O “Magnum Principium” de D. Clemente Isnard, OSB – O “Pai” do Missal Brasileiro

Salve Maria
Acabou de ser anunciado o Motu Proprio de Francisco “Magnum Principium” , que entrará em vigor no próximo 1 de outubro. Esse documento além de salientar a “participação ativa dos fieis” na Liturgia, como apregoava o Concílio, ainda aumenta os poderes das conferências episcopais quanto a questão da tradução dos textos litúrgicos. O Canon 838 é modificado e a Cúria Romana apenas fará a “revisão das traduções”, ou seja corta-se a autoridade da Congregação  do Culto Divino sob os textos Sagrados da Liturgia. Se antes , com a autoridade da Cúria , já eram autorizadas barbaridades litúrgicas para o Brasil, tais como as aclamações das Orações Eucarísticas,   a Oração Eucarística do Congresso de Manaus, as Orações Eucarísticas para missa das crianças, etc, imaginemos agora ficando ao cargo da Comissão Litúgica da CNBB.Vale a pena ler o testemunho de um bispo beneditino que foi responsável pela péssima tradução do Missal  que temos hoje para o Brasil, com direito ao ” Ele está no meio de Nós” e tudo o mais.

Depois de ler , com atenção, você verá que esse Moto Proprio  Magnum Principium , melhor teria sido chamado de  “Dolor Fidelium”

Papa Francisco: Mais uma “amigável” mensagem de Natal à Cúria

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Nesta quinta-feira, 22 de dezembro, na Tradicional saudação aos cardeais e bispos da Cúria Romana para abordar a reforma que deseja fazer. Em suas palavras falou sobre as várias formas de “Resistências” que surgem no seio da própria Igreja. Lendo a atualidade, pode-se  dizer que o Papa Francisco tenha dado indiretas aos quatro cardeais ?

O CONSELHO DE D. HELDER A PAULO VI, SEU AMIGO

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No livro “Dom Helder – misticismo e santidade”, do jornalista Marcos de Castro (admirador de Dom Helder Câmara), o escritor relata quais eram, segundo o próprio Dom Helder Câmara, as mudanças que o Arcebispo desejava para a Igreja. São 3 sugestões que Dom Helder fizera ao própria Papa Paulo VI, seu amigo de longa data, em uma das muitas conversas particulares que tiveram. A mais chocante de todas, é a terceira sugestão, que transcrevo a seguir:

Discurso do Papa à Cúria: Relembra ” doenças”, mas, enfim, agradece…

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Encontro do Papa Francisco com a Cúria Romana para as felicitações de Natal
Sala Clementina – Vaticano
Segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Rádio Vaticano

Queridos irmãos e irmãs!

Com alegria, vos dirijo os meus votos mais cordiais de um santo Natal e feliz Ano Novo, que estendo a todos os colaboradores, aos Representantes Pontifícios e de modo particular àqueles que, tendo chegado à idade da reforma durante este ano, terminaram o seu serviço. Recordamos também as pessoas que foram chamadas à presença de Deus. Para vós todos e vossos familiares, a minha estima e gratidão.

No meu primeiro encontro convosco, em 2013, quis salientar dois aspectos importantes e inseparáveis do trabalho curial: o profissionalismo e o serviço, apontando a figura de São José como modelo a imitar. Ao passo que no ano passado, a fim de nos prepararmos para o sacramento da Reconciliação, abordámos algumas tentações e «doenças» – o «catálogo das doenças curiais» – que poderiam afectar cada cristão, cúria, comunidade, congregação, paróquia e movimento eclesial; doenças, que requerem prevenção, vigilância, cuidado e, em alguns casos infelizmente, intervenções dolorosas e prolongadas.