sua identidade, com os valores que a caracterizam.
Queremos de novo sentir a alegria de sermos um povo que vive em paz, que rejeita a violência, e que sabe expressar sua alegria de maneira artística e ao mesmo tempo espontânea.

Até hoje o povo brasileiro fez o carnaval. Chegou a hora do carnaval refazer a fisionomia do povo brasileiro.
Está na hora de exorcizar as cenas de violência que com frequência crescente povoam os noticiários dos meios de comunicação.

É completamente estranho e fora de nossas tradições esportivas o assassinato cruel e impiedoso de torcedores adversários, em ações planejadas e executadas friamente.
É de todo preocupante constatar cenas de vandalismo, que demonstram total irresponsabilidade e clara intenção de desestabilizar o convívio social.

E preciso dar-nos conta do potencial devastador desta violência. Basta conferir o ambiente de muitas escolas. Os professores já não têm ânimo para enfrentar o clima de violência, assimilado pelos adolescentes, que se acham no direito, também eles, de quebrar tudo o que encontram pela frente nas salas de aula.

Se este cenário prosperar, que panorama teremos pela frente?
É preciso retomar os valores que forjaram nossa cultura brasileira. 

A prática ensina que, de vez em quando, o computador enguiça, sobretudo quando já está contaminado por vírus que impedem o funcionamento correto dos seus programas.
Então se aconselha a reinicializar o computador. Aí seus dispositivos tomam a embocadura certa, e dá para prosseguir o trabalho.

Pois bem, o Brasil está necessitado de uma “reinicialização” geral!
Primeiro, é preciso expurgar certos vírus, que se aninharam indevidamente em seu bojo. E reassumir, com convicção e firmeza, os valores que nos caracterizam como povo brasileiro.
O carnaval pode ser uma boa oportunidade. Claro que sempre existem advertências, que ainda são válidas, alertando para os perigos que o carnaval apresenta. Não vamos esquecê-las.

Ao mesmo tempo, neste ano o carnaval se apresenta imbuído de uma clara incumbência: mostrar que o Brasil não perdeu sua identidade. Que ele ainda é o país do carnaval, e o país do futebol também!

Que as escolas de samba caprichem, que todos aplaudam seus desfiles, que o carnaval seja bonito em toda parte, e que a violência seja banida, nestes dias e ao longo de todo este ano!
Bom carnaval para todos.

Dom Leonardo Ulrich Steiner, em nome da presidência da CNBB, pede o apoio dos bispos ao PLC 3/2013


Em carta enviada a todos os bispos do Brasil o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, esclarece os pontos do projeto de lei 3/2013. Este PLC ficou conhecido “legalização do aborto”.

Na carta o bispo esclarece:

“O Projeto de Lei 3/2013, recentemente aprovado no Senado e que segue para sanção presidencial, está sendo interpretado por muitos como “legalização do aborto” no Brasil e tem provocado muitas reações em algumas mídias católicas e nas redes sociais.
A Presidência da CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, buscou assessoria de renomados juristas, profissionais da área da saúde e segundo a ética cristã, entende que o objetivo principal da nova lei é, de fato, assegurar “o atendimento obrigatório e integral a pessoas em situação de violência sexual”. Tal iniciativa merece nosso apoio e consideração.

Porém, os incisos IV e VII do Art. 3º da nova lei causam descompasso jurídico, devido a incorreção conceitual. Por isso, a CNBB, juntamente com outras instituições e entidades da sociedade civil, defende a supressão desses incisos e a precisão de outros, sem que isso signifique o veto total do texto.”
A CNBB enviou mensagem a presidente Dilma Rousseff, na qual solicita o veto aos parágrafos que geram conflito no entendimento, ou ocultam uma possível legalizaram da prática do aborto no País.
Dom Julio comentou na página do Facebook.
Caro amigo, querida amiga. Peço que divulguem a carta sobre o Projeto de Lei 3/2013. O projeto de Lei equipara a gravidez com doença e consagra o aborto como um direito.