” Magnum Principium”ou ” Dolor Fidelium”?

Cardeal Ferdinand Antonelli
Pe. Marcélo Tenorio
De Bugnini à ” Boca de forno – forno!”
Acabamos de saber do novo Motu Proprio de Francisco chamado “Magnum Principium”,  pelo qual retira a plena autoridade da Cúria Romana sobre os textos litúrgicos e coloca a questão nas mãos das Conferencias Episcopais. Imaginemos então o que sucederá depois disto. O que virá de bom da Alemanha, da Holanda e de tantas outras conferências? Basta olhar o nosso texto do missal brasileiro, cuja obra deve-se ao finado beneditino Dom Clemente Isnard e seus colaboradores.
Olhemos para o nosso Breviárium, editado no Brasil. Na página 2032, dos Hinos, número 4,  ano 200, aprovado pela CNBB através do Frei Alberto Beckhauser, OFM, encontramos esse Hino parafraseando aquela brincadeira de criança, onde cantávamos:
” Boca de Forno – Forno!…
Seu Rei mandou dizer…””
Agora um pedacinho do Hino:
” Boca do povo – povo!
gritando de Novo, Novo!
Senhor Deus mandou dizer..”
Dá para pensar no que pode vim de uma comissão litúrgica a serviço da ideologia. Aqui esta o perigo do Magnum Principium  se transformar, rapidinho, em ” Dolor Fidelium.
Mas tudo teve seu início e não podemos esquecer a gênese dos fatos. De Mons. Annibale Bugnini até Dom Clemente Isnard, no Brasil . Da Reforma Liturgica à Reforma da Reforma!
Todos sabem que o grande ponto de divisão na Igreja se deu quando, no Concílio Vaticano II, se tocou na questão da Reforma Lirtúrgica , liderada por  Mons. Annibale Bugnini
É bem verdade que o grande Papa Pio XII já havia iniciado uma Reforma Litúrgica . Aliás já era desejo do Papa Pio IX e também de S. Pio X . Assim, no Reinado de Pio XII, ocorreu a reforma da Liturgia da Vigília Pascal, em 1951 e de toda a Semana Santa, em 1955.
O  Pe Ferdinando Antonelli  , que depois se tornou cardeal , esteve  frente a frente com esta  reforma que em nada trouxe alarde ou preocupação com o depósito da Fé, culminando com a Encíclica Mediator Dei, que fundamentava e alicerçava tudo.
O citado padre ficou entusiasmado com o Concílio Vaticano II, quando anunciado. Aliás, diga-se de passagem – não somente ele, mas também  Mgr Lefebvre, que esteve na sua Comissão Preparatória . A diferença entre ambos é que o arcebispo de Tulle percebeu logo quem era Mons. Annibale  Bugnini e e suas reais intençoes,  enquanto o Padre Antonelli, na igenuidade e frescor conciliar acreditava numa ótima oportunidade de colocar em prática as reformas segundo o pensamento de Pio XII.  Assim Pe. Antonelli chegou a ser  Relator Geral da “Seção Histórica” dos Ritos, criada por Pio VI, além de membro da Comissão Pontifícia para a Reforma Litúrgica, instituída por Pio XII, de 1948 a 1960, Promotor Geral da Fé a partir de 1959, na Sagrada Congregação dos Ritos, perito e secretário da Comissão da S. Liturgia no Concílio Vaticano II.
No início de tudo, com entusiamo escrevia o Pe. Antonelli em seu diário :
Os ossos de São Pio X devem ter exultado. A Constituição da Liturgia não é outra coisa que o fruto precioso duma pequena semente que ele lançou” (op. cit., p. 204).
Com o andar da carruagem,  Pe. Antonelli já não estava tão feliz  assim. Percebia que a direção tomava outro caminho:
Não estou entusiasmado com os trabalho … um grupo de pessoas muito incompetentes, e mais ainda, avançadas nas trilhas das novidades. Discussões inteiramente de vanguarda, à base de impressões, desejos caóticos. O que mais me desagrada é que as atas do que é exposto e as questões correspondentes estão sempre numa linha avançada e freqüentemente numa forma sugestiva. Direção fraca” (p. 229,  depois da Segunda reunião dos consultores )
Após a quinta sessão, escreve o Liturgista:
“Foi uma sessão construtiva. Mas o espírito não me agrada. Há um espírito de crítica e intolerância para com a Santa Sé que não pode conduzir a bom termo. E, ademais, um estudo muito acentuado de racionalidade na liturgia, e nenhuma preocupação com a verdadeira piedade. Temo que num dia se deva dizer de toda esta reforma […]: “a liturgia tomou tudo e a devoção se afastou“” (p.234).
Sobre Paulo VI, escrevia o Padre Antonelli:
Paulo VI se declarou contristado porque se faziam experiências caprichosas na Liturgia e mais aflito ainda por certas tendências para uma dessacralização da Liturgia. Contudo, ele reconfirmou a sua confiança no “Consilium”. E o Papa não percebe que todas as desgraças vêm da maneira com que se organizaram as coisas nesta reforma pelo “Consilium” (p. 237, seg)
Padre Antonelli também se espanta como as sessões são conduzidas sem métodos nem responsabilidades, apenas com o desejo de avançar e avançar, como vai falar sobre o Mons. Bugnini:
“… os esquemas se multiplicam sem chegar a uma forma verdadeiramente pensada… O cardeal Lercaro não é homem para dirigir uma discussão. O Pe. Bugnini só se interessa por uma coisa: atirar-se para a frente e acabar. O sistema de votação é pior. Ordinariamente os votos são dados com a mão levantada, mas ninguém conta quem levanta a mão e quem não o faz; ninguém diz: tantos aprovam e tantos não. Uma verdadeira vergonha. Em segundo lugar, jamais se pode saber, e a questão foi posta muitas vezes, que maioria era necessária: maioria de dois terços ou maioria absoluta […] Um outro defeito grave é a ausência de processo verbal das sessões, ao menos nunca se falou dele e certamente jamais foi lido”. ( 23 de abril de 1967)
Mons. Bugnini
Tudo vai ficando mais explícito para o Padre Antonelli, que percebe o espírito dessacralizador da comissão, além da fraqueza teológica dos bispos. Escreve ele:
“Confusão. Ninguém possui mais o sentido sagrado e coercitivo da lei litúrgica… nos estudos em maior escala continua o trabalho de dessacralização, que se chama agora secularização; donde se vê que a questão litúrgica […] se insere […] num problema muito mais vasto e de fundo doutrinal; a grande crise, portanto, é a crise da doutrina tradicional e do magistério”.
A venda começa a cair dos olhos do Pe. Antonelli; não se trata só de incompetência, duma espantosa superficialidade de trabalho “a toda a pressa”; trata-se dum fato muito mais grave: a reforma litúrgica é um instrumento nas mãos dos “inovadores” triunfantes (do mesmo modo que já tinha sido, em parte, o movimento litúrgico nas mãos dos “modernistas em declive”).
Sobre a falta de preparação teológica dos membros e de alguns bispos, diz o Pe. Antonelli:
No “Consilium” há poucos Bispos que tenham uma preparação litúrgica, muitos poucos que sejam verdadeiramente teólogos […]. E este é um lado perigoso. Na liturgia, cada palavra, cada gesto traduz uma idéia que é uma idéia teológica. Dado que atualmente toda a teologia está em discussão, as teorias correntes entre os teólogos avançados desmoronam sobre a fórmula e o rito: com esta gravíssima conseqüência que, enquanto a discussão teológica se mantém no nível elevado dos homens de cultura, uma vez descida na fórmula e no rito, ela toma caminho para a sua divulgação no povo”
(p. 257, seg.).
É isso a consequência da instrumentalização litúrgica a partir de correntes teológicas nutridas pela Nouvelle theologie, mas que já avançaram, ambas, além dela.
Padre Antonelli não é qualquer um a observar. É perito. É o secretário da Congregação para os Ritos, além de membro do ” Consilium” e sua conclusão não poderia ser  mais drástica que essa:
O que, contudo, é triste […], é um elemento profundo, uma atitude mental, uma posição preestabelecida, a saber, que muitos do que têm uma influência na reforma […] e outros não têm nenhum amor, nenhuma veneração por aquilo que nos foi transmitido. Eles desprezam, logo de início, tudo o que existe atualmente. Uma mentalidade negativa, injusta e nociva. Infelizmente, mesmo o papa Paulo VI está um pouco deste lado. Todos eles terão as melhores intenções, mas com estas intenções, mas com esta mentalidade eles são levados a demolir e não a restaurar” (p. 258).

Por fim , em 1969, precisamente 08 de maio, Paulo VI, retira definitivamente o Pe. Antonelli da questão, ao dividir a Sagrada Congregação para os Ritos em duas. Isso aconteceu pela Constituição Apostólica Sacrorum Rituum Congregatio. Bugnini, o predileto de paulo VI torna-se Secretário da Congregação nascente para o Culto Divino, e fazendo valer o ” promover para remover, Padre Antonelli assume a Congregação para os Santos.

A visão do Padre Antonelli sobre o Mons. Bugnini era justamente esta:
Eu podia dizer muita coisa deste homem. Devo acrescentar que ele foi sempre apoiado por Paulo VI. Não me quereria enganar, mas a lacuna mais importante no Pe. Bugnini é a falta de formação e de sensibilidade teológicas. Tenho a impressão de que se concedeu muito, sobretudo em matéria de sacramentos, à mentalidade protestante. Não que seja o Pe. Bugnini que se tenha criado para si mesmo estas concessões. Absolutamente não foi ele que as criou. Ele se serviu de muitas pessoas e, não sei por que, introduziu neste “trabalho” pessoas hábeis, mas de colorações teológicas progressistas”.
Já o abade D. Pietro Salvini O.S.B., comentando sobre o Mons. Bugnini e pelo fato dele ter desejado sbstituir a homilia pela dança, desabafou:
“Li que o Bispo Bugnini… teria desejado substituir a homilia na Missa pela dança. Um hotentote desse gênero pode desejar isto e pior ainda” (Divagazioni di una lunga vita ― Divagações duma longa vida, ed. Stella del Mare, Livourne).
É o próprio Mons. Annibale  Bugnini que declara, no jornal oficial do Vaticano, o seu plano e objetivo  com a Reforma Liturgica:
“Desejo eliminar [do futuro Rito em elaboração] cada pedra que pudesse se tornar ainda que só uma sombra de possibilidade de obstáculo ou de desagrado aos irmãos separados” (L’Osservatore Romano, de 11 de março de 1965; Doc. Cath. Nº 1445, de 4/4/1965, coll. 603-6040).
É bom lembrar que foi nomeado em 5 de maio de 1964 , Secretário da Comissão responsável pela elaboração do Novo Ordo, pelo Papa Paulo VI.
.Segundo Jean Guiton, amigo pessoal de Paulo VI,  a intenção do Papa era , sim, de aproximar a liturgia católica com a ceia protestante.: ” […] repito que Paulo VI fez tudo o que estava em seu poder para aproximar a Missa católica — apesar do Concílio de Trento — da Ceia protestante” ( debate “Lumière101”da Rádio Courtoise (19/12/1993).
No epílogo de tudo, Mons. Annibale Bugnini termina seus dias isolado do Vaticano, na Palestina. Já Paulo VI, em sua velhice – dizem os de perto – que sempre repetia: ”  Eu não quero trair Nosso Senhor! Eu não quero trair Nosso Senhor!”
O fato é que perdemos a nossa unidade litúrgica. Já não mais nos entendemos nessa matéria. E Se há uma profunda crise litúrgica é porque a teologia católica foi atingida. A Fé católica foi atingida em seu âmago. O que Celebramos na Sagrada Liturgia? Aquilo mesmo que acreditamos. E como já não mais se acredita nas mesma coisas, nos mesmos artigos, então já não mais nos unimos  na mesma Liturgia.
Que Nossa Senhora  apresse o que Ela mesma profetizou em Fátima:
” Por fim o meu Imaculado Coração Triunfará!”
Cf. Sim Sim Não Não, no. 94-95 Jan-Fev./2001

Edições Paulus adultera as KALENDAS de Natal, introduzindo “BUDA, o iluminado”

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Caríssimos,

Salve Maria!

Não é de hoje que as edições da Paulus editam livros nada católicos. As doutrinas mais heterodoxas e heréticas mesmo, podem ser encontradas em suas livrarias. Agora resolveram atacar contra a sagrada Liturgia. Nas Kalendas,  encontramos a citação de Buda, o iluminado e de Lao-Tse.

Pe. Zezinho: Postando , cantando e seguindo a canção

Salve Maria!

Padre Zezinho, o padre  iê, iê , iê ,amigo de Huguinho e Luizinho,  posta em seu faceboock  essas fotos abaixo. Não só posta, mas escreve dizendo que postou e que postaria de novo. Claro que não deveríamos esperar mais que isso do padre Pop dos anos 70. Quem tem onus para cantar uma Música como ” Alô, meu Deus!”, não teria para postar isso? A criatividade dele continua a mesma, mas já seus cabelos…

Pe. Marcélo Tenorio

Mons. Marcel Lefèbvre e sua Posição sobre o Papa

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Passemos à segunda parte não menos importante. Temos realmente um Papa ou um intruso na sede de Pedro?
Felizes os que viveram e morreram antes de fazer-se essa pergunta! Há que reconhecer que o Papa Paulo VI causou e ocasionou um sério problema à consciência das católicos. Sem indagar nem conhecer sua culpabilidade na terrível demolição da Igreja sob seu Pontificado, não se pode deixar de reconhecer que acelerou as causas em todas as ordens. Alguém pode se perguntar como um sucessor de Pedro pôde em tão pouco tempo causar mais males à Igreja que a revolução de 1789?
Fatos precisos como as assinaturas estampadas no artigo VII da Instrução concernente ao Novus Ordo Missae, como também o documento da “Liberdade Religiosa” são escandalosos e dão ocasião para que algumas pessoas afirmem que esse Papa era herético e que por sua heresia deixou de ser Papa.
A consequência deste fato seria que a maioria dos cardeais atuais não o seriam e além disso seriam inaptos para a eleição de outro Papa. Os Papas João Paulo I e João Paulo II não teriam sido então eleitos legitimamente.
É então inadmissível rezar por um Papa que não o é e conversar com aquele que não tem nenhum título para sentar na cadeira de Pedro. Como diante do problema da invalidez da nova missa, aqueles que afirmam que não há Papa simplificam demasiado os problemas. A realidade é mais complexa.

Se alguém se põe a perguntar se um Papa pode ser herege descobre que o problema não é tão simples como se crê. Sobre este tema, o estudo muito objetivo feito por Xavier da Silveira mostra que um bom número de teólogos pensa que o Papa pode ser herege como doutor privado, mas não como doutor da Igreja Universal. É necessário, então, examinar em que medida o Papa Paulo VI quis empenhar sua infalibilidade nesses casos diversos onde ele firmou textos próximos da heresia, senão heréticos.

Pudemos pois observar nesses dois casos, como em muitos outros, que o Papa Paulo VI atuou muito mais como liberal que aderindo à heresia. Já que, quando se assinalava-lhe o perigo que corria, entregava um texto contraditório, agregando uma fórmula contrária ao que ele afirmava na anterior, ou escrevendo uma fórmula equívoca, o que é próprio do liberal, o qual é incoerente por natureza.
O liberalismo de Paulo VI, reconhecido por seu amigo o cardeal Daniélou, é suficiente para explicar os desastres de seu Pontificado. O Papa Pio IX, particularmente, falou muito sobre o católico liberal, que ele considerava como destruidor da Igreja. O católico liberal é uma pessoa de dupla face, em contínua contradição. Quer manter-se católico e ao mesmo tempo tem o afã de agradar ao mundo. Afirma sua fé com medo de parecer demasiado dogmático e atua de fato como os inimigos da fé católica.
Um Papa pode ser liberal e permanecer Papa? A Igreja sempre admoestou severamente os católicos liberais. Não excomungou a todos. Também aqui devemos permanecer dentro do espírito da Igreja. Devemos rejeitar o liberalismo, venha de onde venha, porque a Igreja sempre o condenou com severidade por ser contrário ao Reinado de Nosso Senhor e em particular ao Reinado Social.
O afastamento dos cardeais de mais de 80 anos e as convençõezinhas que prepararam os dois últimos Conclaves não tornam inválida a eleição desses Papas: inválida, é afirmar muito, mas, eventualmente duvidosa. Mas a aceitação de fato posterior à eleição e unânime dos cardeais e do clero romano basta para convalidar a eleição. Esse é a opinião dos teólogos.
A questão da visibilidade da Igreja é em demasia necessária para sua existência, como para que Deus possa omiti-la durante décadas.
O argumento dos que afirmam a inexistência do Papa põe a Igreja numa situação confusa. Quem nos dirá onde está o futuro Papa? Como poderia ser designado Papa onde não há cardeais? Este espírito é um espírito cismático, ao menos para a maioria dos fiéis que se afiliaram a seitas verdadeiramente cismáticas como a do Palmar de Tróia, a da Igreja Latina de Toulouse, etc.
Nossa Fraternidade rejeita absolutamente compartilhar esses raciocínios. Queremos permanecer aderidos a Roma, ao sucessor de Pedro, mas rejeitamos seu liberalismo por fidelidade a seus Antecessores. Não temos medo de dizer-lo respeitosamente mas firmemente, como São Paulo diante de São Pedro.
Por isso, longe de rejeitar as orações pelo Papa, aumentamos nossas rezas e suplicamos para que o Espírito Santo o ilumine e o fortaleça na manutenção e defesa da fé.
Por isso jamais rejeitei ir a Roma a seu chamado ou ao chamado de seus representantes. A Verdade deve afirmar-se em Roma mais que em qualquer outro lugar. Pertence a Deus quem a fará triunfar.
Como consequência, não se pode tolerar nos membros, sacerdotes, irmãos, irmãs, oblatos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, que recusem rezar pelo Papa e que afirmem que todas as Missas do Novus Ordo Missae são inválidas.
Certamente sofremos por esta incoerência contínua, que consiste em elogiar todas as orientações liberais do Vaticano II e ao mesmo tempo tratar de atenuar seus efeitos.
Mas isto nos deve incitar a rogar e a manter firmemente a Tradição, mas nem por isso afirmar que o Papa não é Papa.
Para terminar devemos ter o espírito missionário que é o verdadeiro espírito da Igreja, fazer tudo pelo Reino de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a divisa de nosso Santo Patrono São Pio X: “Instaurare omnia in Christo”, restaurar tudo em Cristo, e sofrer como Nosso Senhor em sua Paixão para a salvação das almas, para o triunfo da Verdade.
“In hoc natus sum, disse Nosso Senhor a Pilatos, ut testimonium perhibeam veritati”. “Eu nasci para dar testemunho da Verdade”.
8 de novembro de 1979
Retirado do Livro “La Misa Nueva – Mons. Marcel Lefebvre” Editora ICTION, Buenos Aires 1983.
Fonte: http://rainhaddosmartires.blogspot.com.br/2014/07/posicao-do-arcebispo-marcel-lefebvre.html