COMUNHÃO DEVE SER NEGADA AOS ABORTISTAS, AFIRMA CARDEAL








VATICANO, 29 Nov. 10 (ACI) .- Prefeito da Assinatura Apostólica da Santa Sé, o agora Cardeal Raymond Burke, reiterou que os políticos católicos que defendem, promovem e/ou apóiam o aborto não podem receber a comunhão.

O Cardeal que preside o que poderia ser considerada a “Corte Suprema” no Vaticano, fez estas declarações nas vésperas do Consistório de 20 de novembro no qual o Papa Bento XVI criou 24 novos cardeais.

O poder da oração e uma vitória da “cultura da morte”

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No dia 4 de outubro de 2010 (portanto, o dia seguinte ao do primeiro turno das eleições), o Diário Oficial da União publicava um “Termo aditivo ao Termo de cooperação n.º 137/2009”, um convênio celebrado entre a União Federal, através do Ministério da Saúde, e a Fundação Oswaldo Cruz (Rio de Janeiro). O objetivo declarado era prorrogar até 04/02/2011 o estudo e a pesquisa destinados a “despenalisar (sic) o aborto no Brasil” [1]. Lembremos que no início de 2009 a Fundação Oswaldo Cruz já havia lançado o filme “O fim do silêncio” produzido com R$ 80 mil fornecidos pelo Ministério da Saúde, um documentário “claramente a favor do aborto”, nas palavras da diretora Thereza Jessouroun [2]. Como se pode ver, a promoção do aborto pelo governo petista não parou nem mesmo em época eleitoral.

No dia 5 de outubro de 2010, durante a Santa Missa das 7 horas, Pe. José Augusto fez na TV Canção Nova uma corajosa pregação advertindo os cristãos sobre o Partido dos Trabalhadores: “os rumos da nação brasileira, estão prestes a mudar, e ela poderá mudar para o pior, para o lado pior, se nesse segundo turno, e eu vou falar com clareza, se o PT ganhar. Estou falando claro. Podem me matar, podem me prender, podem fazer o que quiser. Não tenho advogado nenhum. Podem me processar. Se tiver de ser preso, eu serei. Não tem problema. Mas eu não posso me calar diante de um partido, que está apoiando o aborto, e a Igreja não aprova” [3].

NOVOS MÁRTIRES DA IGREJA NO IRAQUE

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“O incidente ocorreu num domingo, quando um grupo de homens armados invadiu a Igreja da Nossa Senhora da Salvação, a maior igreja cristã de Bagdá, e tomou dezenas de fiéis que assistiam à missa como reféns.
Após horas de impasse, a polícia iraquiana, auxiliada por forças americanas, invadiu a igreja. Pelo menos 52 pessoas foram mortas e outras 56 ficaram feridas.
Com janelas destruídas e paredes danificadas por explosões e balas, a igreja já reabriu suas portas e alguns fiéis retornaram para assistir a mais um serviço religioso.

VIGÍLIA PAPAL CONTRA O ABORTO!

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O Santo Padre presidirá dia 27 de novembro uma Vigília pelos Nascituros e contra o Aborto. A Vigília será iniciada com as I Vésperas do Advento, na Basílica de S. Pedro. O Papa conclama a todos os bispos do mundo a se unirem em oração ao Sucessor de Pedro, com seus diocesanos.

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“O Papa Bento XVI presidirá uma vigília na Basílica de São Pedro, em 27 de novembro, pela vida dos bebês ainda não nascidos. Sua Santidade, através dos núncios apostólicos, estendeu a todo o episcopado do mundo o convite a se associar à iniciativa, segundo a Rádio Vaticano, “a fim de estabelecer uma união espiritual com o Santo Padre e promover o compromisso e o testemunho eclesial por uma cultura da vida e do amor”.
Em época de pacto de silêncio sobre questões espinhosas por ocasião das eleições, não surpreende notar que o convite papal é simplesmente ignorado em terras brasileiras.”
(Cf. fratres in unum).

Em nossa Paróquia, atendendo ao apelo do Santo Padre e do nosso Bispo, nos uniremos em vigília a partir do meio dia, tendo o encerramento com as I Vésperas. Assim estaremos em comunhão com o Sucessor de Pedro em tempo real.

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Papa condena aborto e pede a bispos do Brasil que orientem politicamente fiéis‏

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Em reunião em Roma na quarta-feira, 27, o Papa Bento XVI conclamou um grupo de bispos brasileiros a orientar politicamente fiéis católicos. Sem citar especificamente as eleições de domingo, o Papa reforçou a posição da Igreja a respeito do aborto e recomendou a defesa de símbolos religiosos em ambientes públicos. “Quando projetos políticos contemplam aberta ou veladamente a descriminalização do aborto, os pastores devem lembrar os cidadãos o direito de usar o próprio voto para a promoção do bem comum”, disse. 
Falando a bispos do Maranhão, Bento XVI reconheceu que a participação de padres em polêmicas podem ser conturbadas. “Ao defender a vida, não devemos temer a oposição ou a impopularidade”, continuou. O pontífice se posicionou também sobre o ensino religioso nas escolas públicas e, relembrando a história do País com forte presença católica e o monumento do Cristo Redentor, no Rio, orientou os sacerdotes que encampem a luta pelos símbolos religiosos. “A presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia de seu respeito”, concluiu.
Leia abaixo a íntegra do discurso de Bento XVI:
“Amados Irmãos no Episcopado,
Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo” (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5 [cinco]. Nos nossos encontros, pude ouvir, de viva voz, alguns dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.
Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.
Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).
Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, consequência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vita, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo” (ibidem, 82).
Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sociopolítico de um modo unitário e coerente, é “necessária – como vos disse em Aparecida – uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o ‘Compêndio da Doutrina Social da Igreja'” (Discurso inaugural da V conferência Geral do Episcopado Latino Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).
Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. “Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambiguidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana” (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).
Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve “encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política” (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.
Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baia da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.
Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Bênção Apostólica”.
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A VOLTA DA TIARA PAPAL

No dia 09 de outubro foi apresentado para o mundo o novo brasão do papa Bento XVI, agora trazendo a Tiara, a coroa papal que significa o Tríplice Poder do Vigário de Cristo: que indica a unidade da Igreja e a suprema suserania do Papa sobre toda a Cristandade, como Soberano Universal da Igreja Una, Soberano dos Estados Pontifícios, e Bispo de Roma.
Cogita-se que o Santo Padre a usará na cabeça para benção Urbi et Orbi no Natal do Senhor.
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APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS

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Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
Regional Sul 1
NOTA DA COMISSÃO EPISCOPAL REPRESENTATIVA DO CONSELHO EPISCOPAL REGIONAL SUL 1 – CNBB

A Presidência e a Comissão Representativa dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, em sua Reunião ordinária, tendo já dado orientações e critérios claros para “VOTAR BEM”, acolhem e recomendam a ampla difusão do “APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS” elaborado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 que pode ser encontrado no seguinte endereço eletrônico “www.cnbbsul1.org.br“.