UMA TARDE ESTRANHA

Tiago Bana Franco

Na esquina da Rua Rui Barbosa com a Av. Mato Grosso, um dos locais mais movimentados de Campo Grande, um povo estranho entoava cânticos numa língua morta, desconhecida. Portavam ramos e seguiam um sujeito com capa reluzente e solidéu preto, o qual ainda trazia na mão um madeiro.