Bento XVI: ” A publicação do Terceiro segredo de Fátima está completa”

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Ciudad del Vaticano, 21 de mayo 2016.- “La publicación del tercer secreto de Fátima está completa”.

Lo afirma el Papa emérito Benedicto XVI en un comunicado escrito de su puño y letra enviado a la Secretaría de Estado y posteriormente difundido por la prensa vaticana.

Según el texto “algunos artículos han divulgado recientemente declaraciones atribuidas al profesor Dollinger Ingo, según las cuales, el Cardenal Ratzinger, después de la publicación del tercer secreto de Fátima en junio de 2000, le habría confiado que esta publicación no estaba completa.”

“Benedicto XVI -continúa la nota- comunica que nunca ha hablado con el profesor Dollinger acerca de Fátima. Afirma claramente que las observaciones atribuidas al profesor Dollinger sobre este tema son puras invenciones, absolutamente falsas.”

FUENTE: Acistampa
TRADUCCIÓN AL ESPAÑOL: Un puente de fe

”Eu queria ser chamado apenas de Padre Bento”, afirma Ratzinger

 

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Os sapatos vermelhos, sinal da dignidade papal, não existem mais. No seu lugar, um par de sandálias de couro com meias, que poderiam ser as de um monge qualquer, ou talvez de um turista alemão de passagem por Roma. O hábito, ao contrário, continuou sendo o branco papal, símbolo de um status que permanece mesmo depois da renúncia ao pontificado.

A reportagem é de Vatican Insider, 07-12-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Mas ele, confidencia Ratzinger a um jornalista alemão, teria preferido ser chamado simplesmente de “Padre Bento”. Só que, na época, ele estava “fraco e cansado demais” para conseguir se impôr.

Agora, conta Jörg Bremer, um dos correspondentes de Roma do Frankfurter Allgemeine, na conversa publicada na edição dominical do jornal, Ratzinger parece ter reencontrado as suas forças. Aos 87 anos, ele se movimenta sem bengala na sua casa, a Mater Ecclesiae, no Vaticano, os olhos brilham, e as suas respostas são rápidas e precisas.

E, com grande atenção, ele avisa o jornalista sobre o que pode escrever e sobre o que não. Como sobre o seu desejo, depois da renúncia, de ser chamado simplesmente de “Vater Benedikt”. “Podemos escrever isso?”, pergunta Bremer. “Sim, escreva”, responde o “Padre Bento” – talvez possa ajudar”.

Mas por que um papa emérito, que vive retirado e se deixa ver em público apenas quando o papa em serviço o convida (a última vez para a beatificação de Paulo VI), decide falar com um jornalista, rompendo, com todas as cautelas do caso, a regra do silêncio que ele se impôs desde que optou por viver como um monge?

O motivo talvez se encontre na publicação de um novo livro, o quarto, da coletânea dos seus escritos. O fato é que, em 1972, o professor de teologia Joseph Ratzinger, em um artigo “Sobre a questão da indissolubilidade do matrimônio”, tinha se expressado em termos possibilistas sobre a readmissão à Eucaristia dos divorciados em segunda união.

Em alguns casos particulares, escrevera Ratzinger, a readmissão podia ser “coberta pela tradição”. Para republicação, Ratzinger preferiu reformular as conclusões e reiterar o que afirmou como cardeal e depois como papa, ou seja, a intangibilidade da doutrina sobre a indissolubilidade do matrimônio, com as suas consequências em termos de admissão à comunhão.

Então, pode-se dizer que o papa emérito quis entrar e talvez se colocar um pouco enviesado no debate desejado por Francisco por ocasião do Sínodo dedicado a esses temas?

Esse é um “absurdo total”, responde Bento, que ressalta que tem “ótimos contatos” com Francisco. A revisão do texto foi decidida em agosto, poucos meses antes do Sínodo, e não contém “nada de novo”.

A esse respeito, Ratzinger lembra o ensinamento de João Paulo II, “e eu mesmo, como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, escrevi coisas muito mais radicais”.

Ainda com o Papa Wojtyla, do qual foi estreito colaborador, Ratzinger lembra, como relata Bremer, que os divorciados em segunda união não devem, contudo, ser excluídos da vida da Igreja.

Por exemplo, segundo Bento, eles devem poder ser padrinhos e madrinhas de batismo (atualmente, muitas dioceses exigem o preenchimento de formulários, assinados pelo pároco, em que se declara, dentre outras coisas, que “não se contraiu matrimônio apenas civil, nem convive, nem buscou o divórcio”).

Na meia hora de conversa, ainda há tempo para um pensamento em vista do Natal, especialmente para a Terra Santa, que ao papa emérito, biógrafo de Jesus, toca especialmente a memória. Porque Jesus não foi só espírito, a sua presença é datável, e “essa dimensão terrena é importante para a fé dos homens”.

Depois, no momento das saudações, Bento mostra medalhas e lembranças do pontificado: “Pode levá-las, se quiser. Mas contanto que não se alimente assim o culto da personalidade”, brinca, com humor alemão, antes de voltar para o seu silêncio, o papa emérito que queria ser chamado apenas de “Padre Bento”.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/538254-eu-queria-ser-chamado-apenas-de-padre-bento-afirma-ratzinger

A Verdadeira Humildade

 

 

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A Verdadeira Humildade consiste em ter consciência do que se é.
E se queres um exemplo, eis a foto.

Ele sabia o que era. sabia que carregava em seus ombros a Igreja Inteira.
Sabia que a Verdade de Cristo resplandecia em sua face e se tornava palavra por sua boca.

Jamais palavras frívolas, improvisadas, impensadas, imaturas e óbvias, mas, maturava no silêncio o que falava…

Jamais buscou aplausos nem prêmios, nem simpatias midiáticas, mas caminhou determinado, indiferente às criticas – de dentro e de fora – olhos postos somente em Cristo….

Queres saber da humildade?
Eis a foto!
Rápido, antes que ela se apague!
Porque tudo já desmorona…

Pe Marcelo Tenorio

UM SIMPLES E HUMILDE TRABALHADOR

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Thiago Fragoso*

Era uma quinta-feira de céu aberto na Roma dos Papas, mas, naquele dia, o céu da Igreja amanheceu nublado. Aproximava-se o desenlace de um pontificado que não seria interrompido pela morte do Santo Padre, mas pela sua lúcida e plácida renúncia. Algo tão inaudito nos últimos tempos parecia mesmo impossível, mas aquela decisão que a nossa mente se recusava a aceitar estava prestes a tomar efeito: Bento XVI renunciava ao Supremo Pontificado.

Já faz dois anos, mas é como se fosse ontem. A despedida do Colégio Cardinalício, a saída do Vaticano, o voo de helicóptero, as últimas palavras de saudação na sacada de Castelgandolfo e a última bênção antes do fim do seu glorioso pontificado… momentos históricos que ficarão na memória da Igreja e do mundo. Um Pontífice Romano que, consciente da sua debilidade física e, portanto, da sua dificuldade de continuar no leme da Barca de São Pedro, demonstra uma fé inabalável na promessa de Cristo a respeito da Igreja: “As portas do Inferno jamais prevalecerão contra ela” (Mt 16,18). Ocupando o mais elevado cargo do mundo, Bento XVI

deu-nos uma lição de humildade. Deixou o Trono de Pedro; deixou a Cátedra Romana para ocupar uma cadeira perene nos nossos corações de filhos espirituais. Como disse, naquela ocasião, um grande sacerdote: “descer é próprio de quem é grande”. Continue lendo

O CHORO DOS SINOS – Relembrando (1)

 

 

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O CHORO DOS SINOS

 

Pe. Marcélo Tenorio


Dobrai sinos de Roma,
Dobrai!
Dobrai de tristeza porque um papa sai de vossas muralhas eternas
Para eternizar-se na história.

Dobrai sinos das montanhas,
Bentos e Anselmos,

Dobrai
Porque um bispo vestido de branco
Subindo o Monte
Entrará em vosso claustro,
Empunhando a cruz de Cristo e nela também crucificado.

Dobrai sinos da Igreja,
Dobrai de tristeza numa Esperada Esperança
De que a Barca, mesmo em tempestades
Jamais sucumbirá.

É eterna,
Perene,
Indestrutível…

Dobrai sinos de Roma,
Dobrai.

Dobrai sinos de Paulo,
Além dos muros

De João, o de Latrão

E de Maria Maior.

Porque o anel foi quebrado,
Mas não a promessa
Que sendo também Maior
É inquebrantável,
Indestrutível:

“Tu és Petrus!”

Dobrai sinos do Mundo Inteiro

Dobrai.

Dobrai de tristeza.
Chorai o Pontífice vivo
Que se faz morto

Por amor

E esperai o alegre momento,
Da chegada do outro

Que sem nome e sem rosto,
– ainda –
Se aproxima
Do trono e do altar

A Renúncia de Bento XVI: uma tragédia anunciada pelo Raio?

No dia 11 de Fevereiro de 2013, festa de Nossa Senhora de Lourdes, todos nós fomos pegos de surpresa:  Num discurso, em latim, aos cardeais, em Roma, Bento XVI renunciava ao papado. Uma grande comoção e incerteza invadiu a todos os filhos da Igreja. Neste mesmo dia, á noite, um misterioso raio atinge a cruz da cúpula da Basílica de S. Pedro, sendo fotografado por muitos. A fotografia  foi compartilhada no mundo inteiro: Aviso? Presságio?

A verdade é que a crise na Igreja se acentua mais e mais. É a pior de todas as crises, pois trata-se de uma crise de Fé que vem do alto e atinge a todos.

Rezemos à Nossa Senhora de Fátima, a fim de que não tarde o triunfo do seu Imaculado Coração.

Rezemos também pela Igreja que se encontra no Getsemani.

 

Novo final do artigo de 1972, redatado de novo por Joseph Ratzinger em 2014

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A Igreja é A Igreja da Nova Aliança, mas vive em um mundo no qual segue existindo imutável essa «dureza do […] coração» (Mt 19, 8) que empurrou a Moisés a legislar. Portanto, que pode fazer concretamente, sobretudo em um tempo em que a fé se dilui sempre mais, até o interior da Igreja, e no que as «coisas das que se preocupam os pagãos», contra as quais o Senhor alerta aos discípulos (cfr. Mt 6, 32), ameaçam com converter-se cada vez mais na norma?

Primeiro de tudo, e essencialmente, deve anunciar de maneira convincente e compreensível a mensagem da fé, tentando abrir espaços onde possa ser vivida verdadeiramente. A cura da «dureza do coração» só pode chegar da fé e só onde ela está viva é possível viver o que o Criador havia destinado ao homem antes do pecado. Por isso, o principal e verdadeiramente fundamental é que a Igreja faça que a fé seja viva e forte. Continue lendo

Bento XVI desautoriza Kasper

 

Papa Bento XVI

Bento XVI corrige um texto seu de 1972 para reafirmar a impossibilidade de dar a comunhão a divorciados recasados

Sua Santidade Bento XVI, papa emérito, redatou novamente as conclusões de um artigo que escreveu em 1972 e que o cardeal Kasper havia citado em apoio a suas próprias teses sobre a comunhão dos divorciados recasados. Dessa maneira, desautoriza ao cardeal alemão que pretendia usar sua figura para sustentar uma postura contrária ao magistério da Igreja, que Joseph Ratzinger defendeu como cardeal e como Papa. Continue lendo