Pio XII apoiou planos para derrubar o regime nazista, revela novo livro

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DENVER, 07 Mar. 16 / 08:00 pm (ACI).- O apoio secreto do Papa Pio XII a tentativas de derrocar o ditador nazista Adolf Hitler é o tema de um novo livro, que aborda documentos de guerra e entrevistas com o agente de inteligência americana que os escreveu. O título do livro (tradução livre) é “A Igreja dos Espiões: A guerra secreta do Papa contra Hitler”, do historiador Mark Riebling.

Vaticano esclarece: Bênção do Papa à escritora lésbica não foi aval ao matrimônio gay

30 marzo Bologna Children Book Fair ©annapisapia - 163

Quando se chega ao ponto de outros terem que explicar o que um Papa quis dizer, e quando isso se repente constantemente, é sinal que a ambiguidade está centralizada e a objetividade da Fé na periferia dos acontecimentos. Não sei se no contexto geral pior é a  emenda ou o soneto.

Aqui vale uma boa releitura da Pascendi.

Salve Maria.

Roma, 28 Ago. 15 / 03:00 pm (ACI).-

O subdiretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Pe. Ciro Benedittini, esclareceu que a bênção que o Papa Francisco concedeu a uma escritora lésbica não significa de maneira alguma o aval às uniões homossexuais, como interpretaram alguns meios de comunicação.

Francesca Pardi fundou, junto com sua parceira Maria Silvia Fiengo, uma editoria de livros para crianças chamada ‘Lo Stampatello’ e é autora de livros como ‘Piccola storia di una famiglia: perchè hai due mamme? (Pequena história de uma família. Por que você tem duas mães?”) e Piccolo Uovo (Pequeno ovo).

Há algumas semanas Pardi – que têm quatro filhos com sua parceira lésbica – mandou uma carta ao Papa e lhe enviou alguns livros escritos por ela, assinalando que neles não menciona a ideologia de gênero, mas o “amor ao próximo”. Alguns desses textos foram retirados das escolas de Veneza a pedido do prefeito Luigi Brugnaro.

Hoje, Pardi publicou no seu perfil do Face book uma foto do envelope no qual chegou a resposta da Secretaria de Estado Vaticano, confirmado a recepção do presente. Embora a autora não tenha publicado o texto da carta recebida, intitulou assim sua publicação: “O Papa me respondeu!”.

Pardi admite que a carta não está assinada pelo Papa, mas por Dom Peter Brian Wells, funcionário da Secretaria de Estado Vaticano. Entretanto, atribui ao Pontífice palavras exortativas a respeito do seu trabalho de literatura gay e uma bênção dirigida a ela e a sua parceira.

Esta comunicação de cortesia foi difundida por vários meios italianos e agências internacionais como uma bênção ou aprovação do Santo Padre as uniões homossexuais.

Por isso, o Pe. Ciro Benedittini divulgou um comunicado no qual explica que “em resposta a uma carta de Francesca Pardi ao Santo Padre, em tom educado e respeitoso, a Secretaria de Estado confirmou o recebimento da mesma com um estilo simples e pastoral, precisando em seguida que se tratava de uma resposta privada e por isso não destinada à sua publicação (coisa que aconteceu)”.

“De maneira alguma a carta da Secretaria de Estado pretende aprovar comportamentos e ensinamentos que não estão em consonância com o Evangelho, embora apoie ‘sempre uma atividade mais saudável à serviço das jovens gerações e da difusão dos autênticos valores humanos e cristãos’”, ressalta.

“A bênção que o Papa Francisco concedeu no final da carta foi para a pessoa e não para eventuais ensinamentos que não estão de acordo com a doutrina da Igreja sobre a ideologia de gênero, que não mudou absolutamente em nada, como muitas vezes assinalou o próprio Santo Padre”, precisa o comunicado.

Então, conclui o texto divulgado hoje: “É totalmente descabida uma instrumentalização do conteúdo da carta”.

A ideologia de gênero pretende afirmar que no mundo moderno a diferença entre homem e mulher é um fator social (uma construção) antes de ser algo biológico. Dessa forma a orientação sexual – e com isso a identidade de gênero e o papel do gênero – contaria mais que o sexo biológico.

Em diversas ocasiões o Papa Francisco explicou que a ideologia de gênero contradiz o plano de Deus e não obedece à ordem natural da criação.

Bolívia – Discurso do Papa Francisco aos Movimentos Populares

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Santa Cruz de la Sierra (RV) –  No final da tarde desta quinta-feira o Papa Francisco concluiu o II Encontro dos Movimento Populares. Eis a íntegra do discurso preparado pelo Pontífice:

Boa tarde a todos!

Há alguns meses, reunimo-nos em Roma e não esqueço aquele nosso primeiro encontro. Durante este tempo, trouxe-vos no meu coração e nas minhas orações. Alegra-me vê-vos de novo aqui, debatendo os melhores caminhos para superar as graves situações de injustiça que padecem os excluídos em todo o mundo. Obrigado Senhor Presidente Evo Morales, por sustentar tão decididamente este Encontro.

Então, em Roma, senti algo muito belo: fraternidade, paixão, entrega, sede de justiça. Hoje, em Santa Cruz de la Sierra, volto a sentir o mesmo. Obrigado! Soube também, pelo Pontifício Conselho «Justiça e Paz» presidido pelo Cardeal Turkson, que são muitos na Igreja aqueles que se sentem mais próximos dos movimentos populares. Muito me alegro por isso! Ver a Igreja com as portas abertas a todos vós, que se envolve, acompanha e consegue sistematizar em cada diocese, em cada comissão «Justiça e Paz», uma colaboração real, permanente e comprometida com os movimentos populares. Convido-vos a todos, bispos, sacerdotes e leigos, juntamente com as organizações sociais das periferias urbanas e rurais a aprofundar este encontro.

Padre Pio e o Papa

Seguem abaixo três histórias sobre Padre Pio contadas ineditamente no blog Christi Fidei, em que o santo de Gargano expõe de modo admirável sua veneração e seu amor pelo Santo Padre, o Papa. Um conforto para a nossa alma nesses tempos de crise de Fé, e uma potentíssima arma contra os inimigos do Romano Pontífice.
Agradecemos ao Frei Carlo Maria, do Convento di Santa Marie delle Grazie, em San Giovanni Rotondo, idealizador do projeto Casa di Riposo per frati anziani (Casa de Repouso para frades idosos) por nos presentear com tão belas histórias.
O texto é de Carlos Wolkartt.

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Um frei chamado Francesco Antonelli estava sentado com Padre Pio próximo a uma janela, ao anoitecer. Após alguns minutos de silêncio, em que Padre Pio observava admirável a Lua, este disse a frei Antonelli: “Veja Francesco, posso não estar fisicamente perto do Papa, porém, me conforta saber que Ele existe, e que Nosso Senhor não nos abandonou. Ontem, o Papa admirava a Lua das janelas de Roma; hoje, eu admiro esta mesma criação de Deus da pobre janela deste convento. Vede, pois, quão bondoso é o Criador, que faz a Terra e os astros girarem para que eu me sinta mais perto do Papa.”
Certa vez, um coroinha [1] perguntou a Padre Pio: “Padre, quem é o Papa?”. Padre Pio lhe explicou caridosamente: “Meu pequeno filho, saiba que Jesus criou um lindo jardim, com belíssimas flores, e chamou doze jardineiros para ajudá-lo. Este jardim era tão querido por Jesus, que Ele escolheu, entre seus doze jardineiros ajudantes, um para que ficasse em seu lugar de Jardineiro chefe após sua volta ao Céu. E quando Jesus já estava lá em cima com Deus, mandou outro Jardineiro ainda mais potente para ajudar a cuidar de seu jardim. Agora veja meu filho: este belo jardim tão querido por Jesus é a Igreja, e o Jardineiro Chefe é o Papa. Quem Jesus enviou para ajudar o Jardineiro chefe a cuidar do jardim é o Espírito Santo. Este é o Papa: aquele que está no lugar de Jesus cuidando de seu lindo jardim.”
Uma senhora idosa confessa a Padre Pio: “Padre, por mais esforço que eu faça, não consigo enxergar o Papa como o substituto de Jesus no mundo”. Padre Pio então lhe diz: “Minha filha, quem não aceita o Papa como o Vigário de Cristo, também não pode aceitar Maria como Mãe de Deus. Olhe para Nossa Senhora: ela era uma frágil menina que foi escolhida por Deus para trazer Deus aos homens. Agora, olhe para o Papa: ele é um pobre homem que foi escolhido por Deus para levar os homens a Deus”. Após um breve momento de silêncio, Padre Pio continua: “Agora vá, e quando se arrepender, venha reconciliar-se com Deus” [2].
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Notas
[1] Não se tem certeza se o infante era um coroinha. Pode ter sido uma simples criança, mas se supõe que tenha sido, de fato, um ajudante do altar.
[2] No dia seguinte, esta senhora volta ao confessionário de Padre Pio e lhe diz: “Padre, esta noite sonhei com o Papa ajoelhado aos pés de Nossa Senhora. Acordei assustada, e chorei muito por ter cometido um pecado tão grave”. Padre Pio a absolveu, e ela se retirou.

BENTO XVI: DEUS NÃO DEIXARÁ FALTAR AJUDA À SUA IGREJA




Bento XVI comenta os casos de divulgação ilícita de documentos vaticanos

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 1º de junho de 2012 (ZENIT.org) – Em gesto de confiança e transparência, Bento XVI falou nesta quarta-feira (30 de maio), durante a audiência geral semanal, sobre a divulgação ilícita de documentos vaticanos que levou à detenção do seu mordomo.
“Os acontecimentos dos últimos dias, a respeito da cúria e dos meus colaboradores, causaram tristeza ao meu coração, mas não se ofuscou nunca a firme certeza de que, apesar da fraqueza do homem, apesar das dificuldades e das provações, a Igreja é guiada pelo Espírito Santo e o Senhor nunca deixará faltar a sua ajuda para sustentá-la na sua estrada”.
Bento XVI comentou ainda sobre o comportamento de alguns meios de comunicação: “Multiplicaram-se as ilações, amplificadas por alguns meios de comunicação, totalmente gratuitas, que foram muito além dos fatos, oferecendo uma imagem da Santa Sé que não corresponde à realidade”.
 Por último, o papa expressou o desejo de “renovar a minha confiança e o meu incentivo aos meus mais estreitos colaboradores e a todos aqueles que, cotidianamente, com fidelidade, com espírito de sacrifício e no silêncio, me ajudam no cumprimento do meu ministério”.

FESTA DE SANTA INÊS: APRESENTADOS AO PAPA DOIS CORDEIROS



Lã servirá para confeccionar pálios dos arcebispos

ROMA, sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – Como a cada ano, dois cordeiros abençoados hoje na basílica de Santa Inês foram apresentados a Bento XVI, com ocasião da festa desta santa mártir cristã dos primeiros séculos.
Como é tradição, a lã desses cordeiros será utilizada para confeccionar os pálios dos arcebispos recém-nomeados.
O pálio é um ornamento litúrgico que indica honra e jurisdição, usado pelo Papa e os arcebispos metropolitanos. É constituído por uma faixa de lá branca com seis cruzes de seda preta.
No dia 29 de junho, solenidade de Pedro e Paulo, o Papa impõe o pálio aos arcebispos. As irmãs do mosteiro beneditino de Santa Cecília, no bairro romano do Trastevere, encarregam-se da confecção dos pálios.