Canção Nova com “belo” Santuário….

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A Igreja Católica ganhará um novo templo no Vale do Paraíba. Construído pela Comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP), o Santuário do Pai das Misericórdias será inaugurado nesta sexta-feira (5) com uma missa especial e terá capacidade para receber pouco mais de cinco mil fiéis.

O templo, com área aproximada de sete mil metros quadrados, começou a ser construído em 2008 e deverá receber celebrações de missas e eventos organizados pela comunidade religiosa. A estrutura da obra tem formato de uma mão, fazendo alusão ao cuidado e ao auxílio de Deus com os fiéis.

MAIS SOBRE O CULTO PROTESTANTE NA CN

Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Salve Maria! 
Aqui está a matéria da própria CN, sobre  a reza ecumênica. 
Boa Leitura.
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Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Na tentativa de realizar a palavra de Jesus que está no Evangelho de São João, “Que todos sejam um para que o mundo creia” (Jo 17, 20-26), cristãos evangélicos e católicos participam juntos do Encristus, na Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).
O Encontro de Cristãos na busca da Unidade e Santidade (Encristus) acontece entre os dias 14 e 16 de março, com o tema “Ele pôs em nossos lábios a palavra da reconciliação” (2 Co 5:19).
Centenas de pessoas, vindas de diversas partes do Brasil, participam do evento e representam Igrejas Evangélicas e novas expressões da Igreja Católica de todo o país. São padres, pastores, bispos, religiosos e religiosas, membros de movimentos e novas comunidades. Todos na busca da unidade cristã.
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova

Dom Francisco Biasin é bispo na Diocese de Volta Redonda (RJ) e presidente da Comissão Episcopal da CNBB para o diálogo inter-religioso e o ecumenismo. (FOTO: Natalino Ueda/CN)
De acordo com o bispo católico, Dom Francisco Biasin, a principal característica do Encristus é a presença do Espírito Santo que une os cristãos de várias denominações, de várias Igrejas, na busca da unidade e santidade.
“Não é um encontro promovido pelas instituições eclesiásticas, como a CNBB, por exemplo, ou alguma Igreja evangélica. Mas é uma vocação que membros das Igrejas, a partir de uma forte experiência com o Espírito, têm na busca da unidade. Atendendo, portanto, ao chamado, ou melhor, à oração de Jesus que diz: “Pai, que todos sejam um para que o mundo creia”, tendo a consciência plena de que a unidade é essencial para que o Corpo de Cristo una cada vez mais os membros de Igrejas diferentes”, afirmou o bispo.
Neste mesmo sentido, o pastor evangélico Jamê Nobre, considera que o encontro tem uma importância singular por fazer descobrir a vida de Deus entre os cristãos e animá-los na caminhada. “A minha aproximação do Encristus tem me dado força para eu caminhar onde estou. A partir do Encristus eu consigo ver coisas no meu ambiente que não vejo estando dentro dele”.
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova

Pastor Jamê Nobre, membro de Igreja Evangélica. (FOTO Natalino Ueda/CN)
“Quando me afasto um pouco do meu normal, da minha caminhada comum, e me afasto estando no Encristus, eu vejo coisas que não veria. Então ali recebo de Deus algumas direções, algumas abordagens que me ajudam a pensar nos irmãos onde estou”, ressaltou.
Pela segunda vez a Comunidade Canção Nova acolhe este evento ecumênico. A primeira edição do Encristus aconteceu em 2008, na cidade de Lavrinhas, interior de São Paulo. A casa hospeda a primeira etapa de formação da comunidade católica, o pré-discipulado. Na ocasião, participaram do Encristus, o fundador da Comunidade Canção Nova, monsenhor Jonas Abib e Luzia Santiago, cofundadora.
Para o diácono Fabiano de Albuquerque, membro da comunidade católica, ao sediar um evento como o Encristus, a Canção Nova também visa colaborar para que a palavra de Jesus – “Que todos sejam um” – se concretize.
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova

Diácono Fabiano de Albuquerque faz parte do clero da Diocese de Lorena, no interior paulista. (FOTO: Natalino Ueda/CN)
“Que seja dissipada do meio dos cristãos a divisão, a desavença, a falta de unidade. O que a Canção Nova quer com este encontro, além de oferecer um espaço maior para nós do Encristus, é fazer acontecer a unidade. Que tudo aquilo que está sendo dito nas pregações seja vivido, que eles levem para as suas comunidades. Por isso a Canção Nova abre as suas portas, para que todos sejam um”, afirmou.
Esta unidade, segundo o pastor Jamê Nobre, não é uma teoria, como acontece no caso das doutrinas. Para ele, a comunhão é uma possibilidade certa e necessária, e que deve se manifestar em gestos concretos.
“A comunhão significa sentar com você e tomarmos um café juntos; orarmos, principalmente orarmos, e permitir que os dons do Espírito Santo fluam entre nós. É necessário que eu saia da minha cidade e vá até a sua; orarmos juntos, buscar de Deus o que Ele tem a nos dizer, e certamente quando estamos juntos, Deus fala”.
O Encristus segue até este domingo, 16, com uma programação que inclui palestras ministradas por padres, bispos e pastores, além da celebração da “Ceia do Senhor, Missa e Culto simultâneos”. Para conhecer melhor o projeto, acesse o site http://www.encristus.com.br

NOSSA SENHORA É RETIRADA DA CANÇÃO NOVA

Caríssimos,


Salve Maria!

Em tempos de “ecumenismos”, a Mãe de Deus fica do lado de fora da festa. Foi o que aconteceu na Canção Nova, essa emissora que vive das doações de  católicos que, muitas vezes, deixam de devolver o dízimo em sua Paróquia para sustentar os “grandes” empreendimentos desta empresa de evangelização.

Após Pe. Fabio de Melo atacar o culto à Virgem Maria – e mesmo assim continuar na emissora com seu programa ” direção espiritual”, a própria CN promove um panteon de fazer inveja aos gregos. As portas são abertas aos hereges protestantes que em clima de amizade  conferem suas palestras, orações e até mesmo um culto. Sim! Um culto protestante!

Claro que se fosse na época de Pio XII, a Canção Nova estaria excomungada, sem dúvida.

 Protestantismo sempre foi e será uma heresia, condenada pela Igreja no Concílio de Trento. Não há comunhão com os infieis, porque não pode haver aliança entre a Verdade e a Mentira, entre Deus e o demônio, entre Cristo e Lutero. Não se pode colocar o diálogo acima da Fé. Não há caridade sem Verdade. Somos chamados a dar a nossa vida pela Verdade e não compactuar com o erro, com a divisão. Nosso Senhor nos ordenou o ” Ide e ensinai”, não o “Ide e dialogai”, sobretudo quando esse diálogo minimiza a Verdade.

Mas isso não me surpreende. É a crise da Fé, já anunciada por Fátima e La Salete; já discutida pelo Cardeal Ratzinger em seu livro ” A Fé em crise?” Na canção nova não há espaço para a Verdade Católica que , no mandato do Senhor deveria ser proclamada ” nos telhados”. Em vez disso, os espaços são abertos aos lobos, num Xandará-lá-da-ká de línguas obscuras.

Os mártires deram a sua vida pela Fé, mas nada renegaram, não fizeram concessões, não eram ecumênicos. Nas exigência de Jesus para se entrar no céu nada há de ecumênico: ” quem não comer da Carne do Filho do Homem”…..”Quem não for batizado”…..”Quem não junta comigo….” Assim também a Santa Virgem, em sua mensagem nada ecumênica, em Fátima.

A Canção Nova se comportou pior que os chamados ” devotos escrupulosos”, com suas atitudes condenadas por S. Luís de Montfort.  Retirar a imagem da Virgem para que os inimigos do Imaculado Coração não se sintam ” constrangidos”, é grosseiro, é leviano, pior, é sacrílego, visto que trata-se de uma imensa ofensa à Nossa Senhora. 

Quem odeia a Virgem é a descendência da serpente. Fiquemos sempre do lado das gerações que A proclamarão ” Benedicta.”


Dom Bento Albertin , Prior do Mosteiro Beneditino da Bolonha, escreveu:
“Imaginemos que eu vá preparar uma festa na minha casa. Porém, antes dos amigos chegarem, eu digo a minha mãe:

– Mamãe, eu lhe amo muito viu. Mas a senhora vai ficar trancada no quarto na hora da festa, vou tirar suas fotos e não vou nem falar no nome da senhora. Ah sim, desculpa, mas a senhora atrapalha, a senhora me divide dos amigos. Mas, olha, mamãe, eu gosto muito da senhora viu, não me leve a mal, ta? Depois a gente se fala, amanhã, quem sabe, depois da festa…