Sobre a Beleza dos Ritos da Missa de Finados

 

 

“A Igreja, na Missa de Requiem , na Missa de Defuntos, nos dá algumas lições para esse dia de finados. Nas cerimônias das Missas de Defuntos, ela está mais preocupada com as almas dos fiéis defuntos do que com os vivos. Assim, o salmo 42, recitado ao pé do altar é omitido. Esse salmo diz que nossa alma não deve estar triste. Todavia, como na Missa de Defuntos temos razão de possuir uma certa tristeza, a Igreja omite esse salmo.

A Casa Varrida pelos Ventos

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Até o ano seguinte ao da morte de Evan, quando Cessi percebia uma mudança no ar, era sempre uma questão de vagas sensações interiores. Mas o primeiro presságio de mudança nos anos sessenta foi diferente. Foi específico, e suficientemente inquietante e significativo como para que não só ela o reconhecesse como um primeiro tremor que prognosticava terremotos vindouros.

O Cardeal Burke está fora da Congregação para o Culto Divino na nova composição de seus membros

Misericordiae Vultus aplicada

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Roma – 23 nov, 2016 – O ofício do Vaticano que lida com assuntos relacionados com as práticas litúrgicas da Igreja Católica confirmou que o Papa Francisco decidiu não renovar os termos de vários de seus bispos-membros, muitos dos quais são conhecidos por inclinar-se a uma prática mais tradicionalista da liturgia.

Mons. Marcel Lefèbvre e sua Posição sobre o Papa

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Passemos à segunda parte não menos importante. Temos realmente um Papa ou um intruso na sede de Pedro?
Felizes os que viveram e morreram antes de fazer-se essa pergunta! Há que reconhecer que o Papa Paulo VI causou e ocasionou um sério problema à consciência das católicos. Sem indagar nem conhecer sua culpabilidade na terrível demolição da Igreja sob seu Pontificado, não se pode deixar de reconhecer que acelerou as causas em todas as ordens. Alguém pode se perguntar como um sucessor de Pedro pôde em tão pouco tempo causar mais males à Igreja que a revolução de 1789?
Fatos precisos como as assinaturas estampadas no artigo VII da Instrução concernente ao Novus Ordo Missae, como também o documento da “Liberdade Religiosa” são escandalosos e dão ocasião para que algumas pessoas afirmem que esse Papa era herético e que por sua heresia deixou de ser Papa.
A consequência deste fato seria que a maioria dos cardeais atuais não o seriam e além disso seriam inaptos para a eleição de outro Papa. Os Papas João Paulo I e João Paulo II não teriam sido então eleitos legitimamente.
É então inadmissível rezar por um Papa que não o é e conversar com aquele que não tem nenhum título para sentar na cadeira de Pedro. Como diante do problema da invalidez da nova missa, aqueles que afirmam que não há Papa simplificam demasiado os problemas. A realidade é mais complexa.

Se alguém se põe a perguntar se um Papa pode ser herege descobre que o problema não é tão simples como se crê. Sobre este tema, o estudo muito objetivo feito por Xavier da Silveira mostra que um bom número de teólogos pensa que o Papa pode ser herege como doutor privado, mas não como doutor da Igreja Universal. É necessário, então, examinar em que medida o Papa Paulo VI quis empenhar sua infalibilidade nesses casos diversos onde ele firmou textos próximos da heresia, senão heréticos.

Pudemos pois observar nesses dois casos, como em muitos outros, que o Papa Paulo VI atuou muito mais como liberal que aderindo à heresia. Já que, quando se assinalava-lhe o perigo que corria, entregava um texto contraditório, agregando uma fórmula contrária ao que ele afirmava na anterior, ou escrevendo uma fórmula equívoca, o que é próprio do liberal, o qual é incoerente por natureza.
O liberalismo de Paulo VI, reconhecido por seu amigo o cardeal Daniélou, é suficiente para explicar os desastres de seu Pontificado. O Papa Pio IX, particularmente, falou muito sobre o católico liberal, que ele considerava como destruidor da Igreja. O católico liberal é uma pessoa de dupla face, em contínua contradição. Quer manter-se católico e ao mesmo tempo tem o afã de agradar ao mundo. Afirma sua fé com medo de parecer demasiado dogmático e atua de fato como os inimigos da fé católica.
Um Papa pode ser liberal e permanecer Papa? A Igreja sempre admoestou severamente os católicos liberais. Não excomungou a todos. Também aqui devemos permanecer dentro do espírito da Igreja. Devemos rejeitar o liberalismo, venha de onde venha, porque a Igreja sempre o condenou com severidade por ser contrário ao Reinado de Nosso Senhor e em particular ao Reinado Social.
O afastamento dos cardeais de mais de 80 anos e as convençõezinhas que prepararam os dois últimos Conclaves não tornam inválida a eleição desses Papas: inválida, é afirmar muito, mas, eventualmente duvidosa. Mas a aceitação de fato posterior à eleição e unânime dos cardeais e do clero romano basta para convalidar a eleição. Esse é a opinião dos teólogos.
A questão da visibilidade da Igreja é em demasia necessária para sua existência, como para que Deus possa omiti-la durante décadas.
O argumento dos que afirmam a inexistência do Papa põe a Igreja numa situação confusa. Quem nos dirá onde está o futuro Papa? Como poderia ser designado Papa onde não há cardeais? Este espírito é um espírito cismático, ao menos para a maioria dos fiéis que se afiliaram a seitas verdadeiramente cismáticas como a do Palmar de Tróia, a da Igreja Latina de Toulouse, etc.
Nossa Fraternidade rejeita absolutamente compartilhar esses raciocínios. Queremos permanecer aderidos a Roma, ao sucessor de Pedro, mas rejeitamos seu liberalismo por fidelidade a seus Antecessores. Não temos medo de dizer-lo respeitosamente mas firmemente, como São Paulo diante de São Pedro.
Por isso, longe de rejeitar as orações pelo Papa, aumentamos nossas rezas e suplicamos para que o Espírito Santo o ilumine e o fortaleça na manutenção e defesa da fé.
Por isso jamais rejeitei ir a Roma a seu chamado ou ao chamado de seus representantes. A Verdade deve afirmar-se em Roma mais que em qualquer outro lugar. Pertence a Deus quem a fará triunfar.
Como consequência, não se pode tolerar nos membros, sacerdotes, irmãos, irmãs, oblatos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, que recusem rezar pelo Papa e que afirmem que todas as Missas do Novus Ordo Missae são inválidas.
Certamente sofremos por esta incoerência contínua, que consiste em elogiar todas as orientações liberais do Vaticano II e ao mesmo tempo tratar de atenuar seus efeitos.
Mas isto nos deve incitar a rogar e a manter firmemente a Tradição, mas nem por isso afirmar que o Papa não é Papa.
Para terminar devemos ter o espírito missionário que é o verdadeiro espírito da Igreja, fazer tudo pelo Reino de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a divisa de nosso Santo Patrono São Pio X: “Instaurare omnia in Christo”, restaurar tudo em Cristo, e sofrer como Nosso Senhor em sua Paixão para a salvação das almas, para o triunfo da Verdade.
“In hoc natus sum, disse Nosso Senhor a Pilatos, ut testimonium perhibeam veritati”. “Eu nasci para dar testemunho da Verdade”.
8 de novembro de 1979
Retirado do Livro “La Misa Nueva – Mons. Marcel Lefebvre” Editora ICTION, Buenos Aires 1983.
Fonte: http://rainhaddosmartires.blogspot.com.br/2014/07/posicao-do-arcebispo-marcel-lefebvre.html

PEREGRINAÇÃO A ROMA DOS FIÉIS DA MISSA TRIDENTINA




Ano da Fé: anunciam o primeiro encontro dos fiéis do “Summorum Pontificum” a ser realizado em 3 de novembro no Vaticano. Espera-se que o Papa intervenha.


Tradução do Blog “Missa Tridentina na Paróquia São Sebastião”.
 
Os fiéis que seguem a Missa antiga graças ao Motu Proprio “Summorum Pontificum” promulgado por Bento XVI em 2007 peregrinarão a Roma, por ocasião do Ano da Fé. A peregrinação será encerrada com uma celebração na Basílica de São Pedro. O anúncio se deu há algumas horas.
 
Graças à “iniciativa de diferentes representantes de grupos de fiéis leigos, como a Federação Internacional Una Voce e a Coordenação Nacional do Summorum Pontificum italiana, acaba de ser constituído em Roma o “Coetus internationalis pro Summorum Pontificum” de Sua Santidade Bento XVI, no Ano da Fé. A peregrinação será encerrada com uma celebração em São Pedro no sábado, 3 de novembro de 2012. A apresentação oficial do evento será em 10 de setembro.
 
O evento, explicam os organizadores, pretende ser uma “grande mobilização até Roma, levando em peregrinação e oração todos os fiéis devotos da sagrada liturgia e do Santo Padre, o Papa, quem, agora mais do que nunca, em tempos de ataques à sua sagrada pessoa, necessita de nossa manifestação unânime de afeto, obediência e apoio caritativo. Comecemos a organização”.
 
Não é a primeira vez que se celebra uma Missa em São Pedro segundo o rito romano de 1962, segundo o último missal que precedeu a reforma litúrgica pós conciliar. O cardeal alemão Walter Brandmüller presidiu uma [Missa antiga] no altar da Cátedra, em 17 de maio de 2011, por ocasião do encerramento de um congreso dedicado ao Motu Proprio Summorum Pontificum realizado em Roma.
 
Os organizadores não comentaram a respeito de um eventual encontro com o Papa, mas o “Coetus internationalis pro Summorum Pontificum” espera que Bento XVI possa estar presente de alguma maneira e que possa saudar os peregrinos que chegarão em Roma vindos de todos os rincões do planeta.
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Em setembro de 2010, a três anos da entrada em vigor do Motu Proprio, foi realizado um estudo estatístico sobre a situação, difundido pelo grupo Paix Liturgique em uma newsletter. O Estudo, não somente quantitativo, mas também qualitativo, compreendia 30 países em que o catolicismo tem uma forte presença e levou em consideração o número de Missas antigas à disposição, os horários e a frequência das mesmas, para indicar, por exemplo, se se tratava de um horário adequado para as famílias. Revelou-se a situação na Espanha, Portugal, Irlanda, Suíca, República Tcheca, Alemanha, Itália, Grã-Bretanha, Polônia, França, Países Baixos, Hungria, Áustria, Canadá, Estados Unidos, México, Colômbia, Chile, Brasil, Argentina, Austrália, Índia, Filipinas, Nova Zelândia, África do Sul, Gabão e Nigéria.
 
Os dados foram corroborados por duas fontes independentes. A Missa Tridentina se celebra em 1444 lugares. Destes, 340 oferecem a Missa um vez na semana; 313 oferecem a Missa dominical, mas não semanalmente; 324 oferecem a Missa todos os domingos, mas em um horário que não é adequado para as famílias (isto é, fora do período que vai das 9 às 12 horas); os lugares em que se celebram Missas aos domingos em um horário adequado para as famílias são 467. Praticamente, há uma Missa “family friendly” em cada três (32,3%), enquanto que uma a cada quatro Missas não se celebra aos domingos.
 
A comparação com as Missas celebradas pela Fraternidade São Pio X é muito interessante. As Missas dos grupos “lefebvrianos” são 690 no total: praticamente uma em cada duas Missas celebradas segundo o Motu Proprio, em plena comunhão com Roma. Apesar das dificuldades e resistências, um número cada vez maior de pessoas vão conhecendo a Missa antiga.
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Clique aqui para fazer o download do ‘Motu Proprio Summorum Pontificum’.