Nossa Senhora é Retirada da Canção Nova ( 2)

 

cn1

cn2

 

 

 

 

           Caríssimos, Salve Maria!

          A postagem mais polêmica e que até hoje atrai centenas e centenas de comentários neste site ( embora os Comentários já tenham sido fechados, foi a que mostra que a Comunidade Canção Nova, para “aggiornar” com os protestantes, retirou de seu cenário a Imagem de Nossa Senhora e de Jesus Crucificado. Esta postagem, que na época fizemos já é antiga, mas muitos desenformados e cegos pela paixão ainda teimam em sustentar que tal fato nunca aconteceu.

         Aconteceu, sim, foi notícia e deixou indignados os verdadeiros católicos que não negociam a sua fé.  Tratou-se do evento EUCRISTUS (Encontro de Cristãos na Busca de Unidade e Santidade em março de 2014), no auditório S. Paulo, da Canção Nova, com a presença dos protestantes e do pastor José Carlos.

        Negar esta tragédia dizendo que nunca aconteceu ou minimizar tentando passar geleia em torradas, é ser desonesto com a Fé Católica que não aceita jeitinhos nem malabarismos oportunistas.

Fontes: http://fratresinunum.com/2014/03/18/cancao-nova-encristus-e-embustes/

               http://pjsaomateusma.blogspot.com.br/2014/03/eucristus-na-cancao-nova.html

              http://www.sinaisdoreino.com.br/?cat=9&id=1403

Canção Nova com “belo” Santuário….

14674243898_91af579638_o

A Igreja Católica ganhará um novo templo no Vale do Paraíba. Construído pela Comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP), o Santuário do Pai das Misericórdias será inaugurado nesta sexta-feira (5) com uma missa especial e terá capacidade para receber pouco mais de cinco mil fiéis.

O templo, com área aproximada de sete mil metros quadrados, começou a ser construído em 2008 e deverá receber celebrações de missas e eventos organizados pela comunidade religiosa. A estrutura da obra tem formato de uma mão, fazendo alusão ao cuidado e ao auxílio de Deus com os fiéis. Continue lendo

MAIS SOBRE O CULTO PROTESTANTE NA CN

Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Salve Maria! 
Aqui está a matéria da própria CN, sobre  a reza ecumênica. 
Boa Leitura.
****
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Na tentativa de realizar a palavra de Jesus que está no Evangelho de São João, “Que todos sejam um para que o mundo creia” (Jo 17, 20-26), cristãos evangélicos e católicos participam juntos do Encristus, na Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).
O Encontro de Cristãos na busca da Unidade e Santidade (Encristus) acontece entre os dias 14 e 16 de março, com o tema “Ele pôs em nossos lábios a palavra da reconciliação” (2 Co 5:19).
Centenas de pessoas, vindas de diversas partes do Brasil, participam do evento e representam Igrejas Evangélicas e novas expressões da Igreja Católica de todo o país. São padres, pastores, bispos, religiosos e religiosas, membros de movimentos e novas comunidades. Todos na busca da unidade cristã.
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Dom Francisco Biasin é bispo na Diocese de Volta Redonda (RJ) e presidente da Comissão Episcopal da CNBB para o diálogo inter-religioso e o ecumenismo. (FOTO: Natalino Ueda/CN)
De acordo com o bispo católico, Dom Francisco Biasin, a principal característica do Encristus é a presença do Espírito Santo que une os cristãos de várias denominações, de várias Igrejas, na busca da unidade e santidade.
“Não é um encontro promovido pelas instituições eclesiásticas, como a CNBB, por exemplo, ou alguma Igreja evangélica. Mas é uma vocação que membros das Igrejas, a partir de uma forte experiência com o Espírito, têm na busca da unidade. Atendendo, portanto, ao chamado, ou melhor, à oração de Jesus que diz: “Pai, que todos sejam um para que o mundo creia”, tendo a consciência plena de que a unidade é essencial para que o Corpo de Cristo una cada vez mais os membros de Igrejas diferentes”, afirmou o bispo.
Neste mesmo sentido, o pastor evangélico Jamê Nobre, considera que o encontro tem uma importância singular por fazer descobrir a vida de Deus entre os cristãos e animá-los na caminhada. “A minha aproximação do Encristus tem me dado força para eu caminhar onde estou. A partir do Encristus eu consigo ver coisas no meu ambiente que não vejo estando dentro dele”.
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Pastor Jamê Nobre, membro de Igreja Evangélica. (FOTO Natalino Ueda/CN)
“Quando me afasto um pouco do meu normal, da minha caminhada comum, e me afasto estando no Encristus, eu vejo coisas que não veria. Então ali recebo de Deus algumas direções, algumas abordagens que me ajudam a pensar nos irmãos onde estou”, ressaltou.
Pela segunda vez a Comunidade Canção Nova acolhe este evento ecumênico. A primeira edição do Encristus aconteceu em 2008, na cidade de Lavrinhas, interior de São Paulo. A casa hospeda a primeira etapa de formação da comunidade católica, o pré-discipulado. Na ocasião, participaram do Encristus, o fundador da Comunidade Canção Nova, monsenhor Jonas Abib e Luzia Santiago, cofundadora.
Para o diácono Fabiano de Albuquerque, membro da comunidade católica, ao sediar um evento como o Encristus, a Canção Nova também visa colaborar para que a palavra de Jesus – “Que todos sejam um” – se concretize.
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Diácono Fabiano de Albuquerque faz parte do clero da Diocese de Lorena, no interior paulista. (FOTO: Natalino Ueda/CN)
“Que seja dissipada do meio dos cristãos a divisão, a desavença, a falta de unidade. O que a Canção Nova quer com este encontro, além de oferecer um espaço maior para nós do Encristus, é fazer acontecer a unidade. Que tudo aquilo que está sendo dito nas pregações seja vivido, que eles levem para as suas comunidades. Por isso a Canção Nova abre as suas portas, para que todos sejam um”, afirmou.
Esta unidade, segundo o pastor Jamê Nobre, não é uma teoria, como acontece no caso das doutrinas. Para ele, a comunhão é uma possibilidade certa e necessária, e que deve se manifestar em gestos concretos.
“A comunhão significa sentar com você e tomarmos um café juntos; orarmos, principalmente orarmos, e permitir que os dons do Espírito Santo fluam entre nós. É necessário que eu saia da minha cidade e vá até a sua; orarmos juntos, buscar de Deus o que Ele tem a nos dizer, e certamente quando estamos juntos, Deus fala”.
O Encristus segue até este domingo, 16, com uma programação que inclui palestras ministradas por padres, bispos e pastores, além da celebração da “Ceia do Senhor, Missa e Culto simultâneos”. Para conhecer melhor o projeto, acesse o site http://www.encristus.com.br

NOSSA SENHORA É RETIRADA DA CANÇÃO NOVA

Caríssimos,


Salve Maria!

Em tempos de “ecumenismos”, a Mãe de Deus fica do lado de fora da festa. Foi o que aconteceu na Canção Nova, essa emissora que vive das doações de  católicos que, muitas vezes, deixam de devolver o dízimo em sua Paróquia para sustentar os “grandes” empreendimentos desta empresa de evangelização.

Após Pe. Fabio de Melo atacar o culto à Virgem Maria – e mesmo assim continuar na emissora com seu programa ” direção espiritual”, a própria CN promove um panteon de fazer inveja aos gregos. As portas são abertas aos hereges protestantes que em clima de amizade  conferem suas palestras, orações e até mesmo um culto. Sim! Um culto protestante!

Claro que se fosse na época de Pio XII, a Canção Nova estaria excomungada, sem dúvida.

 Protestantismo sempre foi e será uma heresia, condenada pela Igreja no Concílio de Trento. Não há comunhão com os infieis, porque não pode haver aliança entre a Verdade e a Mentira, entre Deus e o demônio, entre Cristo e Lutero. Não se pode colocar o diálogo acima da Fé. Não há caridade sem Verdade. Somos chamados a dar a nossa vida pela Verdade e não compactuar com o erro, com a divisão. Nosso Senhor nos ordenou o ” Ide e ensinai”, não o “Ide e dialogai”, sobretudo quando esse diálogo minimiza a Verdade.

Mas isso não me surpreende. É a crise da Fé, já anunciada por Fátima e La Salete; já discutida pelo Cardeal Ratzinger em seu livro ” A Fé em crise?” Na canção nova não há espaço para a Verdade Católica que , no mandato do Senhor deveria ser proclamada ” nos telhados”. Em vez disso, os espaços são abertos aos lobos, num Xandará-lá-da-ká de línguas obscuras.

Os mártires deram a sua vida pela Fé, mas nada renegaram, não fizeram concessões, não eram ecumênicos. Nas exigência de Jesus para se entrar no céu nada há de ecumênico: ” quem não comer da Carne do Filho do Homem”…..”Quem não for batizado”…..”Quem não junta comigo….” Assim também a Santa Virgem, em sua mensagem nada ecumênica, em Fátima.

A Canção Nova se comportou pior que os chamados ” devotos escrupulosos”, com suas atitudes condenadas por S. Luís de Montfort.  Retirar a imagem da Virgem para que os inimigos do Imaculado Coração não se sintam ” constrangidos”, é grosseiro, é leviano, pior, é sacrílego, visto que trata-se de uma imensa ofensa à Nossa Senhora. 

Quem odeia a Virgem é a descendência da serpente. Fiquemos sempre do lado das gerações que A proclamarão ” Benedicta.”


Dom Bento Albertin , Prior do Mosteiro Beneditino da Bolonha, escreveu:
“Imaginemos que eu vá preparar uma festa na minha casa. Porém, antes dos amigos chegarem, eu digo a minha mãe:

– Mamãe, eu lhe amo muito viu. Mas a senhora vai ficar trancada no quarto na hora da festa, vou tirar suas fotos e não vou nem falar no nome da senhora. Ah sim, desculpa, mas a senhora atrapalha, a senhora me divide dos amigos. Mas, olha, mamãe, eu gosto muito da senhora viu, não me leve a mal, ta? Depois a gente se fala, amanhã, quem sabe, depois da festa…


Pois é, alguém teria coragem de fazer isso com sua própria mãe? Não? E teria coragem de fazer isso com a MÃE DE DEUS, a quem o Senhor escolheu sobre todas as mulheres da terra, plena de graça, e nos deu por mãe aos pés da cruz? Ela, a quem os Santos Padres chamaram de “Toda-poderosa em súplica”? 
Reflitamos, amigos…”
À Canção Nova, nosso repúdio.

À Santissima Virgem Maria, nossa reparação

À Igreja Católica – fora da qual ninguem poderá se salvar – a nossa fidelidade até o fim.

Pe. Marcélo Tenorio

A CANÇÃO NOVA MUDOU O “TOM” ?

   

O site abaixo faz um comentário sobre a mudança de “tom” da Canção Nova. As fotos falam e foram postadas em várias escalas na internet.

Conhecida pela péssima liturgia, mais protestante que católica, difusora de “carismas” neo-pentecostais, eis que nesta Semana Santa apresentou-se diferente…o que já é um bom começo.

Liturgia mais próxima do que é romano, paramentos mais católicos, comunhão segundo a vontade do papa, de joelhos, coral entoando hinos….Bem, para quem fala tantas línguas, que pelo menos, se escute, também lá, a língua da Igreja, a voz do papa.

Todavia fico com o comentário da nossa amiga Lúcia Zucchi, abaixo

Com minha bênção

Pe. Marcélo Tenorio

____________________



Caros amigos,
Salve Maria!
 
Replicando Machado de Assis, “mudaria a Páscoa ou mudei eu?” Até ouço o riso alegre que o Professor Orlando daria se tivesse visto isso…
 
Deus abençoe Bento XVI!
 
SM
Lucia
________________
Do blog Oblatus:

Nunca escondi meu apreço peloMons. Jonas Abib. Conheci-o em 1992, quando não existia TV Canção Nova e eu,jovem seminarista, participei de um encontro de jovens com ele em Jacarepaguá.Na ocasião almoçamos juntos e conversamos sobre Dom Bosco – ele é salesiano, eufui aluno e sempre devoto do grande Santo.

Também não escondo minhasdiscordâncias da RCC, em geral, e da Canção Nova, em particular. Mas o objetodo post de hoje é a excelente melhorada liturgia praticada na Semana Santa e exibida pela TV Canção Nova. Não costumo assistir ao canal e, por isso, tomo as imagens que vi no Salvema Liturgia, precedidas dos comentários do caro Dr. Rafael Brodbeck.

Espero sinceramente que não se restrinjam à Semana Santa. Se a TV Canção Nova mantiver a qualidade das celebrações, a reforma da reforma pega pra valer no Brasil. Em questão de tempo, não haverá quem detenha a nova geração de padres e seminaristas na recuperação da identidade católica.

Basta de protestantismo na doutrina, na liturgia e
na música!
“(…) Temos em conta que, na melhor das intenções, a Canção Nova nemsempre foi um exemplo de liturgia. Muitos aspectos negativos cercaram a históricacelebração de Missas e outros atos litúrgicos na TV Canção Nova, nosacampamentos etc, o que acabou influenciando negativamente várias Missas Brasilafora. (…)

As fotos abaixo falam muito do que estamos tentando dizer, entretantopodemos, desde já, ressaltar alguns pontos positivos: arranjo beneditino dos castiçais e cruz no altar, paramentosromanos (que foram emprestados pelo Pe. Demétrio Gomes, membro do Salvem aLiturgia) – os góticos são lícitos e muito belos também, mas como havia umcerto rancor no Brasil contra os romanos, é bom que a CN os use -,distribuição da Sagrada Comunhão de joelhos,uso de batina e sobrepeliz dos acólitos, introduçãode cantos em latim e outros como prescreve o Missal para o Tríduo, introdução do silêncio, maissobriedade no ambiente, desnudação dosaltares, velamento das imagens, pluvial na procissão de Ramos, uso de um coro.

 

CAMINHO NEOCATECUMENAL: Juízos doutrinários de Padre Enrico Zoffoli à “teologia” de Kiko- Carmem




“Relembrado tudo isso, posso declarar, contra a teologia de Kiko-Carmem:

1° É falso que o homem, mesmo sofrendo as conseqüências do pecado original, não seja mais capaz de resistir ao mal e de fazer o bem: a sua liberdade e responsabilidade moral é indiscutível, contra o pessimismo luterano.

2° É falso que o demônio, por mais malvado e insidioso que ele seja, possa dominar a vontade humana a ponto de constrangê-la ao pecado, pelo que a culpa não recaísse principalmente sobre o homem.

3° É falso que o homem, com o socorro da graça, não possa nem deva lutar contra as próprias paixões, ou seja esforçar-se por corrigir-se e tender positivamente à santidade de seu estado.

4° É falso que uma verdadeira conversão comporte apenas o reconhescimento e a acusação dos próprios pecados com a esperança do perdão de Deus; e não exija, portanto, também, a contrição e o firme propósito de não pecar mais.

5° É falso que a recuperação da graça não implique aquela «justificação» que, junto, é espiaçãio do pecado, reconciliação com Deus e real regeneração da alma, que torna a gozar de sua amizade e merecer a vida eterna.

6° É falso que o homem, pecando, não ofenda verdadeiramente a Deus e não seja por isso obrigado a expiar a sua culpa, satisfazendo um grave dever de justiça.

7° É falso que Deus, exigindo tal satisfação mediante o sacrifício, seja «cruel»: Como é falso dizer que Ele não visa recuperar alguma coisa que o homem, pecando, Lhe tenha subtraído; como é falso que o homem pode prejudicar apenas a si mesmo, recusando o seu único Bem. É falso dizer que a «satisfação» a que o homem está obrigado consiste no re-afirmar o absoluto primado de Deus e a radical dependência da criatura com relação a Ele. Somente assim ela dá a Deus aquilo que é de Deus, e a si aquilo que é seu. O dever da justiça coincide com o do respeito devido à verdade ontológica de Deus e do homem.

8° É falso que la «religiosidade», fundada sobre a natureza e a razão, não seja um verdadeiro e digno culto devido a Deus qual Criador e Providência, e não seja por isso a legítima e obrigatória etapa a alcançar, necessária para que o homem chegue a adorar o «Deus vivo» da Revelação hebraica-cristã.

9° É falso que, na Igreja Católica, o sacrifício seja um resíduo da mentalidade pagã. Ela seria isso somente se Deus, a quem se o oferece, fosse um ídolo qual era concepido pela mitologia clássica: ciumento e vingativo A lei mosaica prescrevia um «sacrifício de expiação» além de outros, que para os c
elebrar Deus instituiu o «sacerdócio». Porque a Igreja não deveria tê-lo como supremo ato de culto?

10° É falso e blasfemo afirmar que Jesus, Verbo encarnado, não tenha redemido a Humanidade pecadora, expiando as suas culpas com o Sacrifício da Cruz.

11° É falso e ofensivo negar que Ele se tenha apresentado com o único e supremo Modelo de vida, e que a salvação seja possível somente para aqueles que se esforçam por imitar o seu exempio.

12° É falso ensinar que Jesus para continuar nla terra a sua mediazção salvífica e aplicar às futuras gerações os méritos de seu Sacrifício de expiação e redenção, não tenha istituído a Igreja como sociedadeà também hierárquica, ou seja visível e juridicamente organizada.

13° É falso considerar que os poderes por Ele conferidos à Igreja não sejam fundados unicamente sobre o sacramento da Ordem Sacra, ou seja, sobre o sacerdócio ministerial, essencialmente distinto do sacerdócio comum a todos os batizados.

14° É falso sobretudo pensar que o mais sublime e caraterístico ato do culto católico não seja a celebração do sacrifício eucarístico como renovação incruenta do único, perfeito e irripetível Sacrifício da Cruz. Somente morrendo Cristo redimiu il mundo, e não ressurorgindo, como apenas pela participação em sua morte o homem pode merecer a vida da alma (= a graça) hoje, e, amanhã, a rssurreição da carne.

15° É falso que a Missa não seja «O» sacrifício pr excelência, mas que seja apenas um «banquete fraterno»; é inegável em vez que este — ou seja, a Comunhão eucarística — deriva seu significato próprio e a eficácia santificante da partecipação dos fiéis no Sacrifício de Cristo, riepresentada na distinta consagraçãone do pão e do vinho, feita no altar pelo sacerdote-ministro, não pela comunidade, cuja eventual ausência não torna inválida la celebração eucarística.

16° É falso que a consagração do pão e do vinho limitam-se a conferir a estes elementos um novo significado, deixando-os essencialmente imutáveis; de fato, a consagração torna aqueles elementos o Corpo e o Sangue de Cristo em virtude do prodígio absolutamnete único da transubstanciação.

17° É falso que, após a consagração, sobre o altar teos somente sinais do Corpo e do Sangue de Cristo, e não um e outro verdadeiramente, realmente e substancialmente presentes, ou seja, a mesma Humanidade integral assumida pelo Verbo. Não adoramos “o sinal“, mas o Significado; não o “símbolo” de Cristo, mas a sua própria Pessoa divina.

18° É falso que a Comunhão eucarística não exija a Confissão sacramental dos pecados mortais ou que, ainda, seja suficiente um ato de contrição perfeita para recebê-la dignamente…; e é também falso afirmar que não é o sacerdote-confessor, mas a comunidade que reconcilia o pecador com Deus.

19° É falso que Deus per
doa e salva todos: perdoa somente a quem se arrepende de tê-lo ofendido; e se salva somente quem, correspondendo à sua graça, morre em paz com Ele. O inferno é realíssimo tanto quanto é possível a obstinação do pecador que morre no estado de impenitência final.

20° É falso que não devemos imitar as virtudes de Cristo e tender à santidade, possíveis através do exercício de uma ascese, prática voluntária dos conselhos evangélicos. A purificação interior que a segue é indispensável para evitar o purgatório.


Fonte:http://www.montfort.org.br/old/index.php?secao=cartas&subsecao=neocatecumenato&artigo=20040802210016&lang=bra

UM PADRE DA OPUS DEI FALA

Caríssimos,
Alguém comentava que a matéria abaixo faz lembrar as palavras de Jesus a Pilatos em Mt 27, 11: “TU O DIZES!”. E  lembra, mesmo.
O Opus Dei aparecer no WikiLeaks era uma questão de tempo; em um primeiro momento, soa engraçado o poder que nos atribuem


Confesso que me divirto com os comentários que, de vez em quando, saem na imprensa sobre o Opus Dei e a sua suposta atuação política. Aparecer no WikiLeaks era uma questão de tempo…
Num primeiro momento, soa engraçado o poder que nos atribuem; depois, na autocrítica, a conclusão é séria: a nossa comunicação precisa melhorar. Não se trata de melhorar a imagem da Obra, mas, sim, de erradicar uma ideia falsa, transmitindo o que realmente somos.
As pessoas que participam das suas atividades sabem que o Opus Dei não faz política. A sua atuação tem outra dimensão: lembrar que todos, também os políticos, são chamados por Deus a serem santos; e que essa santidade pode e deve ser procurada nas atividades da vida diária, realizando-as por amor a Deus e ao próximo.
Ora, se a Obra tivesse posição política, trairia a sua finalidade, já que de alguma forma estaria privando dessa mensagem quem possuísse uma visão política diversa.
Em Roma, convivi com são Josemaria, fundador do Opus Dei, de 1969 a 1975. Nesse período, nunca o ouvi falar de política. Falava, sim, de conviver e dialogar com todos. Dizia que caridade, mais do que em dar, consiste em compreender.
São Josemaria era o oposto do que se poderia esperar de um conservador. Estava aberto às novidades, queria aprender, inovar.
Quando passou uma temporada no Brasil, entre maio e junho de 1974, dizia que tinha aprendido muito do povo brasileiro: da nossa cordialidade, da nossa alegria, dessa convivência aberta a todos. E estava, na época, com 72 anos!
Ao mesmo tempo, foi muito incisivo ao nos dizer que aqui havia muito trabalho a fazer, que era preciso melhorar a condição de vida de muitas pessoas. Ao visitar o Centro Social Morro Velho, e também numa conversa com dom Paulo Evaristo Arns, afirmava que não seria cristão permanecer indiferente a tanta desigualdade. Sob o seu impulso nasceram muitas iniciativas sociais, no Brasil e no mundo.
São Josemaria foi pioneiro no ecumenismo, rompendo, ainda nos anos 40, resistências na Santa Sé ao solicitar que, no Opus Dei, houvesse cooperadores de todas as religiões, também ateus.
Hoje, é uma realidade em todos os países nos quais a Obra trabalha: cooperadores protestantes, evangélicos, judeus, muçulmanos… Mas e a relação do Opus Dei com o governo de Franco na Espanha? Faz anos que se esclarece esse tema, e talvez aqui tenhamos falhado ao comunicar. Em primeiro lugar, o Opus Dei não apoiou Franco. Segundo: houve muitos membros do Opus Dei que fizeram oposição a Franco; por isso, alguns tiveram que se exilar.
Por outro lado, alguns poucos membros do Opus Dei colaboraram com o governo de Franco. E por que o Opus Dei não fez nada?
Simplesmente porque o Opus Dei não interfere nas atividades políticas dos seus membros, e cada um atua como lhe parece mais conveniente. A liberdade sempre implica riscos, e o Opus Dei prefere correr esses riscos. Agora, por outro ângulo: o que pode ter a ver com Franco uma dona de casa do Cazaquistão, um estudante universitário do Congo ou um taxista mexicano que sejam do Opus Dei?
Se alguém quiser saber qual é o projeto de poder do Opus Dei, está convidado a conhecer as suas atividades, para que possa ouvir pessoalmente o que ali se diz. Fala-se de caridade, de excelência nas virtudes, de vida de oração, de aceitar com alegria as contrariedades, de castidade, de trabalhar com competência etc.
Não poderia ser de outra forma: essa é a mensagem da Igreja Católica, e o Opus Dei nada mais é do que uma pequena parte da igreja, que não tem um projeto de poder, e sim um projeto de serviço.

MONSENHOR VICENTE ANCONA LOPEZ, 61, é vigário regional da prelazia do Opus Dei no Brasil.

Fonte:

http://luciamotta.com/2011/03/13/o-opus-dei-e-a-politica/