‘Eu não queria mais ser padre’, revela Pe Fábio de Melo em entrevista ao Fantástico.

Na noite deste domingo, 20, Padre Fábio de Melo concedeu uma entrevista ao Fantástico, da TV Globo, na qual falou sobre síndrome do pânico, doença que o afetou no último mês. Em uma rede social, o padre admitiu que ficou uma semana trancado em casa, com sensação de morte e tristeza profunda.
”Teve um dia em que meu desespero era tão grande, que eu não queria falar com outra pessoa que não a minha mãe. Eu sou o Padre Fábio de Melo, eu tenho muita responsabilidade como Padre Fábio de Melo, mas eu continuo sendo o Fabinho da minha mãe”, contou emocionado.
Ao ser questionado se a doença abalou a sua fé, ele afirmou que sim. ”Muito. Foram dias em que eu decidi tanta coisa rapidamente. Dentro de mim eu pensei: ‘Eu não quero mais ser padre. Eu não tenho mais coragem de enfrentar as pessoas. Eu não tenho mais condições de ser quem eu sou”’, disse.
Já em tratamento, o padre revela que já se sente melhor e apto para trabalhar. No entanto, Fábio de Melo falou que ainda não está completamente curado e que teme uma nova crise. ”A gente acaba virando um escravo do medo”. Com calma:Psiquiatra dá 7 dicas para quem convive com a Síndrome do Pânico 
”Se eu já tinha um respeito pelo sofrimento humanoe pelo mistério que é o ser humano, hoje eu tenho muito mais”, finalizou o sacerdote.
Fonte: http://catolicaconect.com.br/eu-nao-queria-mais-ser-padre-revela-fabio-de-melo/

“Francisco nos alarma enormemente, e não apenas a nós. Mas gostamos dele”

O ecumenismo do Papa Francisco tem um raio de ação realmente muito longo. Encontrou-se com o patriarca ortodoxo de Moscou, irá à Suécia para participar da celebração do quinto centenário de Lutero, é amigo de muitos líderes pentecostais e tem a simpatia inclusive dos seguidores do arcebispo hiper tradicionalista Marcel Lefebvre.

”Eu queria ser chamado apenas de Padre Bento”, afirma Ratzinger

 

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Os sapatos vermelhos, sinal da dignidade papal, não existem mais. No seu lugar, um par de sandálias de couro com meias, que poderiam ser as de um monge qualquer, ou talvez de um turista alemão de passagem por Roma. O hábito, ao contrário, continuou sendo o branco papal, símbolo de um status que permanece mesmo depois da renúncia ao pontificado.