ENQUANTO ISSO, NA VENEZUELA….

Venezuela está no rumo de converter-se em Estado totalitário, adverte Arcebispo de Caracas


Cardeal Jorge Urosa Savino, Arcebispo de Caracas

CARACAS, 22 Dez. 10 / 02:49 pm (ACI).- O Arcebispo de Caracas, Cardeal Jorge Urosa Savino, advertiu que as últimas leis dadas pela Assembléia Nacional empurram a Venezuela a ser um estado totalitário e assinalou que não era necessário Lei Habilitante para enfrentar a emergência das chuvas, porque já existem suficientes ferramentas legais para isso.

O PNDH3 :” É HORA DE AVANÇAR”



Caríssimos

Salve Maria!
Importante para nós a declaração da nova ministra. Entre outras coisas declarou que chegou a hora do avanço do Plano Nacional dos Direitos Humanos, que defende vários absurdos incluindo, claro ,a descriminalização do Aborto. O que eles tentaram esconder na época da campanha, agora vem às claras….Os cristãos que colaboraram com isso, pelo voto, serão responsáveis,no dia do Julgamento, por cada pecado social que esse governo venha a promover ou aprovar.
Quanto a nós,  de consciência tranquila, fizemos o que nos cabia fazer.

Pe. Marcelo Tenorio



“A petista Maria do Rosário defendeu, em posse, que o Estado reconheça suas responsabilidades pela morte de desaparecidos políticos na ditadura e que o Plano Nacional de Direitos Humanos da Era Lula, alvo de embate na campanha, avance


03 de janeiro de 2011 | 23h 01


Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA – Com um discurso forte, a deputada petista Maria do Rosário assumiu nesta segunda-feira, 3, a Secretaria de Direitos Humanos pedindo ao Congresso que aprove a formação da Comissão da Verdade e defendendo “o reconhecimento da responsabilidade do Estado pelas graves violações de direitos humanos com vista a não repetição do ocorrido”. A nova ministra prometeu ainda implementar o Plano Nacional de Direitos Humanos 3, que foi fruto de polêmica, inclusive durante a campanha presidencial.
Na plateia, estava o ministro da Defesa, Nelson Jobim (PMDB), que ouviu Maria do Rosário homenagear os guerrilheiros que “empenharam suas vidas generosamente porque acreditavam na liberdade e na democracia”. À ditadura, referiu-se como “período de exceção”.
Maria do Rosário foi muito aplaudida ao apelar à Câmara para que aprove a Comissão da Verdade. “Devemos enfrentar as questões para caracterizar a consciente virada de página do momento da história”. Mas recebeu tímidas palmas ao avisar que esta Comissão da Verdade não busca retaliar as Forças Armadas. “A constituição da Comissão da Verdade não se trata, jamais, de qualquer atitude de revanche, como disse, em seu discurso, a presidente Dilma.”
“Estamos movidos pelo entendimento e até pelo reconhecimento que no Brasil de hoje, no Estado brasileiro, não há qualquer instituição contra a democracia”, prosseguiu a nova ministra, tentando mostrar que não quer ter problemas no relacionamento com os militares, ela prosseguiu dizendo que “as Forças Armadas são parte da consolidação democrática deste Brasil e nas Forças Armadas há o desejo de trabalharmos de forma conjunta neste processo de consolidação da democracia”.
Ao pedir a implementação do PNDH3, que desgastou o governo Lula e a campanha da petista Dilma Rousseff por defender temas como aborto e casamento homossexual, a ministra disse que “a hora é de avançar,de fazer ainda mais e melhor”. Apesar de abordar temas polêmicos, adotou um tom conciliador, citando que o atual momento é de “diálogo” e sem retaliações.
Araguaia
Ela fez questão de citar ainda a recente definição da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que entendeu que o Estado brasileiro tem uma dívida histórica no que diz respeito aos desaparecidos na Guerrilha do Araguaia. “Com total tranquilidade e unidade de pensamento e ação no Poder Executivo estaremos desenvolvendo ações que respondam às indicações desse organismo que integramos”, disse a ministra, pedindo, ainda que os demais poderes da Republica, no exercício de suas funções constitucionais e preservada a independência e harmonia que nos caracteriza, analisem as questões apresentadas pela Corte Interamericana. Para a ministra, “passados quase 50 anos do início do período de exceção no Brasil, é chegada a hora de agirmos com objetividade”.
Ao insistir na criação da Comissão da Verdade, afirmou que se trata de uma dívida brasileira,
Responsabilidades
Ao final da cerimônia, em entrevista, a ministra explicou o tom de seu discurso ao dizer que o Estado tem responsabilidade pelos mortos e desaparecidos políticos. “Esta é uma responsabilidade ampla. Não estamos personalizando, em procurando (culpar) um ou outro”. E completou: “Estamos conciliando a nação brasileira”. A ministra insistiu que o País “criou um jeito brasileiro de fazer um processo de reconhecimento dos fatos daquele período”, acrescentando que Forças Armadas e sociedade civil, “fazem parte de um mesmo projeto nacional”.
“Não há embates”, disse ela, se contrapondo ao tempo que seu antecessor, Paulo Vanucchi, estava no cargo e criou inúmeros problemas para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Jobim
O ministro da Defesa, que ocupou a primeira fileira na cerimônia, aplaudiu Maria do Rosário e depois, em entrevista, ao ser questionado se a fase de embate entre Defesa e Direitos Humanos estava encerrada, disse que está trabalhando para “virar a página”.
Indagado sobre algumas partes mais duras do discurso da ministra, que pediu o reconhecimento do Estado quanto aos mortos e desaparecidos políticos, minimizou: “É isso que está sendo feito. Tudo que ela diz está sendo feito. Estamos trabalhando por isso”. Ele afirmou também que não se opõe à criação da Comissão da Verdade, justificando que participou da elaboração desse texto. “

AS MINISTRAS PRO-ABORTO DO GOVERNO DILMA



Novas ministras: Miriam Belchior, Tereza Campello, Izabella Teixeira, Ideli Salvati, Luiza de Bairros, Ana de Hollanda, Maria do Rosário, Iriny Lopes e Helena Chagas.
“São 9 ministras. Pode haver exceções, mas nesse time de feminazis, uma é mais pró-aborto que a outra, via de regra.
Só pra se ter uma ideia, até a ministra da Pesca – da Pesca que nada tem a ver com aborto! – Ideli Salvati, é uma abortista conhecidíssima. Faça o teste… Google. Põe: Ideli Salvati aborto. São aproximadamente 80.400 resultados em 0,11 segundos. Bobagem? Vai ler sobre ela se não a conhece – tome um Engov antes e outro depois, ou a azia é certa.
Tem mais! A ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário. Faça o teste… Google. Põe Maria do Rosário aborto. São aproximadamente 209.000 resultados em 0,33 segundos. Não é preocupante que o nome da ministra que vai lutar pelos direitos humanos esteja tão relacionado ao tema aborto? Rum… Fin, fa, fum… Quantas vezes o seu olfato já se enganou? Acredite nele.
A ministra de Política para Mulheres, Iriny Lopes… Ah, essa é fácil, né… Quem Dilma colocaria numa pasta dessas? Tem que ser pró-aborto, óbvio. Bem, a pesquisa nos mostra, aproximadamente, 144.000 resultados com o nome da ministra e o termo aborto.
4 mil a menos que Ana de Hollanda, ministra da Cultura, irmã do Chico Buarque… A mídia diz que ela é apagada, que não sei quê. Em 0,31 segundos obtem-se aproximadamente 140.000 resultados na pesquisa com o nome de Ana e a palavra aborto.
Há números mais conservadores, claro. É um ministério feminino plural, afinal…
Na Secretaria de Promoção de Políticas da Igualdade Racial, a ministra Luiza de Bairros conseguiu aproximadamente 41.400 resultados na pesquisa por seu nome mais “aborto”.
Na Comunicação Social, a pesquisa pelo nome da ministra Helena Chagas mais aborto conta com, aproximadamente, 34.100 resultados em 0,27 segundos.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira: aproximadamente 17.100 resultados na pesquisa.
A ministra de Planejamento, Miriam Belchior, aparece numa posição mais comportada na pesquisa. “Miriam Belchior aborto” dá em aproximadamente 15.800 resultados em 0,25 segundos.
Tereza Campello, ministra do Desenvolvimento Social: aproximadamente 5.600 resultados na pesquisa de seu nome mais o termo aborto. Que alívio! “Só” isso.”

ROCK CRISTÃO: UM SOM, NADA CRISTÃO

         

                                                                                                                          Eder Silva *

O rock é uma expressão básica das paixões que, em grandes platéias, pode assumir características de culto ou até de adoração, contrários ao cristianismo.” (Cardeal Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI)
Baterias e guitarras seduzem a nova geração apaixonada pelas cacofonias do rock. As ditas bandas “católicas” e protestantes, unidas pelo mesmo pacto não racional em relação aos ouvintes, fazem multidões pularem e cantarem euforicamente com suas músicas melodicamente românticas e com letras sentimentais de caráter explicitamente anti-doutrinal. 

NOVAS LEIS PARA O ESTADO DO VATICANO



Reflexão do Pe. Lombardi sobre as novas normas vaticanas

CIDADE DO VATICANO, sábado, 1º de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – Apresentamos, a seguir, a reflexão do Pe. Federico Lombardi, SJ, sobre as novas medidas emanadas pelo Motu Proprio do Papa para prevenir e contrastar as atividades ilegais no campo financeiro e monetário.
* * *
A publicação de hoje de novas leis para o Estado da Cidade do Vaticano e para os Dicastérios da Cúria Romana e os organismos e entidades dependentes da Santa Sé é um evento de relevante importância normativa, como também de significado moral e pastoral de amplo alcance. Todas as entidades ligadas ao governo da Igreja Católica e àquele seu “suporte” que é o Estado da Cidade do Vaticano são, a partir de hoje, inseridas, em espírito de sincera colaboração, no sistema de princípios e instrumentos jurídicos que a comunidade internacional está edificando com a finalidade de assegurar uma convivência justa e honesta num contexto mundial sempre mais globalizado; contexto em que, infelizmente, as realidades econômicas e financeiras são, não raramente, campo de atividades ilegais, como a reciclagem de dinheiro oriundo de atividades criminosas e o financiamento ao terrorismo, verdadeiros perigos para a justiça e a paz no mundo.
O Papa afirma, sem meios termos, que “a Santa Sé aprova esse empenho” da comunidade internacional “e com isso faz suas as regras” das quais ela se dota “para prevenir e contrastar” esses fenômenos terríveis. Desde sempre as atividades ilegais demonstraram uma extraordinária capacidade de insinuar-se e de poluir o mundo econômico e financeiro, e o seu desenvolver-se internacionalmente e o uso das novas tecnologias as tornaram sempre mais evasivas e capazes de mascarar-se, de modo que para defender-se tornou-se urgentíssimo constituir redes de controle e informação mútua entre as autoridades prepostas para a luta contra elas.
Seria ingênuo pensar que a inteligência perversa que guia as atividades ilegais não busque aproveitar justamente dos pontos fracos e frágeis por vezes existentes no sistema internacional de defesa e de controle da legalidade, para introduzir-se nele e violá-lo. Por isso, a solidariedade internacional é de importância crucial para a solidez de tal sistema, e é compreensível e justo que as autoridades nacionais de vigilância e os organismos internacionais competentes (Conselho Europeu e, em particular, o GAFI: Grupo de Ação Financeira Internacional contra a reciclagem de capitais) vejam com olhos favoráveis os Estados e as entidades que oferecem as garantias exigidas e imponham, por sua vez, vínculos maiores a quem não se adequa a essas.
Isso vale naturalmente também para a Cidade do Vaticano e as entidades da Igreja que desempenham atividades econômicas e financeiras. A nova normativa responde, portanto, ao mesmo tempo, à exigência de conservar uma eficaz operacionalidade das entidades que atuam no campo econômico e financeiro para o serviço da Igreja Católica no mundo, e, mais ainda, à exigência moral de “transparência, honestidade e responsabilidade” que, em todo caso, devem ser observadas no campo social e econômico (Caritas in veritate, 36).
A aplicação das novas normativas exigirá certamente muito empenho. Há a nova Autoridade de Informação Financeira cuja atividade deve ser iniciada. Existem novas obrigações a serem respeitadas. Novas competências a serem exercidas. Para a Igreja, delas só poderá vir o bem. Os organismos vaticanos serão menos vulneráveis diante de contínuos riscos que se correm inevitavelmente quando se maneja o dinheiro. Serão evitados, no futuro, aqueles erros que tão facilmente se tornam motivo de “escândalo” para a opinião pública e para os fiéis. Em suma, a Igreja será mais “crível” diante da comunidade internacional e de seus membros. E isso é de importância vital para a sua missão evangélica. Hoje, 30 de dezembro de 2010, o Papa assinou um documento de natureza para ele um tanto incomum, mas de grande coragem e grande significado moral e espiritual. É um modo bonito de concluir este ano, com um passo concreto na direção da transparência e da credibilidade.
(Com Rádio Vaticano)

PAPA PEDE AO MUNDO “AUTÊNTICO ESPÍRITO DE PAZ”



E aos cristãos, que não cedam ao desânimo nem à resignação
CIDADE DO VATICANO, sábado, 1º de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – Em um mundo no qual os cristãos continuam sendo vítimas de ataques sanguinários, o Papa Bento XVI pediu um “autêntico espírito de paz” e a coragem de enfrentar as dificuldades.
Esta foi sua mensagem durante a homilia que presidiu na Basílica Vaticana hoje, solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, e Dia Mundial da Paz, recordando que esta última já se tornou uma “tradição consolidada” na Igreja.
“É bom iniciar um novo caminhar andando com decisão em direção à paz”, afirmou o Papa, querendo recolher “o grito de tantos homens, mulheres, crianças e idosos, vítimas da guerra, que é o rosto mais horrível e violento da história”.
“Diante dos trágicos acontecimentos que marcam a história, diante das lógicas de guerra que infelizmente ainda não foram superadas, somente Deus pode tocar o coração humano e assegurar esperança e paz à humanidade”, constatou o Papa.
A paz, sublinhou, “tem suas raízes no mistério de Cristo”, mas é também “um valor humano a ser realizado no campo social e político”.
Neste contexto, a humanidade “não se pode mostrar resignada à força negativa do egoísmo e da violência, não se pode habituar a conflitos que provocam vítimas e põem em risco o futuro dos povos”. 
“Diante das ameaçadoras tensões do momento, diante especialmente das discriminações, arbitrariedades e intolerâncias religiosas, que hoje agridem particularmente os cristãos, mais uma vez renovo o convite para que não cedam ao desânimo e à resignação”, declarou o Pontífice, exortando todos a rezarem para que “cheguem a bom fim os esforços realizados em toda parte para promover e construir a paz no mundo”.
Para levar a cabo esta “difícil tarefa”, acrescentou, “não bastam palavras”, senão que é necessário “o empenho concreto e constante dos responsáveis das nações, mas é sobretudo necessário que cada pessoa esteja animada pelo autêntico espírito da paz”.
O exemplo de Maria
Bento XVI prosseguiu sua homilia recordando que este Dia Mundial da Paz, comemorado cada ano desde 1968 em nome da Mãe de Deus, manifesta que esta paz, que é “dom messiânico por excelência”, chegou por meio de Maria.
Maria, afirmou o Papa, “é verdadeira Mãe de Deus, precisamente em virtude da sua total relação a Cristo. Portanto, glorificando o Filho, honra-se a Mãe e, honrando a Mãe, glorifica-se o Filho”. 
O título de “Mãe de Deus” celebrado pela liturgia “põe em relevo, sublinha a missão única da Virgem Santa na história da salvação: missão que está na base do culto e da devoção que o povo cristão lhe reserva”. 
“De fato, Maria não recebeu o dom de Deus só para si, mas para levá-lo ao mundo: na sua virgindade fecunda, Deus deu aos homens os bens da salvação eterna”; e Ela “oferece continuamente sua mediação ao Povo de Deus que peregrina na história, rumo à eternidade, como antes a ofereceu aos pastores de Belém”. 
“Ela, que deu a vida terrena o Filho de Deus, continua dando aos homens a vida divina, que é Jesus Cristo e seu Santo Espírito. Por isso, é considerada a Mãe de todo homem que nasce para a Graça e, ao mesmo tempo, é invocada como Mãe da Igreja”, concluiu o Papa.

O CANTO DO TE DEUM COM INDULGÊNCIAS PLENÁRIAS NO ULTIMO DIA DO ANO


Hoje, ao meio-dia, foi cantada a Missa da oitava de natal, no altar mor da Matriz de S. Sebastião, Campo Grande, MS.
Após a Santa Missa foi entoado o ” Te Deum Laudamus”.
 A Santa Igreja concede as Idulgências Plenárias a todos que,  às 12h do dia 31 de dezembro, cantarem ou rezarem publicamente este Hino de Louvor.
Presentes estavam muitos fiéis e muitas confissões foram realizadas.
Hoje ainda, às 21h haverá a exposição do Santíssimo e às 24h, a Bênção Solene do Santíssimo Sacramento.

…MAS DEUS REINA!


Caríssimos.

Salve Maria!

O ano chegou ao fim! Um dia chegará ao fim a  nossa vida sobre a terra. Cuidemos  de nossa salvação.
Mas enquanto aqui estamos marchemos pela  Igreja, tendo em nosso escudo o nome Dulcíssimo de Maria, pois ” DE MIL SOLDADOS NÃO TEME A ESPADA QUEM VIVE À SOMBRA DA IMACULADA”
A cada dia o mundo se paganiza, a sociedade renega Deus e O retira de seu trono. Os governos se aliam para guerrear contra a Mulher, mas a vitória já nos foi anunciada:” IPSA CONTERET”, Ela Esmagará!(Gen 3, 15).
Durante esse ano que morre tantas batalhas, tantas lutas, tantas vitórias, mas também tantas derrotas…Todavia, em meio as brumas, ecoa a promessa de Nossa Senhora de Fátima: ” Por fim o meu Imaculado Coração triunfará!”
Termina o ano.
Mas Deus reina.
Aprova-se o aborto com mais largueza no mundo,,,
Mas Deus reina.
Avançam os inimigos da Fé..
Mas Deus reina!
O Santo Padre é atacado..
Mas Deus reina!
A Igreja é perseguida….
Mas Deus reina!
As palavras de um papa abalam os alicerces do modernismo eclesiástico..e, avança o Estandarte da Cruz.
A “democracia” , no Brasil, tentou calar alguns bispos, mas eles gritaram mais alto que as pedras!…E até uma canção nova desafinou, mudando o tom, sem mudar a estrofe.
Morre o ano…
mas não a Esperança no Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A Ele a honra, o império e o domínio pelos séculos dos séculos!

De olhos fitos na Santa Cruz, não esmoreçamos mas continuemos avante. Façamos a nossa parte!
Que esse blog seja para todos um instrumento de difusão da Verdade Católica que ilumina o mundo, pois
“Repetimos o que é da fé católica! Não copiamos o que é dos hereges”

Feliz Ano Novo!

Pe. Marcélo Tenorio