O “Magnum Principium” de D. Clemente Isnard, OSB – O “Pai” do Missal Brasileiro

Salve Maria
Acabou de ser anunciado o Motu Proprio de Francisco “Magnum Principium” , que entrará em vigor no próximo 1 de outubro. Esse documento além de salientar a “participação ativa dos fieis” na Liturgia, como apregoava o Concílio, ainda aumenta os poderes das conferências episcopais quanto a questão da tradução dos textos litúrgicos. O Canon 838 é modificado e a Cúria Romana apenas fará a “revisão das traduções”, ou seja corta-se a autoridade da Congregação  do Culto Divino sob os textos Sagrados da Liturgia. Se antes , com a autoridade da Cúria , já eram autorizadas barbaridades litúrgicas para o Brasil, tais como as aclamações das Orações Eucarísticas,   a Oração Eucarística do Congresso de Manaus, as Orações Eucarísticas para missa das crianças, etc, imaginemos agora ficando ao cargo da Comissão Litúgica da CNBB.Vale a pena ler o testemunho de um bispo beneditino que foi responsável pela péssima tradução do Missal  que temos hoje para o Brasil, com direito ao ” Ele está no meio de Nós” e tudo o mais.

Depois de ler , com atenção, você verá que esse Moto Proprio  Magnum Principium , melhor teria sido chamado de  “Dolor Fidelium”

Dalai Lama para o “Grito dos Excluídos”, 2017, Que Tal?

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Dalai Lama não é convidado para Assis: “Uma pena, eu teria ido de bom grado”

O espírito de Assis é sempre inclusivo, mas, desta vez, excluiu o Tibete. A 30 anos exatos da intuição profética de Wojtyla, que reuniu por primeiro na cidadezinha daÚmbria os maiores líderes religiosos do mundo, incluindo o Dalai Lama, foi celebrada, na manhã dessa terça-feira, uma iniciativa semelhante pela paz. Desta vez, porém, o homem que encarna o líder espiritual do budismo tibetano não esteve lá.

Pérez Esquivel levou a Dilma o apoio do Papa, segundo jornal argentino

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“O Papa Francisco está muito preocupado com o que está acontecendo no Brasil, tudo isto irá trazer consequências negativas para toda a região, teremos um grave retrocesso democrático”. O Prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel (na foto, à esquerda de Dilma), conversou com este jornal, após sua audiência com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.