NOSSOS VOTOS DE UM FELIZ NATAL

 

Caríssimos. Salve Maria!

A todos que nos acompanharam durante todo esse Ano de 2016, um SANTO e FELIZ Natal!

Somos-lhes Gratos.

Gratos pela presença.

Gratos pela amizade

Gratos pelas orações.

 

 

 

Tu scendi dalle stelle
oh Re del cielo,
e vieni in una grotta
al freddo e al gelo!
E vieni in una grotta
al freddo e al gelo!

Dolce Bambino mio divino
io ti vedo qui a tremar.
Oh Dio beato,
oh quanto ti costò
l’ avermi amato!
Oh quanto ti costò
l’ avermi amato!

Tu scendi dalle stelle
oh Re del cielo,
e vieni in una grotta
al freddo e al gelo!
E vieni in una grotta
al freddo e al gelo!

Oh Dio beato,
oh quanto ti costò
l’ avermi amato!
Oh quanto ti costò
l’ avermi amato!

Tu scendi dalle stelle
oh Re del cielo,
e vieni in una grotta
al freddo e al gelo!
E vieni in una grotta
al freddo e al gelo!

Dolce Bambino mio divino
io ti vedo qui a tremar.
Oh Dio beato,
oh quanto ti costò
l’ avermi amato!
Oh quanto ti costò
l’ avermi amato!

Tu desces das estrelas
Ó Rei do céu,
e vens numa gruta
ao frio e ao gelo!
E vens numa gruta
ao frio e ao gelo!

Doce Menino meu divino
eu te vejo aqui a tremer.
Ó Deus beato,
ó quanto te custou
ter-me amado!
Ó quanto te custou
ter-me amado!

Tu desces das estrelas
oh Rei do céu,
e vens numa gruta
ao frio e ao gelo!
E vens numa gruta
ao frio e ao gelo!

Ó Deus beato,
oh quanto te custou
ter-me amado!
Ó quanto te custou
ter-me amado!

Tu desces das estrelas
Ó Rei do céu,
e vens numa gruta
ao frio e ao gelo!
E vens numa gruta
ao frio e ao gelo!

Doce Menino meu divino
eu te vejo aqui a tremer.
Ó Deus beato,
ó quanto te custou
ter-me amado!
Ó quanto te custou
ter-me amado!

NATAL EM CARMELO

 

 

NATAL EM CARMELO

Pe. Marcélo Tenorio

Em ti, Oh Mãe Querida
No Carmelo deste Presépio,
O Mistério se encontra com a miséria
que somos, y
toma en ti nuestra carne.

E nós, os miseráveis, podemos olhar
Aquele que nos é igual
na carne,
Semelhante nosso.
Carne da nossa Carne!
Nós com mácula e vergonha;
Ele num corpo sem mácula e sem vergonha!
Semelhante a Ti!
Dessemelhante a nós!
Del verbo que se humano, tomando en ti nuestra carne.

O que o pecado afastou, a Tua maternidade reuniu!
Criatura e Criador,
Divinamente humanado!
Humanamente divino!
E aqui está a Tua glória, oh mãe celestial,
Que foge ao todo entendimento! Por isso,
solo basta desir que eres La Madre de Dios!

E da condenação livres,
O céu se torna Pátria!
O fogo é aplacado,
E as almas tornam-se livres das penas!
Aplaudem a Tua Presença,
que o purgatório esvazia!
Más y más misericórdia
le muestras al que te clama!

Por ti nos é dado Senhora,
Toda a alegria do céu!
O Menino deitado nas palhas,
No monte,
Carmelo sem igual!
Deus Conosco,
Para nós,
Emanuel!

Natal de 2015

Inspiração: Música CACHUA SERRANITA (Anónimo, Sec. XVIII)

Vaticano esclarece: Bênção do Papa à escritora lésbica não foi aval ao matrimônio gay

30 marzo Bologna Children Book Fair ©annapisapia - 163

Quando se chega ao ponto de outros terem que explicar o que um Papa quis dizer, e quando isso se repente constantemente, é sinal que a ambiguidade está centralizada e a objetividade da Fé na periferia dos acontecimentos. Não sei se no contexto geral pior é a  emenda ou o soneto.

Aqui vale uma boa releitura da Pascendi.

Salve Maria.

Roma, 28 Ago. 15 / 03:00 pm (ACI).-

O subdiretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Pe. Ciro Benedittini, esclareceu que a bênção que o Papa Francisco concedeu a uma escritora lésbica não significa de maneira alguma o aval às uniões homossexuais, como interpretaram alguns meios de comunicação.

Francesca Pardi fundou, junto com sua parceira Maria Silvia Fiengo, uma editoria de livros para crianças chamada ‘Lo Stampatello’ e é autora de livros como ‘Piccola storia di una famiglia: perchè hai due mamme? (Pequena história de uma família. Por que você tem duas mães?”) e Piccolo Uovo (Pequeno ovo).

Há algumas semanas Pardi – que têm quatro filhos com sua parceira lésbica – mandou uma carta ao Papa e lhe enviou alguns livros escritos por ela, assinalando que neles não menciona a ideologia de gênero, mas o “amor ao próximo”. Alguns desses textos foram retirados das escolas de Veneza a pedido do prefeito Luigi Brugnaro.

Hoje, Pardi publicou no seu perfil do Face book uma foto do envelope no qual chegou a resposta da Secretaria de Estado Vaticano, confirmado a recepção do presente. Embora a autora não tenha publicado o texto da carta recebida, intitulou assim sua publicação: “O Papa me respondeu!”.

Pardi admite que a carta não está assinada pelo Papa, mas por Dom Peter Brian Wells, funcionário da Secretaria de Estado Vaticano. Entretanto, atribui ao Pontífice palavras exortativas a respeito do seu trabalho de literatura gay e uma bênção dirigida a ela e a sua parceira.

Esta comunicação de cortesia foi difundida por vários meios italianos e agências internacionais como uma bênção ou aprovação do Santo Padre as uniões homossexuais.

Por isso, o Pe. Ciro Benedittini divulgou um comunicado no qual explica que “em resposta a uma carta de Francesca Pardi ao Santo Padre, em tom educado e respeitoso, a Secretaria de Estado confirmou o recebimento da mesma com um estilo simples e pastoral, precisando em seguida que se tratava de uma resposta privada e por isso não destinada à sua publicação (coisa que aconteceu)”.

“De maneira alguma a carta da Secretaria de Estado pretende aprovar comportamentos e ensinamentos que não estão em consonância com o Evangelho, embora apoie ‘sempre uma atividade mais saudável à serviço das jovens gerações e da difusão dos autênticos valores humanos e cristãos’”, ressalta.

“A bênção que o Papa Francisco concedeu no final da carta foi para a pessoa e não para eventuais ensinamentos que não estão de acordo com a doutrina da Igreja sobre a ideologia de gênero, que não mudou absolutamente em nada, como muitas vezes assinalou o próprio Santo Padre”, precisa o comunicado.

Então, conclui o texto divulgado hoje: “É totalmente descabida uma instrumentalização do conteúdo da carta”.

A ideologia de gênero pretende afirmar que no mundo moderno a diferença entre homem e mulher é um fator social (uma construção) antes de ser algo biológico. Dessa forma a orientação sexual – e com isso a identidade de gênero e o papel do gênero – contaria mais que o sexo biológico.

Em diversas ocasiões o Papa Francisco explicou que a ideologia de gênero contradiz o plano de Deus e não obedece à ordem natural da criação.

Continue lendo

UM SIMPLES E HUMILDE TRABALHADOR

11043174_938652429492847_884264918838141573_n

Thiago Fragoso*

Era uma quinta-feira de céu aberto na Roma dos Papas, mas, naquele dia, o céu da Igreja amanheceu nublado. Aproximava-se o desenlace de um pontificado que não seria interrompido pela morte do Santo Padre, mas pela sua lúcida e plácida renúncia. Algo tão inaudito nos últimos tempos parecia mesmo impossível, mas aquela decisão que a nossa mente se recusava a aceitar estava prestes a tomar efeito: Bento XVI renunciava ao Supremo Pontificado.

Já faz dois anos, mas é como se fosse ontem. A despedida do Colégio Cardinalício, a saída do Vaticano, o voo de helicóptero, as últimas palavras de saudação na sacada de Castelgandolfo e a última bênção antes do fim do seu glorioso pontificado… momentos históricos que ficarão na memória da Igreja e do mundo. Um Pontífice Romano que, consciente da sua debilidade física e, portanto, da sua dificuldade de continuar no leme da Barca de São Pedro, demonstra uma fé inabalável na promessa de Cristo a respeito da Igreja: “As portas do Inferno jamais prevalecerão contra ela” (Mt 16,18). Ocupando o mais elevado cargo do mundo, Bento XVI

deu-nos uma lição de humildade. Deixou o Trono de Pedro; deixou a Cátedra Romana para ocupar uma cadeira perene nos nossos corações de filhos espirituais. Como disse, naquela ocasião, um grande sacerdote: “descer é próprio de quem é grande”. Continue lendo